REVIEW: Colorful iGame RTX 3060 Bilibili OC - Placa muito bonita e eficiente

Colorful utiliza um projeto destinado a placas de vídeo com GPUs bem mais potente
Por Fabio Feyh, Diego Kerber 11/12/2021 15:12 | atualizado 11/12/2021 15:12 comentários Reportar erro

Recebemos da Colorful pela primeira vez uma placa de vídeo da empresa, e não foi qualquer modelo! A GeForce RTX 3060 Bilibili E-Sports Edition OC é a placa topo de linha da empresa com esse GPU, e uma das mais completas e bonitas do mercado.

Além de um projeto muito bonito, utilizando como personalização a equipe de e-sports Bilibili, a placa também vem com o mesmo projeto de carcaça e resfriamento das placas Founder Edition da Nvidia, como uma GeForce RTX 3070 Ti, logo falamos de um sistema de arrefecimento superdimensionado para uma placa com o GPU RTX 3060, o que acaba deixando ela em um cenário muito positivo quando o assunto são temperaturas. Além do sistema de cooler muito parrudo, a Colorful também adicionou um botão para overclockar a placa, nada mais do que um sistema de dual boot com uma BIOS overclockada, dando um gás extra para esse modelo e tornando fácil alternar entre esses diferentes modos.

Site oficial da Colorful GeForce RTX 3060 Bilibili E-Sports Edition OC
Placas de vídeo GeForce RTX 3060 na Kabum

A Colorful já está oferecendo suas placas em cenário nacional, porém aos menos os modelos da linha Bilibili E-Sports chegaram com preço na casa de R$5k, e já subiram para R$6k, enquanto é possível encontrar placas com esse mesmo GPU a partir de R$4k. Esses preços variam bastante e dependem muito de estoques, sendo que a poucos dias atrás consegui ver a mesma placa custando menos de R$5k.


RTX 30

A fabricação das Ampere ficará por conta da Samsung, com um novo processo: 8 nanômetros. Uma das principais novidades é a reestruturação dos Streaming Multiprocessor (SM), o bloco fundamental da estrutura de um chip Ampere, combinando shaders, núcleos tensores, núcleos RT e memórias. Os novos SM agora são capazes de entregar o dobro de performance em pontos flutuantes 32-bit (FP32).

A serie 30 aperfeiçoa o conjunto das três estruturas introduzidas com as RTX Turing

Também foi introduzido a segunda geração de núcleos RT, o que dobrou a capacidade de realizar os cálculos de intersecções indispensáveis para acelerar o Ray Tracing. O resultado é um ganho de 34 TFLOPS de uma Turing para 58 TFLOPS em uma Ampere equivalente.

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Os núcleos tensores também trazem evolução, o que inclui a capacidade de identificar dados menos relevantes da matriz e removê-los automaticamente. Assim temos um salto de 89 TFLOPS na abordagem "matriz não esparsa" das Turing para impressionantes 238 TFLOPS das matrizes esparsas das Ampere.

A RTX 3060 traz o chip GA106, o que reduz a quantidade de núcleos CUDA dos 4864 presentes na RTX 3060 Ti para 3584. Já a comparação aos modelos 60 de gerações anteriores é bem mais favorável, com a RTX 2060 trazendo 1920 e a RTX 2060 Super 2176 núcleos CUDA.

Uma mudança relevante foi a quantidade de VRAM: com apenas 6 ou 12GB disponíveis devido a interface de memória usada, a Nvidia não correu o risco de limitar em excesso a placa e partiu para a configuração de 12GB, curiosamente deixando ela mais robusta que a RTX 3060 Ti e seus 8GB, nesse aspecto.


Comparativos técnicos

Abaixo tabelas comparativas com a RTX 3060 e outros modelos:

Comparativo

NVIDIA GeForce
RTX 3060 Ti
Colorful iGame
RTX 3060
Bilibili OC
EVGA RTX 3060
XC Black
NVIDIA GeForce
RTX 3060

Preços

Preço no lançamentoU$ 399,00 U$ 329,99 U$ 329,00
Preço atualizadoU$ 399,00 U$ 329,99 R$ 4.999,00

Especificações da GPU

Processo de fabricação8nm 8 nm (Samsung) 8 nm (Samsung) 8 nm (Samsung)
PCI-Express bus4.0 4.0 4.0 4.0
ChipAmpere GA104-200 Ampere GA106-300 Ampere GA106-300 Ampere GA106-300
Clock do GPU1410 MHz1320 MHz1320 MHz1320 MHz
Clock do GPU (Turbo)1665 MHz1822 MHz1777 MHz1777 MHz

Especificações das Memórias

Tecnologia da RAMGDDR6 GDDR6 GDDR6 GDDR6
Interface de largura de BUS256 192 192 192
Quantidade de RAM8 GB 12 GB 12 GB 12 GB
Clock das memóriass1750 MHz1875 MHz1875 MHz1875 MHz
Clock efetivo14000 MHz15000 MHz15000 MHz15000 MHz
Largura de banda448 GB/s360 GB/s360 GB/s360 GB/s

Características Gerais

Shading Units4864 3584 3584 3584
TMUs152 112 112 112
ROPs80 48 48 48
Pixel Rate133.2 GPixel/s87.46 GPixel/s85.30 GPixel/s85.30 GPixel/s
Texture Rate253.1 GTexel/s204.1 GTexel/s199 GTexel/s199 GTexel/s
Performance de pontos flutuantes16.2 TFLOPS13.06 TFLOPS12.74 TFLOPS12.74 TFLOPS

Design

Pinos de alimentação1x 12 pinos 1x 8 pinos 1x 8 pinos 1x 8 pinos
Suporte à combinação de placasNÂO NÂO NÂO NÂO
Tipo de SlotDois slots Dois slots Dois slots Dois slots
Comprimento da placa242 mm300 mm202 mm242 mm
TDP200 W170 W170 W170 W
Fonte recomendada450 W450 W450 W450 W
Conexões de vídeo3x DisplayPort 1.4, 1x HDMI 2.1 3x DisplayPort 1.4, 1x HDMI 2.1 3x DisplayPort 1.4, 1x HDMI 2.1 3x DisplayPort 1.4, 1x HDMI 2.1

Recursos

DirectX12 Ultimate 12 Ultimate 12 Ultimate 12 Ultimate
OpenCL2.0 3.0 3.0 2.0
OpenGL4.6 4.6 4.6 4.6
Shader6.5 6.6 6.6 6.5

Extras


Fotos

A Colorful iGame GeForce RTX 3060 Bilibili E-Sports Edition OC é uma das placas intermediárias mais bonitas que passaram por aqui ultimamente, mesmo sendo um modelo aparentemente simples, com design bem parecido com uma Founders da geração RTX 30, ela se torna bastante importante pela personalização visual.

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Reparem também que no painel traseiro, que traz as mesmas conexões de vídeo do modelo referência, também tem um botão que alterna entre uma BIOS com frequências padrão de placas com esse GPU, e uma versão overclockada. Lembrando que para esse modo ter efeito é necessário reiniciar o sistema após apertar o botão.

Também comparamos ela com a RTX 3060 Black da EVGA, onde fica bem evidente a diferença que placas com mesmo GPU podem ter em se tratando do projeto. A Bilibili é muito maior, que de um lado proporciona um sistema de cooler mais efetivo, por outro tira o apelo de produto mais compacto, importante para alguns gabinetes.

Também colocamos ela ao lado da GeForce RTX 3070 Ti referência, placa que tem um sistema de cooler tradicional com FAN em apenas um lado. O modelo da Colorful utiliza um sistema de cooler semelhante aos modelos RTX 3080, com um FAN em cada lado.

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Sistema utilizado

Fizemos uma mudança em nossa plataforma de testes de placas de vídeo, agora baseada em um processador AMD Ryzen 9 5900X. Vários outros componentes de alto desempenho acompanham esse sistema, como SSDs NVMe e 32GB de RAM com frequência de 3200MHz (CL16). Abaixo algumas fotos da placa instalada em nossa nova bancada de testes para placas de vídeo:

Antes dos testes, detalhes da máquina, sistema operacional, drivers e softwares/games utilizados nos testes:

NOSSA MÁQUINA DE TESTES, APLICATIVOS E GAMES FORAM ATUALIZADOS EM MAIO DE 2021

Máquina utilizada nos testes:
- Processador AMD Ryzen 9 5900X
- Placa-mãe GIGABYTE X570 AORUS Xtreme
- Kit de memórias HyperX Predator RGB 32GB (2x16GB) 3200MHz CL16
- SSD Kingston KC2500 250GB + 2TB
- Sistema de refrigeração CM MasterLiquid ML360 V2 RGB
- Fonte de energia CM v1300W Platinum
- Gabinete CM MasterFrame 700 Personalizado

Sistema Operacional e Drivers:
- Windows 10 Pro 64 Bits 21H1
- NVIDIA GeForce 496.xx

Aplicativos/Games:
- Adobe Premiere CC 2021 (renderização pela GPU)
- Blender (renderização pelo GPU)
- SPECviewpeft 13 (Solid Works/Maya, renderização pela GPU)
- 3DMark (Fire Strike Ultra / Port Royal / DLSS Feature Test)
- Assassin's Creed Valhalla (DX12)
- Cyberpunk 2077 (DX12)
- Flight Simulator 2020 (DX11)
- Forza Horizon 4 (DX12)
- Grand Theft Auto 5 (DX11)
- Rainbow Six Siege (Vulkan)
- Red Dead Redemption 2 (Vulkan)
- Resident Evil Village (DX12)
- The Division 2 (DX12)
- Watch Dogs: Legion (DX12)

GPU-Z
Abaixo a tela principal do GPU-Z mostrando algumas das principais características técnicas da placa.


Overclock

Subimos o clock do GPU em 250MHz, estabilizando o mesmo em 1570MHz, uma frequência bem alta comparando com a EVGA Black que subiu 200MHz no total. As memórias GDDR6 que trabalham por padrão em 15GHz. subimos para 16.6GHz, mas talvez ela aguente mais um pouco pelo sistema do cooler efetivo.

Destacamos que não foi mexido em tensão, apenas colocado o power limit em seu limite máximo através do Afterburner, software utilizado para os testes como podem ver abaixo.

OBS.: Faça overclock por sua conta e risco. Overclock pode resultar em perda de garantia.


Consumo de energia

Começamos pelos testes de consumo de energia com todas as placas comparadas. Todos os testes foram feitos com o mesmo sistema, o que dá a noção exata do que cada VGA consome. Vale destacar que o valor é o consumo total da máquina e não apenas da placa de vídeo, que da uma noção de quanto um sistema completo consome. Comparações com testes de outros sites podem gerar resultados bem diferentes devido mudanças de sistemas utilizados.

Os testes consistem no consumo mínimo do sistema, quanto ele em modo ocioso após o teste de carga máxima, nesse caso rodando o 3DMark através do modo Fire Strike Ultra.

OBS.: No teste rodando o aplicativo 3DMark, consideramos de 5 a 10W como margem de erro, devido a variação que acontece testando uma mesma placa.


Temperatura

Mais um teste muito importante quando falamos de placas de vídeo, a temperatura do chip. Os testes consistem tanto com o sistema em modo ocioso como em uso contínuo.

É importante destacar que algumas placas possuem sistema que desliga os fans quando a GPU não está sendo exigida, como ao executar tarefas simples do Windows ou mesmo games mais simples. Por isso, existem temperaturas consideravelmente acima de alguns modelos nessa situação, mas que na prática não comprometem a placa. De acordo com as fabricantes, esse recurso aumenta o tempo de vida útil além de consumir menos energia. Sendo assim, podem existir diferenças grandes na temperatura do modo ocioso, o que não caracteriza uma placa ruim caso a temperatura seja alta.

Por que a placa ficou com temperatura menor quando overclockada?
Essa é uma situação normal nas placas atuais. A rotação dos FANs fica mais rápida e consequentemente fazem o GPU resfriar mais rapidamente, em alguns casos com temperatura menor do que em situação normal.

Por que a placa com sistema de cooler referência tem temperatura em modo ocioso menor que uma placa com cooler teoricamente melhor?
Porque placas de vídeo atuais com projetos de cooler mais recentes tendem a desligar os FANs quando a temperatura fica abaixo de números como 40, 45 ou mesmo 50 graus, assim quando os FANs ficam desligados a tendência é que a GPU não baixe a temperatura mais do que o limite que desliga os FANs.

Primeiro vamos ao teste das placas com o sistema em modo ocioso:

Para o teste da placa em uso, medimos o pico de temperatura durante os testes do modo Ultra.

OBS.: As temperaturas podem variar bastante de acordo com a região do país, sistema onde a placa está instalada e teste utilizado.

Abaixo algumas fotos da placa com uma câmera termal da Flir, mostrando a temperatura em algumas partes do corpo da placa:


Aplicativos

Com o aumento de aplicativos que tiram proveito do poder de processamento de GPUs, atualizamos nossa bateria de testes com alguns dos softwares mais importantes do mercado.

Adobe Premiere CC 2021
O Premiere da Adobe é referência mundial quando falamos em software para edição de vídeos, e que em suas últimas versões também tem aproveitado do benefício dos GPUs para ajudar a acelerar a renderização. Abaixo o comportamento das placas comparadas:

Blender
Outro belo teste para ver como se comporta a placa de vídeo na ajuda com o processo de renderização de imagens e vídeos. O Blender se destaca por ser de uso aberto e também atualizado com o que existe de tecnologias mais recentes no mercado.

SPECviewperf 13
A suíte de testes de aplicativos profissionais é composta por uma bateria abrangente de cenários que envolvem intenso uso de hardware para renderizar diversos usos, desde arquitetura, mineração e medicina. Rodamos dois testes, um com foco em performance em Maya e outro em SolidWorks.


3DMark

E se falamos em benchmarks, não poderíamos deixar de fora um dos mais icônicos testes do mundo, especialmente para desempenho de placas de vídeo, o 3DMark. Nossa bateria consiste em três testes, porém 2 deles mostram tecnologias que apenas modelos mais recentes de placas trazem, Ray Tracing (Port Royal) e DLSS (DLSS Feature Test).

Rodamos a versão mais recente do aplicativo da UL Benchmark (que comprou a Futuremark), sendo que todos os testes consideram a configuração padrão do perfil, sem mudanças. Abaixo, os resultados:


Testes em games

Agora vamos ao que realmente importa: os testes de desempenho em alguns dos principais games do mercado.

Para ajudar a entender os gráficos a seguir: acima de 60fps é o ideal para monitores que operam nessa frequência. Quanto mais próximo dos 30fps, pior vai ficando a fluidez e, abaixo dos 30, o jogo começa a ficar "não jogável"

Assassin's Creed Valhalla
Game de mundo aberto tem amplos cenários e um benchmark com boa quantidade de personagens e estruturas, tornando um desafio tanto para o processador quanto para a placa de vídeo. O jogo usa o motor Ubisoft Anvil, uma evolução do AnvilNext 2.0 presente na série desde o Assassi'ns Creed Unity. A versão usada em Valhalla no PC é baseado na API DirectX 12.


Cyberpunk 2077
O sucesso de vendas mas desastre de críticas da CD Proejct RED tem como destaque o uso amplo de diversas tecnologias como o FidelityFX da AMD e tanto o DLSS quanto o Ray Tracing acelerado por hardware Nvidia RTX. No teste corremos pelas ruas movimentadas de Night City, tornando desafiante o trabalho tanto do processador quanto da placa de video, e trazendo esforço redobrado para a placa de vídeo quando o traçamento de raios de luz está habilitado.


Forza Horizon 4
O game da Playground Games usa um motor gráfico próprio e, como exclusivo para sistemas da Microsoft, é totalmente desenvolvido para o DirectX 12. Esse game se destaca pelos excelentes gráficos e a capacidade de entregar bom nível de performance em múltiplos hardwares, inclusive alguns mais limitados.


Grand Theft Auto V
O jogo já é um clássico e após anos ainda segue firme como um dos games mais jogados. Baseado em DirectX 11, ele também traz uma noção de motores gráficos mais antigos baseados na ainda popular API da Microsoft. É um teste bastante exigente em processador, e memórias mais rápidas também tem impactos bastante perceptíveis. Para as palcas de vídeo modernas, já não é um grande desafio.


Rainbow Six Siege
O game da Ubisoft tem como pontos altos o uso da API de baixo nível Vulkan em sua implementação mais recente. Esse Esport demanda altas taxas de quadros para ser jogado de forma satisfatória, e costuma ser um dos games mais eficientes em alcançar esse desempenho em múltiplos componentes.


Red Dead Redepmtion 2
Game da RockStar, com belíssimos gráficos é uma boa referência para medir o comportamento das placas de vídeo. Nosso teste considera o game rodando sobre a API Vulkan, que se comporta muito bem tanto em placas AMD como NVIDIA.


Resident Evil Village
O game da Capcom usa a excelente RE Engine, motor gráfico que entrega resultados interessantes desde os hardwares high-end do PC quanto plataformas mais limitadas como o Nintendo Switch. O Resident Evil 8 traz como destaque cenários complexos e ricamente detalhados, com uso de Ray Tracing na iluminação dos cenários e com recursos como o FidelityFX disponíveis. Nos testes fazemos uma volta pelo Castelo Dimitrescu, uma das localidades mais pesadas e detalhadas do game.


Tom Clancy's The Division 2
The Division 2 usa um motor gráfico próprio desenvolvido pela Ubisoft Massive, lidando com cenários complexos e grandes quantidades de partículas na tela.


Watch Dogs: Legion
Game apoiado pela Nvidia é baseado no motor gráfico Disrupt e tem um amplo uso de tecnologias RTX, como o DLSS, e também possui o Ray Tracing, sendo acelerado tanto por hardware GeForce RTX quanto Radeon RDNA 2. Seu principal destaque é uma Londres futurista repleta de geometria e personagens, o que combinado com os efeitos de traçamento de raios de luz tornam um desafio e tanto rodar o game.


Conclusão

Quando repetimos um chip gráfico que já analisamos anteriormente, é difícil não cairmos no tédio que domina muito dos gráficos. Placas com o mesmo chip gráfico, no caso o GeForce RTX 3060, não vão ficar muito distantes entre si, e esse é o caso da RTX 3060 Bilibili e a RTX 3060 da EVGA em nossos gráficos.

Mas isso também não exclui potenciais diferenças que podem ser relevantes ao consumidor, e se tem algo que não falta para essa placa de vídeo, é estilo. Seu visual com certeza chama a atenção, especialmente em um mercado gamer que na sua maioria prefere um visual imponente e até agressivo, a simpatia das cores leves e do bonequinho simpático da Bilibili são uma saída da mesmice muito bem-vinda.

GeForce RTX 3060 Bilibili tem belo visual e sistema de cooler muito eficiente

Mas não são apenas as melhorias estéticas que acompanham esse modelo. A presença de um botão dedicado para um modo de alta performance é uma adição interessante, bem como o sistema de arrefecimento extremamente silencioso. Mesmo em alta carga, as fans giram muito pouco, produzindo pouquíssimo ruído e com temperaturas que ficam estáveis na casa dos míseros 50ºC, resultado do projeto de arrefecimento dimensionado para uma RTX 3070 sendo usado em uma RTX 3060.

O porém é o preço, já que se trata de uma placa com pouca entrada no Brasil, quando chega vem com preço acima de modelos mais tradicionais, e nem vamos considerar todo o cenário para compra de placas de vídeo, que esperamos estar chegando ao fim junto com o ano de 2021. Mas em momentos em que se aproximar mais de outras placas com chip RTX 3060, fica por conta do consumidor considerar o investimento extra pelo visual, sendo que no projeto de resfriamento e design a placa realmente se destaca.

PRÓS
Projeto bastante... diferenciado
Baixo aquecimento e consumo de energia
Desempenho para FullHD com todas as tecnologias no máximo
Novos Núcleos RT e tensores mais modernos dão vantagem em Ray Tracing e DLSS
Grande quantidade de memória de vídeo
CONTRAS
Muito menos desempenho que uma RTX 3060 Ti
Preço deveria ser mais competitivo
  • Redator: Fabio Feyh

    Fabio Feyh

    Fábio Feyh é sócio-fundador do Adrenaline e Mundo Conectado, e entre outras atribuições, analisa e escreve sobre hardwares e gadgets. No Adrenaline é responsável por análises e artigos de processadores, placas de vídeo, placas-mãe, ssds, memórias, coolers entre outros componentes.

  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

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