ANÁLISE: Asus Maximus VI Extreme

ANÁLISE: Asus Maximus VI Extreme

Depois de analisarmos algumas das principais placas-mãe da Asus com chipset Z87, agora é a vez da principal quando nos referimos a um produto para o público entusiasta: estamos falando da Maximus VI Extreme, mainboard que é considerada por muitos a melhor do mundo para processadores socket LGA 1150.

Como destaque, primeiro o fato de ser uma placa com selo RoG, dessa forma é desenvolvida com layout diferenciado voltada ao público gamer, mas ela vai muito além de um visual diferenciado. A Asus colocou o que existe de melhor em componentes para dar maior estabilidade em situações extremas de overclock, seu outro grande diferencial, sendo um dos modelos com melhor comportamento nesse tipo de situação.

Ela ainda é referência quando o assunto é tecnologias, oferecendo o que existe de mais novo no mercado para o ramo, e dando ao usuÁrio possibilidades de alcançar recordes, como o suporte a 4 placas de vídeo conectadas juntas através de Crossfire ou SLI.

Uma inovação que a ASUS adicionou ao modelo é o OC Panel, um assessório que da ao usuÁrio controle detalhado de diversas funcionalidades do sistema, além de monitoramento completo em situações extremas, mesmo com o sistema desligado. 

Tecnologias by ASUS
Abaixo, vamos listar algumas das principais tecnologias da placa-mãe, mas antes uma foto detalhando algumas dessas tecnologias:

OC Panel
A placa vem com o OC Panel, um console de monitoramento e overclocking em tempo real e que pode ser usado dentro do gabinete (ocupando uma baia de 5.25") ou fora dele. Como um componente interno, o OC Panel opera em modo Normal, com uma tela de 2,6" mostrando o uso da CPU, temperatura, clock bÁsico e dados sobre a ventilação do sistema. Controles de um clique ativam o CPU Level Up e FanSpeed instantaneamente.

- Continua após a publicidade -

Do lado de fora do PC, o OC Panel oferece mais opções de overclock e overvolt, atuando como um dispositivo de ajuste fino do sistema. Traz os exclusivos SubzeroSense e VGA Hotwire para ajudar a monitorar a refrigeração líquida subzero e mudar a voltagem de placas de vídeo no nível do hardware, além de ativar recursos avançados como Slow Mode e Pause Switch sob demanda. Todos os ajustes são feitos em tempo real e facilmente modificados com botões de controle. Para saber mais sobre o controle, clique aqui.

Extreme Engine Digi+ III
A Maximus VI Extreme usa componentes para garantir estabilidade e desempenho de longa duração, como pode ser visto no Extreme Engine Digi+ III, que fornece informações sobre a CPU e a memória, reforçadas com bobinas 60A BlackWing de alta qualidade, capacitores 10K Black Metallic e NexFET MOSFETs 90% mais eficientes.

Combo mPCIe II
A placa de expansão mPCIE Combo II traz novas opções de conexão sem ocupar um slot PCI Express adicional. Traz Wi-Fi padrão 802.11ac (três vezes mais rÁpido que o 802.11n) e Bluetooth 4.0 integrados. Um conector M.2 Next Generation Form Factor (NGFF) permite instalar os drives SSD ultrafinos. A ROG estÁ trabalhando com fabricantes de dispositivos de armazenamento como ADATA e SanDisk para o lançamento de drives SSD M.2 em breve.

UEFI BIOS atualizada
A placa jÁ sai de fÁbrica com uma ROG UEFI BIOS atualizada, que é compatível com novos modos de configuração do PC. O SSD Secure Erase foi incorporado à ROG UEFI BIOS, garantindo a remoção de dados completa e o restauro do desempenho do SSD direto da BIOS, sem precisar usar aplicativos de terceiros e reduzindo os problemas de compatibilidade.

USB BIOS Flashback
Atuando diretamente no hardware, o USB BIOS Flashback permite atualizar o BIOS UEFI mesmo sem ter um processador ou memórias instalados. Basta conectar a fonte de alimentação, inserir um pendrive contendo o arquivo de BIOS e pressionar o botão Flashback por 3 segundos. O sistema serÁ atualizado de forma rÁpida, conveniente e sem complicações.

- Continua após a publicidade -

ROG RAMDisk
A ferramenta ROG RAMDisk transforma a RAM em um armazenamento temporÁrio para acelerar o desempenho do sistema operacional e reduzir o tempo de carregamento. Ela pode usar até 80% da memória disponível do sistema e acessar arquivos sem realocÁ-los para proteger os dados e minimizar acidentes.


AI Suite 3
O ASUS Ai Suite 3 oferece uma nova experiência através de uma interface limpa e atraente. Ele consolida todos os recursos exclusivos da ASUS em um único pacote. Permite controlar ajustes de overclocking, economia de energia, velocidade dos ventiladores, entre outros; sem que você tenha que alternar entre vÁrios aplicativos.

CPU Level Up
Com o CPU Level Up a ASUS diz que "overclockar nunca foi tão fÁcil." A aceleração do sistema é feita com apenas um clique. Basta selecionar a opção "auto CPU tuning" ou um dos três níveis de velocidade e a placa-mãe faz o resto.

USB 3.0 Boost (Suporte UASP)
O ASUS USB 3.0 Boost suporta UASP (USB Attached SCSI Protocol), que aumenta em até 170% a taxa de transferência dos jÁ ultra rÁpidos dispositivos USB 3.0. E isso funciona automaticamente com dispositivos compatíveis, sem intervenção do usuÁrio.

Suporte a CrossFireX e SLI
A placa-mãe Maximus VI Extreme suporta até quatro placas de vídeo para um CrossfreX com GPUs da AMD ou SLI, com da Nvidia.

- Continua após a publicidade -

Pronta para resolução 4K
A motherboard possui grÁficos integrados que suportam a resolução 4K Ultra HD, que é quatro vezes a resolução de 1080p.

PCI Express 3.0
Slots PCI Express 3.0 aumentam em duas vezes a performance dos PCI Express 2.0. A largura de banda total para um x16 alcança até 32GB/s.

Segunda geração T-Topology
Para overclock extremo de memória sob alta pressão, a ASUS desenvolveu a primeira T-Topology de segunda geração. Testes mostram um aumento de 5% na margem de overclock e um crescimento de 10% com um DIMM.  Graças a segunda geração T-Topology, a Maximus VI extrema sustenta velocidades de RAM de mais de 3000MHz.

Dual Intelligent Processors 4
Um clique para melhor performance, eficiência, controle digital de energia, redução de ruído e resfriamento melhorado. A otimização 4-way automaticamente detecta a melhor configuração para seu sistema baseado no uso atual.

4 Key Tuning Pillars

- Desempenho: desbloqueio da performance da CPU/iGPU com o TPU.
- Eficiência: Alcança eficiência energética reduzindo o consumo de energia
- Gerenciamento em tempo real do regulador de voltagem da CPU via DIGI+ Power Control
- Controle customizado do fan: supervisão detalhada de cada ventoinha instalada melhora o resfriamento e reduz o ruído com o Fan Xpert 2.


{break::Fotos, vídeo, BIOS}Seguindo o padrão dos melhores modelos de placas da Asus, a Maximus VI Extreme possui layout nas cores preto e vermelho, jÁ característico de modelos com selo RoG. Mas antes de falar da placa, vamos aos principais assessórios que a acompanham.

Começamos pelo OC Panel, como jÁ destacamos, é talvez o maior diferencial desse produto, jÁ que é algo exclusivo da Asus. O OC Panel da diversas informações ao usuÁrio que até então precisam de um software específico, dessa forma além de não precisar de um sistema operacional para ficar ciente de dados como temperatura, voltagens, inclusive com possibilidade de alterar essas informações, o OC Panel sequer precisa que a mÁquina esteja ligada para passar certas informações, dando ao usuÁrios um controle bem avançado do comportamento de seu sistema, grande parte das funcionalidades, bem importantes para overclockers extremos.


Outro destaque é a mini placa MPCIE Combo II, que traz rede Wireless de alto desempenho, Bluetooth 4.0 e ainda um slot para placas M.2, possibilitando se conectar SSDs. Esse padrão de conexão jÁ acompanha outros modelos de placas-mãe, mas não nesse nível de desempenho adotado pelo Asus.

Como destacamos no inicio dessa pÁgina, a placa é sensacional, seguindo o padrão de cores da linha RoG ela se destaca por trazer muitas tecnologias embarcadas, consequentemente gerando um visual extremamente imponente, digna de um produto que briga para ser o melhor entre os melhores.

Além da série de tecnologias, dissipadores e botões de acesso a funcionalidade do sistema dão a placa um acabamento ainda mais gamer. Inclusive é possível ver alguns componentes banhados a ouro, que prometem melhor desempenho do sistema em situações extremas de overclock.

Abaixo algumas fotos com o cooler utilizado, um CoolerMaster TPC 812 jÁ montado sobre a placa-mãe, além do OC Panel também conectado a mainboard. Vale destacar que esse assessório ainda requer um cabo com conexão de força da fonte de energia.

Fica claro que essa placa estÁ entre as melhores jÁ desenvolvidas pela Asus, mostrando que a cada nova geração a empresa consegue melhorar ainda mais seus produtos, buscando sempre inovações e tecnologias para tentar se diferenciar em um mercado altamente competitivo.

Abaixo um vídeo apresentando a placa:

BIOS
A Asus não fez grandes mudanças visuais em suas BIOS da geração de placas com chipset série 8, mas deu alguns retoques para melhorÁ-las em relação à geração anterior.

Seguindo outros modelos, a Maximus VI Extreme tem as cores da BIOS seguindo as cores da placa, em tons preto e vermelho.

Por ser um modelo diferenciado, com componentes de alta qualidade e baseada no chipset Z87, opções avançadas para overclock estão disponíveis aos interessados nessa prÁtica, sem abrir mão de opções pré-configuradas para facilitar o overclock aos usuÁrios com menos experiência, como o "Level Up", diferente de outros modelos da empresa onde funcionalidade semelhante é chamada de OC Turner.

Vale destacar que a Asus tem um sistema bem legal para atualização da BIOS, bastando colocar um pen drive com a BIOS em uma conexão USB e apertar um botão na traseira da placa para o sistema entender que deve fazer a atualização. 

Abaixo uma série de telas da BIOS da Maximus VI Extreme:


{break::MÁquinas/Softwares utilizados, CPU/GPU-Z}Abaixo detalhes sobre os sistemas comparados, drivers e aplicações utilizadas nos testes. Mas antes, fotos da placa analisada sobre o sistema que utilizamos:

MÁquinas utilizadas nos testes:
- Intel Core i7 4770K + ASUS Maximus VI EXTREME (U$ 399)
- Intel Core i7 4770K + ASUS Gryphon (U$ 169) + Armor Kit (U$45)
- Intel Core i7 4770K + ASUS Sabertooth Z87 (U$ 249)
- Intel Core i7 4770K + ASUS Z87-DELUXE (U$ 289)
- Intel Core i7 4770K + ECS Z87H3-A2X Extreme (U$239)
- Intel Core i7 4770K + GIGABYTE Z87X-OC (U$ 199)

* Pesquisa de preço feita dia 09/08/2013 no site newegg.com.

Todas os sistemas utilizaram os mesmos hardwares para os testes:
- Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 680 referência
- Memórias: 8 GB G.Skill Trident 2400MHz @ 1600MHz (2x4GB)
- SSD: Corsair Force GT 240GB Sata III
- HD: Seagate ST31000528AS 1TB SATA II 7200RPM
- Cooler: Cooler Master TPC 812
- Fonte de energia (PSU): XFX ProSeries 850W PSU

Sistema Operacional e Drivers:
- Windows 7 64 Bits com Updates
- Intel INF 9.4.0.1017
- Intel HD Graphics Drivers 9.18.10.3165
- NVIDIA GeForce 320.18

Aplicativos/Games:
- CineBENCH 11.5
- MaxxMEM
- x264 FHD Benchmark 1.0.1
- wPrime 2.09

- 3DMark 11 (DX11)
- Aliens vs Predator (DX11)
- Tomb Raider (DX11)

CPU-Z, GPU-Z
Abaixo, tela do CPU-Z mostrando detalhes da placa-mãe e BIOS. 


Consumo de energia
Além de teste em modo ocioso, criamos duas situações de testes de consumo com o sistema sendo exigido: uma apenas dos modelos com vídeo integrado rodando o 3DMark 11 e outra com os sistema rodando com uma NVIDIA GeForce GTX 680 referência, também rodando o 3DMark 11.

IDLE (Sistema ocioso)
Começamos pelo teste com o sistema em modo ocioso.

Rodando o 3DMark 11
Quando colocamos os sistema com vídeo integrado rodando o 3DMark 11, temos os consumos abaixo:

{break::Testes com uso do CPU}CineBENCH 11.5
Iniciamos os testes de desempenho em aplicações com o CineBench, que testa o processador convertendo uma imagem. 

x264 Full HD Benchmark
Em um teste de conversão de vídeo Full HD, temos os seguintes resultados:

MaxxMEM
O aplicativo MaxxMEM serve para testar o desempenho das memórias. Os testes são do modo "copy".

wPrime
Rodando o wPrime, teste que estressa todos os cores do processador, temos os resultados abaixo:

Conversão de vídeo
Através do software CyberLink MediaEspresso, fizemos testes de conversão de vídeo com os processadores com vídeo integrado.

{break::Testes com uso do vídeo integrado}Agora vamos aos testes com o vídeo integrado do Core i7 4770K utilizado nos sistemas.

3DMark 11
Começamos nossos testes com o 3DMark 11.

Aliens vs Predator
Em teste de games utilizamos o "Aliens vs Predator" para medir o desempenho do HD Graphics 4600 e dos sistemas comparados.

Tomb Raider
Para finalizar os testes de games, vamos ao teste de desempenho do "Tomb Raider".

Versões futuras do pacote de drivers de vídeo da Intel podem trazer boas melhoras de desempenho e, consequentemente, gerar uma diferença superior entre os sistemas. 

{break::Testes com uma GeForce GTX 680}Além dos testes com o vídeo integrado, fizemos alguns testes com os sistemas rodando em conjunto com uma NVIDIA GeForce GTX 680 referência. Confiram abaixo os resultados:

3DMark 11
Começamos pelo 3DMark 11:

Aliens vs Predator
Damos sequência com o game "Aliens vs Predator":

Tomb Raider
Por fim, abaixo os resultados com o "Tomb Raider".

{break::Overclock}Mesmo sendo o melhor modelo que analisamos de placa com chipset Z87, nosso Core i7 4770K não conseguiu estabilizar em 4.7GHz em todos os cores, mesmo utilizando a última BIOS disponível durante os testes e setando voltagens altas. Vale destacar que dependendo a revisão do processador, é possível colocÁ-lo em 4.7GHz em todos os cores apenas alterando o multiplicador e setando a voltagem em 1.25v.

Assim como outros modelos de mainboards Z87, conseguimos colocar o processador 100% estÁvel com dois cores em 4.7GHz e dois em 4.6GHz, além do GPU em 1.350MHz. Também utilizamos um kit de memórias de 2400MHz, possibilitando, em teoria, um ganho ainda maior de desempenho.

Abaixo temos a tela de um overclock em 4.7GHz, mas não o manual, e sim o feito com o perfil "Gamer´s OC Profile", o mais alto disponível via BIOS para o 4770K que utilizamos. Novamente, a voltagem setada pela Asus e semelhante a de outras empresas, não conseguiu estabilizar nosso 4770K, dessa forma tivemos que aumentar a voltagem para 1.4v para estabilizar e dar sequência nos testes com esse perfil.


A Asus tem outros perfis prontos dentro da BIOS, facilitando a prÁtica do overclock a muitos usuÁrios e aplicando todas as configs automaticamente. Em um dos outros perfis, com processador e kit de memórias utilizados, ela colocou o 4770K trabalhando a 4.4GHz, o GPU a 1.350MHz e as memórias em seu clock mÁximo, 2400MHz. As marcas são bastante interessantes por ser tudo automÁtico e com um bom nível de overclock.


Quando fizemos os testes para a anÁlise, só existia uma BIOS disponível no site da Asus. Atualmente, existe uma versão nova que pode melhorar a estabilidade com o sistema overclockado.

A variação entre os sistemas existe pelo comportamento diferente entre cada marca e modelo quando overclockados, especialmente quando utilizamos perfis pré-programados de overclock, onde cada empresa seta as suas configurações.

Consumo de Energia
O consumo de energia normalmente sofre um bom aumento dependendo do overclock feito, entre os motivos por aumentar a "entrega" de energia ao processador e sistema.


CineBENCH 11.5
Abaixo o desempenho dos sistemas na conversão de imagem do CineBench.

wPrime
Em um teste que mais vale como validador para o overclock feito, devido estressar todos os cores, temos o seguinte resultado:

3DMark 11
JÁ no 3DMark 11, que vai ter maior ganho em overclocks que também aumentem o clock do vídeo integrado, temos os seguintes resultados:

Aliens vs Predator
Por fim, rodando o "Aliens vs Predator" os sistemas tiverem os seguintes resultados:

{break::Conclusão}JÁ analisamos outras placas "Extreme" da Asus, mas a Maximus VI Extreme é a mais completa para quem é usuÁrio entusiasta. O que é natural; afinal a cada nova geração, a empresa tenta agregar mais diferenciais. Mesmo para aqueles que possuem um modelo baseado na geração anterior, com socket LGA 1155, existe bons motivos para upgrade. Isso quando falamos em usuÁrio entusiasta, é bom deixar bem claro, pois a série anterior não deixa a desejar.

Esse novo modelo tem como destaque muitas tecnologias, como o assessório OC Panel, a "cereja do bolo" para os entusiastas e overclockers. Esse assessório dÁ ao usuÁrio o controle de uma série de funcionalidades do sistema que através de software não ficam disponíveis. O interessante também é que ele pode controlar funcionalidades de outros hardwares do sistema, como o da placa de vídeo.

Para quem pretende overclockar o sistema, a Asus estÁ entre as empresas que tem as melhores BIOS do ramo, possivelmente a melhor. Além de controles avançados como DIGI+, os menos experientes têm os perfis da aba "Level Up" para facilitar o overclock, tornando o processo bem simples. Sempre destacando que a placa-mãe analisa o sistema e faz o overclock em cima do conjunto, mas por ser algo pré-configurado pode gerar instabilidade no sistema, como aconteceu com nosso processador que tem limitação de overclock comparado a alguns modelos iguais.

Tecnologias como Wireless e Bluetooth também são atrativos desse modelo, especialmente porque a Asus tem uma ótima suite de aplicativos para usufruir desse tipo de tecnologia compartilhada com outros dispositivos como tablets e smartphones, por exemplo. Além dessas conexões, na mesma placa foi adicionado um slot M.2, compatível com drives SSD, ainda pouco conhecidos para esse tipo de conexão, mas que devem ganhar força com o passar do tempo.

Agora o que não deu para entender é deixar de fora o Thunderbolt; se estamos falando de um produto que tem tudo e mais um pouco quando o assunto é tecnologia, deixar de fora uma que vem ganhando mais espaço e que jÁ tinha sido utilizada na versão anterior da placa foi um erro. O único motivo que nos vem à cabeça é que o preço seria ainda mais alto, podendo tornar a placa uma das mais caras jÁ lançadas, especialmente quando comparada às concorrentes.

Uma série de tecnologias aplicadas pela primeira vez em uma mainboard como a RAMDisk também fazem parte desse modelo e tornam ele ainda mais diferenciado. Outras jÁ padrão de modelos de alto desempenho como Crossfire e SLI com possibilidade de combinar 4 placas de vídeo são atrativos a quem busca recordes.

O preço da "criança"? Bom, o valor de um produto desse nível sempre é acima do que gostaríamos: exatos U$399 fora do país. No Brasil, nem me arisco a dizer quanto deve custar, mas seguramente na casa de R$ 1.500. Bem caro, mas por ser um produto muito diferenciado, por trazer uma série de tecnologias novas, além de assessórios bem focados em um tipo de público, como o OC Panel, o valor é dentro do esperado, especialmente porque outros modelos concorrentes. como a Gigabyte Z87X-OC Force. tem menos tecnologias, mas custa o mesmo. 

PRÓS
Ótimo acabamento
Componentes de alta qualidade
Excelente suite de aplicativos, muito à frente da concorrência
Conexão Wireless e Bluetooth e M.2 (para SSD)
BIOS com opções avançadas
Perfils de overclock altos e de fÁcil acesso
Acesso rÁpido a diversas opções no PCB
OC Panel é um assessório altamente exclusivo e interessante para overclockers
CONTRAS
Preço alto
Cade ê Thunderbolt que tinha na Maximus V Extreme?
Assuntos
Tags
  • Redator: Fabio Feyh

    Fabio Feyh

    Fábio Feyh é sócio-fundador do Adrenaline e Mundo Conectado, e entre outras atribuições, analisa e escreve sobre hardwares e gadgets. No Adrenaline é responsável por análises e artigos de processadores, placas de vídeo, placas-mãe, ssds, memórias, coolers entre outros componentes.

O que você achou deste conteúdo? Deixe seu comentário abaixo e interaja com nossa equipe. Caso queira sugerir alguma pauta, entre em contato através deste formulário.