ANÁLISE: Intel Core i7-3960X

ANÁLISE: Intel Core i7-3960X

Depois de algum atraso, finalmente o Sandy Bridge-E é anunciado. Hoje oficialmente a Intel lança sua nova linha de processadores HIGH-END, destinado ao mercado entusiasta, não totalmente satisfeito com a linha Sandy Bridge lançada no primeiro semestre desse ano, mesmo assim possuindo os melhores processadores para desktop no que diz respeito a desempenho.

Intel Core i7 3960X
O Core i7 3960X é o modelo TOP da nova linha Sandy Bridge-E, pelo menos para esse ano. O processador vem com clock de 3.3GHz, chegando a 3.9GHz através do Turbo Boost.

O sucessor do Core i7 990X como melhor processador desktop da Intel chega junto com o chipset X79, que promete algumas melhorias sobre a antiga plataforma, como é o caso suporte a tecnologia Intel Rapid Storage, apresentada primeiramente através do chipset Z68 no primeiro semestre desse ano.

Mas vamos parar de enrolação e vamos ao que interessa, nossa review do processador. 

{break::O Sandy Bridge-E}Em 2007, a Intel revelou ao mundo o seu modelo de atualização tecnológica, chamado "Tick-Tock", como demonstração da dedicação que a companhia tem em continuar a manter-se no topo da inovação no que diz respeito ao refinamento do processo de fabricação de seus processadores.

O período "Tick" é marcado pela migração para uma nova litografia de uma arquitetura pré-existente (como por exemplo, ao migrar dos 65nm para 45nm e depois para 32nm, e assim sucessivamente), enquanto que a fase "Tock" é conhecida pelo desenvolvimento de uma nova microarquitetura de processadores, mantendo o atual processo de fabricação.

(Modelo Tick-Tock)

O grande salto da Intel aconteceu em 2008, quando a companhia saiu da macro arquitetura Core (Merom/Penryn) para a Nehalem, com o advento dos Core i7 (codinome Bloomfield), que representaram a próxima etapa da tecnologia de núcleos múltiplos para a companhia, maximizando de forma inteligente o desempenho para atender à crescente carga de trabalho dos usuÁrios. Com projeto totalmente novo para beneficiar-se do processo high-k de 45nm, os Nehalems liberaram desempenho de processamento paralelo, habilitado por uma controladora de memória integrada e pela tecnologia Intel QuickPath, proporcionando interconexões de alta velocidade para cada núcleo de processamento.

Em seguida, a companhia introduziu uma espécie de segunda geração da microarquitetura Nehalem, chamada Westmere, trazendo como grande novidade uma plataforma global de menor custo para o usuÁrio, com a introdução de um novo padrão de pinagem para as CPUs, o LGA 1156, além dos chipsets P55/P57.

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Seguindo a sua estratégia, eis que em 2011, a Intel apresenta a micro arquitetura SNB, composta inicialmente pelos processadores Sandy Bridge com litografia em 32nm (fase Tock), para que no futuro (início de 2012) lance as CPUs Ivy Bridges (fase Tick), trazendo como grande diferencial, um processo de fabricação mais refinado (22nm), possibilitando assim que os futuros processadores tenham uma melhor relação entre desempenho e dissipação térmica/consumo de energia.

Se por um lado, a Intel rapidamente atualizava a linha de processadores voltados para os segmentos de entrada e intermediÁrio/intermediÁrio de alto desempenho, por outro, quem necessitava de poder mÁximo, estava fadado ao bom e velho socket LGA1366, lançado em 2008 com as CPUs Bloomfields, e mais recentemente com os Gulftowns. Portanto, a necessidade de se avançar neste nicho de mercado era latente para a Intel. Daí o surgimento da nova linha.

Diferentemente de seu "irmão menor" Sandy Bridge (linha Core ix 2000), o Sandy Bridge-E tem logo de "cara", a sua primeira – e grande diferença: não possuir GPU integrada ao die. Assim, estamos falando de uma clÁssica unidade de processamento central, ao invés de uma clÁssica unidade de processamento acelerado – APU. Contudo, por se tratar de um produto voltado para o segmento entusiasta – alta performance, a ausência de um chip integrado ao núcleo da CPU de forma alguma ofusca o brilho do SNB-E, muito pelo contrÁrio, a Intel economiza espaço e transistores "desnecessÁrios", utilizando para a adição de recursos específicos para o seu segmento.

(Die do Sandy Bridge-E)

Em compensação, a nova série traz dois importantes avanços para quem necessita de um alto poder de processamento: maior memória cache L3 e interface de memória mais robusta. Enquanto que a atual série Core ix 2000 possui no mÁximo 8MB de L3 e interface de memória de 128 bits (dual channel), o Sandy Bridge-E praticamente dobra esses valores, chegando respectivamente a 15MB e 256 bits (quad channel – suportando oficialmente DDR3 de 1600Mhz). Na realidade, o SNB-E possuem potencial para até 20MB de L3 (octo core), contudo, a Intel "limitou" (pelo menos até o momento) a geração para 6 núcleos e 15MB de cache de nível 3.

O fato curioso é que apesar de possuir tanto o nome comercial, quanto codinome praticamente idêntico, a linha Sandy Bridge-E é derivada da família de processadores para servidores Xeon E5. Daí a robustez do projeto.

Dito isto, vale ressaltar, portanto, que o SNB-E tem por finalidade, substituir a atual linha Bloomfield/Gulftown (LGA 1366). Assim, os Core ix 2000 continuam firmes e fortes, coexistindo mesmo com a chegada dos Ivy Bridges em 2012.

Principais Tecnologias
O Sandy Bridge não possui apenas mais "músculos" que a geração passada. Além de mais força, a nova família de processadores tem um "cérebro" aprimorado, ou seja, novos recursos e funcionalidades. Seguem abaixo os principais tecnologias e funções:

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- Intel Hyper-Threading
O Hyper-Threading Technology (mais conhecido como HT Technology) permite que cada núcleo físico execute múltiplos threads dinamicamente, ou seja, "simula" núcleos lógicos. Desta forma, um processador com x núcleos comporta-se virtualmente como outro de 2x núcleos.

Essa capacidade é, atualmente, essencial em ambientes de softwares multi-threaded, pois ajudam a melhorar a resposta global do sistema e aumentam, assim, a experiência do usuÁrio.

Alguns dos programas que se beneficiam do recurso são: Adobe Premiere Elements 8, Microsoft Office Excel e Microsoft Windows Live Movie Maker.

- Turbo Boost Technology 2.0
A versão 2.0 do Turbo Boost Technology estÁ agora mais dinâmico e inteligente, aprimorando ainda mais a tecnologia da Intel de overclock automÁtico. De forma simples, o Turbo Boost 2.0 oferece maior desempenho quando hÁ espaço disponível para o processador. Essa tecnologia aumenta dinamicamente a frequência dos núcleos ativos se a CPU estiver operando abaixo da potência nominal corrente e dos limites da especificação da temperatura.

A frequência mÁxima do Turbo Boost Technology é dependente do número de núcleos ativos. A duração em que o processador utiliza a tecnologia depende do volume de trabalho e ambiente operacional, proporcionando o tempo, local e potência exata que o usuÁrio necessita.
Como novidade, a tecnologia pode alterar vÁrias etapas e níveis "por núcleo" nas freqüências de operação. Dependendo da carga de trabalho da CPU, um ou mais núcleos do processador serÁ executado acima da sua especificação padrão. Para os overclockers serÁ interessante saber que cada núcleo do processador pode ser turbinado de forma independente.

- Controladora de Memória Integrada
A controladora integrada oferece uma impressionante performance na leitura/escrita na memória, através de algoritmos eficientes de aceleração, baixa latência e maior largura de banda de memória.

- Smart Cache
O Smart Cache permite a alocação dinâmica e eficiente da memória cache para corresponder às necessidades de cada núcleo. Assim, o total da memória cache não fica restrito a um núcleo dedicado, mas sim compartilhado entre todos os núcleos. Com base nas necessidades de cada um, a memória cache é alocada dinamicamente.

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Aplicativos como o Microsoft Excel, que precisam importar uma grande quantidade de dados em cache para funcionar, estão entre os que mais se beneficiam dessa funcionalidade.

- Advanced Encryption Standard New Instructions (AESNI)
A AESNI, na verdade, não chega a ser uma nova tecnologia, mas sim um conjunto de seis novas instruções que oferecem suporte completo para os algoritmos de segurança AES (Advanced Encryption Standard ou Padrão de Criptografia Avançada) via hardware.

Essas instruções aceleram a criptografia e decifragem dos dados, utilizando algoritmos AES. Como o AES é implantado em vÁrios protocolos, as novas instruções serão valiosas para uma ampla gama de aplicações, oferecendo um aumento no desempenho em comparação a implementações via software. Além de melhorar a performance, as instruções AESNI fornecem importantes benefícios de segurança, reduzindo ataques de hackers.

UtilitÁrios como o WinZip 14, que utiliza criptografia/descriptografia enquanto comprime/descomprime um arquivo, serão grandes beneficiados pelas novas instruções.

- Intel Virtualization Technology (Intel VT-x) e Intel Virtualization Technology for Directed I/O (Intel VT-d)
Ambas tecnologias permitem que uma plataforma de hardware funcione como múltiplas plataformas "virtuais". Para as empresas, a Intel VT-x e a VT-d oferecem uma maior capacidade de gerenciamento, limitando o tempo de inatividade e mantendo a produtividade do trabalhador através do isolamento das atividades computacionais em partições separadas.

- Intel Trusted Execution Technology (Intel TXT)
Trata-se de um conjunto de extensões de hardware altamente versÁtil para processadores e chipsets da Intel que, com software adequado, melhora a capacidade de segurança da plataforma.

Por não possuir uma unidade de processamento grÁfico ao die da CPU, a linha Sandy Bridge-E não possui os seguintes recursos multimídias: Intel Quick Sync, Intel InTru 3D / Clear Video HD,  WiDi 2.0 e Intel Insider.

{break:: O Core i7-3960X}

A Intel lançou 3 modelos baseados no Sandy Bridge-E, sendo que que apenas 2 estarão disponíveis em 2011, enquanto que um chegarÁ no início de 2012. São respectivamente: Core i7-3960X e Core i7-3930K (ambos com 6 núcleos), e o Core i7-3820 com 4 núcleos.

Quem achava a geração Gulftown grande (240mm2) irÁ se espantar com as proporções do SNB-E. A geração tem die com Área de 435mm2 . Também pudera, o chip possui ao todo 2,27 bilhões de transistores, bem acima dos 1,17 bilhão dos Core i7 900X, ou mesmo dos cerca de 2 bilhões de transistores (315mm2) presentes no Bulldozer FX da AMD. ComparÁ-lo então à linha Core ix 2000 (995milhões em 216mm2) é "covardia".

Esta é uma das razões pelo aumento na quantidade de pinos no chip, passando de 1366 para 2011. Este grande aumento na quantidade de transistores e na Área do die é explicado em grande parte pela imensa Área dedicada aos núcleos e à memória cache L3. O SNB-E tem capacidade de acomodar até 8 núcleos e até 20MB de L3, algo assombroso para os atuais padrões. Apesar disso, a parece ter adotado a estratégia de "poupar" recursos para uma segunda "onda" de processadores, que poderÁ chegar em 2012.

Outros motivos para o aumento nas proporções e números da nova geração dizem respeito à controladora de memória do tipo quad channel (256 bits) e pelas linhas adicionais do PCI Express, que agora totalizam 40.

Voltando ao assunto das memórias cache L3, a Intel aumentou (ao menos em parte) a sua proporção por core. Ao invés da proporção de 2MB de L3 por núcleo, alguns modelos do SNB-E têm a disposição uma relação de 2,5MB/L3, como é o caso do Core i7 3960X.

Assim como os demais Core ix 2000, a nova geração oferece ainda a cada núcleo de processamento: 32KB de cache L1 para dados e outros 32KB para instrução, além de 256KB de L2 por core.


(Da esq. para a dir.: Sandy Bridge - LGA1155, SNB-E - LGA2011 e Gulftown - LGA1366)

Segue abaixo um resumo com as principais características do processador Intel Core i7-3960X:

• Processamento Hexa Core (6 núcleos): Utiliza 6 núcleos independentes de processamento na mesma frequência em um único pacote físico;
• Frequência Base do Processador: 3.3 GHz;
• Frequência da Tecnologia Intel Turbo Boost 2.0: Aumenta dinamicamente a frequência do processador para até 3.9 GHz quando os aplicativos demandam mais desempenho. Velocidade quando você precisa, ou eficiência no consumo de energia quando a rapidez não é tão necessÁria;
• Tecnologia Intel Hyper-Threading: 12 threads fornecem maior capacidade de processamento para um melhor desempenho multitarefa e em aplicativos paralelizados. Faz mais, com menos tempo de espera;
• Intel Smart Cache: 15MB de cache L3 compartilhado permite um acesso mais rÁpido aos seus dados ao habilitar a alocação dinâmica e eficiente do cache para suprir as necessidades de cada núcleo, reduzindo significativamente a latência dos dados usados com frequência e melhorando o desempenho do sistema;
• Controlador de Memória integrado Quad Channel: Oferece suporte para 4 canais de memória DDR3-1600 com até dois DIMMs por canal. O controlador de memória integrado oferece melhor desempenho de leitura/gravação por meio de algoritmos eficientes pré-carregados, menor latência e maior largura de banda para a memória.


Mas afinal, qual o significado por trÁs do esquema de nomenclatura da geração Sandy Bridge-E?

Enquanto que nas gerações anteriores Nehalem e Westmere a Intel utilizava apenas 3 dígitos para batizar seus processadores, os novos Core ix possuem quatro. Este quarto dígito a mais serve apenas para indicar a qual geração pertence uma CPU de segunda geração. Desta forma, todos os processadores da geração Sandy Bridge deveriam ter o numeral "2" na frente dos outros 3 dígitos, estes sim, servindo para diferenciar as famílias e modelos.

Contudo, a Intel ficou com o dilema de não possuir tanto "espaço" reservado para a linha SNB-E, uma vez que restariam apenas as séries 2800 e 2900, fechando assim a possibilidade da criação de CPUs Sandy Bridge (LGA11555) mais poderosas. Assim, a companhia não teve outra alternativa, senão, a de inaugurar a numeração 3000 para a sua recém criada linha.

Além do prefixo indicativo da geração, pode haver ainda, a presença de um sufixo – na verdade uma letra – para indicar modelos especiais. Assim, a letra "K" indica que o processador em questão tem os multiplicadores destravados (aceitando assim um alto potencial para overclock). HÁ ainda os modelos com "S" e "T", indicando que tratam-se de versões de baixo consumo, respectivamente com TDP de 65W e 45/35W. Com a chegada da nova geração, a Intel adicionou mais um sufixo, o X, que assim como na geração Gulftown, serve para indicar que trata-se do processador top dos tops, ou seja, a cobiçada linha eXtreme.

Dito isto, sabemos então que o Core i7-3960X certamente não serÁ o "último dos moicanos" de sua geração. A Intel certamente ampliarÁ a linha em 2012, lançando entre outros modelos, o 3970X, 3980X e 3990X, este sim, devendo ser o "super jumbo" das "fortalezas voadoras".

{break:: Chipset X79}

Conforme antecipado na seção acima, a linha Sandy Bridge-E compartilha muitos recursos da linha corporativa Xeon, traduzindo em outras palavras, que a nova geração possui e necessita de alguns ajustes para acomodar um processador de características bem robustas.

Desta forma, é bastante natural supor que o jÁ cansado chipset X58 (lançado em 2008) não fosse mais suficiente para suprir todas as demandas da nova geração. Desta forma, a Intel preparou um chipset ainda mais reforçado, capaz de suportar os recursos do SNB-E. Para tanto necessitou de bem mais 1366 pinos presentes no socket atual, passando para 2011. Vale ressaltar que cada pinos confere uma conexão para parte da CPU, que alimentarÁ algum de seus recursos.

A primeira grande novidade é sem dúvidas o suporte ao badalado PCI Express 3.0. Desta forma, o conjunto X79 + SNB-E dobra a largura de banda em relação ao atual padrão de mercado, garantindo assim um fluxo de dados de 1GB/s por linha por direção.

Com um total de 40 linhas PCIe, os sistemas equipados com os processadores Sandy Bridge E suportam uma configuração bem maior e mais robusta de multi VGAs (e demais dispositivos), com é o caso de duas Placas 3D em x16 e uma em x8, ou uma VGA x16 e três em x8 ou ainda uma em x16, duas em x8 e outros dois dispositivos em x4. Trata-se de um grande diferencial em relação aos atuais processadores LGA 1155 com os conjuntos P67/H67/Z68, que suportam 16 linhas de dispositivos PCI Express 2.0.

Devido ao atraso na chegada das primeiras VGAs PCIe 3.0, a Intel não teve como certificar o padrão PCI Express 3.0, colocando assim no material de divulgação, as referências à geração 2.0.

Apesar do atraso no lançamento das primeiras GPUs PCIe 3.0, a presença do suporte de tal recurso representarÁ um alto grau de escalabilidade para o usuÁrio, além de garantir maior vida útil ao sistema.

Ainda que seja um recurso presente no die do processador, o X79 estÁ apto para conferir o mÁximo para a interface de memória quad channel de 256 bits. Trata-se de um expressivo avanço sobre os 128 bits dos atuais Core ix 2000 e mesmo dos 192 bits da linha Gulftown.

Aliado ao uso de memórias mais velozes de 1600 MT/s, a largura de banda do sistema pulou de 25,6 GB/s para 51,2 GB/s. Vale ressaltar que o uso de memórias DDR3-1600Mhz são apenas possíveis ao utilizar apenas um módulo de cada canal. Ao utilizar dois módulos por canal, esse número cai para 1333Mhz.

Vale ressaltar que a depender da fabricante de placa mãe, o usuÁrio terÁ a sua disposição até 8 slots para memória, em uma configuração descomunal de 64GB de RAM a disposição.

Ainda não estÁ muito claro o motivo do "downgrade" nas especificações do X79, mas a princípio, o novo chipset estava programado para suportar até 14 portas de conectividade para dispositivos de armazenamento, sendo 6 delas do tipo SATA (2x6Gbps e 4x3Gbps), ficando as demais para controladores integrados, como é o caso das portas SAS de Gbps.

Pelo que se comenta nos bastidores é que a Intel pretende disponibilizar em 2012 tais suportes. Assim, o X79 oferece as mesmas 2 portas SATA de 6Gbps e 4 SATA de 3Gbps presentes, por exemplo, nos chipsets P67. AliÁs, a estrutura do chipset, conforme pode ser visto na imagem acima é muito semelhante ao P67, como é o caso das 14 portas USB 2.0, a conexão integrada Ethernet MAC, Áudio HD e as 8 linhas do PCIe 2.0.

Outras ausências referem-se ao USB 3.0 e ao recurso RST (Rapid Story Technology). Contudo, no primeiro caso, esse fato é minimizado pela adição de controladores de terceiros, enquanto que no segundo, o X79 ganharÁ compatibilidade com o RSTe 3.0 (corporativo) que aumentarÁ a proteção dos dados e das informações dos servidores e estações de trabalho, assim que a Microsoft liberar os drivers nativos AHCI.

{break::Fotos}Abaixo algumas fotos do processador e socket. Ele teve seu tamanho aumentado na comparação com os processadores socket LGA 1366.

{break::MÁquinas/Softwares utilizados}Utilizamos uma mainboard TOP de linha para a review, provavelmente uma das melhores do mercado, a Asus Rampage IV Extreme. JÁ para os comparativos foi utilizado 4 sistemas(listados abaixo), mudando apenas a mainboard e processador de cada um deles, sendo que a placa de vídeo e memórias são idênticas em todos os sistemas.

Ps.: Não temos nenhum processador Bulldozer, ainda não recebemos nenhum para review, dessa forma não adicionamos nenhum aos comparativos, infelizmente.

MÁquinas utilizadas nos testes:
- Processadores IntelCore i7 3960X + (AsusRampage IV Extreme) Core i7 980X + (Gigabyte G1 Assassin), Core i7 2600K + (Asus P8Z68-V Pro)
- Processadores AMD: Phenom II X6 1100T BE + (Gigabyte GA-890GPA-UD3H)
- Memória: Corsair Vengeance 8GB DDR3 (2x4GB)
- Placa de vídeo: XFX Radeon HD 6970

Sistema Operacional e Drivers:
- Windows 7 64 Bits com Updates
- Intel INF 9.2.0.1030
- ATI Catalyst 11.10 WHQL

Aplicativos/Games:
- WinRAR 4.01
- CineBENCH 11.5
- x264 HD Benchmark 4.00
- Sandra 2012 (18.10)
- AIDA 64 2.00
- wPrime 2.06
- Adobe Photoshop CS 5
- 3DMark 11
- Crysis 2
- DiRT 3
- GTA 4 (Liberty City)

CPU-Z 
Abaixo temos a tela principal do CPU-Z, mostrando algumas características do processador.


{break::Winrar, CineBench, x264 HD}WinRAR
Começamos pelo benchmark do WinRAR, onde o novo Core i7 3960X fica 250 pontos a frente do 980X, representando melhora de 6.7%.

{benchmark::2290}

CineBENCH 11.5
Com o teste de renderização de imagem do CineBENCH o ganho foi um pouco superior na comparação com o Core i7 980X, o novo 3960X aumentou em 13.2% o desempenho.

{benchmark::2293}

x264 HD Benchmark
JÁ com o teste de conversão de vídeo em 720p do x264 HD, temos melhora de 10% no desempenho do 3960X sobre o resultado do 980X, dentro da média dos testes anteriores.

{benchmark::2294}

{break::Sandra 2012, AIDA64}SiSoftware Sandra 2012
O resultado do Sandra mostra um ganho bem superior aos anteriores. Como podemos ver abaixo, a melhora do novo processador top da Intel foi de 23% sobre o 980X no teste processor arithmetic. 

Outro destaque, é que devido melhora no gerenciador de memória, a nova plataforma X79 consegue melhores resultados do que a Z68 quando o assunto é memória, isso não acontecia com a X58, que perdia para a Z68(incluindo P67 e H67).

{benchmark::2291}

AIDA64
Temos dois testes com o AIDA64, CPU Queen e CPU ZLib. No teste CPU Queen, temos ganho de pouco mais de 8% para o novo processador sobre o score do 980X.

{benchmark::2292}

JÁ com o teste ZLib, que nada mais é do que uma biblioteca de compactação de arquivos, o ganho foi bastante superior, na casa de 20% a favor do Core i7 3960X sobre o resultado do Core i7 980X. 

{benchmark::2304}

{break::PS CS5, wPrime, 3DMark 11}Photoshop CS 5
Tivemos uma surpresa neste teste, que consiste em aplicar o filtro "Extrude" do Photoshop em uma imagem de 4GB. Reparem que o processador com melhor desempenho foi o Core i7 2600K, que apesar de ser um ótimo processador, não é destinado ao mesmo público que o Core i7 3960X e mesmo o 980X.

A diferença inclusive foi considerÁvel. Mais de 50 segundos. Quando falamos da comparação 3960X com 980X, temos uma diferença de quase 150 segundos a favor do novo processador TOP de linha, representando melhor de 13%. 

{benchmark::2296}

wPrime
Fizemos testes com os dois modos do wPrime, 32M e 1024M.

Com o modo mais rÁpido, 32M, tivemos um empate técnico entre o Core i7 3960X e o 980X.

{benchmark::2306}

Com o teste de 1024M, um novo empate técnico entre os dois processadores TOP da linha da série Extreme, mas com o 980X pouco a frente, resultado inesperado.

{benchmark::2295}

3DMark 11
Abaixo temos os testes com o 3DMark 11, assim como aconteceu com o teste do PS5, novamente o Core i7 2600K ficou a frente do 3960X, de tabela também a frente do 980X.

{benchmark::2297}

{break::Game: Crysis 2}Começamos nossos testes em games com o Crysis 2, um dos mais pesados da atualidade, também um dos que possui as melhores tecnologias disponíveis.

Pensamos em fazer testes em baixa qualidade com a intenção de que o game use mais CPU ao invés de GPU, assim como alguns sites internacionais fazem. Mas acabamos que achando algo sem sentido e que não mostra a real ideia do que o processador representa ao rodar um game, podendo até mesmo mascarar ou confundir algumas pessoas. Desta forma, nossos testes foram feitos em situações normais que um usuÁrio rodaria o game se tivesse uma mÁquina desse porte.

Como destacamos nos dados da mÁquina utilizada, todos os sistema comparados rodam com a mesma placa de vídeo e mesma quantidade de memória, ou seja, uma XFX Radeon HD 6970 e 8GB de RAM. 

Crysis 2
Começamos os testes pelo Crysis 2, onde vemos que, apesar do Core i7 3960X ficar na ponta da tabela, a diferença é bastante pequena, diminuindo ainda mais à medida que a resolução aumenta.

{benchmark::2298}

{benchmark::2299}

{break::Game: DiRT 3}DiRT 3
Novo game, nenhuma diferença. Como podemos ver nos grÁficos abaixo, praticamente tudo igual entre os processadores, comprovando o que jÁ sabíamos, quem "manda" em FPS de game é a placa de vídeo.

{benchmark::2300}

{benchmark::2301}

{break::Game: GTA 4}GTA 4
Por fim, nosso último teste que comprova o que foi mostrado nos dois games anteriores. Rodando o GTA 4 Liberty City temos pouca diferença entre os processadores. Para não dizer que não existe diferença, o X6 1100T da AMD ficou um pouco atrÁs, mas mesmo assim diferença inferior a 10% na comparação com o melhor resultado.

{benchmark::2302}

{benchmark::2303}

{break::Overclock}Um dos grandes atrativos dos novos processadores Sandy Bridge-E estÁ em seu potencial para overclock, consideravelmente acima da geração anterior da linha Core i7 Extreme.

De quebra, grande parte das mainboards, pra não dizer todas, vêm com o Turbo Boost ativado, dessa forma, o usuÁrio terÁ um "UP" no clock de 3.3GHz para 3.9GHz quando o sistema sentir a necessidade de demanda, mas este clock é bem abaixo do que o Core i7 3960X alcança.

Utilizando a mainboard Asus Rampage IV Extreme, colocamos ele a 4.7GHz com um air cooler (Thermalright HR-02), diga-se de passagem, destinado ao socket LGA 1366. Esse clock é nada menos que 1.4GHz acima do clock padrão, representando aumento de 42%. Dependendo da combinação de hardwares e coolers, dÁ para chegar a 5.0GHz neste mesmo processador, que representa aumento de mais de 50%, realmente impressionante. Em breve, teremos a review do water cooler da Intel, onde pretendemos aumentar um pouco o overclock utilizado nesta review.

Na próxima pÁgina, veremos como a mÁquina se comportarÁ quando o assunto é desempenho quando overclockada, tanto com o Turbo boost de 3.9GHz como com o overclock de 4.7GHz manual. Abaixo temos a tela principal do CPU-Z do processador quando trabalhando em 3.9GHz e também a 4.7GHz.


{break::Overclock: Winrar, CineBench, x264 HD}WinRAR
Começamos pelo WinRAR, onde temos resultados bastante interessantes. Como podem ver abaixo, quando trabalhando em 4.7GHz, o processador consegue atingir nada menos que 61% a mais do que quando trabalhando a 3.3GHz.

{benchmark::2307}

CineBENCH 11.5
Com o teste de renderização de imagem do CineBENCH, temos ganho de quase 18% do clock padrão para o Turbo Boost, e de nada menos que 41% do clock padrão para 4.7GHz.

{benchmark::2309}

x264 HD Benchmark
Com o teste de conversão de vídeo, também temos excelentes ganho quando overclockamos o processador, no primeiro teste chega a 45% a mais quando o processador setado em 4.7GHz, 25% quando em 3.9GHz pelo Turbo boost.

{benchmark::2310}

{break::Overclock: Sandra, PS5}SiSoftware Sandra 2011
O resultado do Sandra mostra resultados semelhantes aos testes anteriores, com ganho de 17% quando overclockado para 3.9GHz e 41% quando overclockado para 4.7GHz.

{benchmark::2308}

Photoshop CS5
Com o tempo de renderização de um filtro em uma imagem de 4GB com o PS, também temos boa melhora, 26% de ganho quando o processador estÁ trabalhando a 4.7GHz e 14% quando trabalhando a 3.9GHz, em ambos os overclocks com resultados superando o Core i7 2600K, que surpreendentemente estava no topo da tabela.

{benchmark::2312}

{break::Overclock: wPrime, 3DMark 11}wPrime
Com o wPrime temos resultados bem parecidos com os apresentados pelo Photoshop. Quando trabalhando a 3.9GHz o ganho foi de 15%, e quando trabalhando a 4.7GHz o ganho foi de 26%.

{benchmark::2311}

3DMark 11
Agora começamos em outro tipo de testes, que tendem a utilizar mais a placa do vídeo do que o processador, desta forma não teremos mais os ganhos apresentados pelo testes anteriores.

Começamos pelo 3DMark 11 que mostra pouca diferença, mesmo com o Core i7 3960X trabalhando a 4.7GHz o ganho foi inferior a 2%, podemos até considerar empate técnico.

{benchmark::2313}

{break::Overclock: Crysis 2, GTA 4}Crysis 2
Rodando o Crysis 2, também podemos ver que a diferença é bastante pequena, tornando até sem sentido arriscar diminuir o tempo de vida do sistema.

{benchmark::2315}

GTA 4
Assim como em Crysis 2, a diferença é nula no ganho de desempenho quando o sistema trabalhando com processador overclockado.

{benchmark::2317}

{break::Overclock: Temperatura}Se tratando do cooler, temos algumas considerações na comparação do socket LGA 1366 com o novo LGA 2011.

Apesar de ambos terem o mesmo espaço de furação, que acaba tornando os coolers para socket LGA 1366 compatíveis com o novo formato, grande parte deles precisarÁ de um adaptador. JÁ outros, podem não encaixar direito devido à disposição dos componentes das novas mainboards LGA 2011, principalmente no que diz respeito às memórias.

Nós fizemos a review com o cooler Thermalright HR-02, que funcionou normalmente na mainboard Asus Rampage IV Extreme, apesar de limitar o uso de alguns dos slots de memória. Como utilizamos 8GB(2x4GB) em dual channel, colocamos um pente em cada extremidade pelo lado de fora, ou seja, slots A1 e C1, indicados para dual channel nessa mainboard.

Abaixo temos a temperatura do processador quando trabalhando em seu clock padrão, 3.3GHz, em TurboCore clockado em 3.9GHz, e em um overclock de 4.7GHz. Em outra review iremos mostrar o comportamento do water cooler da Intel (fabricado pela Setek) destinado aos novos processadores Sandy Bridge-E.

Sistema em modo ocioso
Abaixo temos os testes com o sistema em modo ocioso, onde podemos concluir que a temperatura subiu dentro do esperado, mesmo para o resultado do processador overclockado para 4.7GHz, podemos ver que a temperatura ainda é aceitÁvel pelo nível do overclock e de se tratar de um air cooler.

{benchmark::2287}

3DMark 11
Rodando o 3DMark 11 a temperatura começa a aumentar, mas também dentro de "resultados" aceitÁveis.

{benchmark::2288}

wPrime
Por fim, com o sistema em uso mÁximo, o processador chega a atingir 95 graus em 4.7GHz, esperado para esse tipo de teste.

{benchmark::2289}

{break::Intel Rapid Storage}Assim como aconteceu com o chipset Z68, o chipset X79 traz suporte a tecnologia Intel Rapid Storage, que a grosso modo dÁ ao HD grande parte do excelente desempenho de um SSD, com a vantagem do espaço de armazenamento que um HD oferece, ainda consideravelmente superior a um SSD, principalmente quando se trata de custo por MB, jÁ que hoje compramos um HD de 2TB pelo preço de um SSD de 60GB.

O conceito é simples: serÁ necessÁrio um HD e um SSD, sendo que o SSD não precisa ter uma capacidade muito grande. Inclusive um de 20GB jÁ possibilita o uso da tecnologia. No caso, utilizamos um HD de 1TB e um SSD de 120GB. O sistema vai gerar um "cache" do que for utilizado e armazenar no SSD. Como a leitura dele é muito mais rÁpida do que o HD, quando tais dados jÁ cacheados no SSD forem requisitados o sistema consegue-se acessÁ-los de maneira muito mais rÁpida do que se fosse dentro do HD, que possui desempenho bem inferior.

Não iremos entrar em detalhes de configurações, mas serÁ necessÁrio ativar o RAID na BIOS e o sistema operacional tem que estar configurado para tal tecnologia. Após feito isso, é necessÁrio instalar o "Intel® Rapid Storage Technology Driver", utilizamos a versão 10.5.0.1026. Com ele o usuÁrio tem controle total da tecnologia, com algumas opções de gerenciamento. Abaixo algumas telas.

Os testes abaixo são da plataforma Z68, isso porque o resultado é o mesmo do X79, tendo a mudança bÁsica por ser plataforma diferente, mas o conceito não muda.

Abaixo temos algumas screenshots do "aplicativo" que gerencia o uso da tecnologia, e logo em seguida alguns benchmarks. 


HD Tune
Rodamos o HD Tune 3 vezes, mostrando bem como a tecnologia vai gerando ganho na medida que o sistema vai gerando cache do que é "utilizado", até logicamente chegar a um limite.

Como é possível observar, em pouco tempo de uso, o usuÁrio jÁ pode perceber o benefício do recurso, com ganho de desempenho na casa dos 45%, chegando até ao "teto" de 100%. Ou seja, o sistema dobra de performance em se tratando de velocidade de armazenamento.

{benchmark::1934}

PCMark Vantage
JÁ no PCMark Vantage, o ganho de desempenho é impressionante, chegando a ser um pouco mais de 10 vezes superior que o uso exclusivo de um HD, comprovando de vez o imenso benefício da tecnologia para os usuÁrios.

{benchmark::1935}

{break::Consumo de energia}Retiramos os testes de consumo de energia do site Anandtech.com, confiram abaixo.

Como podemos ver, em modo ocioso o consumo é bastante moderado, pouco acima do Core i7 2600K e consideravelmente abaixo do 980X.

JÁ em uso contínuo através do teste x264 HD temos uma boa mudança, com o 3960X consumindo mais do que todos os demais modelos comparados, mesmo assim não é nenhuma grande surpresa para o nível do processador, até porque o resultado representa cerca 5% a mais do que o consumo do 980X.

{benchmark::2319}

{break::Conclusão}Depois de longos anos na espera de uma nova geração de processadores TOP,  finalmente a Intel lança a série Sandy Bridge-E, para muitos desnecessÁrios, visto o sucesso de modelos como o Core i7 2600K, processador que alcança resultados impressionantes como vimos nessa própria review, mas a verdade é que a Intel precisava de algo mais, algo para melhorar e superar a "plataforma" LGA 1366 Nehalem, para isso a empresa lançou hoje sua nova linha, que cumpriu o que se esperava, em partes.

Mas antes vamos a um ponto importante, não adianta esperar que em toda anÁlise de processadores novos, aumentem consideravelmente desempenho em aplicações que não são dependentes deles, como FPS de games. Isso não vai acontecer, um processadores raramente influencia no FPS de um game, não adiantar insistir em uma coisa que não tende a mudar. VÁrios cores, clock mais alto etc etc, isso ajuda ao carregar e em outras situações, mas o que melhora FPS em games é o chip de vídeo, seja ele em uma placa de vídeo ou uma APU, como da geração Intel Sandy Bridge ou AMD LIano.

Agora se em games o desempenho muda pouco independentemente do processador utilizado, em aplicações que demandem outro tipo de "processamento" a história é bem diferente. Vimos em diversos testes que o ganho foi considerÁvel em cima da plataforma anterior(X58), até então ainda considerada a melhor solução em desempenho, jÁ em outras aplicações vimos que um processador que custa menos de 1/3 do preço, como o Core i7 2600K, pode ter resultado igual ou superior.

Algumas tecnologias abrem grande margem para melhora em um futuro próximo, pelo menos em algumas aplicações específicas. Um exemplo é a tecnologia quad-channel, que de acordo com a Intel surte efeito inigualÁvel em aplicações que saibam fazer o uso adequado de larga quantidade de memória. Esperavamos algumas tecnologias nativas do chipset que não vieram, como USB 3.0 e PCI-E de terceira geração, mas mesmo ainda não sendo nativas do chipset, não quer dizer que não estão disponível. Como vimos todas as grandes empresas do mercado lançaram produtos com suporte ao que existe de mais avançado, inclusive o jÁ padrão USB 3.0 e PCI-E de terceira geração.

Preço caro, sim, como era o modelo TOP da geração anterior quando lançado(mesmos U$ 999 dólares), é isso que se paga por um produto desse nível(não apenas em desempenho), felizmente é garantia de algo que dure não a vida toda, mas alguns longos anos nesse segmento que muda tão rÁpido. Vale a pena? não sei, pode até ser que não, mas quem comprar não irÁ se arrepender.

Não poderia deixar de falar de uma das características mais interessante da nova geração, seu poder de overclock. Incrível como os processadores Sandy Bridge-E(e Sandy Bridge) se comportam bem quando overclockados, e não estamos falando de overclock de 20% ou 30%, mas sim de 40% e 50%, isso se os demais hardwares forem de mesmo nível, como todo sistema para esse tipo de situação. Lembrem-se, estamos falando de processador TOP de linha, que normalmente não se comportam tão bem como processadores não tão "parudos" quando o assunto é overclock.

Nas próximas horas publicaremos a review da Asus Rampage IV Extreme (mainboard X79). 

 

PRÓS
O que existe de mais poderoso no mercado
Altíssimo poder de overclock
Chipset X79
CONTRAS
Não acompanha cooler BOX
Preço demasiadamente alto
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  • Redator: Fabio Feyh

    Fabio Feyh

    Fábio Feyh é sócio-fundador do Adrenaline e Mundo Conectado, e entre outras atribuições, analisa e escreve sobre hardwares e gadgets. No Adrenaline é responsável por análises e artigos de processadores, placas de vídeo, placas-mãe, ssds, memórias, coolers entre outros componentes.

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