ANÁLISE: Wacom Bamboo Stylus Pocket

ANÁLISE: Wacom Bamboo Stylus Pocket
A Bamboo Stylus Pocket é uma das vÁrias canetas stylus desenvolvidas pela Wacom, empresa especializada no segmento de canetas e mesas digitalizadoras. Esse modelo, no entanto, é especial: trata-se do menor modelo da linha, com opções de personalização e, ainda por cima, é retrÁtil.

Essa stylus é desenvolvida especialmente para telas capacitivas. Por isso, ela precisa ter uma maior Área de contato. Isso significa que a ponta da caneta é grossa e arredondada, diferente de uma caneta comum ou de uma stylus feita para telas resistivas, que têm a ponta fina.

Claro, canetas com tecnologias proprietÁrias, especialmente a S Pen da Samsung, conseguem interagir com telas capacitivas usando uma ponta fina, mas nem adianta tentar usar esses acessórios em tablets e smartphone de outras marcas, não projetados para trabalhar dessa forma. Elas não irão funcionar.



As canetas da Wacom funcionam em qualquer tela capacitiva. Testamos o produto em um iPad – é bem melhor utilizÁ-la em uma tela realmente grande, jÁ que o espaço para exercer a livre criatividade é maior. E a experiência foi 100% satisfatória. A ponta tem uma aderência na medida certa, e ao mesmo tempo desliza com facilidade. 


Exige, porém, um pouquinho de adaptação. É necessÁrio pressionar com um pouco de força contra a superfície do tablet para que os traços saiam. Quem tentar tocar a ponta da stylus delicadamente sobre a tela irÁ se frustrar. A força necessÁria é equivalente ao que é preciso para colorir uma folha com lÁpis de cor, no tom mais forte. Fica a impressão de que a sensibilidade poderia ser maior. Testamos a caneta rapidamente em um smartphone Nokia Lumia 920, que tem a touchscreen bastante sensível (pode ser, inclusive, utilizada com luvas) e o resultado foi o mesmo. 

A Bamboo Stylus Pocket é fabricada em alumínio polido e escovado, um material resistente e de altíssima qualidade. Apesar de ter a ponta grossa, ela é levemente mais fina que canetas concorrentes, com 6mm x 8mm. E ela é maleÁvel na medida certa: com mais pressão, a ponta se "deforma" um pouco, mas logo volta ao formato normal. Isso faz com que, com o uso, a caneta tenha uma "pegada" um pouco parecida com a de um giz de cera, que é firme, mas "fofo" ao mesmo tempo.


A parte inferior da stylus, onde efetivamente ficam os dedos ao segurÁ-la, tem uma proteção emborrachada, que é um grande trunfo desse modelo. Ela adere bem aos dedos, fazendo com que a caneta fique muito segura, sem escorregar. E tem um detalhe: essa Área é adornada por dois anéis metÁlicos que podem ser trocados. A embalagem da caneta vem com quatro anéis, dois vermelhos e dois azuis. Por padrão, ela vem com os dois em prata.

Isso significa que você pode trocar os anéis ao seu gosto. Pode usar todos azuis, ou um azul e um prata, e assim sucessivamente. O processo de trocÁ-los é simples: basta rosquear a Área prateada que contém a ponta da caneta até retirÁ-la por completo. Depois, é preciso puxar a borracha até retirÁ-la também. Assim, você pode retirar os anéis e colocar os outros.

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A Bamboo Stylus Pocket é uma caneta relativamente simples e mais barata que outros modelos da Wacom. Seu grande trunfo é a portabilidade. A caneta, quando "retraída", fica com apenas 89,5mm de comprimento. Ao esticÁ-la, a medida sobe para 118mm. E ela ainda vem com uma tampinha, também de alumínio, presa a uma pequena corda e um plug. Esse plug pode ser conectado à porta para fones de ouvido comuns, de 3,5mm, de qualquer tablet ou smartphone. Assim, você pode levar a stylus para qualquer lugar sem medo de perdê-la. 

PRÓS
Material de excelente qualidade
RetrÁtil e com encaixe para plug de fone de ouvido
Ponta maleÁvel e gostosa de usar
CONTRAS
A embalagem não condiz com a qualidade do produto
Requer um pouco de força para que o traço apareça na tela
Preço elevado
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  • Redator: Risa Lemos Stoider

    Risa Lemos Stoider

    Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e gamemaníaca desde os 4 anos de idade. Já experimentou consoles de várias gerações e atualmente mantém uma ainda modesta coleção. Aliando a prática jornalística com a paixão pela tecnologia e os games, colabora com a Adrenaline publicando notícias e artigos.

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