Chrome, Firefox, Opera ou Edge? Escolha o melhor navegador pra você com nosso guia definitivo!

Existiu uma época em que eram poucas as pessoas que pensavam na possibilidade de usar um navegador diferente daquele que vinha em seu sistema, o infame Internet Explorer. Agora, browsers como o Chrome e o Firefox já estão extremamente populares e qualquer pessoa que use o computador umas boas horas por dia não consegue ficar no Explorer. Mas como escolher o navegador ideal pra você com tantas opções disponíveis? Neste artigo vamos comparar as características de 4 dos navegadores mais conhecidos para Windows para destacar as diferenças e lhe ajudar em sua escolha!

Navegadores escolhidos

Vamos testar os navegadores mais usados no sistema operacional mais popular, ou seja, navegadores compatíveis com o Windows. O Safari pode até ser usado no Windows, mas o seu suporte não é exatamente oficial, então ele ficou de fora. E o Internet Explorer fica de fora porque a maioria das pessoas já sabe que ele é o pior de todos. Então no páreo estão:

- Google Chrome
- Mozilla Firefox
- Microsoft Edge
- Opera

Design
O design dos navegadores é bem próximo, especialmente entre o Chrome e o Firefox. No geral, os 4 seguem a mesma lógica e contam com botões parecidos, que no máximo mudam de posição. Aqui vou descrever a aparência padrão dos navegadores, sem customização feita pelo usuário.

Chrome
O navegador da Google conta com uma barra de endereços bastante estreita e um minúsculo botão para ativar o menu de opções. Este menu é uma lista tão simples que acaba ocultando alguns dos recursos do navegador, que só poderão ser acessados clicando-se em "configurações" primeiro. Uma vantagem aqui é que devido ao grande número de serviços oferecidos pela Google, há um botão para fazer login diretamente no Chrome, permitindo que o usuário fique pronto para acessar recursos como o Gmail e o Drive sem ter que entrar diretamente pelo site do e-mail.

- Firefox
O navegador da Mozilla, por sua vez, conta com uma barra de endereços um pouco mais larga e um número maior de botões já disponíveis logo de cara. Há uma barra dos favoritos, um botão para ver sua lista de downloads e atalhos para o Pocket e o Hello, apps de que falaremos mais tarde. O destaque no Firefox vai para o menu, que aparece com um botão parecido com o do Chrome, mas tem uma interface de ícones, bem mais intuitiva e completa e que pode ser customizada com diferentes ícones da preferência do usuário.

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- Edge
O Edge possivelmente tem o design mais diferente entre os navegadores. Sua interface tem linhas mais retas com uma barra de endereços que se mescla bem à maioria dos sites, além de ser o que mais combina com a interface do Windows 10, como seria de se esperar. Ele tem dois diferenciais. O primeiro é que este é o único navegador em que as configurações não acontecem numa página nova, dá pra mexer em todas as opções do navegador na barra lateral que aparece. O segundo é que ele oferece um recurso de prévia de abas. É só deixar o mouse em cima de uma aba que ele mostra uma janela reduzida do que tem nela, sem precisar clicar.

- Opera
O Opera tem um design bem parecido com o Chrome e o Firefox, mas com linhas mais retas, como o Edge. O botão do Menu vai pra cima da barra de abas, no canto esquerdo, e ele tem a lista mais extensa de configurações rápidas neste botão, mas para mais opções o navegador também abre uma janela nova, como os outros. Ele conta com uma barra de endereços bem estreita e economiza nos botões na configuração padrão. E o Opera também conta com um sistema de prévia de abas. Ao navegar entre elas com o Ctrl+Tab ele mostra uma versão reduzida da aba no meio da janela pro usuário saber o que tem nela.

Apps ou complementos, temas e extensões
Já faz um bom tempo que os navegadores adicionaram complementos e outros diferentes recursos para ajudar na experiência do usuário, seja um bloqueio de anúncios ou uma ferramenta para downloads no YouTube, por exemplo. A verdade é que a maioria dos navegadores tem recursos e aplicativos semelhantes. Se não forem os mesmos, cada um vai ter o seu análogo, então não faz sentido descrever o que está presente em cada um. Em vez disso vamos falar de suas interfaces e sistemas para localizar e instalar suas extensões, a parte que realmente muda na experiência do usuário em cada um. Mas, antes, um breve esclarecimento:

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Apps ou complementos: O Chrome chama de apps, o Firefox chama de complementos, mas é basicamente a mesma coisa. Estes são os recursos que você instala e eles têm uma função ativa, muitas vezes até uma interface própria, como o Pocket, por exemplo. 
Extensões: Quase o mesmo que apps. A diferença, se é que podemos chamar assim, é que estes recursos têm uma função mais passiva. É como o AdBlock. O usuário instala, configura e depois não faz mais nada, simplesmente navega com os anúncios sendo bloqueados. Apps ou Complementos e Extensões são tão parecidos que o Opera chama tudo de Extensões mesmo.
Temas: Como sugerido pelo nome, os temas são configurações da aparência do navegador, como "skins". Eles mudam as cores dos botões, da barra de endereços e ferramentas, muitas vezes colocam uma imagem de fundo para a barra e, em alguns casos, até com animações. É uma personalização extra pra quem gosta.

- Chrome
O Chrome tem a interface mais organizada e bem trabalhada para a localização de apps, jogos, extensões e temas. Ela funciona num estilo bem semelhante à Google Play. Separando seus apps em diferentes categorias ela mostra diferentes destaques pra cada uma, num design bonito e organizado, o que torna tudo muito intuitivo. Alguns filtros e opções de busca ajudam o usuário a encontrar o que está procurando, mas o estilo da interface incentiva bastante também a navegação em busca de qualquer coisa nova.

Essa interface, porém, não é tão facilmente acessada como nos outros navegadores. É necessário acessar a WebStore em Chrome.Google.Com ou no link "obter mais extensões" nas configurações. Ou seja, não há nenhum atalho direto do menu.

- Firefox
A interface para localização e instalação de complementos, extensões e temas do Firefox é a mais simples e menos convidativa. Ela tem a vantagem, entretanto, de ser de fácil acesso. O botão "Complementos" aparece bem visivelmente no menu e o usuário é levado para uma página bem resumida e simples, onde ele pode desinstalar ou configurar os recursos que já tem, além de procurar por novos. Dessa página é possível ir para as mais completas de extensões ou complementos, que têm uma longa lista de categorias para localizar os recursos, mas a interface não é tão moderna ou intuitiva como dos concorrentes. 


O Firefox tem uma vantagem bem interessante para quem gosta de temas. Tanto na página de configurações como na página completa dos temas é possível pré-visualizá-los apenas passando o mouse por cima. É uma maneira simples e rápida de ver como vai ficar a aparência do seu navegador sem perder tempo instalando um tema que pode vir a não gostar na prática.

- Edge
O navegador do Microsoft não conta com extensões ou complementos. Pelo menos até o momento. O Edge foi lançado sem suporte aos recursos, mas alguns vazamentos indicam que eles podem chegar neste ano ainda. Mas, por enquanto, contamos isso como uma desvantagem para o browser.

Na parte de temas, o Edge ainda não se sai muito melhor. É possível apenas escolher entre os temas "claro" ou "escuro" e não há novos para baixar.

- Opera
A interface do Opera para extensões ficaria "entre" o Firefox e o Chrome. Um botão rápido no menu permite escolher entre gerenciar as que você tem instaladas ou ir para a página de procurar novas. Essa página tem um design bem organizado, moderno e intuitivo. Há um bom número de categorias para separar as extensões e a guia de temas fica na mesma página, mas não há prévia para eles. Só que os temas do Opera são os que menos mudam o navegador, alterando apenas o plano de fundo dele, sem mexer na barra de endereços e ferramentas ou botões.

O diferencial mais interessante do Opera nessa parte vai para o Speed Dial. Todos os navegadores avaliados aqui oferecem a opção de ter na página inicial os sites visitados por último, podendo remover ou fixar alguns deles. O Speed Dial, porém, deixa escolher cada um dos sites que ficarão fixados nessa página inicial, embaixo de uma barra de pesquisa da Google, além de poder agrupá-los em um só "quadrado".

Desempenho
É aqui que acaba sendo o verdadeiro desempate para muitas pessoas: o desempenho. Há inúmeras discussões de qual navegador é mais rápido, qual gerencia a memória melhor, etc. Pra tentar ajudar na decisão, fizemos testes em diferentes benchmarks e os resultados foram muito interessantes, confiram:

 

 

Para a maioria dos usuários, os navegadores não terão grandes diferenças de desempenho entre si

Inesperadamente, cada navegador "venceu" um teste, o que daria um empate técnico. Isso porque cada teste se foca num aspecto diferente da navegação e cada um dos browsers se sai melhor em um deles. Isso significa que, para a maioria dos usuários, os navegadores não terão grandes diferenças de desempenho entre si. Mas, se você é um usuário que repara mais em como é feita sua navegação e se tem preferência por HTML5 (veja no benchmark Wirple Bmark) ou Java (veja no Google Octane), por exemplo, aí vale a pena escolher o navegador que se saiu melhor nessa área do seu uso pessoal mais intenso.

Privacidade e Segurança
Este segmento é bastante polêmico e precisamos colocar alguns "pingos nos is" antes de continuarmos. Pra começar, a sua privacidade está muito mais relacionada aos serviços que você usa no computador do que ao seu navegador. Por exemplo, se você acessa o Facebook, a rede social vai colher seus dados independentemente do browser que você está usando pra isso. Além disso, todos os browsers analisados aqui colhem dados do usuário. A diferença é a quantidade de dados obtidos e o uso feito deles, e isso será melhor explicado browser por browser.

Seu endereço de IP e cookies ainda podem e são compartilhados durante a navegação privada e autoridades podem localizar o seu computador. 

Também vale ressaltar que os 4 navegadores que comparamos contam com recursos de navegação privada que não salvam histórico e outras configurações do usuário. Ao contrário do que alguns possam pensar, isso não é uma navegação anônima. Seu endereço de IP e cookies ainda podem e são compartilhados durante a navegação e autoridades podem localizar o seu computador. Este recurso serve mais para ocultar dados da navegação do computador sendo usado do que para ocultar o usuário. Não sejamos demagogos, este modo foi criado mais pro pessoal acessar um pornôzinho escondido em computadores compartilhados pela família.

- Chrome
A Google é uma das empresas que mais enfrenta críticas pela quantidade de dados que colhe de seus usuários. De fato, é disso que a empresa vive. O Chrome tem uma política aberta em relação a isso e não esconde: o navegador vai receber seus dados de navegação e enviá-los a Google, a fim de criar anúncios direcionados e também complementar a experiência do usuário, sugerindo conteúdo e sites relacionados com seus gostos.

O recolhimento de dados que a empresa faz, entretanto, como dito antes, tem muito mais a ver com os recursos que você usa do que o navegador. Usando o Gmail, o Google Tradutor, Google+, etc, que realmente são obtidas mais informações. Por sua vez, a companhia afirma que esses dados são agregados de maneira anônima, em quantidade, e torna-se impossível saber de onde veio cada informação. Isso significa que a Google sabe que existem, por exemplo, o número de usuários que usam o buscador para procurar My Little Pony, a idade e o sexo deles também, mas a companhia afirma que não tem como saber se você é um deles.

- Edge
O navegador da Microsoft vai passar na frente do Firefox dessa vez porque sua abordagem em relação à privacidade é muito semelhante à do Chrome. Assim como sua concorrente, a Microsoft também trabalha com o recolhimento de dados do usuário, anúncios direcionados, etc. O Edge oferece, entretanto, um pouco menos de opções de privacidade em suas configurações.

A questão deste navegador que pode complicar um pouco para os usuários mais preocupados com seu anonimato é sua integração ao Windows 10. A Microsoft está tentando fazer do seu novo sistema operacional o mais pessoal possível, com todas as implicações que vêm junto com isso. Enquanto o computador aprende sobre o usuário para oferecer uma experiência única e direcionada, a Microsoft aprende também, colhendo todos esses dados, e o Edge acaba se tornando um potencializador desse propósito. No Brasil ainda não temos a Cortana, mas quando ela chegar, qualquer uso da assistente digital do sistema, que funciona também com o navegador, vai enviar as informações obtidas. Até amostras de áudio nas requisições feitas por voz.

Assim como a Google, a Microsoft promete que essas informações são agregadas e é impossível individualizar a origem delas.

- Firefox
Dos 4 navegadores sendo analisados aqui, o Firefox costuma ser referência quando o assunto é privacidade. A começar porque ele não trabalha com o sistema de anúncios direcionados, o que significa que não há necessidade do recolhimento constante dos dados do usuário. A Mozilla nem teria o que fazer com eles. Além disso, a ideologia de código aberto da equipe por trás do browser e a participação da comunidade no desenvolvimento contam muitos pontos pros entusiastas da privacidade.

O browser ainda trabalha colhendo informações básicas de navegação para ajudar na experiência do usuário, como salvar senhas e formulários para preenchimento automático e, claro, histórico da navegação. Tudo isso pode ser desligado ou removido depois, mas isso também é possível nos outros navegadores.

E aqui vai uma ressalva para a navegação privativa. Diferentemente dos concorrentes, a navegação privativa do Firefox passou recentemente a bloquear rastreadores, recursos e anúncios que possam ser usados para identificar o usuário. Isso tudo visa oferecer uma navegação mais anônima que os outros navegadores, mas, claro, não se compara a um acesso pela rede Tor, por exemplo.

- Opera
Por último temos o Opera, que segue bastante a linha do Firefox. Ele também não trabalha com anúncios direcionados, o que diminui muito a coleta de dados, mas, diferente da plataforma da Mozilla, o sistema não é completamente em código aberto e usa a mesma engine do Chrome, chamada Blink.

O Opera, entretanto, tem um recurso diferenciado quando o assunto é privacidade. A Opera Software adquiriu a SurfEasy e agora oferece a extensão SurfEasy Proxy em seu navegador. Não é uma configuração padrão e exige algum conhecimento do usuário, mas é uma boa alternativa para quem procura uma navegação mais privativa sem ter que recorrer à rede Tor. O SurfEasy Proxy permite encriptar sua navegação e escolher outras localizações para enviar aos sites, ajudando a conferir mais anonimato ao usuário.

Recursos Extras
Antes de completar o artigo vamos falar um pouco dos recursos únicos que cada navegador oferece, ou as versões que cada um tem de um mesmo recurso. Não são muitos, então este segmento deve ser bem curto.

- Chrome
O Chrome é considerado por muitas pessoas o navegador mais leve de todos e uma das coisas que permite essa característica é não ter muitos recursos. Não há nas configurações padrão do navegador um recurso que possa ser considerado um grande diferencial em relação aos outros, mas a sua bonita loja para acesso a aplicativos e extensões, que podem mudar a experiência do usuário, pode ser contada como um ponto positivo.


Há também o já mencionado recurso de logar no navegador, permitindo acesso aos diferentes serviços Google de uma só vez. No fundo, dá na mesma de logar no Gmail em qualquer outro navegador, que já vai permitir acessar os outros serviços sem precisar logar de novo, mas o login no Chrome também salva o seu histórico, favoritos, senhas e outras configurações, assim você tem acesso a essas informações em qualquer outro dispositivo quando loga de novo no Chrome. Útil, mas não deve ser um dos favoritos de quem procura mais privacidade.

- Firefox
O navegador da Mozilla também tem o recurso de sincronização do Chrome para salvar as configurações do navegador, sendo um pouco menos prático porque ele vai pedir que o usuário faça uma "conta Mozilla". Enquanto no caso do navegador da Google é extremamente provável que você já tenha um Gmail, é menos possível que muitos tenham uma conta Mozilla. Feita a conta e a sincronização ativada, o efeito é o mesmo.

O Firefox vem também com o Pocket já instalado, mas isso não conta como recurso extra porque é só instalar o complemento no navegador. Outro diferencial difícil de contar é o "Hello". 


O Firefox Hello é uma ideia interessante. Ele permite criar um janela em que pessoas podem bater papo, não sendo necessário ter nenhuma conta, basta ter o link da janela. Uma vez acessada ela oferece ainda uma pequena versão flutuante, que permite continuar batendo papo mesmo navegando entre outras abas. Há também suporte para chamadas em vídeo no Hello. Apesar de ser uma ideia interessante, qualquer sistema de troca de mensagens precisa ter muitas pessoas usando para fazer sucesso e ser útil, e este não é bem o caso do Hello.

- Edge
O navegador da Microsoft é o único dos 4 que não conta com o recurso de sincronização, mas isso é porque ele se comunica diretamente com o sistema operacional e vai usar as configurações do usuário logado no Windows 10. Mas um dos recursos mais divulgados do Edge foi o das "Anotações".

Com o Edge é possível "rabiscar" na página, com diferentes cores, tamanhos de pincéis, além de poder inserir comentários em texto em regiões específicas. Depois o usuário pode salvar essa versão rabiscada do site para si e compartilhar com amigos através do OneDrive. 

Infelizmente não temos no Brasil ainda outro recurso que poderia ser bastante interessante e exclusivo para o Edge: a Cortana. A assistente digital da Microsoft pode ajudar o usuário em suas buscas, compromissos, etc. através de diferentes dispositivos Windows 10, mas, apesar de muitas promessas, ainda não temos uma previsão concreta pra chegada do recurso por aqui.

- Opera
Como já foi mencionado antes, o Opera conta com o Speed Dial. Um recurso aparentemente, mas bastante útil e bastante customizável pelo usuário, que não vai ser bombardeado com propagandas disfarçadas de "páginas sugeridas".  A possibilidade de agrupar várias páginas num só "quadrado" torna tudo mais organizado e é bastante intuitiva para quem já está acostumado a fazer isso em smartphones.

Assim como o Firefox, o usuário pode criar uma conta no Opera para usar o recurso de sincronização e salvar suas configurações, histórico, favoritos e senhas e usá-los em outros dispositivos, bastando se logar no navegador. 

O Opera conta também com o modo "Opera Turbo", que promete acelerar a velocidade da sua navegação na internet. Quando o usuário ativa o recurso, as páginas que ele acessa passam por um servidor da Opera Software que reconhecem regiões do site que possam ser compactadas, eliminando pixels de algumas imagens e corrigindo o buffer de vídeos. Precisaríamos de testes extensivos para afirmar categoricamente que o modo Turbo funciona, mas para os fins deste artigo ele já conta como pelo menos uma promessa para um recurso extra.

Conclusão
Se à primeira vista os navegadores lhe parecem muito iguais, não se preocupe. Isso acontece porque eles são. Em matéria de funcionamento e design, o Edge pode ser considerado o mais diferenciado, mas isso não é necessariamente uma vantagem. Faltam recursos simples no navegador, como complementos e extensões e a mais básica das opções: perguntar ao usuário onde ele quer salvar seus downloads.

Se à primeira vista os navegadores lhe parecem muito iguais, não se preocupe. Isso acontece porque eles são.

Em matéria de performance, eles são mais iguais ainda, com cada um se destacando numa área, mas que numa experiência final de uso, a diferença é pouquíssima e, na maioria das vezes, imperceptível. No final, são os gostos pessoais de cada usuário que vão definir a preferência por um determinado browser, e o Adrenaline espera que este guia possa ajudar seus leitores a olharem de maneira objetiva para cada navegador e escolher qual deles atende melhor às suas necessidades. Depois disso, nos conte qual vocês escolheram!

Qual navegador você usa?

Google Chrome
49.67%
Mozilla Firefox
30.48%
Opera
9.97%
Microsoft Edge
9.88%

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  • Redator: João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira se formou em jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 2015 e curte games desde muito antes. Começou com o Master System e o gosto pelos jogos eletrônicos trouxe o gosto pela tecnologia. Escrever notícias e análises de jogos, hardware e dispositivos móveis para o Adrenaline, além de trabalho é uma alegria e um aprendizado.