ANÁLISE: AMD Ryzen 7 2700

Boa CPU para aplicações profissionais e com potencial de alcançar o 2700X com overclock

O Ryzen 7 2700 é um processador de alto desempenho para consumidor doméstico. Com uma grande quantidade de núcleos e threads (8/16) ele é um produto voltado ao usuário que precisa de um processador com capacidade de fluxos pesados de trabalho, especialmente em aplicações de uso profissional e outros softwares que farão um bom uso dessa quantidade expressiva de núcleos de processamento.

Site oficial do AMD Ryzen 7 2700
Link do produto à venda na Pichau

Comparativo

AMD Ryzen 7 2700XAMD Ryzen 7 2700AMD Ryzen 7 1700XIntel Core i7-8700K

Preços

Preço no lançamentoU$ 329,00 U$ 299,00 U$ 399,00 U$ 359,00
Preço atualizadoR$ 1.029,00 R$ 999,00 R$ 1.900,00 R$ 1.925,00

Especificações

CodinomePinnacle Ridge Pinnacle Ridge Summit Ridge Coffee Lake
SoqueteAM4 AM4 AM4 LGA1151 Serie 300
Fabricação em12nm 12nm 14nm 14nm
Instruções64-bit 64-bit 64-bit 64-bit
Núcleos8 8 8 6
Threads16 16 16 12
Clock3700 MHz3200 MHz3400 MHz3700 MHz
Clock (Turbo)4300 MHz4100 MHz3800 MHz4700 MHz
DesbloqueadoSim Sim Sim Sim
Canais de memóriadual-channel dual-channel dual-channel dual-channel
MemóriasDDR4 DDR4 DDR4 DDR4
Cache20 20 16 12
PCI Express3.0 3.0 3.0 3.0
Canais PCI Express24 24 24 16
TDP105 65 95 95

Vídeo Integrado

GPUSEM V͍DEO INTEGRADO SEM V͍DEO INTEGRADO SEM V͍DEO INTEGRADO Intel UHD Graphics 630
Clock1200
DirectX12
Monitores suportados3

Características Gerais

Acompanha cooler?Sim, Wraith Prism Led Sim, Wraith Spire Led Não Não

Processador, 3.7 GHz 20MB AM4, AMD, Ryzen 7 2700X

Processador, 3.7 GHz 20MB AM4, AMD, Ryzen 7 2700X

Processador, 3.7 GHz 20MB AM4, AMD, Ryzen 7 2700X

Processador, 3.7 GHz 20MB AM4, AMD, Ryzen 7 2700X

Atualmente o Ryzen 7 2700 está disponível no Brasil com o preço pouco acima dos R$ 1,4 mil, pouca coisa abaixo do praticado no rival Intel Core i7-8700. No exterior seu preço atual é de US$ 299, bem próximo do praticado no Core i7-8700, US$ 303.

Ele é baseado na arquitetura Zen+, um refinamento da utilizada na primeira geração de CPUs Ryzen. A litografia foi reduzida e houve aprimoramentos em aspectos como latências de comunicação com as memórias, melhor performance e clocks mais altos.

Tecnologias Zen+

A segunda geração dos processadores Zen chega pouco mais de um ano após o lançamento dos primeiros produtos. Diferente da geração 1, não temos aqui um salto tecnológico com os impressionantes 3.7x mais poder de processamento por watt consumido ou o saltos em IPC de 50%, como aconteceu na primeira geração. Temos agora um modesto "refresh" da linha Ryzen, o Zen+, e as maiores inovações vão ficar para o Zen2 em 7nm.

A segunda geração Ryzen traz um
refresh modesto na microarquitetura

A principal novidade da segunda geração é o uso de uma nova litografia, os 12 nanômetros LP da GlobalFoundries (LP atende por "leading performance", uma marca utilizada na tecnologia que parece ter sido pensada pelo pessoal do marketing). A redução na litografia possibilita maior densidade de transistores e responde por uma performance entre 10 a 15% superior, segundo a AMD.

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Novidades incluem mais performance, menor consumo,
clocks mais altos e latências mais baixas

O 12nm LP também viabilizou clocks mais alto, sendo que com essa nova tecnologia, a AMD afirma que há um ganho na casa dos 300MHz comparado a geração anterior, chegando a casa dos 4.3GHz em apenas um núcleo e conseguindo até 4.2GHz em todos os núcleos em situações de overclock.

Algumas tecnologias foram refinadas na segunda geração Ryzen, entre elas a segunda geração do Precision Boost. Essa tecnologia utiliza uma série de sensores que verificam consumo e aquecimento em tempo real e ajustam as frequências com mudanças precisas de 25MHz buscando o ponto ideal. O Precision Boost 2 agora busca manter frequências mais altas mesmo em funções que precisam de múltiplos núlceos, segurando os clocks em níveis mais altos enquanto for possível respeitar limites de temperatura e consumo de energia.

Na mesma balada, o Extended Frequency Range (XFR) também ganhou melhorias. Essa tecnologia aumenta os clocks de acordo com as possibilidades do sistema de resfriamento, colocando frequências mais altas se os sensores indicarem que a temperatura está baixa. Isso faz com que investir em um cooler mais potente e eficiente se reflita em ganhos maiores de desempenho, já que o XFR2 vai aumentar as frequências buscando aproveitar a margem maior térmica. Na demonstração da AMD há um ganho de 7% na performance após trocar um cooler básico por um Noctua NH-D15S.

Artigo: As tecnologias dos processadores Ryzen

No restante, esses produtos herdam outras tecnologias desenvolvidas na primeira geração como o Neural Net Prediction e o Smart Prefetch. Vocês podem ver mais sobre essas tecnologias da primeira geração Ryzen nesse artigo aqui.


Fotos


Como se trata de um CPU socket AM4, tem exatamente as mesmas formas físicas de qualquer outro modelo compatível com esse socket. O destaque como já comentamos em outras análises de produtos da linha Ryzen 2000 frente a alguns Ryzen 1000,  é que o Ryzen 7 2700 como os demais dessa "geração" vem acompanhado de um cooler, no caso o modelo Wraith Spire, que possui um LED RGB em seu contorno.

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Mesmo socket AM4, mas agora acompanha cooler


Sistema utilizado
Abaixo, detalhes sobre o sistema utilizado para os testes e algumas fotos do sistema ligado, mostrando o visual proporcionado pelo cooler que acompanha o processador junto ao resto do sistema.

Máquinas utilizadas nos testes:
Todas os sistemas utilizaram componentes com mesmas características técnicas para os testes, com exceção da placa-mãe que varia de acordo com a plataforma, veja a configuração utilizada:

- Placa-mãe para o CPU analisado: ASUS ROG STRIX X470-F Gaming [site oficial]
- Placa de vídeo: Gigabyte GeForce GTX 1080 Ti AORUS Xtreme [análise]
- Memórias: 16 GB G.Skill Trident Z RGB @ 3200MHz (2x8GB) [site oficial]
- SSD: Kingston Savage 240GB Sata 6Gb/s [análise]
- HD: Seagate Barracuda 2TB 7200RPM Sata 6Gb/s [site oficial]
- Cooler: Noctua NH-U12S [site oficial]
- Fonte de energia (PSU): Thermaltake Toughpower 850W GOLD [site oficial]

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Refizemos todos os testes dos CPU´s agora com uma 1080 Ti

Sistema Operacional e Drivers:
- Windows 10 64 Bits com Updates
- GeForce 391.35

Aplicativos/Games:
- Blender [site oficial]
- CineBench R15 [site oficial]
- x264 Full HD Benchmark [download]
- HWBot x265 Benchmark [site oficial]
- V-Ray [site oficial]
- wPrime 1.55 [site oficial]
- WinRAR 5.50 [site oficial]

- 3DMark (DX11)
- Battlefield 1 (DX11)
- Grand Theft Auto V (DX11)
- The Division (DX12)
- The Witcher 3 (DX11)

CPU-Z/AIDA64
Através do CPU-Z e AIDA64 vemos algumas informações técnicas do processador, como modelo, clocks, número de núcleos e threads etc. Confiram abaixo as telas principais dos dois aplicativos:


​Overclock


O Ryzen 7 2700 tem clocks de 3200MHz em modo normal chegando em 4100MHz em modo turbo, porém em modo turbo existe a limitação de apenas um ou dois núcleos atingir o clock máximo. Dependendo o modelo do processador, deixar todos os 8 núcleos em 4.1GHz requer muita tensão e mantem o sistema instável, em nosso overclock subimos todos os núcleos para 4100MHz setando a tensão em 1.425v e o sistema se comportou normalmente, entregando um ganho interessante desempenho. O recomendado é sempre ficar no máximo em 1.4v na tensão para uso contínuo, devido forçar de mais o sistema e diminuir seu tempo de vida entre outros problema.

Overclock interessante frente ao 2700X

Lembramos que a ideia de nossos overclocks é atingir algo realista para uso, não bater recordes, muitas das vezes sequer são clocks que recomendamos para uso contínuo. No caso do Ryzen 7 2700, o overclock entregou um resultado bom, em alguns casos superando o 2700X, e até pode ser cogitado nesse nosso modelo para um uso mais constante devido a boa estabilidade e não necessitar altas tensões elétricas para operar. Outros CPUs Ryzen 7 2700 podem se comportar diferente.


Consumo de energia


Fizemos os testes de consumo de energia do sistema em modo ocioso e rodando o 3DMark, aplicativo que exige bastante do sistema.

É importante destacar que o consumo de energia depende bastante da placa-mãe e pode variar consideravelmente de um sistema para outro com configurações semelhantes. Alguns modelos da Asus como da série Strix, por exemplo, já aplicam overclock automaticamente no sistema, entregando mais desempenho e mais consumo de energia por tabela.

IDLE (Sistema ocioso)
Começamos pelo teste com o sistema em modo ocioso.

Rodando o 3DMark
Quando colocamos os sistemas rodando o 3DMark, temos os consumos abaixo:


Temperatura


Começamos pelos testes de temperatura, como o sistema em modo ocioso e rodando o wPrime, aplicativo que "estressa" todos os núcleos dos processadores.

IDLE (Sistema ocioso)
Começamos pelo teste com o sistema em modo ocioso, com o Windows em espera sem estar executando nenhuma tarefa além das tradicionais do sistema.

Rodando o wPrime
Quando colocamos os sistema rodando o aplicativo wPrime, que faz todos os núcleos trabalhem em modo full, temos os consumos abaixo:

"A temperatura varia de acordo com o programa utilizado, mesmo o wPrime estressando todos os núcleos sendo uma boa opção para ver o comportamento desse cenário, alguns programas podem exigir ainda mais do processador e consequentemente esquentar mais o mesmo, como exemplo citamos o Blender."


Testes sintéticos


Abaixo temos uma série de testes de desempenho com o sistema, comparando o processador analisado com outros modelos do mercado e fazendo exatamente os mesmos testes.

Alguns testes podem tirar maior proveito de CPUs com clocks mais altos,
independente da arquitetura e do número de núcleos/threads,
já outros podem tirar mais proveito de mais núcleos/threads

AIDA64 Latency
O software AIDA64 tem vários testes de performance, separamos um que mostra um cenário diferente dos demais, a velocidade de latência das memórias, que quanto menor o resultado, melhor.

Blender
O aplicativo Blender é voltado a profissionais de edição de filmes e para manipulação de objetos 3D, sendo um bom teste real de como o sistema se comporta nesse tipo de cenário.

V-Ray
O teste V-Ray Benchmark utilizado consiste no resultado de renderização do CPU, quanto menor for, melhor é o desempenho.

CineBENCH R15
O CineBench está entre os mais famosos testes de benchmarks para processadores, baseado em um teste convertendo uma imagem. Fizemos teste em Single e Multi Core também:

x264 Full HD Benchmark
Em um teste de conversão de vídeo Full HD, temos os seguintes resultados:

WinRAR
Outro bom teste para medir o comportamento do processador é o WinRAR, que consegue fazer bom uso de todos os cores.

wPrime
Rodando o wPrime, teste que estressa todos os cores do processador, temos os resultados abaixo:

3DMark
Começamos nossos testes com foco em vídeo com o 3DMark, mas por enquanto com a placa de vídeo dedicada.


Teste em games


Agora vamos para os games, selecionamos alguns dos principais títulos do mercado para mostrar como os processadores se comportam utilizando configurações semelhantes, sendo sempre a mesma placa de vídeo, uma GTX 1080 Ti AORUS Xtreme (versão overclockada), e 16GB de RAM através de 2 módulos de 8GB.

Battlefield 1


Como um dos games com a melhor qualidade gráfica já lançados, agora o Battlefield 1 faz parte de nossa bateria de testes. Abaixo o comportamento dos sistemas rodando o game da DICE.


GTA V


Grand Theft Auto V está entre os maiores sucessos dos últimos anos, trazendo entre seus destaques boa qualidade gráfica. Ele é um dos games que mais faz uso do CPU, sendo um ótimo teste para ver o comportamento e diferença entre esse componente. Confiram abaixo os resultados nesse game:


The Division - DX12


O game da Ubisoft é uma proposta bastante ambiciosa de criar uma Nova Iorque "viva" em partidas com multiplayer totalmente online. The Division usa um motor gráfico próprio desenvolvido pela Ubisoft Massive, e precisa lidar com cenários complexos e grandes quantidades de partículas na tela, com destaque para a neve que ocasionalmente cai em alguns momentos. Ele é nosso escolhido para o teste sobre a API DX12.


The Witcher 3


The Witcher 3 foi lançado como referência em qualidade gráfica para PC, sendo um dos games mais interessantes da atualidade para medir desempenho de placas de vídeo e processador. Nesse teste temos um cenário diferente do que usamos em análises de placas de vídeo, visando forçar mais o processador. Abaixo os resultados dos sistemas comparados:

Análise do percentil

A segunda geração de processadores Ryzen trazem as melhorias típicas de uma geração refresh: um refinamento aqui, uma melhorada ali mas, no geral, nada que justifique a troca para um consumidor que já comprou um modelo da primeira geração. Compensa mais ao potencial comprador que está em gerações mais antigas e que pode optar por um CPU com essas mudanças, ao invés de um Ryzen de primeira geração.

Comparando dentro do próprio line-up da AMD, tivemos o mesmo efeito que vimos na primeira geração. Os processadores "não X" chegam com clocks mais baixos e performances inferiores em sua configuração stock, porém não raro eles tem plenas condições de alcançar o mesmo nível de desempenho que os modelos mais caros através do overclock. Bastou mexermos no clock do nosso 2700 para que ele fosse capaz de bater o desempenho do 2700X, e não é improvável que você possa encontrar um 2700 capaz de bater um 2700X se ambos forem overclockados. São chips semelhantes, e você vai depender da "sorte do chip", nessa situação.

Novamente uma CPU "não X" alcança facilmente
o modelo mais caro através de overclock

Assim a compra do 2700X só se justifica para o consumidor que não quer mexer em frequências, e vai manter somente o funcionamento stock. É bastante provável que você consiga alcançar resultados semelhantes com o 2700 e aplicar um overclock, algo que significará uma economia de custo de 100 reais, em média. É bom lembrar que cada processador tem um comportamento único, e pode ser que você tenha azar e pegue um modelo que tenha dificuldades de operar fora da frequência padrão de fábrica. Considerando nossa experiência por aqui, os modelos de segunda geração em geral conseguem entregar, em geral, 4.0GHz em todos seus núcleos, com alguns conseguindo 4.1GHz com boa estabilidade e sem necessitar de tensão elétrica muito alta.

Mesmo em suas configurações padrão, o 2700 é um processador competente, ficando 10% acima do seu antecessor, o 1700, e entre 5 a 15% abaixo do 2700X. Na disputa com a Intel segue o equilíbrio de forças: os Intel Core ficam na vantagem quando o assunto é performance por núcleo, algo que dá a dianteira em alguns processamentos e também na taxa de quadros em jogos, e os AMD Ryzen fazem bom uso de sua quantidade maior de núcleos e threads em aplicações profissionais e de renderização que exploram essa característica. Porém mesmo em games, onde está em desvantagem, o 2700 conseguiu manter uma taxa de quadros médio na casa dos 120 FPS em nossos testes, mostrando que tem fôlego para encarar um gameplay em alta performance. O Core i7-8700K entregou na casa dos 15% mais quadros, isso considerando os games onde houve a maior diferença. Já comparado ao 2700X tivemos basicamente o mesmo desempenho em jogos, um desempenho que também foi quase idêntico ao do Ryzen 5 2600.

O Ryzen 7 2700 tem boa performance em
games e em aplicações profissionais

É bom também sempre destacar que AMD e memórias DDR4 tem um problema sério de convívio se não forem feitas pra "trabalharem juntas", ou seja, é recomendadíssimo comprar kits certificados para AMD. Ainda é possivelmente o principal problema dessa plataforma da AMD: a compatibilidade com memórias. Nossos problemas não são casos isolados, e sim dificuldades com múltiplos kits. Há momentos que um kit de 3200MHz não aceita de forma nenhuma essa frequência, e basta colocar outro idêntico para resolver. Ou o mesmo kit passa a funcionar na frequência desejada, mas em outra placa-mãe. Essas situações se repetem na plataforma, e não vemos um comportamento semelhante em modelos Intel.

Com preço próximo dos R$ 1.5 mil, o Ryzen 7 2700 se mostra uma ótima opção para quem está buscando um processador potente para renderização e aplicações profissionais, conseguindo também entregar bons resultados em jogos. Em games, porém, talvez seja melhor cogitar modelos como o 2600 e 2600X, que são mais baratos e podem entregar resultados semelhantes se o foco for apenas jogar, e nem pretendem usar softwares de streaming ou captura, por exemplo. Também é uma boa pedida para quem vai pegar uma placa-mãe com chipset desbloqueado e que vai aproveitar seu consumo e temperaturas menores que o 2700X em stock e nos momentos que necessitar de mais desempenho quer arriscar um overclock, pegando assim um CPU que tem mais margem de aumento de frequências que o modelo mais potente da linha Ryzen.

Conclusão

 

Avaliação: AMD Ryzen 7 2700

Performance
9.5
Tecnologias
10
Overclock
8
Preço
9.0

PRÓS
Clocks mais altos
Melhoras nas latências das memórias
Bom ganho de performance em aplicações profissionais
Boa margem para overclock
Bom Cooler box com iluminação LED RGB
CONTRAS
Pouco ganho em games
  • Redator: Fabio Feyh

    Fabio Feyh

    Fábio Feyh é sócio-fundador do Adrenaline e Mundo Conectado, e entre outras atribuições, analisa e escreve sobre hardwares e gadgets. No Adrenaline é responsável por análises e artigos de processadores, placas de vídeo, placas-mãe, ssds, memórias, coolers entre outros componentes.

  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

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