Adrenaline sugere: games indies que você precisa jogar (parte 1)

Os jogos independentes estão cada vez mais populares. Numa indústria que costuma dar muito mais destaque às superproduções, eles muitas vezes passam despercebidos pela maioria dos jogadores. Mas é só experimentar algum deles para descobrir aventuras tão imersivas, marcantes, divertidas e, às vezes, até melhores, que os chamados títulos AAA.

Por isso, lançamos hoje uma série de artigos semanais com sugestões semanais de games indies para os leitores do Adrenaline. Serve não só para dar um tempo nos blockbusters, como também para conhecer um nicho da indústria que não para de crescer e que conquista um número cada vez maior de fãs todos os dias. E nós fazemos parte desse grupo! :)

Limbo (Playdead | PC, PS4, XOne, Wii U, PS3, X360, PS Vita, iOS e Android)
Análise Adrenaline
@Andrei_Long3n

"Limbo" é sempre uma das minhas referências máximas quando o assunto é games indies, sendo um dos jogos ideais para quem quer conhecer a magia desse nicho. Além de ter trechos de plataformas com quebras-cabeças bem desafiantes, o que torna o título genial é o uso do preto e branco (e variantes de cinza) nos gráficos. Essa característica visual mascara diversas armadilhas e perigos ocultos, causando mortes inesperadas e fazendo o jogador realmente ter receios e pensar com cuidado no próximo passo. Isso acontece o tempo inteiro durante as cerca de 5 horas de aventura.

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Brothers: A Tale of Two Sons (Starbreeze | PC, PS4, XOne, PS3, X360, iOS, Android e WP)
@supermognon

Lançado em 2013 no PC e antiga geração, "Brothers: A Tale of Two Sons" une uma narrativa cheia de emoção com uma jogabilidade bem interessante. O game acompanha a história de dois irmãos em busca de um remédio para seu pai, que está muito doente. Em um mundo lindo, lotado de seres fantásticos e cheio de perigos, o jogador deve controlar as duas crianças para sobreviver e voltar para casa em segurança com a cura para o pai. O título é single-player, mas como o controle de cada personagem é independente, você pode chamar alguém para jogar e te ajudar a resolver os desafios, quem sabe o teu irmão, aí a experiência fica completa.

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Rocket League (Psyonix | PC e PS4)
Análise Adrenaline
@Mari_Cancelier

"Rocket League" é baseado no antigo game "Supersonic Acrobatic Rocket-Powered Battle-Cars". É um indie de corrida, futebol e ação, no qual você tem que usar seu carro para dominar a bola e fazer, é claro, o gol (pra depois explodir). A jogabilidade parece fácil, mas leva um tempo até pegar o jeito para guiar a bola para a direção desejada. Você pode saltar com o carro, derrapar e usar o "nitro" como estratégias. Há vários modos de jogo e você pode achar partidas online. O modo mais tradicional é de times 3x3 numa partida que dura cinco minutos. Pouco tempo após seu lançamento, o game já foi considerado como e-Sport e entrou oficialmente para a Liga de Esportes Eletrônicos (ESL). Aproveitem a trilha sonora de Rocket League e tenham um bom jogo!

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Hotline Miami (Dennaton Games | PC, PS4, PS3, PS Vita e Android)
Análise Adrenaline
@joao_gan

"Hotline Miami" é um jogo único sob diversos aspectos. À primeira vista, o título pode parecer só uma matança desenfreada e desnecessariamente violenta, mas alguns minutos jogando revelam aspectos táticos indispensáveis ao gameplay e uma violência até que contextualizada. Depois vem a matança desenfreada e ultra-violenta. Não bastasse a jogabilidade frenética alimentada por uma trilha sonora completamente imersiva, o jogo ainda tem uma história cheia de simbologia pra quem estiver pronto para entendê-la.

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The Stanley Parable (Galactic Cafe | PC)
Análise Adrenaline
@carlos_estrella

Quando eu dei nota 10 – ou selo diamante, hoje em dia – para "The Stanley Parable", isso causou intensos debates nas sessão de comentários e até mesmo na redação. A Galactic Cafe me convenceu fazendo um jogo que traz exatamente tudo que eu espero de uma produção do tipo. Ele traz inovações na narrativa diferentes de tudo que eu já vi antes, gráficos competentes (para um indie), trabalho sonoro impecável e, o mais importante de tudo, é divertidíssimo. Tudo é conduzido pela incrível narração de Kevan Brighting, que utiliza muito sarcasmo para criticar a falta de poder de decisão que os jogadores possuem nos games, enquanto te leva para uma jornada onde cada porta te transporta para um mini-enredo diferente. E te faz questionar o quanto o próprio jogo não te dá toda essa liberdade. 

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