Veja como se sai o SSD HP EX920 em formato M.2, mais um em busca de espaço

Um bom SSD NVMe, mas com preço acima dos concorrentes com características semelhantes
Por Fabio Feyh 14/01/2020 20:25 | atualizado 24/01/2020 17:19 comentários Reportar erro

O mercado de SSDs nunca esteve tão aquecido e empresas que não tinham tanta participação correm para conquistar seu espaço. Hoje, iremos analisar um modelo da HP, companhia que tem investido nesse segmento nos últimos anos. O modelo em questão é o HP EX920 com capacidade de 512GB - a linha ainda possui versões de 256GB, 1TB e 2TB.

Como destaques desse SSD NVMe M.2, temos um controlador SM2262 com memórias do tipo 3D TLC, alcançando 3.200 MB/s de leitura e 1.600MB/s de escrita sequencial, e 340K e 260K IOPS de leitura e escrita respectivamente. O TBW é de 320, considerado bom para um modelo PCIe 3.0.

Atualmente, o EX920 de 512GB está custando $80 dólares nos Estados Unidos - mesmo preço de um WD Black SN750 de mesma capacidade, que teoricamente é um pouco melhor pelo tempo de escrita. Por aqui, é mais difícil de encontrá-lo e não pode passar muito de R$450 para se tornar uma opção competitiva no atual cenário. (pesquisas feita dia 14/01/2020).

Site oficial dos SSDs HP EX920
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Especificações

Abaixo, você confere uma tabela mostrando as principais especificações da linha. A diferença de velocidades depende da capacidade, sendo o modelo de 1TB o mais rápido e o de 2TB com a maior durabilidade de escrita (TBW).

Como já comentamos, o modelo de 512GB possui tempos de leitura sequencial de 3.200 MB/s e 1.600 MB/s para escrita - números levemente inferiores aos do modelo de 1TB, que traz 200MB/s a mais na escrita sequencial. Quando falamos de IOPS ou leitura/escrita randômica, a versão de 1TB leva vantagem sobre todos os demais em leitura, mas o modelo de 512GB é o melhor em escrita, alcançando 260K. Na prática, todos ficam em um cenário bem próximo.

O que muda mais entre eles é a medida de durabilidade, chamada TBW. Quanto maior a capacidade, maior o TBW, ou seja, quanto o SSD "aguenta" de dados escritos. É bem comum os modelos de maior capacidade suportarem bem mais escrita, quase sempre dobrando a medida dos que tem metade da capacidade. Explicamos melhor o que é TBW mais adiante.

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Comparativo

Abaixo, tabela comparativa entre o SSD analisado e alguns outros modelos do mercado:

Comparativo

HP EX920 NVMe SSDHP EX900 NVMe SSDTeam Group MP34 NVMe SSDIntel Serie 660p NVMe SSD

Preços

Preço no lançamentoU$ 80,00 U$ 65,00 U$ 65,00 R$ 850,00
Preço atualizadoU$ 80,00 U$ 65,00 R$ 540,00 R$ 460,00

Características

Capacidade256GB, 512GB(cadastrada), 1TB e 2TB 120GB, 250GB e 500GB(cadastrada) 256GB, 512GB(cadastrada), 1TB 512GB(cadastrada), 1TB, 2TB
InterfacePCIe 3.0 x4 - NVMe 1.3 PCIe 3.0 x4 - NVMe 1.3 PCIe 3.0 x4 - NVMe 1.3 PCIe 3.0 x4 - NVMe 1.3
Tipo de ConexãoM.2 2280 M.2 2280 M.2 2280 M.2 2280
ControladorHP Controller HP Controller Phison E12 SMI 2263
Tipo das memórias3D TLC 3D TLC Toshiba BiCS3 TLC NAND IMFT 64L 3D QLC
Leitura Sequencial3200 MB/s2100 MB/s3000 MB/s1500 MB/s
Escrita Sequencial1600 MB/s1500 MB/s1700 MB/s1000 MB/s
Leitura Aleatória340.000 IOPS100.000 IOPS190.000 IOPS90.000 IOPS
Escrita Aleatória260.000 IOPS80.000 IOPS160.000 IOPS220.000 IOPS
Classificação de resistência320 TBW200 TBW800 TBW100 TBW
Garantia5 anos 3 anos 3 anos 5 anos
Site oficialLinkLinkLinkLink


Memórias SLC, MLC, TLC e QLC

As memórias instaladas no SSD são importantes, pois elas afetam a velocidade e o tempo de vida dos dados armazenados.

Atualmente, temos quatro tipos comuns de memórias NAND utilizadas em SSDs, sendo as memórias TLC e QLC as mais recentes. As duas, em especial essa última, tem possibilitado a popularização dos SSDs por permitir que a indústria coloque modelos com alta capacidade no mercado a preços mais competitivos.

SLC (Single-Level Cell): as primeiras memórias armazenando um único bit de dados por célula, sendo uma memória muito rápida e de alta duração. Porém, por não ser muito densa em quantidade de dados, é uma solução mais cara.

MLC (Multi-Layer Cell): surgiram em seguida como uma alternativa mais densa e visando um preço mais atrativo, porém são mais lentas. Como alternativa para os SSDs continuarem com desempenho, algumas empresas adicionam pequenos cache  atuando como buffers de gravação em memórias SLC. As memórias MLC estão caindo em desuso com a chegada das TLC por questão de preço.

TLC (Triple-Level Cell): estão presentes em uma série de SSDs. Conseguem ser ainda mais densas e com preços mais atrativos, mas pecam novamente na velocidade. Para se tornarem opções que justifiquem seu uso, precisam de buffers a fim de trazer ganhos práticos sobre os HDs. Esse tipo de memória é suficiente para quem usa o computador em situações rotineiras, como aplicações de trabalho e navegar na internet. Não é uma solução recomendada apenas se o uso for para aplicações profissionais com grande trafego de dados (as soluções MLC são as mais recomendadas para esse perfil de usuário).

QLC (Quad-Level Cell): são as memórias mais recentes lançadas na indústria. O conceito sempre segue a mesma lógica: maior densidade para armazenar mais dados em menor espaço físico, tornando o preço por MB menor, e sempre tentando entregar um desempenho satisfatório através de alguma solução que contorne a perda de desempenho (quase sempre com cache dinâmico via SLC). Os modelos com alta capacidade mais baratos do mercado tem usado esse tipo de memória e eles tendem a ganhar cada vez mais espaço, já que entregam o benefício de um SSD com preço mais atrativo do que as demais soluções.

Empresas como WD e Toshiba já trabalham em uma nova geração de memórias NAND chamada PLC, seguindo o mesmo conceito das citadas acima - mais densas e consequentemente mais lentas, provavelmente usando memórias cache dinâmico SLC para acelerar e, no final, ficando mais baratas que as QLC.


Tecnologias NVMe, PCIe 3.0 e 4.0

NVMe
Os SSDs mais recentes usam muito o termo NVMe em seu nome, materiais de marketing, caixas etc., porque esse é o protocolo utilizado pelos modelos atuais. Essa "tecnologia", combinada com outras características técnicas, possibilita que os SSDs alcancem velocidades de leitura e escrita bem mais rápidas que protocolos anteriores, como o SATA.

De forma resumida: se você quer um produto com tecnologia mais recente e naturalmente mais rápido, ele deve ser baseado em NVMe

Mas, tem um porém: computadores mais antigos (e não estou falando de modelos de 5 ou 6 anos atrás, mas até mesmo de 1 ou 2 anos) podem não suportar essa tecnologia. Então, é importante verificar antes se a sua placa-mãe ou notebook tem o suporte para esse padrão. Lembro ainda que SSDs NVMe podem ser baseados em dois tipos de formatos: M.2 (esses bem pequenos e finos) ou através de uma placa dedicada PCI-Express (modelo Corsair Neutron NX500 de nossos testes).

PCIe 3.0 e 4.0
Outra especificação importante em SSDs mais recentes é a velocidade do barramento PCI-Express - a grosso modo, a "estrada" por onde os dados trafegam. Até o primeiro semestre de 2019, os modelos mais rápidos eram baseados em PCIe 3.0, mas, com o lançamento dos processadores Ryzen 3000 e placas-mãe com chipset X570 da AMD, tivemos a chegada do PCIe 4.0, que permitia velocidades de 5.000 MB/s já em seus primeiros modelos.

Para resumir, quanto mais rápido for o barramento PCI-Express, maior será a velocidade de tráfego disponível. Mas para isso, além do barramento, o produto conectado também precisa ter suporte a tecnologia.


O que é TBW?

TBW, leia-se "terabytes gravados", é a medida utilizada para gerar uma estimativa de tempo de vida do SSD. Quanto maior o TBW, mais quantidade de dados gravados ele vai suportar. Em estimativas médias e genéricas, um SSD com 150TBW pode durar cerca de 10 anos quando se trata de leitura/gravação.

Dados médios: 100TBW = gravação de 50GB+ por dia durante 5 anos

Esse dado depende e varia bastante entre modelos e marcas de SSDs, além de ser diretamente relacionado ao tipo de memória utilizada (ex.: TLC ou QLC). Dessa forma, é importante ficar de olho para ver se ele atende o que você busca.

Um SSD com 100TBW permitirá gravar, em média, pouco mais de 50GB por dia durante 5 anos - o que é mais do que suficiente para usuários comuns. Outro detalhe é que não é raro drives com capacidade maior possuírem TBW mais alto, já que a tendência de quem busca maior capacidade é trabalhar com maior número de dados.

Os aplicativos fornecidos pelos fabricantes normalmente informam como está o estado atual do TBW do SSD, mas existem outros software que fazem isso independente da marca, dando vários detalhes dos drives do sistema. Um desse softwares é o CrystalDiskMark, que pode ser baixado clicando aqui.


Fotos

Os SSDs da linha EX920 tem o design padrão sem dissipador e com memórias NAND em ambos os lados. Diante dos modelos de notebook ultra-finos, é um ponto a ser levado em consideração se a ideia é fazer algum upgrade nesse tipo de modelo. Memórias em apenas um lado são mais interessante para essa finalidade, porém ainda assim ele é suportado normalmente.

O SSD utiliza o tradicional tamanho 2280 da maioria dos modelos (22mm de largura e 80mm de comprimento). As empresas tem adotado essas dimensões mesmo quando não há necessidade.

Nas fotos abaixo, colocamos o EX920 ao lado de um Team Group MP34, concorrente direto pelas especificações, e também de um Intel 660p, modelo um pouco mais em conta e com velocidades inferiores.


Sistema utilizado

Antes de partirmos para os testes, aqui está a configuração do sistema utilizado, além de uma foto do SSD instalado na plataforma de testes. Optamos por esse conector por ser uma posição tradicional e que está disponível em muitos modelos, inclusive em Mini-ITX. Sendo assim, é um cenário mais comum para tomar como base no teste de temperatura.

Máquina utilizada nos testes
- Mainboard Gigabyte X570 AORUS Master [análise]
- Processador AMD Ryzen 9 3900X [análise]
- Placa de vídeo NVIDIA GeForce RTX 2080[análise]
- Memórias G.Skill TridentZ RGB 16GB (2x8GB) [site oficial]
- SSD Gigabyte AORUS PCIe 4.0 1TB [site oficial]
- Fonte Thermaltake Toughpower 850W Gold [site oficial]

O SISTEMA NÃO RODA NENHUM ANTI VÍRUS OU
APLICATIVO QUE POSSA INTERFERIR NOS TESTES

Sistema Operacional e Drivers
- Windows 10 Pro 64 Bits

Aplicativos/Games:
- AS SSD Benchmark 2.x
- ATTO Benchmark 4.x
- Battlefield V (DX12)
- BootRacer 7.x
- CrystalDiskMark 6.x
- DiskBench


Firmware

Não achei nenhum aplicativo da HP para gerenciamento do SSD. Isso não é um grande problema se ele não tiver problemas, já que os aplicativos muitas vezes tem entre suas principais funcionalidades a atualização de firmware. Me incomoda um pouco, no entanto, porque é algo que virou padrão da indústria - algumas empresas inclusive adicionam algumas ferramentas como de clone nesse aplicativos. Nesse caso, a HP não disponibilizou nada, como pode ser visto no site oficial em downloads.

Abaixo, tela do Crystal Disk Info com alguns detalhes técnicos do SSD analisado, em seguida gráficos comparativos.


Temperatura

Lembram que, em reviews de SSD baseados em conexão Sata, os mesmos praticamente não geram calor, com o SSD aumentando pouco a temperatura quando em uso forçado? Em SSDs de conexão M.2 isso pode mudar bastante, não sendo nenhum absurdo que modelos alcancem 60º, 70º quando em operação, apesar dos modelos mais recentes ficarem com temperaturas abaixo de 60º graus em média.

A temperatura vai depender do controlador, memórias e especialmente onde o SSD ficará instalado - se direto na mainboard ou em uma placa dedicada vertical, se embaixo de uma placa de vídeo ou sobre um dissipador.

Trocar a conexão M.2 do drive na placa-mãe
pode resultar em mudança superior a 10º

É importante destacar que em nossos testes não utilizamos nenhum dissipador ou solução que possa interferir a favor do SSD no quesito temperatura se isso não vier com o SSD. Com isso, visamos ter um cenário real para quem compra.

Das três conexões M.2 existente na mainboard que utilizamos, colocamos ele na conexão acima da placa de vídeo e próxima ao processar, por se tratar de um local comum em vários modelos que trazem apenas uma conexão, inclusive placas em formato Mini-ITX.


Testes sintéticos

AS SSD Benchmark
Começamos nossos testes com o AS SSD Benchmark, software específico para testes de drives SSD, HD etc.

O aplicativo faz uma série de testes em diversas situações de leitura e escrita e, no final, gera uma pontuação com a média entre todos os testes. Confiram abaixo:

ATTO Disk Benchmark
Outro famoso aplicativo para teste de desempenho de unidades de armazenamento é o ATTO. Vejam abaixo o comportamento dos modelos comparados:

OFF-TOPIC: Abaixo o gráfico de número 11.000 utilizado em um conteúdo no Adrenaline

CrystalDiskMark
Com o aplicativo CrystalDiskMark versão 6, outro muito famoso para testes de drives, optamos por utilizar dois resultados indicados pelos próprios desenvolvedores: o teste "SeqQ32T1" e o "4KiB Q32T1". Abaixo, os scores em modo leitura e escrita:


Testes práticos

Carregando um game (Battlefield V)
Outro teste interessante é o carregamento de um game. Para isso, utilizamos o Battlefield V com teste em cima do mesmo mapa que utilizamos em boa parte das nossas reviews de placas de vídeo. O conceito foi simples: medir o tempo que levou da hora que clicamos até a hora em que o gameplay começa. Porém, executamos o teste e depois carregamos novamente o mesmo mapa na sequência para ver como é o comportamento após o sistema já ter o mapa "pré-carregado" na memória.

A segunda vez que se carrega um mesmo mapa
demora o mesmo tempo em um SSD ou em um HD

Tempo de BOOT (Windows 10 Pro 64 bits)
Com o software BootRacer, medimos o tempo necessário para inicializar o sistema operacional, um dos principais atrativos de drives SSD.

O teste consiste no melhor resultado após três boots seguidos do sistema, considerando o tempo total até finalizar na área de trabalho com o score informado pelo aplicativo. Por isso, é mais lento do que o boot até mostrar a tela da área de trabalho.


Cópia de arquivo - SSD NVMe
Abaixo, os testes de desempenho em cópia utilizando um SSD padrão NVMe de alto desempenho para enviar e também receber. Sendo assim, tiramos o fator limitador de velocidade de um drive mais lento, como aconteceria com um HD padrão Sata3, já que o SSD utilizado, um Gigabyte AORUS PCIe 4.0, tem velocidade de leitura de até 5.000 MB/s e escrita de 4.400MB/s.

O teste utiliza o aplicativo DiskBench para o processo.

Para o cenário ideal em cópia, ambos os drives precisam ser rápidos

Drive analisado para SSD Gigabyte AORUS PCIe 4.0 NVMe M.2 1TB (leitura)
Neste teste, copiamos os arquivos do drive analisado para um SSD NVMe de alto desempenho. Este seria o teste de leitura, já que ele não escreve nada no drive analisado.

Gigabyte AORUS PCIe 4.0 NVMe M.2 1TB para drive analisado (escrita)
Invertendo o processo, agora copiamos os arquivos do AORUS Gen4 para o drive analisado, consistindo em um teste prático de escrita, já que os dados estão sendo gravados no drive. 


Conclusão

Mais um bom SSD que passou por aqui, até porque, na minha opinião, não tem muito para onde correr

É muito do mesmo em vários aspectos, então o que define, no final das contas, é o preço. Essa linha EX920 está naquele segmento entre os tops e os intermediários baseados em PCIe 3.0, com bons tempos de leitura e escrita sequencial - destaque para a leitura aleatória. Porém, com TBW um pouco abaixo de alguns concorrentes.

De início, me incomodei um pouco quando descobri que a HP não tinha um app para gerenciar algumas funcionalidades e informações do SSD, mas isso não é um problema de fato ou algo que tire a qualidade do produto. Acho que é válido investir nesse tipo de software, porque é comum, deixa o usuário mais seguro sobre o que está comprando se eventualmente tiver algum problema de firmware e o processo de instalação é mais prático.

Um bom modelo intermediário-top, mas com preço acima dos concorrentes

Está difícil encontrar o EX920 em lojas tradicionais, sendo mais comum no ML... E aqui temos outro problema: os preços variam muito, sempre altos. Isso tira dele a competitividade para esse perfil de SSD, já que "briga" com modelos que possuem especificações superiores no que diz respeito a velocidades, especialmente de escrita sequencial e inclusive durabilidade de escrita.

SSD NVMe M.2 à venda na Pichau

Hoje em dia, o SSD que chegar no mercado sem um preço competitivo já perde muito, levando em consideração que a variedade é grande e, para a maioria dos usuários, a diferença entre os SSDs, mesmo do mais rápido ao nem tanto, não vai mudar na maioria dos cenários reais. Não adianta ser muito rápido se for muito caro.

O preço, além da escassez, posiciona ele em um segmento de produtos melhores e o torna pouco atrativo. A solução é esperar que a HP consiga fazer mais revendedoras adicionarem ele em seus catálogos para, quem sabe, conseguir ser mais competitiva com esse e outros modelos.

Como boas opções nesse segmento de desempenho, vale a pena ficar de olho em modelos da Team Group e XPG.

PRÓS
Bons tempos de leitura e escrita
Leitura e escrita aleatória acima da média
CONTRAS
Preço alto
TBW abaixo de concorrentes
  • Redator: Fabio Feyh

    Fabio Feyh

    Fábio Feyh é sócio-fundador do Adrenaline e Mundo Conectado, e entre outras atribuições, analisa e escreve sobre hardwares e gadgets. No Adrenaline é responsável por análises e artigos de processadores, placas de vídeo, placas-mãe, ssds, memórias, coolers entre outros componentes.

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