ANÁLISE: Panasonic Lumix ZS10

ANÁLISE: Panasonic Lumix ZS10

A Lumix ZS10 chegou para suceder a ZS7, lançada em 2010 e que foi um sucesso de vendas. A cada ano a Panasonic vem lançando uma versão atualizada da sua câmera compacta super-zoom. E apesar da competição cada vez mais acirrada, cada novo modelo tem superado o sucesso do seu antecessor.

Este último modelo representa um avanço muito grande em relação aos anteriores e promete mais uma vez um grande volume de vendas.

Para cumprir a promessa, ela chega com vÁrias melhorias significativas em relação aos modelos anteriores. Alguns defeitos, como a lentidão em fotos contínuas, foram sanados e outras funcionalidades, como o GPS, foram melhoradas. Além disto, a câmera é capaz de filmar em FullHD 1080i e vem com touchscreen.

Apesar de ninguém reclamar do zoom de 12x da antecessora, a ZS10 aumenta o número para impressionantes 16x e, finalmente, para bater de frente com suas concorrentes da linha Sony, a ZS10 traz vídeo slow motion, redução de ruído e captura de imagens 3D.

O lançamento da ZS10 é uma clara resposta a pressão das rivais que agora representam uma séria ameaça a linha ZS, pioneira das super-zoom compactas. No novo modelo da linha, a Panasonic tentou - e na maior parte dos casos, conseguiu - se igualar em funcionalidades com todas as rivais, mas serÁ que a nova compacta realmente vale a pena?

{break::Apresentação}O corpo compacto da Panasonic ZS10 une um sensor CMOS de 14.1 megapixels a uma objetiva Leica DC Vario-Elmar que a Panasonic afirma ter 16x de zoom. Na prÁtica, a lente da ZS10 equivale a uma lente 24-384mm. Quando gravando vídeos, a equivalência se dÁ com uma lente 29-494mm. Trocando em miúdos, os números traduzem-se em um ângulo aberto mais que razoÁvel e uma objetiva telefoto de alcance poderoso. A abertura mÁxima varia de f/3.3 até f/5.9 ao longo do alcance do zoom.

Como se espera com um tamanho alcance, a câmera oferece um sistema de estabilização óptica, chamado Power O.I.S., e, ao gravar vídeos, hÁ o modo Active que oferece um grau maior de correção. A ZS10 é capaz de fazer até 3.3 fotos contínuas por segundo, e hÁ ainda um "burst mode" que permite até 10 fotos em resolução total e alta qualidade por segundo, com um mÁximo de 15 fotos de cada vez.

O LCD possui de 3 polegadas  possui 460.000 pontos de resolução e é touchscreen, praticidade que permite, por exemplo, setar o ponto de foco ou de fotometria com apenas um toque.

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Assim como sua antecessora, ZS7, a ZS10 tem um receptor GPS, que permite que as fotos recebam tags de localização automaticamente. A câmera também pode ser programada para reconhecer rostos específicos e priorizÁ-los em relação aos outros durante as capturas, ou procurar por fotos com determinado rosto no modo de reprodução. Outro destaque  é o sistema de rastreamento no foco automÁtico que monitora a movimentação de um objeto selecionado enquanto ele se move pelo quadro, mantendo-o em foco.

A sensibilidade ISO varia de 100 a 1600 com a possibilidade de extensão até 6400 no modo de alta sensibilidade. A velocidade vai de 1/4000 segundo até 60 segundos.

A ZS10 ainda é capaz de fotografar imagens 3D em formato MPO (Multi Picture Object), processando dados de vÁrias fotos sequenciais, mas infelizmente exibe-as apenas em 2D. Além de imagens JPEG, ela filma com resolução de 1920x1080 com som stereo.


A Panasonic ZS10 armazena as fotos em cartões SD ou MMC, com suporte a SDHC e SDXC. A memória interna é composta por nada surpreendentes 18MB. Além das conexões de praxe, USB 2.0 e saída de vídeo NTSC/PAL, ainda hÁ uma bem vinda porta mini-HDMI.

A bateria original promete pelo menos 260 disparos e conta com um sistema de segurança no slot da bateira que impede o uso de baterias falsificadas, mas em contrapartida impede o uso de baterias fabricadas por terceiros.


{break::Projeto, desenho e construção}A ZS10 é uma das integrantes de uma família que a Panasonic chama de Travel Zoom, câmeras relativamente compactas com GPS e zoom de longo alcance. Inegavelmente elegante e discreta na cor preta, a ZS10 também estÁ disponível em prata, azul, vermelho, marrom e dourado.

A câmera é bem projetada, com uma construção precisa que resulta em robustez. A ZS10 funciona muito bem como uma câmera Point and Shoot simples, mas é visivelmente focada para entusiastas.

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O corpo com partes de metal parece muito resistente a pancadas - comuns durante o uso extremo do equipamento. O acabamento é de primeira qualidade e a impressão que se tem é de que o interior da câmera é muito bem protegido contra poeira e líquidos. Apesar de pequena o bastante para caber no bolso, a Panasonic ZS10 é uma câmera de dimensões considerÁveis.

{break::Ergonomia e controles}A interface e os comandos da ZS10  é simples e lógica. Todos os botões e controles, apesar de um tanto pequenos, são bem localizados e claramente indicados o que os torna facilmente acessíveis, a exceção do botão que inicia a captura de vídeo.

Apesar da presença do botão ser um ponto positivo, enquanto na maioria das câmeras que o possuem, este fica posicionado no canto superior direito da traseira da câmera, permitindo o fÁcil acionamento com o polegar, na ZS10 este botão fica na parte superior da câmera, exatamente onde o disparador - que neste caso é deslocado para a esquerda - tradicionalmente fica. Na minha opinião, isto é contraintuitivo e representa uma falha, que felizmente é compensada pela ótima "pegada" da câmera.


Repare que o botão de acionamento do modo  vídeo fica no lugar onde tradicionalmente estÁ o disparador

Mesmo com a "pegada firme" da ZS10 o uso do cordão que a acompanha é extremamente necessÁrio durante a operação, como em todas as câmeras compactas.

O botão do disparador é grande e tem a sua volta o anel que controla o zoom. Apesar do curso do anel ser curto, seu acionamento é preciso e fÁcil. Vale lembrar que a ZS10, ao contrÁrio da maioria das Point and Shoot, oferece a opção de controles de exposição totalmente manuais.

A única grande ressalva em relação à ergonomia é a necessidade de usar uma pequena chave seletora para alternar entre o modo de playback e o modo de captura. Na maioria das câmeras, ao pressionar o disparador, o equipamento vai automaticamente para o modo de captura.

{break::Menus e modos}A ZS10 apresenta um menu amigÁvel baseado em quatro ícones (record mode, playback mode, GPS mode e setup mode) que é acessado por um botão dedicado. A navegação pode ser feita tanto pela tela touchscreen quanto através dos controles tradicionais. O menu, apesar de não ser bonito, é intuitivo e de operação simples.

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Os modos de exposição disponíveis são listados abaixo:
Program: exposição automÁtica com possibilidade de ajuste de alguns fatores (sensibilidade, balanço de branco, compensação e exposição e outros).

Intelligent Auto: a câmera seleciona automaticamente todos os parâmetros de exposição através da anÁlise do objeto no quadro.

My Scene 1 e 2: você pode escolher dois modos de cena favoritos (paisagem e retrato, por exemplo) e a câmera automaticamente vai para aquele modo quando o seletor estÁ nas posições MS1 e MS2.

Scene: são vÁrios modos de cena que vão desde os tradicionais retrato e paisagem até outros que automaticamente suavizam a pele das pessoas.

Aperture priority: o usuÁrio seleciona a abertura e a câmera compensa o obturador.

Shutter priority: o usuÁrio seleciona a velocidade de obturador e a câmera compensa a abertura.

3D: você segura o botão do disparador e mexe a câmera horizontalmente por em torno de 10 cm enquanto a câmera captura 10 imagens e as analisa. As duas imagens com maior grau de diferença paralaxe são unidas para criar uma imagem 3D, que infelizmente não pode ser visualizada na própria câmera.

Manual: o usuÁrio escolhe todos os parâmetros de exposição.

Custom: a câmera grava algumas preferências de exposição.

Video: A ZS10 captura vídeo FullHD (1920x1080i e 30/24fps), VGA (640x480 e 30fps) ou QVGA (320x240 e 30fps). O zoom e o foco podem ser ajustados durante a captura. Os clipes são limitados ao tamanho mÁximo de 2GB.

{break::Display}A ZS10, assim como a maioria das point and shoot do mercado, não oferece um visor, o que obriga o usuÁrio a utilizar a tela LCD para enquadramento e composição. Neste caso, o display tem 3 polegadas e 460.000 pixels. O formato padrão é 4:3, mas também hÁ a opção de 3:2, 16:9 e 1:1.

A tela é brilhante, precisa quanto à saturação e ajusta automaticamente o brilho para compensar a iluminação ambiente. Seu desempenho para enquadramento e composição, mas o comando por toque deixa um pouco a desejar, jÁ que a câmera limita os elementos da interface que podem ser acionados desta forma. Ou seja, na ZS10 apenas algumas opções podem ser acionadas por toque, deixando às restantes o acesso convencional por botão. A boa notícia para quem não gosta de touchscreen em câmeras é que todas as opções podem ser acessadas por botões na ZS10.

O destaque aqui é a possibilidade de setar o ponto de foco e de fotometria com um só toque na tela. O zoom também pode ser configurado usando toques na tela e a operação, apesar de exigir alguma adaptação, é fÁcil.

Quem tem as mãos grandes tem de cuidar para não apoiar seu polegar direito no canto da tela e assim automaticamente setar o ponto de foco para lÁ. HÁ a opção de desativar o foco automÁtico por toque, mas na minha opinião não vale a pena, jÁ que o sistema funciona bem e é muito fÁcil de operar.

Quando é necessÁrio escrever algo, a ZS10 apresenta na ela um teclado. A curiosidade aqui é que ele só pode ser acionado com os botões, apesar da câmera contar com tela sensível ao toque.

{break::Desempenho}A ZS10 é uma câmera competente que agradarÁ tanto fotógrafos casuais e turistas quanto entusiastas. Seu desempenho durante os testes foi consistente, com tempo de inicialização em torno de 1 segundo. O tempo entre os disparos ficou entre 2 e 3 segundos, mas o uso do flash reduz um pouco a velocidade.

O atraso do disparador é totalmente imperceptivel e o auto-foco também surpreende na velocidade, superando até vÁrias câmeras superiores.

Mesmo nos modos automatizados, como Intelligent Auto, Program e Scene, a ZS10 é uma câmera muito rÁpida, o que facilita a captura das cenas.

A ZS10 vem com sistema de autofoco TTL com detecção de contraste. HÁ a opção de Center AF (1 ponto de foco), Multi AF (23 pontos de foco), Face AF, Tracking AF, Spot AF e Touch Area AF.

O sistema de foco automÁtico analisa a cena e calcula a distância entre a câmera e o objeto para determinar qual ponto de auto foco é mais próximo do objeto principal. Com os cÁlculos feitos, a câmera trava o foco naquele ponto. Vale destacar a agilidade com que a ZS10 executa estes processos e a precisão do sistema, que é indefectível na maior parte das ocasiões.

Outro destaque é o novo sistema Quick AF da Panasonic. Com sistemas de foco automÁtico convencionais, a câmera começa a focar quando o botão do disparador é pressionado até a metade. Com o sistema Quick AF, o processo é iniciado assim que a câmera é apontada para o objeto, o que pode economiar preciosos segundos no processo de composição, enquadramento e foco. O Quick AF estÁ sempre ativo no modo Intelligent Auto (iA) e pode ser ligado ou desligado nos outros modos.

A ZS10 utiliza um sistema de estabilização óptico de imagem. Sensores internos detectam o movimento da câmera e  um elemento na lente é rapidamente movido para compensar. De acordo com a Panasonic, o novo sistema POWER O.I.S. possui quase o dobro do poder de correção do sistema antigo, MEGA O.I.S..

Ainda de acordo com a Panasonic, a ZS10 tem autonomia para algo em torno de 260 disparos com sua bateria SLB-07A. Pelo menos levando em conta meus testes, esta estimativa parece um pouco otimista demais, ainda mais se o GPS for utilizado. Mesmo assim, a bateria fica na média das câmeras deste porte e não pode ser considerada um ponto fraco.

{break::GPS e Objetiva}Para alegria dos turistas, que são um dos principais nichos de mercado da ZS10, hÁ um sistema de GPS capaz inclusive de alertar o fotógrafo quando ele estÁ próximo de  alguns lugares pré definidos que, de acordo com a Panasonic, vale a pena fotografar.

O GPS também serve para o uso de tags de localização, conhecidas como Geotags. A ZS10 mostra, além de latitude e longitude, o nome do país, estado, cidade e local usando a base de dados interna da câmera.

Objetiva

Na ZS10, a Panasonic usou uma objetiva f/3.3-5.9 4.3-68mm (equivalente a 24-384mm) DC VARIO-ELMAR da tradicional fabricante alemã Leica. Quando a câmera é ligada, a lente se expande para fora do corpo da câmera automaticamente. Quando é desligada, as lentes se retraem e uma cobertura estilo guilhotina proteje a parte frontal.


O controle do Zoom é preciso, suave e silencioso. A ZS10 precisa de aproximadamente 3 segundos para ir do mínimo ao mÁximo do zoom. 

A lente Leica faz juz a fama da fabricante e é muito boa, apesar de apresentar alguma suavização nos cantos em algumas situações, o que é normal, jÁ que conforme as objetivas se tornam menores e mais complexas, defeitos ópticos e aberrações cromÁticas são ampliados.

As duas fotos abaixo retratam o mesmo cenÁrio, feitas a partir do mesmo lugar, com o zoom no mínimo e no mÁximo, respectivamente. Aí fica clara a versatilidade desta objetiva Leica.


No caso da ZS10 não hÁ vinhetas (cantos escuros) com ângulo aberto, mas a clÁssica distorção que faz com que as linhas formem arcos para fora do centro do quadro, como se a imagem estivesse refletida em um espelho convexo, estÁ presente e é perceptível. Por outro lado, com o zoom no mÁximo, a distorção contrÁria (linhas formam arcos que tendem a convergir no centro do quadro) é bastante controlada.

Um pouco de aberração cromÁtica também é visível em algumas imagens, mas nada muito acima da média.

{break::Qualidade de foto e vídeo}O sensor CMOS de 14 megapixels e 1/2.33 polegadas, em conjunto com o processador Panasonic Venus Engine FHD gera imagens de primeira linha.

Como a maioria das câmeras digitais atuais, a ZS10 aumenta a saturação das cores em relação à vida real. No exterior, especialistas chamam esta característica de "consumer color," dado que fotógrafos casuais, que são o principal foco da maioria das câmeras, preferem cores brilhantes e intensas. No caso da ZS10, o aumento da saturação não é exagerado, mas é perceptível.

O sistema padrão de medição de luz da ZS10, que a Panasonic chama de Intelligent Multiple Metering, é preciso para a maior parte das situações, então fotógrafos casuais não terão de se preocupar com fotometria.

Pessoas mais experientes, porém, podem optar tanto por medição por pontos específicos ou medição média central. Como a maioria das câmeras ultra-compactas, a ZS10 peca um pouco no alcance dinâmico, jÁ que o sensor pequeno não consegue capturar toda a variação tonal das cenas.

A ZS10 oferece uma boa quantidade de opções de balanço de branco e seu sistema automÁtico faz um bom trabalho na maior parte das situações.

A câmera apresenta ainda uma boa gama de opções de sensibilidade ISO, do 100 ao 1600. As imagens feitas com ISO 100 e 200 são praticamente identicas, mostrando pouco ruído. A partir de 400, o ruído começa a se fazer mais perceptível.

Com ISO 800, os níveis de ruído são consideravelmente maires e hÁ uma perda perceptível de detalhes. Com ISO 1600, a situação se agrava e as imagens ainda perdem em saturação. Veja abaixo imagens de exemplo com diferentes sensibilidades ISO:


ISO 100


ISO 200


ISO 400 


ISO 800 


ISO 1600 

Veja abaixo fotos de exemplo tiradas durante os testes. Repare que hÁ fotos noturnas, possibilitadas pelo modo de exposição manual, onde as deficiências de alcance tonal do sensor pequeno da ZS10 ficam mais evidentes. Nenhuma das fotos sofreu qualquer tipo de edição, exceto redimensionamento.

Abaixo segue um pequeno comparativo com uma foto tirada com a ZS10 e outr tirada com uma Canon EOS Rebel T2i. Vale lembrar que são câmeras de segmentos bem diferentes, jÁ que a Canon  é uma DSLR e situa-se em uma faixa de preço muito superior a da câmera sendo avaliada. Repare ainda que no teste fica evidente o aumento na saturação das cores na foto da ZS10, que jÁ foi citado anteriormente (a foto tirada  pela ZS10 estÁ à direita e a tirada pela Canon, à esquerda).


Qualidade de vídeo
A ZS10 captura vídeo FullHD 1080i, VGA ou QVGA. Zoom e foco podem ser ajustados durante a captura de vídeos mas estes tem tamanho mÁximo limitado em 2GB. Durante os testes, a ZS10 fez bem o dever de casa em todas as ocasiões.

{break::Conclusão}Para alegria geral dos fotógrafos, a guerra dos megapixels parece estar chegando ao seu fim, jÁ que mesmo os fotógrafos casuais jÁ estão percebendo que agrupar um número absurdo de pixels em um sensor pequeno só resulta em imagens maiores e com mais ruído. A moda agora é apostar em recursos diferenciados e focar em um nicho e é isto que a Panasonic fez com a LUMIX ZS10.
Mesmo entusiastas concordam que carregar uma pesada DSLR, um tripé e uma bolsa com lentes para todo lado não é sempre uma boa ideia. O mercado tem aberto cada vez mais espaço para câmeras pequenas, rÁpidas e discretas que, apesar disso não comprometam a qualidade final das imagens. E enquanto a maioria das câmeras que respondem a essas características limitam exageradamente a participação do fotógrafo no processo de captura, apoiando-se exclusivamente em sistemas automÁticos, a ZS10 aposta na possibilidade de controle totalmente manual como um diferencial para agradar aqueles que se sentem limitados ao operar outras point and shoot.

A ZS10 vem recheada de recursos interessantes, como o GPS, a capacidade de filmar em FullHD e a captura 3D, mas o seu maior destaque é a possibilidade de fazer ajustes manuais de exposição. Com este recurso, cenas impensÁveis com uma point and shoot comum, como fotos noturnas de paisagens, podem ser capturadas tranquilamente.

Estas características, aliadas à ótima qualidade média das imagens, faz da ZS10 uma perfeita opção para entusiastas que buscam uma câmera prÁtica, mas que não limite sua criatividade com modos automÁticos engessados.


PRÓS
- Lente Leica de ótima qualidade
- Facilidade de uso
- Possibilidade de ajustes manuais de exposição
CONTRAS
- Ruído em ISO alto
- Comando por touchscreen limitado
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  • Redator: Alexandre Lunelli

    Alexandre Lunelli

    Estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Alexandre é um entusiasta da fotografia, música, e demais áreas que não cansem muito. Fã da comunidade opensource, e sonha com um mundo mais bonito, igualitário e sem o trabalho, mal que corrompe a humanidade.

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