ANÁLISE: Dare-U EK820-68

O primeiro teclado mecânico low-profile e Bluetooth

Teclados mecânicos low-profile, algo que por muitos anos várias pessoas procuraram, mas acabaram não achando, especialmente pela raridade de teclados com switches Cherry ML (que aliás, são ignorados pela própria Cherry).

Mas agora, em 2017, vários switches low-profile de diferentes marcas foram lançados. E os primeiros a serem disponibilizados em teclados vendidos comercialmente foram os switches Kailh Choc, que são utilizados no Dare-U EK820-68 desta análise:

Já a Dare-U, também conhecida como Togran, é mundialmente famosa pela linha de produtos licenciados do Naruto, cujos teclados são uma modificação do Viper V760 que já fizemos análise.

Mas deixando a zueira de lado, o Dare-U EK820-68 é um teclado mecânico low-profile com opção para comunicação por cabo ou por Bluetooth, sendo focado especialmente em uso portátil/HTPCs devido ao tamanho compacto.

Vamos começar a análise.

Construção Externa

O Dare-U EK820-68 é um teclado mecânico que se encaixa na categoria de teclados "65%", sendo consideravelmente menor do que um teclado mecânico "full-size" (completo com numérico):

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Em ordem de cima para baixo, da esquerda para a direita
Sharkoon SGK1, HyperX Alloy FPS, CM MasterKeys Pro M, Ducky One TKL RGB, Matias Secure Pro, Drevo Calibur e Dare-U EK820-68

Para quem não gostar do tamanho reduzido do EK820-68, a Dare-U disponibiliza vários outros modelos da série EK820, incluindo dois modelos TKL (sem numérico), um wired e outro Bluetooth, assim como também o recém lançado EK820-104, que possui mais efeitos de iluminação do que seus irmãos:


O Dare-U EK820-68 é bastante minimalista, seu único detalhe estético são as bordas de metal do teclado, as quais inclusive causam choques caso você conectar em um computador onde não haja aterramento elétrico e você esteja descalço.

Nenhuma novidade, pois vários outros teclados com backplate exposta (ex: Corsair K70) fazem o mesmo.

Conforme já podem imaginar pela quantia de teclas, utilizar um teclado destes é um pouco complicado e requer adaptação e alguns ajustes utilizando programas adicionais como o SharpKeys, no qual tive que trocar a função da tecla "ESC" por "Til", pois senão teria que apertar "FN + SHIFT + Til" cada vez que fosse escrever um "não", o que é um verdadeiro saco.

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Além desta troca e da tecla "F12" por "Print Screen" (a qual não existe no teclado, mesmo através de FN), não tive problemas com o teclado e a adaptação foi relativamente fácil pois já utilizava teclados sem numérico. Mas, para quem nunca usou teclados compactos, recomendo o EK820-87 ao invés do modelo EK820-68 desta análise.

Por se tratar de um teclado mecânico low-profile, sua grossura é muito menor do que teclados mecânicos convencionais:


No verso do teclado há quatro pequenos pés emborrachados, dois dos quais estão no próprio ajuste de altura, também emborrachados:

Na parte frontal do teclado encontramos uma chave para ligar/desligar o modo Bluetooth, assim como também um conector micro-USB.

O Dare-U EK820-68 utiliza um conector micro-USB mais fino, o que dá mais segurança ao cabo no teclado, porém acaba dificultando a substituição por outros cabos, o que é um problema pois o cabo original tem apenas 1,5 metros, o que pode ser insuficiente para muitos casos.

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O único cabo compatível com ele entre os vários de outros teclados e equipamentos, foi um da C3Tech, nenhum outro encaixou nele.


Conector Micro-USB do Dare-U EK820-68 na esquerda e o conector do Drevo Calibur na direita

As keycaps (o plástico com algo escrito por cima) do EK820-68 são feitas em plástico ABS e utilizam laser como método de impressão. São bastante similares às keycaps feitas pela iOne (ex: Razer, HyperX, Tesoro, etc...) e por isso mancham facilmente, especialmente quando há muita umidade no ambiente:

Mas, fora isso, há uma fonte simples porém extremamente legível, ao contrário de marcas como a Motospeed e tantas outras que usam fontes exageradas. O único problema é que por estas serem keycaps específicas deste tipo de switch e incompatíveis com keycaps Cherry, atualmente é impossível comprar keycaps para o Dare-U EK820-68.

A construção externa do Dare-U EK820-68 é bastante simples, mas bem feita, com materiais de boa qualidade e keycaps razoáveis. O seu layout requer um pouco de adaptação e não é um teclado que eu recomendaria como "primeiro teclado mecânico", mas para uso portátil é simplesmente fantástico.

Seu único e maior problema na construção externa é o cabo micro-USB com conector diferenciado, dificultando que outros cabos sejam usados, o que pode ser um problema pois o cabo original tem apenas 1,5 metros.

Construção Interna

Embora a Dare-U não seja uma empresa conhecida no ocidente, a Togran (dona da marca) é conhecida entre entusiastas por fazer teclados mecânicos, mouses e outros eletrônicos para diversas marcas como uma OEM.

Vamos então abrir o teclado:

Algo bem diferente destes teclados com switches Kailh Choc, é que os estabilizadores (estes arames de metal, que dão estabilidade para teclas maiores) ficam embutidos nos próprios switches (com exceção da barra de espaço), sendo que switches que possuem estabilizadores são diferentes do resto do teclado.

Isso é interessante, mas também dificulta o reparo do teclado caso um destes switches com estabilizadores apresente problemas, pois não será possível substituir por outros convencionais. Outra curiosidade é que teclados com switches Kailh Choc possuem estabilizadores em teclas que outros switches mecânicos não teriam, tal como o Caps Lock, Tab e Control.

Dentro do teclado encontramos uma PCB bem organizada, com soldas bem feitas e duas assinaturas diferentes feitas em canetão, o que indica que duas pessoas verificaram manualmente a placa para encontrar erros em sua construção. É importante mencionar que este é um teclado retail, foi comprado na Taobao, então não é uma unidade "mais caprichada" do que modelos vendidos ao público.

Os pinos de solda do switch Kailh Choc são incompatíveis com outros switches, então não é possível trocar eles por Cherry MX/Cherry ML e nem colocar eles em outros teclados:

Para controlar seus efeitos de iluminação e o teclado em sí, o Dare-U EK820-68 utiliza uma MCU "IF88C8T6", enquanto que o chip responsável pela comunicação Bluetooth, é o "BCM20730":


Agora chegando na bateria do teclado


Sério, 300mAh? 300mAh? TREZENTOS MILIAMPERES-HORA? Por acaso o Dare-U EK820-68 é um mp3 player de 30 reais? Por isso que um teclado de membrana de R$ 100 da Microsoft dura meses com duas pilhas e o EK820-68 dura míseras 40 horas contínuas...

Utilizar uma bateria decente no Dare-U EK820-68 teria acrescentado apenas alguns dólares a seu preço final, realmente não consigo entender qual a razão para essa péssima escolha da fabricante, fora reduzir o custo de produção para tentar lucrar mais, embora, como podem ver, o tiro sai pela culatra quando é feito uma análise detalhada do teclado.

Enfim, a construção do Dare-U EK820-68 é bem feita, há indicações de cada componente em sua PCB, as soldas são bem feitas e há sinais de um bom controle de qualidade. O único problema é que uma bateria de apenas 300mAh em um teclado que custa US$ 70, chega a ser vergonhoso.

Switches

A princípio nós do Adrenaline já fizemos "análise" de um teclado mecânico low-profile antes do EK820, que foi o teclado dos notebooks da Avell, mas eu não gosto do design do switch mecânico destes teclados, pois são inferiores a switches mecânicos convencionais.

Os switches mecânicos de notebooks da Avell e Razer, utilizam uma mistura entre switches de mouses e o sistema de suspensão "scissor", que é muito utilizado em teclados de Notebooks.


Nada contra os switches mecânicos usados nestes teclados, mas o real problema está no sistema de suspensão, o sistema no qual as keycaps estão encaixadas, o "scissor", essa peça de plástico branca que teclados convencionais de notebooks também usam:

Essa mistura de switches de mouses com scissor, é uma forma fácil e barata, porém preguiçosa de inserir um teclado mecânico em um notebook, pois não elimina o maior problema destes teclados, que é a durabilidade do scissor.

Qualquer um que teve contato com notebooks por um bom tempo, sabe que este sistema de suspensão é consideravelmente mais frágil do que teclados convencionais, fora que remover as teclas e inseri-las de volta sem danificar este plástico, é uma verdadeira tortura.

Já os switches Kailh Choc não utilizam o scissor, eles são switches low-profile que possuem como "inspiração" os switches Cherry ML, mas diferem demais em tantos aspectos que chamar estes de "cópias" ou "clones", seria ignorância.


Kailh Choc na esquerda, Cherry ML na direita
Créditos para kurplop do fórum Geekhack

A construção do Kailh Choc é transparente, o que permite iluminação, algo que não é possível com o Cherry ML, há opções Red (linear), Brown (tátil) e White/Blue (clicky), ao contrário do Cherry ML que possui apenas modelos clicky, fora que o próprio sistema utilizado para criar o clique ou feedback tátil, é completamente diferente.

Além disso, nem as keycaps são compatíveis entre eles, pois o encaixe da Kailh está centralizado, ao contrário do switch da Cherry. A carcaça e até os pinos de encaixe também não são compatíveis.

Não seria exagero falar que o switch Kailh Choc é melhor projetado, mas considerando que o Cherry ML foi feito em 1996 e agradou a poucos devido a questões de preço e resposta inferior ao Cherry MX, isso não é uma grande surpresa.

O que temos no nosso Dare-U EK820-68 são switches Kailh Choc Blue, e a resposta dos mesmos é excelente. A resistência das teclas se assemelha à Cherry MX Red, mas as teclas afundam apenas metade da altura. Além disso, o sistema de clique não impacta em nada o acionamento da tecla e o feedback tátil é tão macio que parece inexistente.

No topo dos switches há o logotipo da Kailh e também o logotipo da Dare-U, o que pode indicar que estes switches foram feitos especialmente para teclados da marca ou então que há alguma espécie de exclusividade (temporária?) na produção de teclados com estes switches pela Togran, que também remarca eles para a Havit.

O sistema de clique é bastante diferente de switches Cherry/clones, produzindo um barulho menor e menos agudo, o que é extremamente agradável aos meus ouvidos. É possível ver todo o acionamento do switch sem abrir ele, desde os dois contatos na parte inferior, ao pequeno arame na parte superior que é responsável pelo clique:

A qualidade dos produtos da Kailh aumentou consideravelmente nos últimos anos, tanto os materiais quanto o controle de qualidade dos switches feitos em 2017, são completamente diferentes de como eram em 2012 e 2013, até  já fiz uma coluna falando sobre isso, mas além da Kailh, também há outras empresas lançando switches mecânicos low-profile e provavelmente veremos estes em vários teclados lançados em 2018 e 2019.

A Trantek Electronics (TTC) foi a primeira a mostrar seus switches mecânicos low-profile no final do ano passado, mas ainda não há teclados disponibilizados comercialmente com estes switches, apenas um notebook topo de linha da Lenovo conta com eles. Conhecendo o bom serviço que ela faz em componentes de mouses, tenho boas expectativas:

Enquanto isso, a Gateron, que é uma das mais consagradas entre as empresas que fazem switches mecânicos de baixo custo, trabalhou com a Tesoro para lançar um dos primeiros teclados mecânicos com keycaps do tipo "chiclete", embora este também ainda não esteja no mercado:

A Greetech, com a qual a Razer atualmente tem parceria, também lançou um switch low-profile, embora não haja informações sobre seu funcionamento e sobre quais teclados terão ele:

Enfim, os switches Kailh Choc são switches excelentes, especialmente na variante White/Blue, que é o modelo do teclado da análise, mas ela não é a única marca com este tipo de switch e só o tempo poderá dizer qual terá o maior sucesso, mas o que posso dizer com certeza, é que teclados mecânicos low-profile finalmente se tornarão populares nos próximos anos e é só questão de tempo até vermos um "Razer Blackwidow Slim Edition" e outros teclados do tipo.

Recursos e Extras

Nunca pensei que diria isso, mas com a quantia de teclados mecânicos RGB no mercado, é até estranho que o Dare-U EK820-68 seja um teclado single-color (uma única cor), sendo que a única opção é ciano:

Há teclados RGB com esses switches, mas nenhum deles sendo Bluetooth. Aliás, algo que a própria Dare-U e as lojas que vendem este teclado deveriam deixar bastante explícito em letras grandes e vermelhas, é que a iluminação do Dare-U EK820-68 não liga no modo Bluetooth, apenas pelo cabo.

As luzes do EK820-68 não ligam no modo Bluetooth

A razão mais óbvia para isso é simplesmente a questão da bateria, creio que com a iluminação ligada à patética bateria de 300mAh do teclado seria incapaz de durar mais do que 6 horas de uso, ou talvez ainda menos.

Os efeitos de iluminação do Dare-U EK820-68 são bastante simples e mais limitados do que se espera de um teclado da faixa de preço. São apenas 4 efeitos e muitos destes são inferiores em visual ao que concorrentes conseguem fazer.

Para quem está atrás de um show de luzes, o EK820-68 vai decepcionar. Para quem não se importa com isso, ele faz o que precisa fazer, sua iluminação é bonita e ilumina bem a tecla, mas ainda assim é mais limitada do que teclados de seu preço costumam ser.

Bateria e Comunicação

Como já havia falado, o Dare-U EK820-68 utiliza uma bateria de míseros 300mAh, o que é pouco até mesmo para teclados sem fio, maioria dos quais utilizam baterias na casa dos 1.000~1.600mAh e é uma carga ridiculamente inferior a teclados que utilizam pilhas.

O resultado desta péssima escolha fica evidente na duração da bateria do teclado. Cerca de 40 horas contínuas, sendo que nem iluminação o teclado possui no modo Bluetooth. E isso é patético comparado com outros teclados sem fio.

Mas o pior é que a duração da bateria deste tipo de periférico tende a diminuir com o tempo. O Matias Secure Pro que tenho aqui e que usa uma bateria de 1.600mAh, costumava durar 2 meses há 4 anos, hoje dura apenas 1 semana.

Pode ser que após alguns anos de uso, estas 40 horas diminuam para 10 horas ou menos.

Então o único problema é a bateria? Infelizmente não, o próprio sinal Bluetooth do teclado não é muito forte, e se você posicionar o receptor Bluetooth de seu computador atrás de algum obstáculo, tal como conectado atrás do gabinete, o teclado acaba apresentando problemas esporádicos, desde teclas não acionarem, saírem repetidas ou então atrasadas.

Para o Dare-U EK820-68 funcionar corretamente, tive que utilizar um extensor USB e colocar o receptor Bluetooth perto do monitor, sendo que com outros periféricos Bluetooth, tal como o teclado Drevo Calibur e o controle Razer Serval, não tive estes problemas.

Para completar, o teclado também não dá nenhum aviso quando a bateria está fraca, nenhum LED vermelho piscando nem nada do tipo, você descobre que a bateria acabou quando as teclas param de responder.

O Dare-U EK820-68 é um ótimo teclado para uso portátil e para HTPCs devido ao seu layout, tamanho, peso e especialmente pela utilização dos switches Kailh Choc, os quais me surpreenderam bastante, tendo uma excelente resposta e fluidez, especialmente no modelo Blue.

Porém, ele tem suas falhas. 40 horas de bateria é pouco perto de teclados convencionais da Logitech e Microsoft, que chegam a durar anos, além de teclados mecânicos como o Matias Secure Pro (2 meses), Varmilo VB87M (600 horas contínuas sem LEDs) e Logitech G613 (18 meses).

Mas também, utilizando uma bateria de apenas 300mAh, não era de se esperar mais do que isso.

Além disso, a própria comunicação Bluetooth do teclado não é muito forte, apenas alguns obstáculos já podem tornar o teclado inutilizável mesmo que esteja a poucos metros de distância. E o fato da iluminação não ligar no modo Bluetooth, pode chatear muitos, especialmente quando a própria Dare-U utiliza imagens ilustrativas nas quais seus teclados "supostamente" estariam no modo wireless e iluminados, algo que nem o EK820-68 e nem o EK820-87 fazem.

Já o preço, por incrível que pareça, não é exagerado. US$ 72 por um teclado mecânico Bluetooth com switches low-profile é um bom negócio, embora eu iria preferir pagar US$ 80 se isso fizesse o teclado ter uma bateria decente.

O Dare-U EK820-68 tem falhas como teclado Bluetooth, mas não deixa de ser um bom início para o mercado de teclados mecânicos low-profile. É um teclado extremamente interessante para uso portátil e que aposentou outros teclados wireless que tenho, tal como o Drevo Calibur e o Matias Secure Pro.

Ele pode ser inferior em alguns aspectos a estes, o Calibur tem keycaps muito melhores e RGB até no modo Bluetooth, enquanto que o Matias tem maior estabilidade na comunicação (por não ser Bluetooth) e melhor bateria.

Mas na função de teclado, a utilização dos switches Kailh Choc e o seu layout ultracompacto lhe fizeram o meu favorito entre estes, mas sei que por se tratar de um dos primeiros teclados mecânicos com estes switches, em breve algo superior ao EK820-68 vai acabar sendo lançado, tal como o DREVO Joyeuse, que já se demonstra superior apenas pelas especificações técnicas, por ter 3x mais bateria e keycaps Double-Shot.

No Brasil não veremos produtos da Dare-U sendo comercializados oficialmente, mas até o final do ano a Havit estará trazendo o Havit HV-KB390L, que é apenas um Dare-U EK820-87 Wired (com fio) remarcado pela Havit. Não sei quanto custará, mas conhecendo as políticas de preços da Havit no Brasil, tenho boas expectativas.

Teclados mecânicos low-profile possuem um bom futuro pela frente, não se enganem pela nota dada ao EK820-68, quase todas as críticas foram direcionadas apenas à comunicação Bluetooth falha deste teclado e à sua bateria.

Se a Dare-U não tomar ações para corrigir estes erros, mesmo que tenham sido os primeiros a lançarem um teclado Low-Profile com Bluetooth, em breve se tornarão tão irrelevantes quanto a Tesoro é para teclados mecânicos RGB, quanto a Atari é para o mercado atual de jogos e quanto a Blackberry é para smartphones.

Para ter sucesso não basta fazer história, é preciso fazer bem feito, o que ficou faltando no EK820-68 em alguns pontos.

Conclusão

 

Avaliação: Dare-U EK820-68

Construção Externa
7.5
Construção Interna
9
Recursos e Extras
7.5
Preço
8
Bateria e Comunicação
4

PRÓS
Boa construção externa
Bom preço
Funciona por cabo ou Bluetooth
Layout ultra-compacto e bastante interessante para uso portátil
Ótima construção interna
Switches mecânicos low-profile
CONTRAS
Apenas 40 horas de bateria devido ao uso de uma bateria de apenas 300mAh
Conector micro-USB fora do padrão e cabo de apenas 1,5m
Conexão Bluetooth não muito estável
Não há nenhum aviso de bateria fraca
  • Redator: Wellington Diesel

    Wellington Diesel

    Formado em Redes de Computadores, o "wetto" é um entusiasta do ramo de Periféricos. Autor do Guia do Teclado Mecânico, ele carrega consigo mais de 200 análises de mouses, teclados e headsets publicadas, além de diversos Guias e Artigos sobre teclados, mouses e headsets. Respeitado pela comunidade do Adrenaline, ele trabalha à distância como colaborador.

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