ANÁLISE: Motorola Xoom 2 Media Edition

ANÁLISE: Motorola Xoom 2 Media Edition

No início de 2011, a Motorola lançou o Xoom, o primeiro tablet do mercado com Honeycomb, a versão do Android específica para tablets. Apesar da grande expectativa, o aparelho decepcionou um pouco, vítima de um lançamento apressado e com algumas funcionalidades faltando. Era o caso do slot para cartão MicroSD, que só foi funcionar após uma atualização.

Agora, a companhia aposta em um novo formato (e possivelmente um novo público). O Xoom 2 Media Edition chega com dimensões menores que seu antecessor, com uma tela de 8,2 polegadas, contra 10,1 do Xoom, e consideravelmente mais leve: apenas 386g. E um diferencial exclusivo: o infravermelho, que transforma o tablet em um controle remoto universal.

Confira nas próximas pÁginas as nossas impressões sobre o mais novo filhotinho da Motorola!

{break::Especificações e conteúdo da embalagem}Tamanho: 216 x 139 x 9 mm
Peso: 386g
Tipo de bateria: Li-Ion 3960mAh
Processador: Cortex-A9 dual-core de 1.2GHz
Memória RAM: 1GB
Cores disponíveis: preto
Tamanho do display: 8.2 polegadas
Resolução: 800 x 1280
Resolução da câmera traseira: 5 megapixels
Flash: Sim (LED)
Gravação de vídeo: Sim (1080p @30fps)
Resolução da câmera frontal: 1.3 megapixels
Formatos de Áudio: MP3/WAV/WMA/AAC+
Formatos de vídeo: MP4/WMV/H.263/H.264
Sistema operacional: Android 3.2 (Honeycomb)
Memória interna: 16GB, expansíveis em mais 32GB via cartão MicroSD
Wi-fi: Sim
GPS: Sim
Bluetooth: Sim
Infravermelho: Sim
LTE: Não
USB:  1x micro-USB
HDMI: 1x micro-HDMI

Conteúdo da embalagem
Tablet Motorola Xoom 2 Media Edition
Cartão de memória de 2GB
Cabo USB
Carregador
Manual de usuÁrio

{break::Querida, estiquei o Razr}A primeira impressão a respeito do Xoom 2 Media Edition é excelente, justamente porque o design é muito acertado. O tamanho do display, com 8,2 polegadas, torna o aparelho muito portÁtil e agradÁvel de segurar tanto com uma quanto com duas mãos, ao mesmo tempo em que leva uma pequena vantagem sobre os modelos de 7 polegadas. Mas uma coisa precisa ser dita: o visual é igualzinho ao do Razr, smartphone que nós jÁ analisamos aqui no Adrenaline.

Pessoalmente, não gostei muito do jeitão do Razr. Curiosamente, porém, o mesmíssimo visual funcionou muito bem no formato de tablet. As arestas não-retas, com um efeito "lapidado", são um detalhe pequeno, mas que deixam o tablet bem diferente dos outros modelos, todos "quadradões" e retos. Além disso, o Xoom 2 Media Edition é muito, muito leve. Esse é o seu ponto mais forte. Entre os tablets que jÁ experimentamos, estÁ entre os mais magrinhos, portÁteis e confortÁveis de usar.


Só que não dÁ para dizer que o design é impecÁvel. Alguns acabamentos são meio grosseiros, embora, de modo geral, o portÁtil seja bem resistente. A parte traseira traz um mix interessante de bordas emborrachadas com uma tampa de alumínio, o que confere, ao mesmo tempo, segurança na pegada e resistência a arranhões e marcas de dedos. O que ficou muito estranho foram os parafusos aparentes. Em uma era em que o minimalismo impera, esse aspecto deixou o Xoom 2 Media Edition com uma carinha de equipamento velho.

A grande mancada fica por conta do posicionamento dos botões físicos do tablet. Eles ficam justamente na traseira, sobre a borda emborrachada, em um lugar totalmente não-intuitivo. Para encontrÁ-los, é preciso ficar tateando pelo equipamento. E aumentar ou diminuir o volume é um tormento: frequentemente, você vai apertar os botões errados.

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A parte da frente é simples, apenas com a marca estampada, a câmera frontal e, felizmente, um LED de notificações, tudo na parte superior. As laterais ficam vazias, o que nos faz pensar que os botões físicos ficariam muito melhor posicionados ali. O que chama a atenção são as saídas de som, duas no topo e uma na parte inferior, configurando dois speakers e um subwoofer, em um esforço para oferecer uma ótima experiência sonora surround. Mas aqui temos outro probleminha de design: ao usar o tablet na posição paisagem, é inevitÁvel obstruir um pouco as saídas de som com as mãos, o que prejudica um bocado a experiência. É algo que deveria ser repensado em um aparelho que leva um "Media Edition" no nome e se gaba de sua superioridade sonora.

No topo, hÁ ainda um plug para fones de ouvido de 3,5mm e o infravermelho, outro diferencial do tablet. Com ele, você utiliza o Xoom 2 ME como um controle remoto universal. Por fim, na parte inferior, estão as portas Micro-USB e Micro-HDMI, ambas sem proteção, e o slot para cartão SIM e microSD, esses sim protegidos por uma tampinha bem fÁcil de retirar.


A tela é excelente. Assim que você ligar o aparelho, vai perceber como as cores são vivas e fortes, e como o tablet se sai bem mesmo sob o sol forte. O ângulo de visualização também agrada, com praticamente nenhuma distorção na medida em que você altera o posicionamento do portÁtil.


Mesmo não sendo das maiores do mercado, e sem a mesma densidade de pixels de uma Retina Display, o tamanho e a resolução são confortÁveis o suficiente para realizar tarefas diÁrias e navegar na web. A responsividade também é boa, embora ainda seja inferior Á do iPad e ao dos Galaxys. E, na verdade, a tela parece "lisa" demais e acumula rapidamente muitas marcas, o que pode ser muito irritante. Aplicar uma película fosca e anti-sujeira é uma opção praticamente indispensÁvel.

{break::Controle remoto de Itu}O principal destaque do Xoom 2 ME é o infravermelho, localizado no topo do tablet (considerando que ele estÁ em modo retrato). Com ele, você transforma o portÁtil em um controle remoto universal completamente personalizÁvel. E isso é muito, muito fÁcil de fazer.

O tablet jÁ vem com o aplicativo Dijit instalado. É com ele que você vai fazer a "mÁgica". Basta abri-lo para iniciar as configurações. E o aplicativo é surpreendentemente completo e funcional. Em primeiro lugar, você pode configurar vÁrios ambientes, cada um com seu rol de dispositivos. Você pode criar, por exemplo, a Sala de Estar com uma TV, DVD e equipametno da TV a cabo, e um quarto com uma TV diferente.

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Para isso, você deve especificar o fabricante do equipamento. E, felizmente, o aplicativo mostra uma infinidade deles, o que deixa a impressão de que você pode realmente encontrar QUALQUER COISA nele. Depois, é só entrar com o nome do modelo do equipamento. Se você não souber, talvez não terÁ problemas: o aplicativo automaticamente oferece uma lista de controles que você pode selecionar e testar um a um até encontrar o que funcione. Nos nossos testes, com um televisor LG de plasma de 60 polegadas, não precisei nem especificar o modelo e a primeira opção que surgiu jÁ funcionou perfeitamente.


Depois, é só configurar os outros equipamentos. Todos ficam disponíveis na interface do aplicativo, e com um simples toque é possível alternar entre eles. Por padrão, os botões que surgem para o controle da TV são o liga/desliga, o seletor de entrada, volume, canais, menu, tecla "mute", botão para ativar o teclado número, e os controles "anterior" e "sair". Além de uma espécie de trackpad virtual para navegação. Todos funcionaram perfeitamente no televisor. Só o trackpad é que precisa de um certo treino. A Área para navegar é muito pequena e não dÁ para redimensionar. Além disso, o controle "escorrega" demais na TV. Isso quer dizer que, não raro, você vai passar direto pela opção que queria selecionar.


No meu caso, configurei uma "sala", com o televisor do Adrenaline, e o "quarto" usei para testar o tablet na minha casa, com os meus equipamentos. Fiquei muito feliz (e surpresa) ao ver que o Dijit funcionou com minha TV LG velhinha, uma Cinemaster de 14 polegadas que eu uso nas minhas jogatinas retrô. Mas, infelizmente, não consegui utilizÁ-lo nem com meu DVD Gradiente nem com meu aparelho de som Panasonic. Felizmente, tudo funcionou bem com minha TV/Monitor Syncmaster da Samsung, da mesma forma que com o televisor LG aqui da redação: nem precisei especificar o modelo.

A parte mais legal é que dÁ para acrescentar novos botões, aproximando o mÁximo possível a experiência do próprio controle do aparelho. Ou, ainda, deixando à disposição apenas aquilo que você realmente usa com frequência. Também dÁ para remover os botões desnecessÁrios. Tudo isso é feito facilmente ao selecionar a opção "Edit buttons". Assim, toda a Área do controle remoto virtual fica editÁvel. Você pode remover botões, trocÁ-los de lugar e acrescentar novos. Faltou apenas uma opção para redimensionÁ-los, o que seria bem útil no trackpad.


Nota 10 para o aplicativo e para a ideia da Motorola. Mas nem tudo são flores. Algo muito esquisito é a orientação da tela, sempre em modo paisagem, o que não faz muito sentido para um controle remoto. Ainda mais porque o infravermelho acaba ficando de lado nessa posição e – adivinhem – o aparelho que você quer controlar acaba não reconhecendo os comandos. O jeito é usar o tablet em modo retrato, com o infravermelho apontado para a frente, mesmo com o aplicativo "de lado". Mexi em vÁrias configurações tanto do Android quanto do app e não consegui mudar isso. Talvez seja um bug da versão a ser corrigido futuramente.

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{break::Câmeras e multimídia}O Xoom 2 ME tem duas câmeras: uma traseira de 5 megapixels que grava em FullHD e uma frontal de 1.3 megapixels. O recurso é bÁsico, sem nenhum diferencial, e faz um bom trabalho com boas condições de luminosidade. Mas é preciso atentar para as configurações: é bom dar uma mexida no balanço de branco para que as fotos não fiquem azuladas.


As fotos têm um pouco de granulação, mas, quando tiradas em ambientes externos, exibem cores vivas e bastante nitidez. Mas aqui, temos mais um probleminha no design do tablet: o posicionamento da câmera. Você só vai conseguir tirar fotos confortavelmente em modo retrato. Em modo paisagem, é praticamente inevitÁvel que o dedo fique na frente da lente.


A câmera traseira ainda é capaz de gravar vídeos de até 1080p. O resultado é bem satisfatório, com bastante nitidez e fidelidade de cores. Falta apenas um estabilizador de imagem.


A câmera frontal surpreende com uma boa definição, exibindo muitos detalhes. Mas as cores, como de costume em câmeras desse tipo, ficam bem lavadas. E o contraste é exagerado demais, o que faz com que algumas cores fiquem estouradas.


O Xoom 2 ME tenta fazer juz ao "Media Edition" que leva no nome e, assim, inclui alguns diferenciais. O tablet vem com o app Twonky, que permite gerenciar a biblioteca multimídia e compartilhÁ-la com dispositivos DLNA ou AirPlay, por exemplo. Mas o aplicativo é um bocado lento e a experiência pode ser um pouco frustrante. Na hora de reproduzir vídeos, por exemplo, muitas vezes acaba sendo mais rÁpido optar pelo player padrão do Android.

Para isso, você deve acessar a galeria que, infelizmente, não traz nada de novo em relação aos outros tablets. O app organiza de forma bÁsica os arquivos do seu tablet e abre os vídeos com um player padrão que, apesar de reproduzir sem problemas os vídeos em FullHD, ainda é uma opção inferior a vÁrios aplicativos disponíveis no Market. Para justificar o "Media Edition", teria sido uma ótima ideia da Motorola incluir de fÁbrica um app melhor, como o Rock Player ou o Dice Player por exemplo.


O que surpreende é o som. De fato, os alto-falantes incluídos pela Motorola nesse modelo fazem um ótimo trabalho. O som é alto, claro e não parece um "radinho", com graves bem definidos. Mais uma vez, o problema é o posicionamento deles, que podem acabar ofuscados com as mãos ao segurar o tablet na horizontal.

Pena que, mais uma vez, a Motorola optou por manter o app musical padrão do Android. Apesar de organizar bem as músicas, com um visual simples, porém intuitivo e extremamente funcional, o aplicativo carece de recursos para os mais exigentes, como um equalizador ou uma forma mais rÁpida de organizar playlists. Além disso, o aparelho não tem compatibilidade nativa com formatos sem perdas, como o FLAC, o que pode decepcionar quem deseja uma experiência sonora próxima da perfeição. Para um tablet que leva um "Media Edition" no nome, fica a sensação de que poderia ter entregue muito, muito mais.

{break::Navegação e desempenho}Enquanto a experiência multimídia no Xoom 2 ME faz bonito, apesar de não impressionar, o mesmo não se pode dizer do uso geral do tablet. Primeiro porque o toque na tela não é tão agradÁvel quanto o de outros modelos, especialmente da Samsung e da Apple. O display é escorregadio e nem sempre oferece uma resposta imediata. Principalmente na hora de girar a tela: o processo demora uns três ou quatro segundos, o que acaba se mostrando muito incômodo com o uso constante.

Para quem gosta de números, lÁ vai: no AnTuTu Tester, o tablet da Motorola marcou apenas 4900, ficando atrÁs até mesmo do smartphone RAZR da própria Motorola, que fez 6048. O tablet também perde para o Galaxy Note da Samsung e seus impressionantes 6494. Um resultado bem decepcionante para um tablet.


Na prÁtica, o número baixo se traduz em pequenas travadas e em uma navegação não muito suave. Claro, o tablet serve muito bem para tarefas bÁsicas do dia-a-dia e, inclusive, roda bem vÁrios games. Mas perder em desempenho para um smartphone não é, de jeito nenhum, algo a se desconsiderar.

Outro grande problema é a autonomia. No AnTuTu Tester, o portÁtil marcou 486 pontos, menos que o Acer Iconia Tab A500 e o Note (565), embora um pouco mais que o RAZR (464). Mas, na prÁtica, o bichinho dura, no mÁximo, seis horas em uso de moderado para intenso. Ou seja, um tablet "Media Edition", que arrebenta na visualização de vídeos em FullHD e ainda serve como controle remoto, não vai durar muito executando sua principal função. Possivelmente, ele te deixarÁ na mão no meio de uma viagem longa.


Pelo menos, a usabilidade é decente. Navegar pela Internet é ótimo com a tela do Xoom 2 ME, que proporciona conforto e a possibilidade de segurar o tablet apenas com uma mão e controlar a navegação com gestos com a outra. A resolução é suficiente para apresentar textos nítidos mesmo sem zoom, e, ao contrÁrio do seu antecessor Xoom, o plugin do Flash não causa tantos problemas. Na verdade, os sites em flash funcionam bem, exceto quando hÁ animações muito complexas. Nesses casos, as transições ficam um pouco lentas, mas a navegação em si é normal – ou seja, o tablet não vai "morrer" por causa do Flash. Só não espere muito ao assistir vídeos no Youtube em FullHD. A experiência não é tão fluida assim.


O Xoom 2 ME ainda traz alguns aplicativos interessantes para aumentar a produtividade do usuÁrio. Um deles é o Polaris Office, totalmente compatível com documentos do Microsoft Office. Ele permite criar e editar documentos, planilhas e apresentações e conta com vÁrios recursos como formatação de texto e inserção de imagens, tanto do arquivo quanto uma foto capturada pela câmera na mesma hora. As opções não são tão ricas quanto em uma suíte completa para PC (hÁ apenas três opções de fonte, por exemplo), mas mesmo assim o app é muito útil, especialmente para quem precisa trabalhar fora do escritório. E por falar em trabalho, o tablet também traz o app do Go To Meeting, especial para videoconferências.


O portÁtil ainda oferece uma variedade de conteúdos, como da revista Época, da Folha e da Saraiva Digital. Um "hub" especial da Motorola concentra vÁrios downloads recomendados, inclusive jogos, com descrições em português. Tudo isso faz do Xoom 2 Media Edition um tablet bom e com funcionamento satisfatório, mas nada espetacular. Sob medida para o usuÁrio médio, que vai usar o aparelho casualmente.


{break::Conclusão}Se o Motorola Xoom teve um lançamento apressado e veio incompleto, decepcionando muitos do que aguardavam o primeiro Honeycomb com muitas expectativas, o Xoom 2 Media Edition corrigiu os problemas e veio para atender a um público não tão exigente. Com uma tela de 8,2 polegadas, traz um formato diferenciado, ainda não tão explorado pelo segmento, mas que funciona muito bem e traz conforto o suficiente tanto no que diz respeito à portabilidade quanto em relação à leitura e visualização de conteúdo multimídia.

E por falar em multimídia, o aparelho se sai bem, reproduzindo sem engasgos vídeos em alta definição. Ainda traz uma saída micro-HDMI para espelhar conteúdo em uma TV. Só faltou o cabo incluído, algo praticamente imprescindível para um tablet que se diz "Media Edition". E, pelo mesmo motivo, o portÁtil peca por oferecer nada muito além do bÁsico – apps padrão para reprodução de vídeo e música. HÁ vÁrias opções mais interessantes e recheadas de recursos no Google Play – inclusive pagas – que poderiam ter sido inclusas para incrementar a experiência e fazer do Xoom 2 ME um tablet realmente diferente dos demais.


A única exclusividade do aparelho é o infravermelho e a possibilidade de usÁ-lo como controle remoto. Isso é, de fato, um recurso surpreendente. Nos nossos testes, ele funcionou perfeitamente em uma série de dispositivos, entre TVs, monitores e DVDs, sem a necessidade de longos passos de configuração. Tudo é muito rÁpido e intuitivo e dÁ para controlar a casa inteira com ele.

Mesmo com poucos diferenciais, o Xoom 2 Media Edition é uma boa opção de compra hoje. Por R$1.299, é uma opção mais barata que o iPad e demais Androids do mercado (claro, os decentes, não estou falando de Xing-lings), que vai oferecer uma ótima experiência multimídia e de navegação. Pena que ainda não hÁ previsão de upgrade para o Ice Cream Sandwich, o que pode tornÁ-lo obsoleto logo logo. Vale lembrar que existe uma fatia de público que não liga muito para isso. E, para essas pessoas, o Xoom 2 ME é um ótimo tablet.


PRÓS
Muito fino e leve
Reproduz bem conteúdo em FullHD
Os alto-falantes dão um show
Praticamente perfeito como controle remoto universal
CONTRAS
Câmera traseira mal posicionada
Aplicativos multimídia bÁsicos demais
Lentidão frequente
A autonomia decepciona
Ainda sem previsão de upgrade para o Ice Cream Sandwich
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  • Redator: Risa Lemos Stoider

    Risa Lemos Stoider

    Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e gamemaníaca desde os 4 anos de idade. Já experimentou consoles de várias gerações e atualmente mantém uma ainda modesta coleção. Aliando a prática jornalística com a paixão pela tecnologia e os games, colabora com a Adrenaline publicando notícias e artigos.

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