Rise of the Baratinho: hora de rodar o novo game de Lara Croft!

Depois de um janeiro de folga, chega de moleza para o PC Baratinho. É hora de pegar o equipamento: separar a picareta, as duas pistolas e o shortinho calça e entrar com tudo no novo game da franquia de Lara Croft, Rise of the Tomb Raider! (Pra ver se roda)

Para encarar esse novo game, primeiro precisamos reverter os componentes do PC da Crise 2016 para a nossa formação oficial do Baratinho. Com isso, "dê oi" novamente para o AMD FX-6300 e a placa de vídeo Nvidia GeForce GTX 750Ti.

Em termos de especificações mínimas e recomendadas, estamos bem. O mínimo requerido é um processador Core i3-2100, enquanto a placa de vídeo é uma GeForce GTX 650 de 2GB. Ou seja: rodar vai!

O desafio passa a ser o recomendado, que não é nem um pouco humilde. O processador passa a ser um mais robusto Core i7-3770K, enquanto a placa de vídeo chuta o pau da barraca: é sugerido uma GTX 970 para 1080p e GTX 980Ti para 1440p. Falta saber onde nesse espectro entre o mínimo e o ultra vai ficar o PC Baratinho e também o PC da Crise (vamos dar "uma palinha" com ele nesse vídeo). Para dar uma noção de desempenho, esse benchmark com o 3DMark dá uma  perspectiva do desempenho dessa placa e também dos gráficos integrados do A8-76050k:

Baseado nos requerimento indicados, o PC Baratinho deve rodar com qualidade intermediária, e o PC da Crise nem conseguir

Dentro dos requerimentos recomendados também está o uso de 6GB de RAM. Não é raro conseguirmos rodar games que pedem essas quantidade de RAM com apenas 4GB, e Tomb Raider, o game anterior e primeiro desse reboot, conseguia rodar em impressionantes 2GB!

Artigo: Entenda a diferença entre reboot, remaster e remake

Sem mais delongas, vamos jogar!

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Como dá pra conferir em nosso gameplay, "o tranco" ficou com o chip gráfico. Processador e memórias estão bem otimizados e o consumo não foge do controle, o que possibilitou jogar inclusive com apenas 4GB. Já a GPU a coisa não é leve não, resultado da considerável evolução gráfica do game.

CPU e memórias estão muito bem otimizadas. GPU está sob estresse mas por um bom motivo: o jogo está lindo

Com a GTX 750Ti da PNY conseguimos duas realidades: em FullHD foi possível jogar em qualidade média com um gameplay na casa dos 30FPS, com eventuais quedas para 25FPS em cutscenes. A coisa foi mais firme quando experimentamos 900p: deu para subir a qualidade para o alto e o resultado foi um gameplay mais próximo dos 40FPS com quedas que raramente fica abaixo dos 30FPS.

Na disputa com o Xbox One, acredito que chegamos perto. A qualidade gráfica ficou bem próxima, e a fluidez aconteceu da mesma forma: o jogo roda na casa dos 30FPS, e tanto o hardware da Microsoft quanto o nosso tem eventuais quedas, mas nada que impacte demais o gameplay.

Para o lado do PC da Crise 2016 a coisa tá feia mesmo. O primeiro grande lançamento já foi demais para o coitado, que não conseguiu garantir fluidez mesmo em HD/Mínimo. É importante lembrar que a AMD está encaminhando um update para seu driver, e possível que haja uma melhoria na performance no futuro. No momento, porém, não deu.

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Como resultado, a especificação do PC Baratinho que encara a Lara Croft é:

- AMD FX-6300 - R$ 519
- Asus M5A78L-M LX/BR - R$ 289
- PNY GeForce GTX 750Ti OC 2GB - R$ 680 - Análise da placa
- HD de 1TB Seagate Barracuda 1TB - R$ 299
- 4GB de memória RAM - R$ 130
- Fonte 350W -  R$ 167
- Tela, mouse e teclado reaproveitados de PCs velhos - R$ 0

Custo total estimado: R$ 2.084

Já rolam pedidos de novos episódios, com games como Crysis, MOBAs, games Free-To-Play e tudo mais. Nesses intervalos entre lançamentos, vamos fazendo esses novos testes! Sobre "The Division", ainda não vamos testar o game. Assim como fizemos com todos os games, evitamos realizar os testes com o PC Baratinho com jogos ainda em desenvolvimento, afinal não é justo ficar medindo performance em um software que nem foi finalizado. Galera, até o próximo episódio! 

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  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

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