ANÁLISE: OEX Dyon MS322 - Um dos piores ultraleves do mercado

Um mouse ultraleve para movimentos mais rápidos, mas sem a precisão necessária para isso

O OEX Dyon MS322 é o primeiro mouse ultraleve da OEX e uma das poucas opções ultraleve no mercado brasileiro abaixo de R$ 200, preço consideravelmente menor do que concorrentes como o Glorious Model O, que estão sendo comercializados entre R$ 400~500, ou então concorrentes como o Pichau Hive e Sharkoon Light 200 (R$ 250).

Mas será que ele realmente é tão bom quanto estes outros concorrentes por um preço tão menor? Ou será que é bom demais para ser verdade? É o que veremos.

Construção Externa

Primeiro de tudo, o OEX Dyon é uma das dezenas de variações do mesmo mouse que é popularmente conhecido como Ajazz AJ390, embora não tenho certeza se a shell e/ou a PCB são realmente produzidas pela Ajazz.

Algo que está ocorrendo com alguns mouses ultraleves, é terem a carcaça produzida pela empresa X, a PCB produzida pela empresa Y e acabar sendo comercializado pela empresa Z. Exemplos sendo o Havit MS878 e o Fallen Gear F75, são dois mouses completamente diferentes por dentro e feitos por OEMs diferentes, mas que usam a mesma carcaça.

Mas, há muitas semelhanças entre o OEX Dyon com outro protótipo produzido pela Ajazz que possuímos (uma modificação do AJ390 com Pixart PMW 3389), logo creio que este segmento da análise é válido para o AJ390 também.

O OEX Dyon/Ajazz AJ390 pesa cerca de 72 gramas (sem o cabo) e mede 128 x 67 x 38mm, sendo uma cópia idêntica em formato ao Glorious Model O:

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Crédito do comparativo: Gearsearch.gg

Curiosamente, o cabo do OEX Dyon é melhor do que o cabo do protótipo da Ajazz que possuímos, sendo um tanto mais flexível e mais espesso, enquanto o protótipo da Ajazz é mais comprimido. Não sei qual dos dois é utilizado pelas unidades do AJ390 disponíveis no mercado atualmente. Não é um dos melhores cabo paracord-like (Cooler Master MM710 e Pichau P702 são bem melhores) que já usei e nem se compara com paracords caseiros, mas não é ruim.

A carcaça, tanto no OEX Dyon, quanto no protótipo da Ajazz, é bastante firme, o plástico aparenta ser de boa qualidade (embora não tão bom quanto Xtrfy por exemplo), pressionar as laterais com força não aciona seus botões (talvez por isso há pre-travel neles?) e não há qualquer barulho ao chacoalhar o mouse.

Quanto à resposta dos botões, tanto o OEX Dyon, quanto o nosso protótipo da Ajazz, possuem respostas similares, o barulho do clique é diferente em ambos, mas ambos possuem cliques leves, sem pre-travel (o botão não precisa afundar para clicar) e nem post-travel (o botão não continua afundando depois de clicar), sendo ótimos cliques. A carcaça é a peça que mais afeta a resposta dos cliques (o switch afeta, mas não tanto quanto a carcaça) e posso dizer que o sistema de cliques foi bem projetado.

No scroll, há diferença entre os dois, o protótipo da Ajazz é mais "fluído", enquanto o OEX Dyon sente-se um pouco melhor os passos, mas também é bastante fluído. O botão do meio (scroll) possui resistência média-alta em ambos, requer um tanto de força para pressionar, mas não tanto como um Logitech G502 por exemplo.

Os botões laterais possuem um tanto de pre-travel (precisam afundar um pouco para pressionar), possivelmente para evitar que sejam pressionados acidentalmente caso alguém pressione a lateral do mouse com força, o que afunda um pouco eles, mas não o suficiente para clicar. Há também post-travel (os botões continuam afundando após clicar).

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Esta não é a melhor forma de resolver este problema (e sim reforçar a lateral esquerda), mas funciona, embora pode afetar a durabilidade da peça que pressiona os botões laterais no longo prazo, conforme já observei em outros mouses e conforme pude verificar na construção interna.

Não recomendo o OEX Dyon/Ajazz AJ390 para pessoas que irão segurar o botão lateral (ex: push-to-talk) ou utilizar com grande frequência (ex: configurar uma habilidade muito usada nos laterais, exemplo sendo a função "spot" no Battlefield).

Chegando agora aos pés de PTFE dos mouses, temos aqui o maior ponto negativo da sua carcaça. Tanto no OEX Dyon, quanto no protótipo da Ajazz, estes são pés de PTFE de baixa qualidade, similares aos encontrados em mouses de baixo custo da Motospeed. São bem inferiores em deslize aos utilizados por outros mouses ultraleves high-end e a cola usada nos mesmos também não é de boa qualidade.

Comparado com outros mouses ultraleves, o OEX Dyon/Ajazz AJ390 não é um "ultraleve high-end", os pés de PTFE não são de alta qualidade e a resposta dos botões laterais não é muito boa, a maior falha sendo seus pés na minha opinião.

Ainda assim, para o preço onde ambos se situam, suas falhas são justificáveis pelo menor preço e podem não afetar muito pessoas que estão comprando estes como sendo o seu "primeiro mouse ultraleve", que são seu principal público.

Construção Interna

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Não temos o Ajazz AJ390 (seja a versão com 3325 ou 3338) em mãos, mas temos este protótipo com sensor Pixart PMW 3389 que a Ajazz enviou para testes e que usa a mesma carcaça, provavelmente seja o mesmo mouse internamente que o Tecware EXO Elite. Vamos então abrir os dois:

Curiosamente, não há diferenças gritantes entre o modelo topo de linha da Ajazz e o OEX Dyon, fora o fato de que o protótipo parece ter sido feito manualmente e por isso possui um excesso de fluxo de solda na placa.

Mas fora isso, mesmo o OEX Dyon utilizando um sensor de baixo custo, ele não utiliza uma placa interna "barata" como faz o CM MasterMouse Lite L por exemplo, há uma controladora, um sistema de controle de iluminação e um design muito parecido com o protótipo "topo de linha" da Ajazz.

Nos botões principais encontramos uma diferença entre o OEX Dyon e o protótipo da Ajazz, o modelo da OEX utiliza switches Huano Pink, enquanto o protótipo utiliza OMRON 5M. Sinceramente ambos são bons botões e a resposta de ambos é muito similar durante o uso. No encoder (peça responsável por registrar o scroll) de ambos os mouses encontramos um encoder da F-Switch

No botão do meio, há um switch com elevação similar aos usados nos botões laterais, porém sem marca alguma. Nos botões laterais, assim como também no botão de DPI, encontramos switches de uma marca que não consegui identificar.

Chegando aos botões laterais, pode-se descobrir a razão para o pre-travel e post-travel deles, a estrutura que pressiona os botões laterais "abaixa" estas duas finas peças de plástico, as quais pressionam o switch. Na prática, este tipo de sistema não é bom para a durabilidade dos botões laterais, pois estas alavancas são finas e o fato de aceitarem post-travel significa que usuários podem exercer força além do necessário e há possibilidade de quebrar elas com o uso. Já vi isto ocorrer em mouses com sistemas idênticos.

Em termos de durabilidade dos botões laterais, tanto o OEX Dyon, o protótipo da Ajazz e também o Ajazz AJ390, estão reprovados, pessoas que utilizam muito os botões laterais e/ou principalmente seguram eles por longos períodos (ex: usam muito para push-to-talk), devem evitar estes mouses.

Enfim, nenhum dos dois possui uma construção interna "exemplar", mas é até aceitável para um mouse ultraleve de entrada, fora a questão dos botões laterais, cujo design que pressiona tais botões é realmente frágil. Bons switches principais, um encoder "aceitável" e switches baratos em botões menos utilizados, o que é de se esperar de um mouse ultraleve de baixo custo.

Ainda assim, o OEX Dyon na sua versão branca, é um mouse muito bonito, por isso decidimos trocar os componentes internos entre os dois mouses que temos, assim como também colocar um paracord caseiro branco, assim criando uma "versão customizada do OEX Dyon":


E vocês vão entender a razão para termos feito isso na próxima parte da análise.

Desempenho

Primeiro de tudo, o Pixart PAW 3212, segundo informações da própria Pixart, é um sensor projetado para mouses sem fio de escritório, ele não consta como sensor para jogos e suas especificações demonstram que ele possui metade da velocidade máxima de rastreio do que o AVAGO 3050 (20G), que é o sensor considerado o "mínimo do mínimo" para um mouse gamer. Isso já é um mal sinal.

O sensor Pixart PAW 3212 do OEX Dyon, é um sensor projetado para mouses sem fio comuns

Outro dado importante, é que nativamente este sensor é capaz de alcançar apenas 2.400 DPIs. Qualquer valor acima disto, é alcançado através de um processo chamado interpolação, que é quando a controladora do mouse captura dados de uma certa DPI e multiplica eles para alcançar uma DPI ainda maior, similar ao Zoom Digital em câmeras.

Assim como o Zoom Digital não produz resultados iguais ao Zoom Óptico, o processo de interpolação não é tão eficiente quanto DPIs reais, fazer isso acaba multiplicando ou até mesmo introduzindo problemas de rastreio ao sensor, o que infelizmente é o caso do Pixart PAW 3212 no OEX Dyon.

O que é curioso, é que no caso do OEX Dyon, a DPI original foi triplicada, ao invés de apenas dobrada como fazem alguns concorrentes. A alta DPI acaba dando a impressão de que este seja um mouse que utiliza um sensor de alto desempenho, o que infelizmente não é o caso.

O resultado disso na prática? O mouse simplesmente perde toda e qualquer precisão em qualquer valor acima de 2400 DPIs.

Teste em 800 DPIs (valor real)

Teste em 1600 DPIs (valor real)

Teste em 2400 DPIs (valor real)

Teste em 3600 DPIs (valor interpolado)


Teste em 5000 DPIs (valor interpolado)

Teste em 7200 DPIs (valor interpolado)

Se interpolação fosse o único problema do Pixart PAW 3212, tudo bem, o AVAGO 3050 também perde precisão acima de 2.000 DPIs e o mercado está cheio de mouses que interpolam ele para 4.000. Idem para o Pixart PMW 3320, que centenas de marcas (Redragon, Multilaser, Havit, OEX, Cooler Master, Riotoro, etc...) multiplicam de 5.000 para "10.000 DPIs". Interpolação não é bom, mas desde que você não use as DPIs interpoladas, não haverá perda de precisão.

Mas além da interpolação, há outros problemas, nota-se que há angle-snapping (correção de trajetória, o sensor do mouse "forçando" linhas retas, algo indesejado para mouses gamer) e também que as DPIs não correspondem ao valor que dizem ser.

Fazendo o teste com o MouseTester e uma régua, notou-se que há uma grande discrepância entre a DPI que diz ser na embalagem e no software, e a DPI real na tela.

  • 800 DPIs são 586 DPIs nos testes
  • 1600 DPIs são 1197 DPIs nos testes
  • 2400 DPIs são 1700 DPIs nos testes
  • 3200 DPIs são 2338 DPIs nos testes
  • 4800 DPIs são 3240 DPIs nos testes
  • 7200 DPIs são 5058 DPIs nos testes

Não sei se isto ocorre devido a algo na controladora, se é característica do sensor ou se a lente utilizada está fazendo o sensor ter uma DPI inferior ao que deveria (similar ao que ocorreu no CM Storm Xornet II). É normal em todo e qualquer mouse que haja alguma variação entre a DPI mostrada no software e a "DPI real" (ex: colocar 800 e ela na verdade estar entre algo na faixa de 750-850), mas a diferença que há no caso do OEX Dyon é gigantesca, muito acima do que outros mouses costumam possuir.

Pessoas que estão acostumadas com uma certa DPI, vão estranhar muito a sua experiência com o OEX Dyon.

E por último, temos o teste de aceleração, onde buscamos como o sensor irá reagir em casos de movimentos rápidos (especialmente flicks). E os resultados não foram bons.



Em todos os testes, o OEX Dyon deixou de rastrear parte do mousepad em movimentos rápidos, em outras palavras, o "cursor travou" quando fizemos movimentos rápidos. Mas, os resultados dos testes são ainda piores quando aumentamos a DPI, fazendo-se o teste em 2.400 DPIs, o que ocorreu é que o cursor foi para o chão quando foi realizado um movimento rápido, algo totalmente indesejado para um mouse gamer.

Há poucos mouses da mesma faixa de preço do OEX Dyon que reprovam neste teste, maioria dos mouses que falham neste estão na faixa dos R$ 80~100. E não há nenhum mouse ultraleve que eu tenha testado até agora que reprovou, fora o OEX Dyon.

O sensor Pixart PAW 3212 é um desastre em um mouse para jogos. Há angle-snapping, as DPIs não correspondem, há muita interpolação e é incapaz de rastrear movimentos rápidos. Não há como recomendar mouses com este sensor para pessoas que irão jogar jogos que necessitam de qualquer nível de precisão.

Chegando finalmente ao software, temos o mesmo software padrão que é utilizado por centenas de outras empresas, entre elas a Glorious, Havit, Multilaser, Pichau, Hoopson e diversas outras. Até a tradução e nomes dos efeitos é o mesmo que os mouses da Glorious.

Na aba principal, temos a configuração dos botões laterais, DPI, iluminação, configurações do cursor, taxa de atualização e debounce time (vamos discutir sobre isso depois).

Clicando em um dos botões laterais, abre-se este menu, onde pode-se decidir a função do botão. Pode-se configurar como sendo um botão do mouse, "Burst de 3 tiros", função "Turbo" (Fire, onde um botão do mouse é repetido rapidamente até soltar o botão), tecla do teclado, Macro, alternar DPI, funções multimídia ou "função Sniper" (DPI Lock, diminui a DPI para um valor específico enquanto o botão é segurado).

É possível criar macros com os botões principais do mouse, mas é necessário acrescentar eles manualmente à macro.

O software é incapaz de fazer macros que repliquem o movimento do mouse, algo que concorrentes da Corsair e Razer são capazes de fazer. Também, ele é incapaz de trocar de perfis de acordo com o programa/jogo que estiver aberto. Um diferencial do software da OEX porém, é que assim como nos mouses da Glorious, há ajuste de debounce:

A vantagem de ter este ajuste, é que se por acaso o mouse começar apresentar double-click nos botões principais, ao aumentar este valor, o problema pode sumir, embora em alguns casos seja apenas temporário ou não desapareça. Também, aumentar o debounce não irá resolver se o problema for chatter, que é quando o switch está danificado e o botão "solta" enquanto você segura ele.

É um software básico idêntico ao que é visto em centenas de outros mouses, não pesa quase nada (diferente dos softwares da Corsair e Razer), não roda processos secundários e salva as configurações na memória interna.

Conclusão

O OEX Dyon MS322 tem um resultado bastante decepcionante para um mouse de R$ 170, ainda mais para um mouse ultraleve, cuja redução de peso, assim como o cabo paracord-like, deveria proporcionar maior agilidade na movimentação do mouse, mas nada adianta ter uma maior agilidade, se o sensor Pixart PAW 3212 é incapaz de captar movimentos rápidos.

Não haveria problemas se este fosse um mouse de baixo custo, como é o Redragon Centrophorus III (R$ 70), que utiliza o mesmo sensor. Neste caso, poderíamos dizer que o OEX Dyon seria um "mouse gamer de entrada focado em durabilidade, não em precisão".

Mas, no caso do OEX Dyon, o mesmo gira na faixa de R$ 170, esta é a mesma faixa de preço onde encontramos mouses com sensores 3320, 3325, 3327, 3330, 3360, Mercury e Hero, todos ridiculamente superiores ao 3212. Exemplos são o Logitech G203, Redragon Cobra, Gorila Atomic, Pichau P702, Hoopson GT300, Hoopson GT800...

Até mesmo entre mouses ultraleves, há o Havit MS878, custando um pouco menos (R$ 150) do que o OEX Dyon e tendo o sensor Pixart PMW 3325, que é um bom sensor. Se querem um mouse ultra-leve por menos de 200 reais, o MS878 seria a minha opção no Brasil, importando-se há o Ajazz AJ390, Razer Viper Mini e o Delux M700.

O OEX Dyon nada mais é do que uma das centenas de versões do mesmo mouse base que o utilizado pelo Ajazz AJ390, e este mouse é feito sob encomenda. Pode-se utilizar desde o "melhor sensor disponível no mercado", o Pixart PMW 3389 que temos no protótipo da Ajazz, sensores gamer de baixo custo como o AVAGO 3050 e Pixart PMW 3320, ou então pode-se até utilizar sensores de mouses de escritório, como fora feito no caso do OEX Dyon.

O Ajazz AJ390 é sim um ótimo mouse ultraleve de baixo custo, o qual apresenta algumas falhas na sua construção externa (pés e botões laterais), mas usa um bom sensor (Pixart PMW 3325 ou 3338) e possui um preço bastante atrativo (R$ 80~120 importado). Infelizmente não posso dizer o mesmo do OEX Dyon.

Mas antes de terminarmos, a OEX não é de forma alguma a primeira, única ou última empresa a utilizar o sensor Pixart PAW 3212 em mouses para jogos. Recentemente, há uma quantia considerável de novos lançamentos no mercado usando sensores como este ou então sensores da Instant ou Sunplus*, que também não produzem sensores projetados especificamente para utilização em jogos, e sim sensores de baixo custo (exceção sendo o Sunplus 6651, que parece estar melhor do que outros sensores da Sunplus).

Exemplos no mercado brasileiro são os mouses Redragon Centrophorus III, Griffin, Pegasus, Nemeanlion 2, Marvo Scorpion M518... Claro, alguns destes mouses custam quase metade do preço do OEX Dyon, e pode ser dada a desculpa de que o sensor é utilizado "devido ao baixo preço", mas mesmo assim devemos instruir o publico a evitar tais mouses se o intuito é ter precisão, fora que há outras escolhas na mesma faixa de preço com sensores melhores (ex: mouses da NOX, mouses da Husky, Hoopson GT 700).

Também, mouses com características similares ao OEX Dyon estão se tornando cada vez mais presentes em sites como Aliexpress e outros portais de compras do exterior, muitos dos quais não mencionam qualquer informação referente ao sensor ou que possa ser utilizada para deduzir o sensor utilizado.

Altas DPIs ou o fato do mouse ter buracos para redução de peso, já deixaram de ser indicativos de um bom mouse. Por isso, peço que tomem cuidado ao comprarem de sites no exterior, evitem sensores que tenham menos de 20G de aceleração e evitem ainda mais caso não seja mencionado o sensor/aceleração do mouse.

  • Redator: Wellington Diesel

    Wellington Diesel

    Formado em Redes de Computadores, o "wetto" é um entusiasta do ramo de Periféricos. Autor do Guia do Teclado Mecânico, ele carrega consigo mais de 150 análises de mouses, teclados e headsets publicadas, além de diversos Guias e Artigos sobre teclados, mouses e headsets. Respeitado pela comunidade do Adrenaline, ele trabalha à distância como colaborador.

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