ANÁLISE Kingston A2000 - SSD NVMe M.2 de segmento intermediário com bom desempenho

Modelo sofre forte concorrência do Crucial P1, Intel Serie 660p, XPG SX6000, Team Group MP34, etc.

O SSD  da análise de hoje é o Kingston A2000, disponível em três capacidades: 250GB, 500GB e 1TB, sendo essa última a utilizada em nossa análise. Trata-se de um SSD formato M.2 baseado em protocolo NVMe com controlador SMI SM2263EN e memórias Micron 96L padrão TLC. Na velocidade de 1TB, ele tem como destaque a velocidade de leitura sequencial de 2.200MB/s e escrita sequencial de 2.000MB/s, com IOPS de 250K para leitura e 220K para escrita. Por fim, tem 600TBW, garantindo um bom tempo de uso.

Site oficial da linha Kingston A2000
Link para compra de SSDs NVMe na Pichau

Em cenário internacional, o modelo de 500GB custa cerca de US$ 86. Já o modelo de 1TB passa para US$ 140 (pesquisa feira dia 18/02/2020 na newegg.com). No Brasil, é possível encontrar o modelo de 500GB por R$620 e o de 1TB na casa de R$1.000+ atualmente (ele já custou bem menos, por sinal...).

Bom SSD, mas custando bem mais que modelos com especificações semelhantes


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Especificações

Os SSDs da linha A2000 da Kingston trazem especificações intermediárias para modelos M.2 e protocolo NVMe. São, ao todo, três modelos com capacidades de 250GB, 500GB e 1TB. A maior diferença com relação a essas especificações fica no modelo de 250GB, que tem velocidades bem inferiores na leitura e escrita sequencial, além, é claro, do TBW - sempre maior nos modelos de capacidade superior.

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A Kingston também dá bastante destaque para o sistema de proteção de dados ponta a ponta, que usa criptografia baseada em hardware AES de 256 bits, garantindo maior segurança no trafego de dados pelo SSD.

Guia completo sobre SSD


Comparativo

Abaixo tabela comparativa entre o SSD analisado com alguns outros modelos do mercado:

Comparativo

Kingston A2000 PCIe NVMeCrucial P1 M.2 NVMe SSDTeam Group MP34 NVMe SSDWD Blue SN500 NVMe SSD

Preços

Preço no lançamentoU$ 86,00 U$ 60,00 U$ 65,00 U$ 78,00
Preço atualizadoR$ 620,00 R$ 410,00 R$ 540,00 R$ 460,00

Características

Capacidades250GB, 500GB(cadastrada) e 1TB 500GB(cadastrada), 1TB, 2TB 256GB, 512GB(cadastrada), 1TB 250GB , 500GB(cadastrada)
InterfacePCIe 3.0 x4 - NVMe 1.3 PCIe 3.0 x4 - NVMe 1.3 PCIe 3.0 x4 - NVMe 1.3 PCIe 3.0 x2 - NVMe 1.3
Interface de ConexãoM.2 2280 M.2 2280 M.2 2280 M.2 2280
ControladorSMI SM2263ENG SMI 2263 Phison E12 WD
Tipo das memórias96-layer 3D TLC Micron 64L 3D QLC Toshiba BiCS3 TLC NAND SanDisk 64-layer 3D TLC
Leitura Sequencial2200 MB/s1900 MB/s3000 MB/s1700 MB/s
Escrita Sequencial2000 MB/s950 MB/s1700 MB/s1300 MB/s
Leitura Aleatória180.000 IOPS90.000 IOPS190.000 IOPS210.000 IOPS
Escrita Aleatória200.000 IOPS220.000 IOPS160.000 IOPS170.000 IOPS
Classificação de resistência350 TBW100 TBW800 TBW150 TBW
Garantia5 anos 5 anos 3 anos 5 anos
Site oficialLinkLinkLinkLink


Memórias SLC, MLC, TLC e QLC

As memórias instaladas no SSD são importantes, pois elas afetam a velocidade e o tempo de vida dos dados armazenados.

Atualmente, temos quatro tipos comuns de memórias NAND utilizadas em SSDs, sendo as memórias TLC e QLC as mais recentes. As duas, em especial essa última, tem possibilitado a popularização dos SSDs por permitir que a indústria coloque modelos com alta capacidade no mercado a preços mais competitivos.

SLC (Single-Level Cell): as primeiras memórias armazenando um único bit de dados por célula, sendo uma memória muito rápida e de alta duração. Porém, por não ser muito densa em quantidade de dados, é uma solução mais cara.

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MLC (Multi-Layer Cell): surgiram em seguida como uma alternativa mais densa e visando um preço mais atrativo, porém são mais lentas. Como alternativa para os SSDs continuarem com desempenho, algumas empresas adicionam pequenos cache  atuando como buffers de gravação em memórias SLC. As memórias MLC estão caindo em desuso com a chegada das TLC por questão de preço.

TLC (Triple-Level Cell): estão presentes em uma série de SSDs. Conseguem ser ainda mais densas e com preços mais atrativos, mas pecam novamente na velocidade. Para se tornarem opções que justifiquem seu uso, precisam de buffers a fim de trazer ganhos práticos sobre os HDs. Esse tipo de memória é suficiente para quem usa o computador em situações rotineiras, como aplicações de trabalho e navegar na internet. Não é uma solução recomendada apenas se o uso for para aplicações profissionais com grande trafego de dados (as soluções MLC são as mais recomendadas para esse perfil de usuário).

QLC (Quad-Level Cell): são as memórias mais recentes lançadas na indústria. O conceito sempre segue a mesma lógica: maior densidade para armazenar mais dados em menor espaço físico, tornando o preço por MB menor, e sempre tentando entregar um desempenho satisfatório através de alguma solução que contorne a perda de desempenho (quase sempre com cache dinâmico via SLC). Os modelos com alta capacidade mais baratos do mercado tem usado esse tipo de memória e eles tendem a ganhar cada vez mais espaço, já que entregam o benefício de um SSD com preço mais atrativo do que as demais soluções.

Empresas como WD e Toshiba já trabalham em uma nova geração de memórias NAND chamada PLC, seguindo o mesmo conceito das citadas acima - mais densas e consequentemente mais lentas, provavelmente usando memórias cache dinâmico SLC para acelerar e, no final, ficando mais baratas que as QLC.


Tecnologias NVMe, SATA, PCIe 3.0 e 4.0

NVMe
Os SSDs mais recentes usam muito o termo NVMe em seu nome, materiais de marketing, caixas etc., porque esse é o protocolo utilizado pelos modelos atuais. Essa "tecnologia", combinada com outras características técnicas, possibilita que os SSDs alcancem velocidades de leitura e escrita bem mais rápidas que protocolos anteriores, como o SATA.

Mas, tem um porém: computadores mais antigos (e não estou falando de modelos de 5 ou 6 anos atrás, mas até mesmo de 1 ou 2 anos) podem não suportar essa tecnologia. Então, é importante verificar antes se a sua placa-mãe ou notebook tem o suporte para esse padrão. Lembro ainda que SSDs NVMe podem ser baseados em dois tipos de formatos: M.2 (esses bem pequenos e finos) ou através de uma placa dedicada PCI-Express (modelo Corsair Neutron NX500 de nossos testes).

PCIe 3.0 e 4.0
Outra especificação importante em SSDs mais recentes é a velocidade do barramento PCI-Express - a grosso modo, a "estrada" por onde os dados trafegam. Até o primeiro semestre de 2019, os modelos mais rápidos eram baseados em PCIe 3.0, mas, com o lançamento dos processadores Ryzen 3000 e placas-mãe com chipset X570 da AMD, tivemos a chegada do PCIe 4.0, que permitia velocidades de 5.000 MB/s já em seus primeiros modelos.

Para resumir, quanto mais rápido for o barramento PCI-Express, maior será a velocidade de tráfego disponível. Mas para isso, além do barramento, o produto conectado também precisa ter suporte a tecnologia.

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O que é TBW?

TBW, leia-se "terabytes gravados", é a medida utilizada para gerar uma estimativa de tempo de vida do SSD. Quanto maior o TBW, mais quantidade de dados gravados ele vai suportar. Em estimativas médias e genéricas, um SSD com 150TBW pode durar cerca de 10 anos quando se trata de leitura/gravação.

Dados médios: 100TBW = gravação de 50GB+ por dia durante 5 anos

Esse dado depende e varia bastante entre modelos e marcas de SSDs, além de ser diretamente relacionado ao tipo de memória utilizada (ex.: TLC ou QLC). Dessa forma, é importante ficar de olho para ver se ele atende o que você busca.

Um SSD com 100TBW permitirá gravar, em média, pouco mais de 50GB por dia durante 5 anos - o que é mais do que suficiente para usuários comuns. Outro detalhe é que não é raro drives com capacidade maior possuírem TBW mais alto, já que a tendência de quem busca maior capacidade é trabalhar com maior número de dados.

Os aplicativos fornecidos pelos fabricantes normalmente informam como está o estado atual do TBW do SSD, mas existem outros software que fazem isso independente da marca, dando vários detalhes dos drives do sistema. Um desse softwares é o CrystalDiskMark, que pode ser baixado clicando aqui.


Fotos

O SSD é baseado em formato M.2 de tamanho 2280 (22 mm de largura e 80mm de comprimento) com visual semelhante aos da maioria dos modelos nesse formato: apenas o PCB com o chip do controlador, memórias e um selo protetor sobre parte dos componentes informando detalhes sobre o drive.

Nas fotos abaixo, colocamos o A2000 ao lado de um KC1000 da própria Kingston, além do Intel Serie 660p. Reparem que o único que tem chips de memória nos dois lados do PCB é o modelo KC1000, mesmo sendo o de menor capacidade de armazenamento. Para a grande maioria, isso não faz diferença, porém notebooks ultrafinos já consideram essa situação. O suporte para modelos mais "finos", na prática, quer dizer memórias em apenas um dos lados - até suportando em ambos, mas tende a esquentar um pouco mais pelo contato na placa-mãe.


Sistema utilizado

Antes dos testes, aqui está a configuração do sistema utilizado, além de uma foto do SSD instalado na plataforma de testes. Optamos por esse conector por ser uma posição tradicional e que está disponível em muitos modelos, inclusive em Mini-ITX. Sendo assim, é um cenário mais comum para tomar como base o teste de temperatura.

Máquina utilizada nos testes
- Mainboard Gigabyte X570 AORUS Master [análise]
- Processador AMD Ryzen 9 3900X [análise]
- Placa de vídeo NVIDIA GeForce RTX 2080[análise]
- Memórias G.Skill TridentZ RGB 16GB (2x8GB) [site oficial]
- SSD Gigabyte AORUS PCIe 4.0 2TB [site oficial]
- Fonte Thermaltake Toughpower 850W Gold [site oficial]

O SISTEMA NÃO RODA ANTI VÍRUS OU
APLICATIVOS QUE POSSAM INTERFERIR NOS TESTES

Sistema Operacional e Drivers
- Windows 10 Pro 64 Bits

Aplicativos/Games:
- AS SSD Benchmark 2.x
- ATTO Benchmark 4.x
- Battlefield V (DX12)
- BootRacer 7.x
- CrystalDiskMark 6.x
- DiskBench


Firmware

Abaixo algumas imagens do aplicativo SSD Manager, software da Kingston/HyperX para gerenciar seus SSDs. Para download da versão mais atual clique aqui.

Como a maioria dos aplicativos semelhantes, ele é responsável pelo gerenciamento do SSD. O app passa detalhes do SSD, update de firmware e, dependendo o modelo, traz algumas ferramentas.

Abaixo, tela do Crystal Disk Info com alguns detalhes técnicos do SSD analisado. Em seguida, gráficos comparativos:


Temperatura

O mercado de SSDs nunca esteve tão concorrido. Mas, apesar da grande variedade de empresas e modelos, eles não mudam muito, inclusive compartilhando os mesmos componentes. Dessa forma, a diferença técnica fica nos detalhes - na prática, como sempre destaco, há pouca mudança quando falamos de modelos de marcas respeitadas.

O Kingston A2000 é mais um bom modelo M.2 protocolo NVMe, tanto versão de 1TB quanto na versão de 500GB: tem velocidade de leitura sequencial de até 2.200MB/s e escrita de 2.000MB/s. Já o IOPS é superior na versão de 1TB (algo comum em boa parte dos modelos), 250K de leitura e 220K de escrita, com 600TBW na versão de 1TB, garantindo uma boa margem de dados que podem ser salvos no SSD. O consolador é da SMI, o mesmo do Crucial P1, porém as memórias são do tipo TLC, melhores e mais duráveis do que as QLC do Crucial P1, por exemplo.

É um SSD considerado intermediário dentro da gama de produtos M.2 NVMe, acima de modelos como o Crucial P1 e WD Blue SN500. 

Trocar a conexão M.2 do drive na placa-mãe
pode resultar em mudança superior a 10º

É importante destacar que em nossos testes não utilizamos nenhum dissipador ou solução que possa interferir a favor do SSD no quesito temperatura se isso não vier com o SSD. Com isso, visamos ter um cenário real para quem compra.

Das três conexões M.2 existente na mainboard que utilizamos, colocamos ele na conexão acima da placa de vídeo e próxima ao processar, por se tratar de um local comum em vários modelos que trazem apenas uma conexão, inclusive placas em formato Mini-ITX.


Testes sintéticos

AS SSD Benchmark

Começamos nossos testes com o AS SSD Benchmark, software específico para testes de drives SSD, HD etc.

O aplicativo faz uma série de testes em diversas situações de leitura e escrita e, no final, gera uma pontuação com a média entre todos os testes. Confiram abaixo:

ATTO Disk Benchmark

Outro famoso aplicativo para teste de desempenho de unidades de armazenamento é o ATTO. Vejam abaixo o comportamento dos modelos comparados:

CrystalDiskMark

Com o aplicativo CrystalDiskMark versão 6, outro muito famoso para testes de drives, optamos por utilizar dois resultados indicados pelos próprios desenvolvedores: o teste "SeqQ32T1" e o "4KiB Q32T1". Abaixo, os scores em modo leitura e escrita:


Testes práticos

Carregando um game (Battlefield V)

Outro teste interessante é o carregamento de um game. Para isso, utilizamos o Battlefield V com teste em cima do mesmo mapa que utilizamos em boa parte das nossas reviews de placas de vídeo. O conceito foi simples: medir o tempo que levou da hora que clicamos até a hora em que o gameplay começa. Porém, executamos o teste e depois carregamos novamente o mesmo mapa na sequência para ver como é o comportamento após o sistema já ter o mapa "pré-carregado" na memória.

A segunda vez que se carrega um mesmo mapa
demora o mesmo tempo em um SSD ou em um HD

Tempo de BOOT (Windows 10 Pro 64 bits)

Com o software BootRacer, medimos o tempo necessário para inicializar o sistema operacional, um dos principais atrativos de drives SSD.

O teste consiste no melhor resultado após três boots seguidos do sistema, considerando o tempo total até finalizar na área de trabalho com o score informado pelo aplicativo. Por isso, é mais lento do que o boot até mostrar a tela da área de trabalho.


Cópia de arquivo - SSD NVMe

Abaixo, os testes de desempenho em cópia utilizando um SSD padrão NVMe de alto desempenho para enviar e também receber. Sendo assim, tiramos o fator limitador de velocidade de um drive mais lento, como aconteceria com um HD padrão Sata3, já que o SSD utilizado, um Gigabyte AORUS PCIe 4.0, tem velocidade de leitura de até 5.000 MB/s e escrita de 4.400MB/s.

O teste utiliza o aplicativo DiskBench para o processo.

Para o cenário ideal em cópia, ambos os drives precisam ser rápidos

Drive analisado para SSD Gigabyte AORUS PCIe 4.0 NVMe M.2 2TB (leitura)

Neste teste, copiamos os arquivos do drive analisado para um SSD NVMe de alto desempenho. Este seria o teste de leitura, já que ele não escreve nada no drive analisado.

Gigabyte AORUS PCIe 4.0 NVMe M.2 2TB para drive analisado (escrita)

Invertendo o processo, agora copiamos os arquivos do AORUS Gen4 para o drive analisado, consistindo em um teste prático de escrita, já que os dados estão sendo gravados no drive. 


Conclusão

Atualmente, existem dezenas de modelos de SSDs das mais variadas marcas e modelos, mas boa parte deles compartilham mesmos componentes - em especial, controlador e memórias. No caso do Kingston A2000, o controlador é um modelo da SMI 2263, o mesmo utilizado no Crucial P1 que já analisamos e no Intel Serie 660p. Já as memórias são padrão TLC, mais duráveis e levemente mais rápidas do que as QLC, alcançando 2.200MB/s na leitura sequencial e 2.000MB/s na escrita sequencial.

Enquanto o A2000 de 500GB é bem mais rápido na escrita sequencial quando comparado com o P1 e 660p, ao falarmos do IOPS a diferença fica bem maior na leitura aleatória. Além disso, o modelo da Kingston possui uma durabilidade muito superior: mais de 3 vezes maior.

Memórias do tipo TLC ajudam a deixar ele um pouco melhor que alguns concorrentes

Com componentes e, por tabela, especificações melhores, o preço também sobe - e não é pouco. Um A2000 de 500GB está custando 50% a mais do que um Crucial P1 de mesma capacidade - diferença muito alta e que complica muito a vida do A2000 frente a outras opções. Usei muito o P1 porque ele é um dos melhores custo vs benefício da atualidade quando se trata de SSD NVMe M.2. O Intel 660p está custando um pouco acima e é outro bom modelo de entrada, mas tanto o Intel como o Crucial ficam atrás do modelo da HyperX em especificações.

Mas como em toda review, eu relembro aqui que o mais importante é ter um SSD. Em um segmento que tem se tornado extremamente competitivo como o de modelos M.2 NVMe intermediários, o A2000 se complica pelo preço que a Kingston tem aplicado nele por aqui. Ainda lembro que ele não é um modelo com a "marca HyperX", e, mesmo assim, traz um valor acima de modelos concorrentes. No dia em que escrevemos a análise, o A2000 de 500GB estava custando R$620, enquanto um Crucial P1 chegava a apenas R$410 (apesar de ser um pouco mais lento) e o Intel 660p de 512GB encontrei por R$460.

Nos gráficos, também temos o Team Group MP34, um SSD que já analisamos faz algum tempo e teve um resultado muito bom pelas especificações e preço cobrado. O MP34 alcança até 3.000MB/s de leitura sequencial, e, apesar de ficar um pouco abaixo na escrita sequencial, tem TBW de 800 - mais que o dobro do A2000, garantindo uma quantidade de dados gravados bem superior. É o modelo que complica mais a vida do A2000, com velocidade de leitura sequencial consideravelmente superior e, principalmente, suporte a uma quantidade de dados gravados bem maior, leia-se TBW. Mesmo assim, custa menos de R$600.

Como sempre, você deve pesquisar bem, porque a variedade de SSDs M.2 NVMe é grande e a diferença prática nem tanto

Quando comparo com outros modelos concorrentes, como o XPG SX6000, os preços ficam bem próximos, porém o A2000 tem especificações levemente acima. Então é importante ficar de olho nas especificações e comparar o que oferece mais por menos.

PRÓS
Bons tempos de leitura e escrita
Memórias TLC, mais rápidas e duráveis
Bom TBW
CONTRAS
Preço muito acima de modelos concorrentes
Na prática, especificações melhores não fazem grande diferença
Tags
ssd
  • Redator: Fabio Feyh

    Fabio Feyh

    Fábio Feyh é sócio-fundador do Adrenaline e Mundo Conectado, e entre outras atribuições, analisa e escreve sobre hardwares e gadgets. No Adrenaline é responsável por análises e artigos de processadores, placas de vídeo, placas-mãe, ssds, memórias, coolers entre outros componentes.

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