ANÁLISE: MSI X79A-GD65 8D

ANÁLISE: MSI X79A-GD65 8D

Com o lançamento da nova plataforma socket LGA 2011 da Intel, uma série de modelos de mainboards vai "pipocar" no mercado, afinal todas as empresas querem mostrar seus produtos.

Recebemos da MSI a X79A-GD65 8D, placa TOP de linha da empresa para os novos processadores Sandy Bridge-E socket LGA 2011, que iremos analisar agora.

MSI X79A-GD65 8D
Como destacamos, esse é por enquanto o modelo TOP de linha da MSI para socket LGA 2011, apesar de que existem fotos de um novo modelo, Big Bang XPower II, ainda não anunciado oficialmente. 

Como destaque, a X79A-GD65 8D tem um belo acabamento, sendo a primeira placa com selo "Mlitary Class III", trazendo componentes de primeira linha, que melhoram a performance, estabilidade de longevidade. Ela possui 8 slots de memória, podendo chegar a 128GB de RAM de acordo com a MSI. Também suporta 4-Way Crossfire/SLI através de seus slots PCI-Express de terceira geração, além  de todas as demais tecnologias jÁ padrão de mercado, USB 3.0, Sata 6GB/s etc, incluindo o Rapid Storage, até então disponível apenas em mainboards Z68.

{break::O Sandy Bridge-E}Em 2007, a Intel revelou ao mundo o seu modelo de atualização tecnológica, chamado "Tick-Tock", como demonstração da dedicação que a companhia tem em continuar a manter-se no topo da inovação no que diz respeito ao refinamento do processo de fabricação de seus processadores.

O período "Tick" é marcado pela migração para uma nova litografia de uma arquitetura pré-existente (como por exemplo, ao migrar dos 65nm para 45nm e depois para 32nm, e assim sucessivamente), enquanto a fase "Tock" é conhecida pelo desenvolvimento de uma nova microarquitetura de processadores, mantendo o atual processo de fabricação.

- Continua após a publicidade -
Modelo Tick-Tock

O grande salto da Intel aconteceu em 2008, quando a companhia saiu da macro arquitetura Core (Merom/Penryn) para a Nehalem, com o advento dos Core i7 (codinome Bloomfield), que representaram a próxima etapa da tecnologia de núcleos múltiplos para a companhia, maximizando de forma inteligente o desempenho para atender à crescente carga de trabalho dos usuÁrios. Com projeto totalmente novo para beneficiar-se do processo high-k de 45nm, os Nehalems liberaram desempenho de processamento paralelo, habilitado por uma controladora de memória integrada e pela tecnologia Intel QuickPath, proporcionando interconexões de alta velocidade para cada núcleo de processamento.

Em seguida, a companhia introduziu uma espécie de segunda geração da microarquitetura Nehalem, chamada Westmere, trazendo como grande novidade uma plataforma global de menor custo para o usuÁrio, com a introdução de um novo padrão de pinagem para as CPUs, o LGA 1156, além dos chipsets P55/P57.

Seguindo a sua estratégia, eis que em 2011, a Intel apresenta a micro arquitetura SNB, composta inicialmente pelos processadores Sandy Bridge com litografia em 32nm (fase Tock), para que no futuro (início de 2012) lance as CPUs Ivy Bridge (fase Tick), trazendo como grande diferencial um processo de fabricação mais refinado (22nm), possibilitando que os futuros processadores tenham uma melhor relação entre desempenho e dissipação térmica/consumo de energia.

Se por um lado a Intel rapidamente atualizava a linha de processadores voltados para os segmentos de entrada e intermediÁrio de alto desempenho, por outro, quem necessitava de poder mÁximo estava fadado ao bom e velho socket LGA1366, lançado em 2008 com as CPUs Bloomfields, e mais recentemente com os Gulftowns. Portanto, a necessidade de se avançar nesse nicho de mercado era latente para a Intel. Daí o surgimento da nova linha.

Diferentemente de seu "irmão menor" Sandy Bridge (linha Core ix 2000), o Sandy Bridge-E tem, logo de cara, a sua primeira – e grande diferença: não possuir GPU integrada ao die. Assim, estamos falando de uma clÁssica unidade de processamento central, ao invés de uma clÁssica unidade de processamento acelerado – APU. Contudo, por se tratar de um produto voltado para o segmento entusiasta – alta performance, a ausência de um chip integrado ao núcleo da CPU de forma alguma ofusca o brilho do SNB-E. Muito pelo contrÁrio: a Intel economiza espaço e transistores "desnecessÁrios", utilizando-os para a adição de recursos específicos para o seu segmento.

Die do Sandy Bridge-E

Em compensação, a nova série traz dois importantes avanços para quem necessita de um alto poder de processamento: maior memória cache L3 e interface de memória mais robusta. Enquanto a atual série Core ix 2000 possui no mÁximo 8MB de L3 e interface de memória de 128 bits (dual channel), o Sandy Bridge-E praticamente dobra esses valores, chegando respectivamente a 15MB e 256 bits (quad channel – suportando oficialmente DDR3 de 1600Mhz). Na realidade, o SNB-E possui potencial para até 20MB de L3 (octo core), contudo, a Intel "limitou" (pelo menos até o momento) a geração para seis núcleos e 15MB de cache de nível 3.

O fato curioso é que, apesar de possuir tanto o nome comercial quanto codinome praticamente idêntico, a linha Sandy Bridge-E é derivada da família de processadores para servidores Xeon E5. Daí a robustez do projeto.

Dito isto, vale ressaltar, portanto, que o SNB-E tem por finalidade, substituir a atual linha Bloomfield/Gulftown (LGA 1366). Assim, os Core ix 2000 continuam firmes e fortes, coexistindo mesmo com a chegada dos Ivy Bridges em 2012.

Principais Tecnologias
O Sandy Bridge não possui apenas mais "músculos" que a geração passada. Além de mais força, a nova família de processadores tem um "cérebro" aprimorado, ou seja, novos recursos e funcionalidades. Seguem abaixo os principais tecnologias e funções:

- Continua após a publicidade -

- Intel Hyper-Threading
O Hyper-Threading Technology (mais conhecido como HT Technology) permite que cada núcleo físico execute múltiplos threads dinamicamente, ou seja, "simula" núcleos lógicos. Desta forma, um processador com x núcleos comporta-se virtualmente como outro de 2x núcleos.

Essa capacidade é, atualmente, essencial em ambientes de softwares multi-threaded, pois ajudam a melhorar a resposta global do sistema e aumentam, assim, a experiência do usuÁrio.

Alguns dos programas que se beneficiam do recurso são: Adobe Premiere Elements 8, Microsoft Office Excel e Microsoft Windows Live Movie Maker.

- Turbo Boost Technology 2.0
A versão 2.0 do Turbo Boost Technology estÁ agora mais dinâmica e inteligente, aprimorando ainda mais a tecnologia da Intel de overclock automÁtico. De forma simples, o Turbo Boost 2.0 oferece maior desempenho quando hÁ espaço disponível para o processador. Essa tecnologia aumenta dinamicamente a frequência dos núcleos ativos se a CPU estiver operando abaixo da potência nominal corrente e dos limites da especificação da temperatura.

A frequência mÁxima do Turbo Boost Technology é dependente do número de núcleos ativos. A duração em que o processador utiliza a tecnologia depende do volume de trabalho e ambiente operacional, proporcionando o tempo, local e potência exata que o usuÁrio necessita.
Como novidade, a tecnologia pode alterar vÁrias etapas e níveis "por núcleo" nas frequências de operação. Dependendo da carga de trabalho da CPU, um ou mais núcleos do processador serÁ executado acima da sua especificação padrão. Para os overclockers serÁ interessante saber que cada núcleo do processador pode ser turbinado de forma independente.

- Controladora de Memória Integrada
A controladora integrada oferece uma impressionante performance na leitura/escrita na memória, através de algoritmos eficientes de aceleração, baixa latência e maior largura de banda de memória.

- Smart Cache
O Smart Cache permite a alocação dinâmica e eficiente da memória cache para corresponder às necessidades de cada núcleo. Assim, o total da memória cache não fica restrito a um núcleo dedicado, mas sim compartilhado entre todos os núcleos. Com base nas necessidades de cada um, a memória cache é alocada dinamicamente.

Aplicativos como o Microsoft Excel, que precisam importar uma grande quantidade de dados em cache para funcionar, estão entre os que mais se beneficiam dessa funcionalidade.

- Advanced Encryption Standard New Instructions (AESNI)
A AESNI, na verdade, não chega a ser uma nova tecnologia, mas sim um conjunto de seis novas instruções que oferecem suporte completo para os algoritmos de segurança AES (Advanced Encryption Standard ou Padrão de Criptografia Avançada) via hardware.

- Continua após a publicidade -

Essas instruções aceleram a criptografia e decifragem dos dados, utilizando algoritmos AES. Como o AES é implantado em vÁrios protocolos, as novas instruções serão valiosas para uma ampla gama de aplicações, oferecendo um aumento no desempenho em comparação a implementações via software. Além de melhorar a performance, as instruções AESNI fornecem importantes benefícios de segurança, reduzindo ataques de hackers.

UtilitÁrios como o WinZip 14, que utiliza criptografia/descriptografia enquanto comprime/descomprime um arquivo, serão grandes beneficiados pelas novas instruções.

- Intel Virtualization Technology (Intel VT-x) e Intel Virtualization Technology for Directed I/O (Intel VT-d)
Ambas tecnologias permitem que uma plataforma de hardware funcione como múltiplas plataformas "virtuais". Para as empresas, a Intel VT-x e a VT-d oferecem uma maior capacidade de gerenciamento, limitando o tempo de inatividade e mantendo a produtividade do trabalhador através do isolamento das atividades computacionais em partições separadas.

- Intel Trusted Execution Technology (Intel TXT)
Trata-se de um conjunto de extensões de hardware altamente versÁtil para processadores e chipsets da Intel que, com software adequado, melhora a capacidade de segurança da plataforma.

Por não possuir uma unidade de processamento grÁfico ao die da CPU, a linha Sandy Bridge-E não possui os seguintes recursos multimídias: Intel Quick Sync, Intel InTru 3D / Clear Video HD,  WiDi 2.0 e Intel Insider.


{break:: Chipset X79}

Conforme antecipado na seção acima, a linha Sandy Bridge-E compartilha muitos recursos da linha corporativa Xeon. Traduzindo, significa que a nova geração possui e necessita de alguns ajustes para acomodar um processador de características bem robustas.

É bastante natural, então, supor que o jÁ cansado chipset X58 (lançado em 2008) não fosse mais suficiente para suprir todas as demandas da nova geração. Assim, a Intel preparou um chipset ainda mais reforçado, capaz de suportar os recursos do SNB-E. Para tanto, necessitou de bem mais de 1366 pinos presentes no socket atual, passando para 2011. Vale ressaltar que cada pino confere uma conexão para parte da CPU, que alimentarÁ algum de seus recursos.

A primeira grande novidade é, sem dúvidas, o suporte ao badalado PCI Express 3.0. Dessa forma, o conjunto X79 + SNB-E dobra a largura de banda em relação ao atual padrão de mercado, garantindo assim um fluxo de dados de 1GB/s por linha por direção.

Com um total de 40 linhas PCIe, os sistemas equipados com os processadores Sandy Bridge E suportam uma configuração bem maior e mais robusta de multi VGAs (e demais dispositivos), como é o caso de duas Placas 3D em x16 e uma em x8, ou uma VGA x16 e três em x8 ou ainda uma em x16, duas em x8 e outros dois dispositivos em x4. Trata-se de um grande diferencial em relação aos atuais processadores LGA 1155 com os conjuntos P67/H67/Z68, que suportam 16 linhas de dispositivos PCI Express 2.0.

Devido ao atraso na chegada das primeiras VGAs PCIe 3.0, a Intel não teve como certificar o padrão PCI Express 3.0, colocando assim, no material de divulgação, as referências à geração 2.0.

Apesar do atraso no lançamento das primeiras GPUs PCIe 3.0, a presença do suporte de tal recurso representarÁ um alto grau de escalabilidade para o usuÁrio, além de garantir maior vida útil ao sistema.

Ainda que seja um recurso presente no die do processador, o X79 estÁ apto para conferir o mÁximo para a interface de memória quad channel de 256 bits. Trata-se de um expressivo avanço sobre os 128 bits dos atuais Core ix 2000 e mesmo dos 192 bits da linha Gulftown.

Aliada ao uso de memórias mais velozes de 1600 MT/s, a largura de banda do sistema pulou de 25,6 GB/s para 51,2 GB/s. Vale ressaltar que o uso de memórias DDR3-1600Mhz é apenas possível ao utilizar apenas um módulo de cada canal. Ao usar dois por canal, esse número cai para 1333Mhz.

Vale ressaltar que, a depender da fabricante de placa-mãe, o usuÁrio terÁ à sua disposição até oito slots para memória, em uma configuração descomunal de 64GB de RAM a disposição.

Ainda não estÁ muito claro o motivo do "downgrade" nas especificações do X79, mas a princípio, o novo chipset estava programado para suportar até 14 portas de conectividade para dispositivos de armazenamento, sendo seis delas do tipo SATA (2x6Gbps e 4x3Gbps), ficando as demais para controladores integrados, como é o caso das portas SAS de Gbps.

Pelo que se comenta nos bastidores é que a Intel pretende disponibilizar em 2012 tais suportes. Assim, o X79 oferece as mesmas duas portas SATA de 6Gbps e quatro SATA de 3Gbps presentes, por exemplo, nos chipsets P67. AliÁs, a estrutura do chipset, conforme pode ser visto na imagem acima, é muito semelhante ao P67, como é o caso das 14 portas USB 2.0, a conexão integrada Ethernet MAC, Áudio HD e as oito linhas do PCIe 2.0.

Outras ausências referem-se ao USB 3.0 e ao recurso RST (Rapid Story Technology). Contudo, no primeiro caso, esse fato é minimizado pela adição de controladores de terceiros, enquanto que no segundo, o X79 ganharÁ compatibilidade com o RSTe 3.0 (corporativo) que aumentarÁ a proteção dos dados e das informações dos servidores e estações de trabalho, assim que a Microsoft liberar os drivers nativos AHCI.

{break::Especificações}Abaixo, todas as especificações da mainboard:

CPU
• Supports 2nd Generation Intel® Core i7 processors in LGA2011 package.
Please refer to CPU Support for compatible CPU; the above description is for reference only.

Chipset
• Intel® X79 Chipset

Main Memory
• Supports eight unbuffered DIMM of 1.5 Volt DDR3 1066/1333/1600/1800*/2133*/2400* (OC) DRAM, 128GB Max
- Supports Quad channel mode

Slots
• 3 PCI Express gen3 x16 slots
- PCI_E1 & PCI_E4 support up to PCIE x16 speed
- PCI_E6 supports up to PCIE x8 speed
• 2 PCI Express gen2 x16 slots
- PCI_E2 & PCI_E5 support up to PCIE x1 speed
• 1 PCIE x1 slot

On-Board SATA
• SATAII controller integrated in Intel® X79 chipset
- Up to 3Gb/s transfer speed.
- Supports four SATAII ports (SATA3~6) by X79
• SATAIII controller integrated in Intel® X79 chipset
- Up to 6Gb/s transfer speed.
- Supports two SATAIII ports (SATA1~2) by X79
• SATAIII controller integrated in ASMedia® ASM 1061 chipset
- Up to 6Gb/s transfer speed.
- Supports two SATAIII ports (SATA7~8)
• RAID
- SATA1~2 ports support Intel Rapid Storage Technology enterprise (AHCI / RAID 0/1) by Intel X79
- SATA3~6 ports support Intel Rapid Storage Technology enterprise (AHCI / RAID 0/1/5/10) by Intel X79

USB 3.0
• 1 USB 3.0 internal connector by NEC® D720200
• 2 USB 3.0 rear I/O ports by NEC® D720200

Audio
• Chipset integrated by Realtek® ALC892
- Flexible 8-channel audio with jack sensing
- Compliant with Azalia 1.0 Spec
- Meet Microsoft Vista Premium spec

LAN
• Supports one PCI Express LAN 10/100/1000 Fast Ethernet by Intel 82579.

IEEE1394 / FireWire
• VIA® VT6315N chipset
- Supports up to two 1394 ports. (Rear panel x1, pinheader x1)
- Transfer rate is up to 400Mbps.

Internal I/O Connectors
- ATX 24-Pin power connector
- 8-pin ATX 12V power connector
- 4-PIN Power connector
- CPU x 1 / System x 4 FAN connectors
- Front panel audio connector
- Front panel connector
- 1 x chasis intrusion connector
- 2 x USB 2.0 connectors
- 1 x USB 3.0 connectors
- 4 x Serial ATAII connectors
- 4 x Serial ATAIII connectors
- 1 x IEEE1394 connector
- 1 x Clear CMOS jumper
- 1 x Power button
- 1 x OC Genie button
- 2 x Direct OC buttons
- 1 x Multi BIOS switch
- 1 x Voice Genie connector
- 1 x MultiConnect Panel connector

Back Panel I/O Ports
- 1 x PS/2 Mouse/Keyboard port
- 1 x Clear CMOS button
- 1 x Coaxial SPDIF port
- 1 x Optical SPDIF port
- 1 x IEEE1394 port
- 1 x RJ45 LAN Jack
- 8 x USB 2.0 ports
- 2 x USB 3.0 ports
- 1 x 6 in 1 audio jack

BIOS
• The mainboard BIOS provides "Plug & Play" BIOS which detects the peripheral devices and expansion cards of the board automatically.
• The mainboard provides a Desktop Management Interface(DMI) function which records your mainboard specifications.

Dimension
• 30.5cm(L) x 24.4cm(W) ATX Form Factor

Mounting
• 9 mounting holes.

{break::Powered by MSI}Military Class III
Esta tecnologia promete trazer muito mais qualidade e estabilidade à mainboard, unindo a qualidade dos componentes DrMOS II, HI-c CAP, SFC e Solid CAP.

O DrMOS II traz proteção térmica dupla à placa, dando mais poder energético e eficiência - utiliza o LED warning e o auto shut-down.

Os Hi-c Caps dela são, por exemplo, feitos de tântalo, um raro elemento químico muito mais resistente e mais condutivo, material que é utilizado também na fabricação de satélites e naves espaciais. A expectativa é que esses componentes tenham uma vida útil de até oito vezes mais que os capacitores sólidos, chegando a 160 mil horas.

O SFC provém mais de 10% de eficiência energética, proporcionando um melhor overclock e mais estabilidade.

Solid CAP, os capacitores sólidos utilizados trabalham numa temperatura menor, aumentando a vida útil da placa, entre 12 e 40 anos, dependendo do uso.

OC Genie II

Este sistema de overclock permite, de maneira simples e rÁpida, aumentar o desempenho de sua mÁquina, bastando que, para isso, você o habilite na BIOS. Com o slogan "overclock em 1 segundo", a MSI promete ganho de performance de até 145% em aplicativos 3D e até 457% nas ações que utilizem o HD.


ClickBIOS II

Esta é a nova interface da BIOS criada pela MSI. Praticamente igual à versão do Windows, esta nova BIOS possui suporte a mouse e permite controle total apenas com simples cliques.

PCI Express Gen 3
Esta placa jÁ traz suporte à novíssima terceira geração de PCI Express, sendo umas das primeiras placas mãe do mundo a trazer a tecnologia  Com uma largura de banda de 32GB/s, estas PCI Express têm uma taxa de transferência 2x mais rÁpida que a segunda geração, aumentando a eficiência e sua compatibilidade.

Super Charger

O Super Charger provém mais rapidez na hora de recarregar a bateria de seus aparelhos portÁteis. Como cada vez mais estes dispositivos trazem baterias maiores e têm maior demanda de energia, nada mais natural do que os computadores conseguirem acompanhar esta necessidade, oferecendo uma maior parte da energia que recebe das tomadas. É isso que acontece com o MSI Super Charger. Este programa consegue fazer o Windows reconsiderar o modo de fornecimento de energia das portas USB, tornando-o mais poderoso e, consequentemente, carregando a bateria de seus gadgets mais rapidamente.

THX TruStudio PRO

THX é uma marca de Áudio high-end (padrão visual para a reprodução de filmes, home theaters, alto-falantes e outros dispositivos de Áudio). Produtos que têm certificação THX são projetados para permitir que os usuÁrios experimentem, jogos, filmes e vídeos como se fossem ao vivo, jÁ que têm reprodução precisa e fiel. Um efeito sonoro mais realista, com alta fidelidade de reprodução, pode fazer como que o vídeo de alta definição pareça ainda mais poderoso.

{break::Fotos, BIOS}Vamos às fotos da mainboard, que segue o ótimo acabamento dos modelos de ponta da MSI. Como podemos ver, a empresa destacou bastante o selo Military Class, que estÁ em sua terceira geração.

Outro ponto bastante destacado pela MSI é o fato de a placa vir com slots PCI-Express de terceira geração, sempre ressaltando que essa tecnologia não é nativa do chipset. Também podemos ver que ela vem com 8 slots de memória, assim como a R4E da Asus.

Como destaque ainda podemos citar os botões de power e overclock integrados ao PCB e debug led.


BIOS
Assim como as demais empresas, a MSI também lança suas novas mainboards com as chamadas BIOS amigÁveis, que trazem suporte a mouse e layout com acabamento muito superior às antigas telas formato DOS.

A BIOS da X79A-GD65 8D estÁ muito boa e bem acabada, com destaque para o ClickBIOS II, aplicativo para windows que nada mais é do que um atalho para as principais opções da BIOS.

Abaixo, algumas telas da versão para Windows do aplicativo que controla as opções de BIOS, chamado pela MSI de ClickBIOS II.

OBS.: Durante a IDF 2011, vimos a RealVNC mostrando o controle remoto de BIOS de um sistema baseado nessa nova plataforma X79. SerÁ que veremos isso logo? Seria mais um grande passo. Como um exemplo simples, quem dÁ suporte poderia acessar a BIOS e resolver mais uma série de problemas sem ir na casa do cliente. É preciso deixar claro, porém, que o recurso ainda não estÁ disponível nas atuais mainboards.

{break::MÁquinas/Softwares utilizados}Usamos os mesmos hardwares utilizados na review da Rampage IV Extreme, dessa forma podemos ter uma boa noção da diferença dos sistemas. Diferença, aliÁs, que não existe quando falamos em performance em modo padrão, mas sim em situações de overclock e tecnologias disponíveis em cada produto.

Abaixo temos uma foto do sistema montado. 

MÁquinas utilizadas nos testes:
- Processador: Intel Core i7 3960X
- Placas-mãe: MSI X79A-GD 65 8D e AsusRampage IV Extreme
- Memória: Corsair Vengeance 8GB DDR3 (2x4GB)
- Placa de vídeo: XFX Radeon HD 6970
- Cooler: Intel Thermal Solution RTS2011LC

Sistema Operacional e Drivers:
- Windows 7 64 Bits com Updates
- Intel INF 9.2.0.1030
- ATI Catalyst 11.10 WHQL

Aplicativos/Games:
- WinRAR 4.01
- CineBENCH 11.5
- x264 HD Benchmark 4.00
- Sandra 2012 (18.10)
- wPrime 2.06
- Crysis 2

CPU-Z 
Abaixo temos algumas telas do CPU-Z, mostrando as principais características da placa e do sistema utilizado na review.


{break::Winrar, CineBench, x264 HD}WinRAR
Começamos pelo benchmark do WinRAR. JÁ adianto que, aqui, veremos s diferença que vai acontecer em todos os demais testes. Apesar de existir diferença em números, não hÁ mudança de desempenho que se leve em consideração, como jÁ era de se esperar.

A diferença entre as duas mainboards foi de 64 pontos, representando empate técnico.

{benchmark::2352}

CineBENCH 11.5
Novamente, empate técnico entre a MSI X79A-GD65 8D e a Rampage IV Extreme, agora com o teste de renderização de imagem.

{benchmark::2353}

x264 HD Benchmark
Com o teste de conversão de vídeo em 720p do x264 HD novamente temos outro empate técnico entre os sistemas utilizados, com pouco mais de 1 FPS de vantagem a favor da R4E.

{benchmark::2354}

{break::Sandra 2012, wPrime, Crysis 2}SiSoftware Sandra 2012
Novamente, empate entre as placas. Em todos os três testes, ambos os sistemas tiveram resultados na mesma casa, mostrando que o desempenho de modelos diferentes de mainboards com processador em stock (clock default) não muda.

{benchmark::2355}

wPrime
Com o primeiro tivemos uma das diferenças mais acentuadas, embora, diga-se de passagem, seja muito pequena também.

{benchmark::2356}

Crysis 2
Pensamos em fazer testes em baixa qualidade com a intenção de que o game usasse mais CPU do que GPU, assim como alguns sites internacionais fazem. Mas acabamos achando algo sem sentido e que não mostra a real ideia do que o processador representa ao rodar um game, podendo até mesmo mascarar resultados ou confundir algumas pessoas. Dessa forma, nossos testes foram feitos em situações normais nas quais um usuÁrio rodaria o game se tivesse uma mÁquina desse porte.

Como destacamos nos dados da mÁquina utilizada, ambos os sistemas comparados rodam com a mesma placa de vídeo e mesma quantidade de memória, ou seja, uma XFX Radeon HD 6970 e 8GB de RAM. 

A diferença entre as placas não existe, ambas alcançando resultados praticamente idênticos, diferença (diferença???) de apenas 0,2 FPS.

{benchmark::2357}

{break::Cópia de arquivos via USB 3.0}Uma curiosidade que sempre tive foi em relação à possível mudança entre os diferentes chips utilizados pelas empresas para o suporte a tecnologia USB 3.0. SerÁ que a velocidade muda de uma placa-mãe para outra? Fiz alguns testes com diferentes sistemas (que utilizam chips distintos com suporte a USB 3.0).

O teste consiste em duas etapas, uma copiando arquivos (cinco no total, somando 4,5GB) do HD para um drive USB 3.0 (modelo utilizado: Corsair Flash Voyager GT USB 3.0 32GB), e outra fazendo o processo inverso, copiando do drive USB 3.0 para o HD.

É importante destacar que a escrita no pen drive é consideravelmente mais lenta que a leitura, dessa forma, o tempo necessÁrio para se copiar do HD para o drive USB serÁ bem mais alto do que do USB para o HD. 

No primeiro teste, copiando do HD para o drive USB, vemos que a diferença praticamente não existe em nenhum dos sistemas. Do primeiro para o último a diferença ficou em três segundos, representando cerca de 2% e que pode muda facilmente em um novo teste.

{benchmark::2363}

No teste, agora de leitura, a X79A-GD65 8D consegue o melhor resultado, mesmo assim ainda considerado empate técnico pela baixa diferença.

{benchmark::2364}

Como jÁ mostramos em reviews de alguns pen drives USB 3.0, a promessa do USB 3.0 chegar a ser 10x superior a velocidade do USB 2.0 não existe, e pode ser por isso que a Intel reluta em adotar o suporte a essa tecnologia nativa em seus chipsets, inclusive apostando no avanço da porta padrão "Thunderbolt", mesmo sem gerar muito enfoque sobre ela. Para quem ainda não sabe, nenhum chipset do mercado atualmente, seja ele da Intel ou AMD, traz suporte nativo ao USB 3.0, sendo necessÁrio um chip de terceiros para trazer suporte a essa tecnologia.

{break::Overclock}Um dos grandes atrativos dos novos processadores Sandy Bridge-E estÁ em seu potencial para overclock, consideravelmente acima da geração anterior da linha Core i7 Extreme.

De quebra, grande parte das mainboards, pra não dizer todas, vêm com o Turbo Boost ativado para que o usuÁrio tenha um "UP" no clock default. No caso do Core i7 3960X e da MSI X79A-GD65 8D, o clock de 3.3GHz vai para 3.6GHz quando o sistema sentir a necessidade de demanda, isso até a BIOS 1.3, a partir dessa versão, o clock vai a 3.9GHz, o mesmo adotado como padrão pela Asus na R4E. Mas esse clock é bem abaixo do que o Core i7 3960X alcança, jÁ que ele chega a 5.0GHz sem grandes problemas, desde que a mainboard consiga fazer o sistema trabalhar bem nessas condições.

Na review da mainboard Asus Rampage IV Extreme, colocamos o processador a 4.7GHz com um air cooler (Thermalright HR-02) destinado ao socket LGA 1366. Esse clock é nada menos que 1.4GHz acima do clock padrão, representando aumento de 42%. Como destacamos, dependendo da combinação de hardwares e coolers, dÁ para chegar a 5.0GHz nesse mesmo processador, que representa aumento de mais de 50%, realmente impressionante. 

No caso da X79A-GD65 8D, o processo de overclock foi bem mais complicado, e aliado a falta de tempo porque precisÁvamos devolver o processador, não conseguimos chegar a 4.7GHz estÁveis, mesmo testando as mesmas configs utilizadas na R4E e uma série de outras configurações. Em cima da hora conseguimos colocar o sistema estÁvel em 4.6GHz. Como tínhamos que devolver o processador, não conseguimos ficar testando por mais tempo até conseguir um over mais alto, mas ficou claro que ela não possui a mesma estabilidade que a R4E nesse tipo de situação. Os próprios perfis adotados pela MSI são bem aquém do que o Core i7 3960X chega, jÁ que, mesmo utilizando o OC Genie, o overclock ficou em 4.0GHz no mÁximo. Convenhamos, o processador pode atingir 5.0GHz, ao menos 4.5Ghz poderia ter sido "pré-configurado" via BIOS, da mesma forma que acontece com a R4E que possui um perfil de mais de 4.9GHz.

Na próxima pÁgina, veremos como a mÁquina se comportarÁ quando o assunto é desempenho quando overclockada com o Turbo boost de 3.9GHz e com o processador a 4.6GHz. Abaixo temos a tela principal do CPU-Z do processador quando trabalhando em 3.9GHz, a 4.0GHz rodando com o OC Genie ativado (através do botão integrado a mainboard) e com clock a 4.6GHz.

PS. #1: Esses perfis citados estão relacionados ao Core i7 3960X, se mudar o processador, as opções de clocks também mudam.


UPDATE - 16/02/2012: Atualizamos hoje a mainboard para a BIOS versão 1.5, conseguimos colocar um Core i7 3960X a 4.8GHz com voltagem setada em 1.4750v. Uma amostra do que um update de BIOS pode trazer em melhoria para uma placa-mãe, principalmente em situações de overclock.

{break::Overclock: Winrar, CineBench, x264 HD}WinRAR

Começamos pelo WinRAR, onde vemos um ganho pequeno quando o 3960X trabalhando a 3.9GHz se levarmos em consideração que esse processador pode ir muito além, mas o resultado era esperado pelo baixo overclock. Em 4.6GHz o ganho é consideravelmente maior, acima de 25% sobre o clock padrão.

{benchmark::2358}

CineBENCH 11.5
Com o teste de renderização de imagem do CineBENCH, temos ganho de quase 18% do clock padrão para o Turbo Boost de 3.9GHz, mesmo resultado que tivemos com a R4E nessas condições, e que deve acontecer com todas as demais mainboards se utilizando esse mesmo clock. Quando trabalhando em 4.6GHz o ganho foi de 35%, muito bom.

{benchmark::2359}

x264 HD Benchmark
Com o teste de conversão de vídeo, o ganho foi de apenas 12% em 3.9GHz, bom, mas bem abaixo do que é possível com um processador desse porte, sendo que em 4.6GHz o ganho foi de quase 34%.

{benchmark::2360}

{break::Overclock: wPrime, Crysis 2}wPrime
Com o wPrime temos ganho de 16% no desempenho com o sistema overclockado para 3.9GHz via Turbo Boost e 28% quando overclockado para 4.6GHz.

{benchmark::2361}

Crysis 2
Rodando o Crysis 2, como jÁ era de se esperar, nenhuma diferença quando o sistema estÁ overclockado, em nenhuma situação.

{benchmark::2362}

{break::Intel Rapid Storage}Assim como aconteceu com o chipset Z68, o chipset X79 traz suporte à tecnologia Intel Rapid Storage, que a grosso modo dÁ ao HD grande parte do excelente desempenho de um SSD, com a vantagem do espaço de armazenamento que um HD oferece, ainda consideravelmente superior a um SSD, principalmente quando se trata de custo por MB, jÁ que hoje compramos um HD de 2TB pelo preço de um SSD de 60GB.

O conceito é simples: serÁ necessÁrio um HD e um SSD, sendo que o SSD não precisa ter uma capacidade muito grande. Inclusive um de 20GB jÁ possibilita o uso da tecnologia. No caso, utilizamos um HD de 1TB e um SSD de 120GB. O sistema vai gerar um "cache" do que for utilizado e armazenar no SSD. Como a leitura dele é muito mais rÁpida do que o HD, quando tais dados jÁ cacheados no SSD forem requisitados, o sistema consegue-se acessÁ-los de maneira muito mais rÁpida do que se fosse dentro do HD, que possui desempenho bem inferior.

Não iremos entrar em detalhes de configurações, mas serÁ necessÁrio ativar o RAID na BIOS e o sistema operacional tem que estar configurado para tal tecnologia. Após feito isso, é necessÁrio instalar o "Intel Rapid Storage Technology Driver", utilizamos a versão 10.5.0.1026. Com ele o usuÁrio tem controle total da tecnologia, com algumas opções de gerenciamento. Abaixo, algumas telas.

Os testes abaixo são da plataforma Z68, isso porque o resultado é praticamente o mesmo de mainboards com chipset X79, como falamos na review da Rampage IV Extreme. Existe apenas uma mudança bÁsica por ser uma plataforma diferente, mas o conceito não muda, nem os resultados.

Abaixo temos algumas screenshots do "aplicativo" que gerencia o uso da tecnologia, e logo em seguida alguns benchmarks. 


HD Tune
Rodamos o HD Tune três vezes, mostrando bem como a tecnologia vai gerando ganho na medida em que o sistema vai gerando cache do que é utilizado, até logicamente chegar a um limite.

Como é possível observar, em pouco tempo de uso, o usuÁrio jÁ pode perceber o benefício do recurso, com ganho de desempenho na casa dos 45%, chegando até ao teto de 100%. Ou seja, o sistema dobra de performance em se tratando de velocidade de armazenamento.

{benchmark::1934}

PCMark Vantage
JÁ no PCMark Vantage, o ganho de desempenho é impressionante, chegando a ser um pouco mais de dez vezes superior que o uso exclusivo de um HD, comprovando de vez o imenso benefício da tecnologia para os usuÁrios.

{benchmark::1935}

{break::Conclusão}É inegÁvel a qualidade das mainboards MSI, que briga com Asus e Gigabyte. Essas três são as maiores empresas e com os melhores produtos do ramo de mainboards atualmente, apesar de termos outras firmas renomadas como eVGA e a própria ECS, que vêm melhorando significativamente sua linha de produtos.

Com a X79A-GD65 8D não é diferente. A nova placa-mãe top de linha da MSI para os processadores socket LGA 2011 é muito boa, com acabamento excelente, assim como suporte a algumas das melhores tecnologias do mercado para essa plataforma.

Como destaque podemos citar que ela leva o selo Military Class III, selo adotado pela MSI destinado a produtos desenvolvidos com componentes de alta qualidade, propondo maior longevidade, estabilidade e desempenho.

Quanto às tecnologias, ela traz suporte a 4-way Crossfire/SLI, 8 slots de memória, podendo atingir 128Gb de ram(de acordo com informações da própria MSI), debug led e botões de power e overclock(OC Genie) direto no PCB, assim como conexão USB 3.0 e som THX de 8 canais, além de 4 conexões Sata II e 4 Sata III.

Falando do overclock, tivemos algumas problemas. Como nosso prazo era curto, tivemos testes semelhantes aos da R4E, mas na prÁtica o comportamente da X79A-GD65 8D não foi o mesmo, jÁ que a placa não conseguiu atingir os mesmos resultados.

A placa se comportou bem com o sistema a 3.9Ghz através do Turbo Boost, assim como a 4.0GHz quando utilizando o OC Genie, mas foi dificil de conseguir colocar ela a 4.6GHz, sendo que nas primeiras versões de BIOS estava impossível, apenas com novas versões a situação foi melhorando e conseguimos estabilizar o sistema em 4.6GHz. Sempre destacando que utilizamos os mesmos métodos dos testes com a R4E da Asus, aumentando o multiplicador e fazendo alguns testes aumentando a voltagem, apesar de alguns sistemas LGA 2011 se comportarem bem com voltagem em modo [auto], como não tivemos resultados bons, conseguimos estabilizar em 4.6GHz com multiplicador a 40x e FSB a 115MHz. Também tentamos mudar manualmente o multiplicador de cada core, o FSB, mas não teve jeito, o tempo acabou e não conseguimos mais testes. Acredito que ainda faltem ajustes via BIOS. A MSI tem liberado diversas BIOS para a placa, inclusive fizemos testes com versões BETA não liberadas publicamente. Alguns problemas devem ser corrigidos, é o que esperamos.

Vale destacar que em algumas reviews pela internet a placa se comportou bem com as mesmas configurações de BIOS que testamos, mas como sabemos, overclock não é uma "ciência" exata

Outro destaque favorÁvel é seu preço, um pouco abaixo da concorrência, principalmente pelas tecnologias que a placa traz como diferencial sobre modelos menos robustos, como 4-Way SLI.

PRÓS
Excelente acabamento
Tecnologias de ponta
Bom preço
CONTRAS
Ainda precisa de ajustes na BIOS e Overclock
Perfil do OC Genie poderia ter overclock mais alto
Assuntos
Tags
  • Redator: Fabio Feyh

    Fabio Feyh

    Fábio Feyh é sócio-fundador do Adrenaline e Mundo Conectado, e entre outras atribuições, analisa e escreve sobre hardwares e gadgets. No Adrenaline é responsável por análises e artigos de processadores, placas de vídeo, placas-mãe, ssds, memórias, coolers entre outros componentes.

O que você achou deste conteúdo? Deixe seu comentário abaixo e interaja com nossa equipe. Caso queira sugerir alguma pauta, entre em contato através deste formulário.