Em dúvida sobre comprar o Switch? Veja 7 coisas que você precisa saber do novo console da Nintendo

O Switch é o console de próxima geração da Nintendo. Com lançamento marcado para 3 de março, o videogame, que promete uma forma inovadora de jogar e quer resgatar o legado de sucesso do Wii, vai custar US$300.

Site oficial do Nintendo Switch

E se você continua em dúvida se deve ou não comprar o console, chegou a hora de conferir 7 características essenciais sobre a nova plataforma. A ideia é orientar a sua decisão final como consumidor.


Console + portátil

A grande sacada do Switch é seu conceito de mesclar funções de console de mesa com portátil: o jogador poderá livremente jogar seus games favoritos conectando o videogame diretamente na TV ou simplesmente vagar pelas ruas usando o aparelho como se fosse um tablet. A mídia usada pelo sistema para rodar jogos é cartucho (em formato mini proprietário).  

Um dos maiores diferenciais do console são os Joy-Cons, os controles destacáveis que podem ser intercambiáveis a qualquer momento, permitindo total liberdade na maneira como os usuários podem aproveitar o Switch. Disponíveis também nas cores azul e vermelho, os JoyCon contam com vibração HD, giroscópio e acelerômetro, funções que serão usados em jogatinas com sensor de movimento.   

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Em modo tablet, inclusive, a preocupação será com a autonomia da bateria. De acordo com a Nintendo, o Switch será capaz de aguentar uso pleno de entre 2,5 e 6 horas de duração fora do seu suporte principal. Se as forças do tablet forem sugadas muito rapidamente, pelo menos será possível jogar enquanto a sua bateria é carregada através de uma conexão do Tipo-C


Especificações técnicas

Em termos de hardware, o Switch será capaz de rodar games em 1080p quando conectado a uma TV por HDMI (com áudio de 5.1 canais) e de desempenhar jogos em 720p em modo portátil, cuja tela do tablet será capacitiva e com 6,2 polegadas (com áudio estéreo). 

No processamento, o Switch traz um Nvidia Tegra X1, chip ARM baseado na arquitetura Maxwell com clock de 1020 MHz. Sua GPU conta com 256 núcleos CUDA e clock de 768 MHz quando conectado ao dock e 307 MHz em modo tablet. Fora isso, o armazenamento interno é de 32 GB (expansível até 2 TB via cartão SDXC) e haverá suporte a redes 3G e 4G de internet.  


Rede online paga

A Nintendo prometeu um serviço online robusto de jogatina online e interações entre os usuários do Switch. Mas isso vai acontecer com um custo: a rede online do console será paga, o que incluirá a permissão para jogar online, além de funcionalidades adicionais de integração com aplicativos e chat por voz. O preço da assinatura ainda não foi divulgado, algo que deve surgir futuramente. 

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E a exemplo da Xbox Live e da Playstation Network, serão oferecidos jogos gratuitos mensais aos assinantes. Será UM jogo de NES ou de SNES por mês. E esses mesmos jogos só estarão disponíveis no respectivo mês de gratuidade. Também haverá ofertas e descontos aos assinantes, que poderão testar a viabilidade do serviço por um tempo determinado para se decidirem melhor sobre a filiação. 


Primeiros jogos

Um console sem jogos exclusivos é praticamente irrelevante se não conseguir mostrar as suas capacidades ou diferenciais de entretenimento. A Nintendo está ciente disso e, como de costume, prepara uma forte line-up de games exclusivos para seu novo videogame. Alguns dos principais títulos a caminho em 2017 são "The Legend of Zelda: Breath of the Wild", "Super Mario Odyssey", "Splatoon 2", "Xenoblade Chronicles 2", "Fire Emblem Warriors", "Mario Kart 8 Deluxe", "ARMS" e "1, 2 Switch".

A Nintendo também está apostando em parcerias com produtoras third-party para disponibilizar jogos multiplataforma no Switch. A ideia é oferecer uma filosofia totalmente diferente do que o Wii U mostrou. Atualmente, mais de 50 produtoras desenvolvem jogos para Switch. Alguns dos principais títulos já confirmados são "The Elder Scrolls V: Skyrim", "FIFA", "Minecraft", "Rayman Legends", "Dragon Quest X", "Dragon Ball Xenoverse 2", "Disgaea 5" e "Just Dance 2017". 


Sem bloqueio de região

Diferentemente do que costuma acontecer em consoles da Nintendo, o Switch não terá qualquer tipo de trava de região. Isso significa que os usuários poderão rodar jogos de qualquer parte do globo, sem precisar aguardar os lançamentos regionais para aproveitar os games mais aguardados. Acabou o dilema de ter que rezar e esperar para que títulos orientais de renome recebam localização no ocidente para serem plenamente desfrutados.


Acessórios

  

Acessórios servem para implementar a experiência de um console, adicionando novas maneiras de jogar, recursos extras ou apenas mais dispositivos na conta final. A Nintendo vai comercializar uma linha própria de acessórios para o Switch, incluindo um Controle Pro (foto acima, US$ 70), Joy-Cons de diversas cores (US$ 80 o conjunto), um Dock Set (US$ 90), um Charging Grip (US$ 30) e um Volante Joy-Con (US$ 20).  


E o Brasil?

Ainda é um mistério se o Nintendo Switch será oficialmente lançado no Brasil. A Nintendo nem mesmo tem representação oficial no país, o que dificulta especular margens de preço tanto para o aparelho, quanto para os jogos e os acessórios. Se serve de esperança, pelo menos a fabricante está para anunciar o preço para a América Latina, e rumores ainda indicam que algumas empresas estão atualmente estudando representar a Nintendo no Brasil, ação que poderia gerar jogos totalmente localizados

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  • Redator: Andrei Longen

    Andrei Longen

    Jornalista pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Andrei Longen é entusiasta por videogames desde os 7 anos, quando ganhou um Odyssey 2, seu primeiro console. Hoje tem PS4, PS3 e PS Vita e adora caçar troféus em todos os jogos. Colabora no Adrenaline com notícias, análises, artigos, colunas e vídeos.

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