ANÁLISE: AMD Ryzen 3 3100 - uma forte opção para PCs Gamers Baratinhos

CPU muda o patamar de desempenho do "mundo abaixo dos 100 dólares"
Por Diego Kerber, Fabio Feyh 07/05/2020 19:09 | atualizado 08/05/2020 14:09 comentários Reportar erro

O AMD Ryzen 5 3100 é um processador de entrada da linha Ryzen, e a opção mais econômica dentre os modelos da série 3000 da AMD. Junto com o 3100, esse processador traz um preço competitivo para brigar com os Intel Core i3 9000 agora e, em breve, com os i3 10000.

Modelos Ryzen 3000 à venda na Pichau

O 3300X e 3100 são uma prova da evolução que os processadores domésticos passaram nos últimos 4 anos, desde que a linha Ryzen foi introduzida e a concorrência entre AMD e Intel voltou a esquentar. Esses processadores Ryzen 3 trazem a configuração de quatro núcleos e 8 threads, característica que até a 7ª geração Intel Core, lançada em 2017, era configuração dos melhores processadores mainstream da empresa, como o Core i7 7700K, e era feita dessa forma desde a primeira geração Core, lançada em 2008.

Comparado ao 3300X, o principal diferencial são os clocks mais modestos, operando na casa dos 3.6GHz e com boost para 3.9GHz, valores bastante modestos para a família 3000 Ryzen que tem produtos chegando a até 4.7GHz.

Os Ryzen 3 chegam "cercando" os Core i3, com o 3300X custando 120 dólares e o 3100 custando 99 dólares. Rivais diretos incluem o Core i3-9100F com custo de 97 dólares e o Core i3-9300 na casa dos 150 dólares. Essa disputa tende a mudar bastante com a chegada da 10ª geração Core, que vai igualar a configuração (4 núcleos e 8 threads) nos i3. 


Especificações técnicas

Comparativo

AMD Ryzen 3 3300XAMD Ryzen 3 3100AMD Ryzen 5 1600 AFIntel Core i3-9100F

Preços

Preço no lançamentoU$ 120,00 U$ 99,00 R$ 719,00 R$ 499,00
Preço atualizadoU$ 120,00 U$ 99,00 R$ 699,00 R$ 499,00

Especificações

CodinomeZen2 Zen2 Summit Ridge Coffee Lake S
SocketAM4 AM4 AM4 LGA1151 Serie 300
Fabricação em7nm 7nm 12nm 14nm
Instruções64-bit 64-bit 64-bit 64-bit
Núcleos4 4 6 4
Threads8 8 12 4
Clock3800 MHz3600 MHz3200 MHz3600 MHz
Clock (Turbo)4300 MHz3900 MHz3600 MHz4200 MHz
DesbloqueadoSim Sim Sim Não
Canais de memóriadual-channel dual-channel dual-channel dual-channel
MemóriasDDR4 @ 3200MHz DDR4 @ 3200MHz DDR4 @ 2666MHz DDR4 @ 2400MHz
Cache L316 16 16 6
PCI Express4.0 4.0 3.0 3.0
Canais PCI Express24 16
TDP65 65 65 65

Vídeo Integrado

GPUSEM VÍDEO INTEGRADO SEM VÍDEO INTEGRADO SEM V͍DEO INTEGRADO NÃO POSSUI

Características Gerais

Acompanha cooler?Sim, Wraith Stealth Sim, Wraith Stealth Sim Não


O Zen2

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A AMD focou em atacar os pontos fracos da microarquitetura Zen com a segunda geração de seus processadores Ryzen, ao mesmo tempo que buscou manter seus pontos fortes, como maior contagem de núcleos e alta modularidade através do Infinity Fabric e aumento da eficiência com uma nova litografia.

O Zen 2 é muito mais eficiente

A primeira novidade é a introdução do processo de fabricação em 7 nanômetros, que viabiliza frequências mais altas (em conjunto com a nova geração do Precision Boost), melhor eficiência energética e menor aquecimento. Essa redução no tamanho dos transistores foi indispensável para maior densidade e para viabilizar a nova linha Ryzen 9, que aumentou a contagem de núcleos para acima dos 8 - que eram o limite da série Ryzen 1000/2000.

Além da nova litografia, a arquitetura foi otimizada para mais desempenho

Porém a troca no processo é apenas parte do que resulta no ganho de desempenho. A AMD otimizou a arquitetura para possibilitar mais processamento em cada ciclo, além de entregar mais versatilidade para as unidades computacionais, que agora podem operar em conjunto dependendo da demanda.

Para quem quer jogar, a grande novidade é o Game Cache, novo nome que a AMD tem dado ao Cache L3 presente nesses processadores. Para aumentar a performance em games e outras situações em que a linha Intel Core leva vantagem, devido à latência menor da comunicação com as memórias, a AMD introduziu quantidades generosas de cache para garantir que os núcleos de processamento tenham todos os dados que precisam acessíveis para operar em alto desempenho. O resultado é uma dependência menor de altas frequências de operação das memórias, e ganhos mais significativos de desempenho.

A grande quantidade de cache L3 melhorou o desempenho em games e reduziu a dependência da velocidade da RAM

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Outra mudança importante foi um ajuste no Infinity Fabric, que pode operar em uma proporção diferente em relação às velocidades das memórias. Até a frequência de 3733MHz, a porção responsável pela comunicação entre os vários módulos do processador funciona diretamente vinculado ao clock das memórias. Porém acima disso ele passa a operar na proporção 2:1, derrubando sua frequência para a metade do clock das memórias. Por conta dessa característica e outras, como alto custo de memórias muito rápidas ou estabilidade do sistema, o indicado é não avançar além dos 3733MHz em um sistema com Ryzen 3000 - mesmo isso sendo viável, de acordo com a AMD.


Os 3100 e 3300X

Os Ryzen 3 são os modelos com menos estruturas habilitadas na família Ryzen 3000. Eles usam apenas um ou dois complexos CCX e apenas um dos dies desse chiplet, porém o fazem de formas diferentes.

O Ryzen 3 3100 utiliza metade de cada CCX, tendo assim uma configuração 2+2, enquanto o 3300X tem somente CCX completamente habilitado, em uma configuração 4+0. O principal impacto dessa diferença é na latência de comunicação entre os núcleos, já que há muito mais agilidade dentro de um mesmo CCX, enquanto o 3100 apresenta maiores latências nas trocas de dados já que metade dos núcleos está em um complexo, e a outra metade, no outro. Isso também faz com que a memória cache seja separada, com o L3 dividido meio a meio no 3100 enquanto no 3300X todos os 16MB estão juntos.


Fotos

Assim como todos modelos soquete AM4, as CPUs da linha Ryzen 3000 seguem o mesmo padrão de formato dos modelos de Ryzen 1000 e 2000. Porém é importante destacar que por se tratar de modelo novo, será necessário uma atualização de BIOS em todas as mainboards do mercado, inclusive modelo X570.

Em alguns casos o sistema pode até dar boot sem atualizar a BIOS, mas a recomendação é atualizar para o sistema reconhecer da forma correta o processador.

CPU chegou depois das mainboards, update de BIOS da placa-mãe é obrigatório

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Sistema utilizado
Abaixo, detalhes sobre o sistema utilizado para os testes:

Máquinas utilizadas nos testes:
Todas os sistemas utilizaram componentes com mesmas características técnicas para os testes, com exceção da placa-mãe, que varia de acordo com a plataforma. Veja a configuração utilizada:

- Placa de vídeo: GeForce RTX 2080 Ti [análise]
- Placa-mãe: Gigabyte X570 AORUS Master [análise]
- Memórias: 16GB TeamGroup XCalibur RGB @ 3200MHz (2x8GB) [site oficial]
- SSD: Kingston Savage 240GB Sata 6Gb/s [análise]
- HD: Seagate Barracuda 2TB 7200RPM Sata 6Gb/s [site oficial]
- Cooler: Noctua NH-U12S [site oficial]
- Fonte de energia (PSU): Thermaltake Toughpower 850W GOLD [site oficial]

Sistema Operacional e Drivers:
- Windows 10 64 Bits 1909 com Updates
- GeForce 445.xx

Aplicativos/Games:
- 7-Zip [site oficial]
- Adobe Premiere [site oficial]
- Blender [site oficial]
- CineBench R20 [site oficial]
- x264 Full HD Benchmark [download]
- HWBot x265 Benchmark [site oficial]
- V-Ray [site oficial]
- wPrime 1.55 [site oficial]
- WinRAR 5.x [site oficial]

- 3DMark (DX11)
- Assassin´s Creed Odyssey (DX11)
- Battlefield V (DX12)
- Grand Theft Auto V (DX11)
- Red Dead Redemption (Vulkan)
- Shadow of the Tomb Raider (DX12)
- The Division 2 (DX12)

CPU-Z/AIDA64
Através do CPU-Z e AIDA64, vemos algumas informações técnicas do processador, como modelo, clocks, número de núcleos e threads, etc.

 


Overclock

O Ryzen 3 3300X colocamos 4.4GHz em todos os núcleos, com tensão em 1.35v, um cenário tranquilo que pode dar um ganho a mais para esse CPU. Já no 3100 tivemos que baixar para 4.35GHz para passar em todos os testes, sendo que em 4.4GHz alguns travavam. A tensão foi a mesma de 1.35v.

OBS.: Faça overclock por sua conta e risco, e evite deixar o CPU com tensões altas por muito tempo.


Consumo de energia


Fizemos os testes de consumo de energia do sistema em modo ocioso e rodando o 3DMark, aplicativo que exige bastante do sistema.

É importante destacar que o consumo de energia depende bastante da placa-mãe e placa de vídeo, podendo variar consideravelmente de um sistema para outro com configurações semelhantes.

IDLE (Sistema ocioso)
Começamos pelo teste com o sistema em modo ocioso.

Rodando o 3DMark
Quando colocamos os sistemas rodando o 3DMark, temos os consumos abaixo:


Temperatura

Começamos pelos testes de temperatura, com o sistema em modo ocioso e rodando o wPrime, aplicativo que "estressa" todos os núcleos dos processadores.

IDLE (Sistema ocioso)
Iniciamos com o sistema em modo ocioso, com o Windows em espera sem estar executando tarefas, além das tradicionais do sistema.

Rodando o wPrime
Quando colocamos o sistema rodando o aplicativo wPrime, que faz todos os núcleos trabalhem em modo full, temos os consumos abaixo:

"A temperatura varia de acordo com o programa utilizado. Mesmo o wPrime estressando todos os núcleos sendo uma boa opção para ver o comportamento desse cenário, alguns programas podem exigir ainda mais do processador e, consequentemente, esquentar mais o mesmo. Como exemplo, citamos o Blender."


Testes sintéticos

Abaixo, temos uma série de testes de desempenho com o sistema, comparando o processador analisado com outros modelos do mercado e fazendo exatamente os mesmos testes.

Alguns testes podem tirar maior proveito de CPUs com clocks mais altos,independente da arquitetura e do número de núcleos/threads. Já outros podem tirar mais proveito de mais núcleos/threads

AIDA64 Latency
O software AIDA64 tem vários testes de performance. Separamos um que mostra um cenário diferente dos demais: a velocidade de latência das memórias, que quanto menor o resultado, melhor.

Blender
O aplicativo Blender é voltado a profissionais de edição de filmes e para manipulação de objetos 3D, sendo um bom teste real de como o sistema se comporta nesse tipo de cenário.

V-Ray
O teste V-Ray Benchmark utilizado consiste no resultado de renderização do CPU. Quanto menor for, melhor é o desempenho. Adicionamos a versão antiga e a mais recente do aplicativo na bateria de testes.

CineBENCH R20
O CineBench está entre os mais famosos testes de benchmarks para processadores, baseado em um teste convertendo uma imagem. Fizemos teste em Single e Multi Core, já na versão R20 lançada em março de 2019:

x264 Full HD Benchmark
Em um teste de conversão de vídeo Full HD, temos os seguintes resultados:

HWBOT x265 Benchmark 2.0
Agora, outro teste de conversão de vídeo, mas com o codec h265, e testes em FullHD e 4K:

Adobe Premiere CC
Mais um teste de renderização de vídeo, em um cenário real renderizando com o Adobe Premiere CC 2020 sem uso de GPU:

7-Zip
O software de compactação 7-Zip se tornou um dos mais populares do mundo por se tratar de um aplicativo de código aberto, possuindo também um benchmark interno que vem sendo muito utilizado para métrica de performance. Abaixo, o desempenho dos sistemas com ele:

WinRAR
Outro bom teste para medir o comportamento do processador é o WinRAR, que consegue fazer bom uso de todos os cores.

wPrime
Rodando o wPrime, teste que estressa todos os cores do processador, temos os resultados abaixo:

3DMark
Começamos nossos testes com foco em vídeo com o 3DMark, na versão Fire Strike default e Ultra (4K).


Teste em games


Agora, vamos para os games. Selecionamos alguns dos principais títulos do mercado para mostrar como os processadores se comportam utilizando configurações semelhantes, sendo sempre a mesma placa de vídeo, uma RTX 2080 Ti Founders Edition, e 16GB de RAM através de 2 módulos de 8GB com frequência de 3200MHz.

Assassin´s Creed Odyssey
O game da Ubisoft baseado na tecnologia DirectX 11 é uma referência de software que demanda alto desempenho tanto do chip gráfico quanto do processador - resultado do mapa amplo e complexo recriando a região da Grécia Antiga.


Battlefield V
Como um dos games com a melhor qualidade gráfica já lançados, o Battlefield V faz parte de nossa bateria de testes. Abaixo o comportamento dos sistemas rodando o game da DICE.


GTA V
Grand Theft Auto V está entre os maiores sucessos dos últimos anos, trazendo entre seus destaques boa qualidade gráfica. Ele é um dos games que mais faz uso do CPU, sendo um ótimo teste para ver o comportamento e diferença entre esse componente. Confiram abaixo os resultados nesse game:


Red Dead Redemption 2
Novo game da RockStar, com belíssimos gráficos e uma boa referência para medir o comportamento de sistemas. Nosso teste considera o game rodando sobre a API Vulkam, que se comportou melhor tanto em placas AMD como Nvidia.


Shadow of Tomb Raider
Mais recente game da franquia da Lara Croft, Shadow of Tomb Raider traz ótimos gráficos, exigindo muito do sistema, mesmo de alta performance.


Tom Clancy's The Division 2
The Division 2 usa um motor gráfico próprio desenvolvido pela Ubisoft Massive, lidando com cenários complexos e grandes quantidades de partículas na tela.


Gameplay em vídeo


Conclusão

O Ryzen 3 3100 mantém o salto de configurações que vimos hoje mais cedo no 3300X, e não é uma surpresa que ele também tenha se saído tão bem nos testes. Porém, diferente do 3300X, a AMD "segurou o freio de mão" nesse CPU, colocando clocks bastante baixos, e isso impactou em alguns cenários. Em aplicações profissionais ele se sai muito bem, atropelando o Core i3 9100F, seu concorrente direto ao menos até o próximo dia 20, e não ficando muito longe de modelos como o Ryzen 5 3500X, porém aqui o Ryzen 5 1600 AF é um vitorioso indiscutível de "custo x benefício".

Mas em games ele é muito punido por suas frequências mais baixas, com reduções de 10 a impressionantes 30% em Battlefield V comparado ao 3300X. Mesmo assim, em nosso gameplay ele foi capaz de rodar o multiplayer com uma média de 100fps, mas o 3300X tem muito mais fôlego que ele para games graças aos clocks mais elevados. Em vários jogos ele se aproxima do 9100F, mas com games críticos como  Assassin's Creed Odyssey e Red Dead Redemption 2 vemos ele abrindo margens expressivas. 

A AMD pegou pesado na redução das frequências no 3100 e vemos isso claramente no nosso overclock. Sem muitas dificuldades colocamos ele no mesmo patamar que o 3300X em vários dos testes, mostrando como ele foi subdimensionado para não canibalizar o 3300X. O problema é que overclock não é ciência exata, e não dá para sair recomendando comprar o 3100 para "transformá-lo" em um 3300X. Podem haver modelos do 3100 que não chegam estáveis ao nível do 3300X, e também é importante lembrar o investimento adicional em uma placa B350/450/550 para habilitar o OC. Também é bom lembrar que existem diferenças estruturais entre os dois modelos que não podem ser contornadas com o overclock, e nas situações em que a latência entre núcleos for relevante para a performance, o 3300X sempre manterá uma vantagem.

O Ryzen 3 3100 é um excelente processador de entrada, com fôlego para games, mas o 3300X pode valer mais a pena

E isso nos leva a dúvida: vale a pena ir com o 3100 ou o 3300X? Considerando a diferença de 15% de performance, e o aumento de custo de mais ou menos 20%, dá para ver um certo equilíbrio entre o que você recebe e o que você ganha subindo para o 3300X. Porém o 3100 não fez feio em nossos testes práticos, e mostrou ótimo desempenho em jogos. Se a diferença de preço não for alta ou você puder investir, o modelo Ryzen 3 mais potente vale a pena, mas o modelo mais modesto já entrega um excelente nível de desempenho, e passa com folga o rival Intel. 

Core i3 de 10ª pode mudar todo o cenário novamente

Mais um detalhe muito muito importante. Dia 20 chega ao mercado a 10ª geração Core da Intel, e com eles os primeiros Core i3 com mais threads do que núcleos. Isso pode fazer toda a diferença e mudar bastante o cenário comparativo entre AMD e Intel que hoje leva em consideração o 9100F. Se a história vai mudar ou não, saberemos nas próximas semanas.

PRÓS
8 threads em um processador de entrada
Excelente desempenho em aplicações profissionais
Bom desempenho em jogos
Preço muito competitivo
CONTRAS
Pode sofrer com concorrência de produtos antigos por culpa do câmbio
Clocks baixos e microarquitetura dividida impactam performance em alguns games
  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

  • Redator: Fabio Feyh

    Fabio Feyh

    Fábio Feyh é sócio-fundador do Adrenaline e Mundo Conectado, e entre outras atribuições, analisa e escreve sobre hardwares e gadgets. No Adrenaline é responsável por análises e artigos de processadores, placas de vídeo, placas-mãe, ssds, memórias, coolers entre outros componentes.

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