ANÁLISE: ASUS Radeon RX Vega 64 Strix OC

Belo design em uma placa OC que não é boa de... overclock?

Depois de uma passagem rápida por aqui, algo que rendeu um vídeo comparativo e um gameplay, enfim a Asus Radeon RX Vega 64 Strix OC voltou para ficar mais tempo e pudemos rodar nossa bateria completa de testes com ela. A Vega 64 é tecnologia mais recente de chips gráficos da linha Radeon da AMD, equipadas com a nova micorarquitetura Vega e memórias HBM de segunda geração. Esse modelo da Strix se diferencia por ser o único no mercado ATUALMENTE a não usar projetos referência da AMD.

Por enquanto a Strix é a única Vega de parceira disponível no mercado

A Asus destaca essa placa como uma opção para jogar em 4K e em realidade virtual, e traz como principais diferenciais o design com sistema Aura RGB de iluminação e um projeto robusto de resfriamento e alimentação. Será que essa placa será capaz de extrair mais performance do chip Vega64?

Especificações das placas
Começamos pelas especificações da placa comparada a outros modelos:

Comparativo

ASUS Radeon RX Vega 64 Strix OCAMD Radeon RX Vega 64AMD Radeon RX Vega 56NVIDIA GeForce GTX 1070 Ti

Preços

Preço no lançamentoU$ 499,00 U$ 399,00 U$ 450,00
Preço atualizadoR$ 3.600,00 R$ 2.600,00 U$ 2.400,00

Especificações da GPU

Processo de fabricação14nm FinFET 14nm FinFET 14nm FinFET 16nm FinFET
PCI-Express bus3.0
ChipVega 10 Vega 10 Vega 10 Pascal GP104
Clock do GPU1546 MHz1247 MHz1417 MHz1607 MHz
Clock do GPU (Turbo)1630 MHz1546 MHz1590 MHz1683 MHz

Especificações das Memórias

Tecnologia da RAMHBM2 HBM2 HBM2 GDDR5
Interface de largura de BUS2048 bit 2048 bit 2048 bit 256 bit
Quantidade de RAM8GB 8GB 8GB 8GB
Clock das memóriass945 MHz945 MHz800 MHz2002 MHz
Clock efetivo1890 MHz1890 MHz1600 MHz8008 MHz
Largura de banda483.8 GB/s483.8 GB/s409.6 GB/s256.3 GB/s

Características Gerais

Shading Units4096 4096 3584 2432
TMUs256 256 224 152
ROPs64 64 64 64
Pixel Rate104.3 GPixel/s104.3 GPixel/s101.8 GPixel/s107.7 GPixel/s
Texture Rate417.3 GTexel/s417.3 GTexel/s356.2 GTexel/s255.8 GTexel/s
Performance de pontos flutuantes13.353 TFLOPS13.353 TFLOPS11.397 TFLOPS8186 TFLOPS

Design

Pinos de alimentação2x 8 pinos 2x 8 pinos 1x 8 pinos 1x 8 pinos
Suporte à combinação de placasAté quatro placas Até quatro placas Até quatro placas Até duas placas
Tipo de SlotDual-slot Dual-slot Dual-slot Dual-slot
Comprimento da placa298 mm279 mm267 mm267 mm
TDP295 W295 W210 W180 W
Fonte recomendada600 W650 W500 W500 W
Conexões de vídeo2x DisplayPort 1.4, 2x HDMI 2.0B, 1x DVI 3x DisplayPort 1.4, 1x HDMI 2.0B 3x DisplayPort 1.4, 1x HDMI 2.0B 3x DisplayPort 1.4, 1x HDMI 2.0B, 1xDVI

Recursos

DirectX12.0 12.0 12.0 12.1
OpenCL2.0 2.0 2.0 1.2
OpenGL4.5 4.5 4.5 4.5
Shader5.0 5.0 5.0 5.0

Extras

ExtrasSistema de cooler com 3 FANs

Tecnologias


Abaixo algumas das principais tecnologias, incluindo tecnologias exclusivas da ASUS, na Radeon RX Vega 64 STRIX OC:

ASUS FanConnect II - Refrigeração complementar direcionada
Durante o jogo, a temperatura da GPU frequentemente é maior que a da CPU. Contudo, as ventoinhas do gabinete geralmente atuam somente em referência ao CPU, o que resulta em um resultado ineficiente de refrigeração do sistema.

Para otimizar a performance térmica, as placas de vídeo ROG Strix possuem dois conectores de 4 pinos que podem ser conectados às ventoinhas do gabinete, tornando possível um gerenciamento das fans do gabinete para atender as demandas da placa de vídeo.

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Processo de fabricação automatizado Auto-Extreme e resfriamento MaxContact
Hoje, todas as placas de vídeo da Asus são produzidas com a tecnologia Auto-Extreme. Trata-se do primeiro processo de produção 100% automatizado da indústria, removendo assim possíveis falhas humanas. Isso resulta em placas de vídeo consistentes, com melhor desempenho e maior longevidade. O processo também é ecologicamente correto, pois elimina o uso produtos químicos mais agressivos e reduz o consumo energético em 50%.

O processo também conta com a tecnologia MaxContact, nova metodologia de resfriamento que garante um contato do heatsink com a GPU duas vezes maior se comparado a sistemas tradicionais. A tecnologia aumenta a eficiência de refrigeração e durabilidade dos componentes.

Outras características que contribuem para o resfriamento otimizado da placa é a arquitetura que garante 40% a mais de área de dissipação, refrigerando 30% a mais do que sistemas tradicionais com 3X mais silêncio. Outro recurso é a tecnologia patenteada Wing-Blade, garantindo mais circulação de ar por ter pás de ventoinhas otimizadas. Além, é claro, da tecnologia exclusiva 0dB, que interrompe a rotação da ventoinha quando a placa está com temperatura agradável para garantir o maior silêncio possível da placa.

Iluminação Aura RGB 
A iluminação Aura RGB com Blindagem Modular garante uma personalização única do seu PC. São várias opções para personalizar as luzes como quiser. Além da customização feita pela Asus, o usuário pode fazer as próprias. A placa conta com uma conexão 4-pin adicional para que outros produtos ASUS AURA possam funcionar em conjunto com o software Aura Sync.

12+1 Fases com Super Alloy Power II + GPU Tweak II
Os componentes Super Alloy Power II aumentam a performance, reduzem a perda de eficiência, oferecem 2X menos ruído de componente e alcança níveis térmicos aproximadamente 50% mais refrigerados que os designs anteriores. Já a GPU Tweak II é uma ferramenta de streaming que permite que o usuário compartilhe o que está passando por sua tela em tempo real. 

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Portas HDMI para a experiência imersiva na Realidade Virtual (VR)
As placas de vídeo ROG Strix possuem duas portas HDMI para conexão de dispositivos de Realidade Virtual (VR) e Monitor ao mesmo tempo, então você pode se divertir com experiências imersivas o tempo todo sem a necessidade de trocar cabos.

Fotos


Quem tem acompanhado nossas últimas análises de placas da Asus da linha Strix vai notar que a Vega 64 Strix usa o mesmo sistema de cooler e tecnologias dos últimos modelos da empresa, que tem sido muito bem criticado pela qualidade final apesar do preço sempre um pouco acima da concorrência.

Visualmente ela é praticamente idêntica a outros modelos da linha Strix

O destaque fica por conta dos 3 FANs e do sistema AURA com suporte a FANs externos, além de uma conexão HDMI voltada a dispositivos VR.

Além do projeto de resfriamento a placa induz ao overclock, porém o GPU não vai permitir ir muito longe do que ela já entrega por padrão como destacaremos mais adiante.

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Nas fotos abaixo podemos ver as conexões para FANs externos e as conexões de vídeo disponíveis na placa, sendo duas Display Port 1.4, duas HDMI 2.0b e uma DVI.


Sistema utilizado

Essa é nossa primeira review utilizando novo sistema que será base para as análises de placas de vídeo, utilizamos uma máquina topo de linha baseada em uma mainboard ASUS X99 String Gaming com processador Intel Core i7-6950X e 32GB de memórias HyperX através de 4 módulos de 8GB em quad-channel e frequência de 3000MHz. A ideia é evitar que o sistema seja um limitador para o desempenho das placas de vídeo testadas.

Abaixo algumas fotos da placa instalada no sistema utilizado para os testes.

Mais abaixo, os detalhes da máquina, sistema operacional, drivers e softwares/games utilizados nos testes.

Máquina utilizada nos testes:
- Processador Intel Core i7-6960X @ 4.5GHz - Análise
- Placa-mãe Asus X99 Strix - Análise
- Kit de memórias Kingston HyperX Predator DDR4 32GB 3000Hz (4x8GB) - Análise
- SSD Kingston HyperX Savage 240GB - Análise
- SSHD Seagate 2TB SATA3 - Site oficial
- Sistema de refrigeração liquida Thermaltake Water 3.0 Riing RGB 280 - Site oficial
- Fonte de energia Thermaltake Toughpower DPS G RGB 850W Gold - Site oficial
- Gabinete Thermaltake Core P3 - Site oficial
- Monitor Samsung U28E590D 4K 60Hz - Site oficial

Sistema Operacional e Drivers:
- Windows 10 Pro 64 Bits Creators Update
- NVIDIA GeForce 388.13
- AMD Crimson 17.11.1

Aplicativos/Games:
- 3DMark (DX11/DX12)
- VRMark (DX11)
- Assassin´s Creed Origins (DX11)
- Battlefield 1 (DX11)
- Grand Theft Auto 5 (DX11)
- Middle-Earth Shador of War (DX11)
- Project Cars 2 (DX11)
- Rise of Tomb Raider (DX12)
- The Division (DX12)
- The Witcher 3 (DX11)

GPU-Z
A tela principal do GPU-Z mostrando algumas das principais características técnicas da placa. Ela possui exatamente as mesmas especificações técnicas do modelo referência e também do modelo sem OC no nome, vai entender...

Overclock


Diferentes de placas NVIDIA GeForce 1000, as placas da linha Vega não se comportam bem em overclock, são bastante limitadas nessa característica, tanto no GPU como nas memórias HBM2. Com esse problema, fica complicado o argumento de compra de uma placa como a STRIX OC, que tem um belo projeto voltado a aguentar o tranco quando muito exigida, mas que fica limitada ao GPU e memórias.

Para não dizer que ela não overclockada, até conseguimos subir o clock do GPU para 1683MHz e das memórias para 2008MHz efetivos, mas representou menos de 5% de ganho. Vale destacar que fizemos uma série de modificações, desde aumentar o power target como também diminuir, subindo apenas o clock da vga entre outras possibilidades, sem grandes mudanças, optamos por clocks que surtiram melhores resultados dentro das limitações do GPU e memórias.


Consumo de energia


Também fizemos testes de consumo de energia com todas as placas comparadas. Todos os testes foram feitos em cima da máquina utilizada na análise, o que dá a noção exata do que cada VGA consome. Vale destacar que o valor é o consumo total da máquina e não apenas da placa de vídeo. Dessa forma, comparações com testes de outros sites podem dar resultados bem diferentes.

Para o teste de carga, rodamos o 3DMark - aplicativo que exige um pouco mais do sistema e da placa de vídeo do que grande maioria dos games.

OBS #1.: No teste rodando o aplicativo 3DMark, consideramos 10W como margem de erro, devido a variação que acontece testando uma mesma placa.


Temperatura


Iniciamos nossa bateria de testes com um critério muito importante: a temperatura do chip, tanto em modo ocioso como em uso contínuo.

É importante destacar que algumas placas possuem um sistema que desliga os fans quando a GPU não está sendo exigida, como ao executar tarefas simples do Windows ou mesmo games mais simples. Por isso, existem temperaturas consideravelmente acima de alguns modelos nessa situação, mas que na prática não comprometem a placa. De acordo com as fabricantes, esse recurso aumenta o tempo de vida útil além de consumir menos energia. Sendo assim, podem existir diferenças grandes na temperatura do modo ocioso, o que não caracteriza uma placa ruim caso a temperatura seja alta.

Por que a placa ficou com temperatura menor quando overclockada?
Essa é uma situação normal nas placas atuais. A rotação do FAN(ou dos dependendo o modelo) fica mais rápida e consequentemente fazem o GPU resfriar mais rapidamente, em alguns casos com temperatura menor do que em situação normal.

Por que a placa com sistema de cooler referência tem temperatura em modo ocioso menor que uma placa com cooler teoricamente melhor?
Porque placas de vídeo atuais com projetos de cooler melhores tendem a desligar os FANs quando a temperatura fica abaixo de números como 40, 45 ou mesmo 50 graus, assim quando os FANs ficam desligados a tendência é que a GPU não baixe a temperatura mais do que o limite que desliga os FANs.

Primeiro vamos ao teste das placas com o sistema em modo ocioso:

Para o teste da placa em uso, medimos o pico de temperatura durante os testes do 3DMark rodando em modo contínuo.


3DMark / VRMark


Começamos pelos testes sintéticos, utilizando aplicativos específicos para medir o desempenho das placas.

3DMark
Rodamos a versão mais recente do aplicativo da Futuremark com três testes, o Fire Strike em modo normal e também em modo 4K além do novo Time Spy baseado em API DirectX 12. Abaixo, os resultados:

Abaixo o novo teste Time Spy que roda sobre a API DirectX 12:

VRMark
O teste VRMark consiste e ver como o sistema se comporta quando rodando cenas em Realidade Virtual. Caso o score atinja 5.000 pontos ou mais, o sistema está apto para, em teoria, rodar bem games com essa tecnologia.


Testes em games
Agora vamos ao que realmente importa: os testes de desempenho em alguns dos principais games do mercado.

Para ajudar a entender os gráficos a seguir: acima de 60fps é o ideal para monitores que operam nessa frequência. Quanto mais próximo dos 30fps, pior vai ficando a fluidez e, abaixo dos 30, o jogo começa a ficar "não jogável"


Assassin´s Creed Origins


Assassin's Creed Origins representa o retorno da importante franquia após uma pausa de dois anos. O jogo desenvolvido pela Ubisoft Montreal utiliza o motor gráfico AnvilNext 2.0 e é baseada em DX11, com belos gráficos que representam um desafio e tanto para placas de vídeo. Por conta da complexidade das cidades e vilarejos o jogo também não facilita a vida dos processadores, que passam trabalho para lidar com tanta arquitetura e também pessoas ativas pelo mapa.


Battlefield 1


Como um dos games com a melhor qualidade gráfica já lançados, não teria como deixar ele de fora de nossa bateria de testes. Sendo assim, abaixo estão o comportamento das placas rodando o novo game da DICE.


GTA5


GTA V está entre os maiores sucessos dos últimos anos, trazendo entre seus destaques ótima qualidade gráfica. Confiram abaixo o comportamento das placas rodando o game:


Middle-Earth Shadow of War


Desenvolvido pela Monolith Productions e distribuído pela Warner Bros. Entertainment, Shadow of War é a continuação do bem-sucedido Sombras de Mordor, game que se destacou por uma excelente otimização.  Seu motor gráfico é o LithTech, e o jogo roda em DX11.


Project Cars 2


O game de corrida é desenvolvido pela Slightly Mad Studios e traz entre seus principais destaques a LiveTrack 3.0, um motor gráfico que promete interações realistas com condições climáticas, algo que é utilizado em nosso teste ao simular uma tempestade durante a corrida. O game é baseado em DX11 e está disponível no PC, Xbox One e Playstation 4.


Rise of Tomb Raider


O mais recente game da franquia da Lara Croft, Rise of Tomb Raider trouxe um grande salto na qualidade sobre a versão anterior, prometendo exigir muito das placas de vídeo, mesmo os modelos de alta performance. O game também tem suporte a DirectX 12, e já atingiu maturidade o suficiente para ser usado em nossos testes.


The Division


O game da Ubisoft é uma proposta bastante ambiciosa de criar uma Nova Iorque "viva" em partidas com multiplayer totalmente online. The Division usa um motor gráfico próprio desenvolvido pela Ubisoft Massive, e precisa lidar com cenários complexos e grandes quantidades de partículas na tela, com destaque para a neve que ocasionalmente cai em alguns momentos. Com suporte a DX12 adicionado posteriormente, utilizamos essa API para nossa bateria de testes.


The Witcher 3


The Witcher 3 chegou como nova referência em qualidade gráfica para PC, sendo um dos games mais interessantes da atualidade para medir desempenho de placas de vídeo. O game é baseado em DX11.


Comparativo em vídeo

A Vega 64 Strix é um produto bastante complicado de se justificar a aquisição. Com as Vega 64 referência custando na casa dos R$ 3.000, difícil não ser pessimista sobre o valor que uma placa como essa custaria no mercado nacional, considerando o aumento de custo que um projeto custom como esse traz. Isso coloca os valores prováveis em uma casa próxima dos praticados em algumas GTX 1080 Ti, pouco acima de dos R$ 3.000, mas com uma performance consideravelmente inferior.

Placas Vega 64 tem desempenho entre 1070 e 1080 com preço de 1080 Ti

O design continua um ponto alto das placas Strix, com direito a um visual imponente e um sistema RGB que trazem muitas possibilidades para quem deseja montar um belo PC. O sistema de resfriamento fez bem seu trabalho, produzindo pouquíssimo ruído e mantendo as temperaturas sob controle mesmo em uso intenso. O problema é que não vemos até onde o potencial desse sistema mais robusto de resfriamento poderia impactar na capacidade de overclock.

A Vega 64 se saiu muito mal em nossas tentativas de aumentar sua frequências, e na verdade ela parece ter dificuldades de manter o clock em patamares compatíveis com modelos referência. Isso fica ainda mais irônico se considerarmos que ela tem "OC Edition" em seu nome, que nada mais é do que a placa trabalhando teoricamente sempre em seu clock máximo. O chip Vega 64 parece não ser uma boa opção para quem quer ter margem para overclock, e os ajustes de fábrica da Asus parecem ter um resultado mínimo no desempenho desse modelo. Esse fator acaba também dificultando a recomendação desse produto: enquanto outros modelos Strix OC Edition contavam com o diferencial do excelente design e de um ganho de performance em relação aos modelos tradicionais, essa placa de vídeo acaba ficando apenas com o design mais avantajado como diferencial sobre o modelo referência, e tudo por um aumento de preço que costuma ser bem elevado.

Projeto bom não teve ajuda do GPU limitado

Falando da performance em si, a Vega 64 se assemelha ao que temos com a GeForce GTX 1080: é uma placa consistente para um gameplay em QuadHD com taxas na casa dos 60FPS. A resolução 4K presente no marketing do site da Asus não é inviável, só será alcançada em jogos mais leves trocando a qualidade Ultra pelo High e mesmo assim não atingindo os 60FPS em vários deles, um claro indicativo que o ideal é mesmo mirar nos 1440p com esse produto.

A placa é indicada para jogar em QuadHD configuração Ultra

Sem mais modelos no mercado e sem as placas referência para teste ficamos com menos subsídios para uma análise mais aprofundada da Vega 64 da Asus, porém fica evidente que o projeto sofre de limitações por conta do alto consumo do chip Vega e suas limitações em ser overclockado. Basta comparar com modelos Strix OC Edition com outros chips para perceber que temos evoluções muito mais interessantes em projetos com outras GPUs, e que buscar por modelos customizados da Vega não parece uma boa escolha, e talvez até por isso não estamos vendo mais fabricantes lançado modelos próprios.

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PRÓS
Alta performance para QuadHD
Sistema robusto de resfriamento
Aura RGB
Boa estabilidade nos frametimes
CONTRAS
Consumo elevado
Custo de quase uma GTX 1080 Ti, performance entre GTX 1070 e 1080
Baixíssimo potencial para overclock
  • Redator: Fabio Feyh

    Fabio Feyh

    Fábio Feyh é sócio-fundador do Adrenaline e Mundo Conectado, e entre outras atribuições, analisa e escreve sobre hardwares e gadgets. No Adrenaline é responsável por análises e artigos de processadores, placas de vídeo, placas-mãe, ssds, memórias, coolers entre outros componentes.

  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

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