ANÁLISE: Pro Evolution Soccer 2011 (PS3)

ANÁLISE: Pro Evolution Soccer 2011 (PS3)

Winning Eleven é sinônimo de jogo de futebol para muitos brasileiros, mesmo anos depois da série passar a se chamar Pro Evolution Soccer, em sua edição para o ocidente. Com um gameplay empolgante, principalmente em relação a série FIFA, que andava "engessada", ganhou a simpatia de muitos jogadores.


Graças a Messi, a presença dos mullets estÁ garantida no PES 2011

Nas edições mais recentes, o quadro mudou: o FIFA passou por vÁrias mudanças, enquanto o PES chegou a um aparente beco sem saída no PES 6 (de 2007) e, para tentar trazer melhorias no mecanismo de jogo, muda radicalmente a cada edição seguinte. Estas mudanças trazem altos e baixos, com edições especialmente ruins, como PES 2008, que alcançou nota de 7,5 de média entre os críticos, segundo o site Gamespot.

Neste contexto que surge o PES 2011, game que chega com o objetivo de consolidar as mudanças que jÁ vinham ganhando mais estabilidade com PES 2010, e trazer mais novidades, especialmente nos passes e chutes mais precisos. Nos testes, jogamos o game no Playstation 3, Xbox 360 e também no PC. Vamos a review!

{break::Gameplay #1}Por mais que belos grÁficos embelezem nossas telas, e encham nossos olhos, é na jogabilidade que estÁ o ponto mais importante num jogo de futebol. Um gameplay empolgante é o que garante rodadas e mais rodadas de jogatina, sozinho ou entre amigos, e também foi por muitos anos o ponto forte dos games da Konami em relação aos concorrentes.

Neste aspecto, PES 2011 traz muitas novidades em relação a edição anterior. Desde o PES 2008, pegar uma nova edição da série da Konami sempre traz um estranhamento inicial, graças a uma seqüência de mudanças na jogabilidade, e o último game não escapou desta regra. A novidade principal agora é uma maior precisão nos passes, com a necessidade de dar o direcional e a força correta para fazer um passe ou lançamento, funcionando de forma bem parecida como sempre funcionou o botão de cruzamento fora do último quarto do campo.

A novidade pode ser mal-recebida por aqueles acostumados a mecânica antiga. É comum os passes no começo irem sem direção nenhuma, jÁ que em edições anteriores o próprio jogo "compensava" um pouco a direção dada pelo jogador, para mandar a bola para o atleta mais próximo do ângulo dado. Isto traz vÁrias novas possibilidades de jogo, com o jogador com real controle de onde quer passar a bola, além de eliminar aquele problema de passar para o jogador errado, quando haviam dois aproximadamente na mesma direção.


Outra novidade é um medidor de força para chutes, passes e cruzamentos, logo abaixo do jogador que irÁ executar a jogada. Assim é possível controlar de forma mais precisa estas ações, e em conjunto com os passes com precisão de 360 graus são a grande diferença na jogabilidade em relação a edição anterior, e encaminham o jogo mais rumo à simulação. Este medidor, porém, tem lÁ seus problemas. Não é incomum ele surgir em jogadores que nem estão com a bola, e muito menos vão alcançÁ-la, outras vezes, quando jogando cooperativamente com outras pessoas, as vezes a barra aparece em outro jogador, também sem contexto nenhum.

O controle da força também não chega a ser 100%, algumas vezes toques leves, que mal carregam a barra, parecem sair com muita força. De qualquer forma, estes defeitos não tiram o mérito do novo recurso, que representa um ganho de controle sobre as jogadas, e tornaram as partidas mais interessantes, com mais possibilidades de movimentos. No geral é uma funcionalidade muito bem vinda que serÁ aprimorada nos próximos jogos da série.

 

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Os defeitos que incomodam, curiosamente, são os presentes na série hÁ mais tempo. O jogo insiste em selecionar um jogador para receber a bola, e mesmo que outro jogador esteja mais próximo, ou em condição de pegar a bola antes, ele não irÁ se deslocar e pegar a gorduchinha. Isso chega ao ponto do absurdo quando a bola chega a bater em outro jogador, ou ele sai do caminho dela, ao invés de dominar.

A seleção de jogadores também estÁ bastante falha, para aqueles que jogam no modo semi-assistido ou manual (modo em que você muda manualmente qual jogador irÁ controlar). Não é raro perder um bom lance porque, apesar de você trocar de jogador três ou quatro vezes, em nenhuma das trocas o controle foi para o jogador que você desejava. O sistema seleciona jogadores dentro de uma certa Área em torno da bola, e jogadores bem posicionados fora deste espaço parecem ser ignorados pelo mecanismo. Jogar no modo assistido também não sana completamente o problema, jÁ que a seleção de jogadores fica totalmente a critério do computador e nem sempre é a mais esperta possível.


Alguns jogadores parecem letÁrgicos em lances decisivos. Nesta figura, o camisa 3 gentilmente ilustra para nós o problema.

Outro ponto que incomoda é a postura dos jogadores dentro da Área. Em cruzamentos, jogadores do ataque costumam dar "peixinhos" e um ou movimento mais arrojado, para tentar fazer o gol. Mas a verdade é que a postura dos jogadores, tanto do ataque como da defesa, pouco muda. Não é preciso ser entendido em futebol para saber que, dentro da Área, os jogadores "dão o sangue", e a postura dos jogadores no simulador parece letÁrgica, com direito a zagueiros não isolando a bola rapidamente ou, pior, algum gol contra ocasional, por conta de um zagueiro que tomou uma bolada sem sequer se mexer, algo que acontece com uma freqüência maior que a esperada.

{break::Gameplay #2}O mecanismo de cobrança de pênaltis, introduzido na versão 2010 do jogo, também merece menção. Durante os "testes", chegamos à conclusão de que ele não tem segredos: é bater e errar. Os comandos exageram na precisão e, como normalmente o número de pênaltis não é muito grande, as cobranças jÁ terminaram e você ainda não "pegou a manha".  Claro que hÁ os casos de sorte, mas no geral é mais seguro bater uma bola rasteira no meio do gol. O goleiro pode até defender, mas a chance de acertar a bandeirinha de escanteio é menor.

Uma novidade bem vinda é o novo método de escalação do time, onde a seleção dos jogadores e seu posicionamento podem ser feito na mesma tela. Apesar da quantidade de comandos concentrados tornar os menus um pouco complicados, as tarefas simples são executadas com muito mais rapidez com este sistema.


A classificação da habilidade dos jogadores através de um único número também é uma mão na roda para substituições rÁpidas, apesar de um convite à preguiça. A tentação de simplesmente ignorar toda a enorme gama de atributos de um jogador e confiar somente naquele numerozinho mÁgico é grande e muitas vezes funciona, jÁ que ele é estabelecido levando em conta os atributos mais necessÁrios para determinada posição.

Mesmo assim, um planejamento tÁtico mais complexo vai depender da anÁlise dos atributos individuais de cada jogador. Só assim para saber exatamente quem faz cada coisa bem e posicionar adequadamente os jogadores em campo. Um ponto fraco das últimas versões é "rebaixamento" do famoso grÁfico com atributos do jogador, um recurso muito bom para uma leitura das habilidades dele de forma rÁpida e mais completa. Nesta edição ele até estÁ presente, mas estÁ tão pequeno que quase não serve para nada.

Um detalhe que a Konami jÁ poderia ter melhorado na série PES são os jogos na chuva. Eles não tem nada de errado, mas este é exatamente o problema. Apesar das gotas caindo, nada muda no comportamento dos jogadores no campo, o que é uma pena, jÁ que este poderia ser um fator a mais de dificuldade a ser explorado.

{break::Licenças}Se o gameplay é conhecido como um fator favorÁvel para a franquia, em compensação as licenças são talvez o principal problema enfrentado pelo game. Nessa Área, temos alguns avanços para os brasileiros: cinco clubes nacionais foram inclusos: Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Internacional e São Paulo. Destes, somente o Internacional estava disponível no PES 2010. A inclusão destes times estÁ relacionada com um novo campeonato disponível no game: a Libertadores da América, que na edição 2010 contou com a participação destes cinco times.

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Infelizmente, até quando a Konami insere uma nova licença, um novo problema parece vir junto. Isto porque, apesar de disponíveis na disputa de modos dentro da Libertadores, basta abrir outros modos do jogo, como um amistoso simples, e todos os brasileiros somem, com a exceção do Inter.

O jogo "conta" também com os mais famosos clubes fictícios do futebol internacional, como o London FC, um dos vÁrios "jeitinhos" consolidados pela empresa para incluir times não licenciados em seus jogos. Também hÁ ligas inteiras, como a PES League, com os jÁ conhecidos WE United e PES United, o que devem ter dado um esforço criativo muito grande para a equipe desenvolvedora.


Escalação do Chelsea... digo, London FC.

Estes problemas com licenças é, de longe, o fator em que o FIFA estÁ muito mais avançado. Poucos campeonatos estão com todos os times licenciados, casos do italiano e do francês e outros, como o inglês, têm só um ou outro time com nome e uniforme correto. Outros campeonatos nem sequer aparecem, como o alemão. Assim a Konami vem sempre "pisando em ovos", com soluções paliativas como incluir os times alemães licenciados em uma liga chamada "outros clubes".

HÁ também os clubes da PES League e da segunda divisão da Master League que são totalmente ficcionais. Normalmente viram alvo fÁcil para patchs e edições feitas por terceiros, que utilizam-os como base para montar ligas alternativas - como o Campeonato Brasileiro ou a Bundesliga, por exemplo. É o jeitinho brasileiro contornando um problema do jogo que, infelizmente, ainda deve muito em qualidade neste aspecto.

{break::Master League e Become a Legend}Desde que foi introduzida, a Master League é o ponto alto da franquia. A Konami tenta compensar aqui a ausência das ligas licenciadas presentes no FIFA com uma competição que traz alguns dos aspectos dos jogos "manager".

A Master League segue no PES 2011 o mesmo método jÁ consagrado das gerações anteriores. Além de ser responsÁvel pelo bom desempenho no gramado, você tem de administrar o time, contratar o staff e os jogadores. Claro que não se pode esperar toda a complexidade de jogos como o Football Manager e Championship Manager, mas ter de conseguir dinheiro para contratar seus craques torna o jogo muito mais interessante e divertido.

As principais mudanças se deram no método de contratação dos jogadores. Agora toda contratação fica a cargo do olheiro de seu clube, o que consideramos um retrocesso em relação às edições anteriores.  Enquanto antes era necessÁrio estudar as finanças, fazer a oferta de compra e negociar o salÁrio, agora você simplesmente dÁ o comando para o olheiro iniciar a negociação e ele retorna - depois de vÁrios dias - com a resposta. Você pode simplesmente aceitar ou tentar negociar.

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É inegÁvel que ficou mais simples fazer as contratações, jÁ que não hÁ mais as informações a respeito da reputação do time a se levar em conta, mas, como a qualidade do olheiro se tornou praticamente o único fator determinante, as negociações perderam a graça. Assim somem opções como lançar uma proposta com valor exorbitante, tentando trazer um jogador de um nível muito alto para seu time.

De resto, a Master League continua quase a mesma, seguindo a mÁxima "em time que tÁ ganhando não se mexe." A disputa do campeonato nacional continua, e vale uma vaga para as competições paralelas, como a Liga dos Campeões - totalmente licenciada - e Copa da UEFA.

No Become a Legend, modo em que você segue a carreira de um jogador de futebol, houve uma inovação interessante: agora você recebe instruções do técnico. Antes do jogo, hÁ uma preleção com as orientações para os jogadores e, durante o jogo, podem surgir novos objetivos para seu jogador, de acordo com o andamento da partida. Isto traz um novo gÁs para este modo, que ainda possui diversos fatores por melhorar como, por exemplo, a pontuação dada aos jogadores em cada partida. Em alguns momentos, estas notas não parecem corresponder com a importância que desempenharam ao longo do jogo. Como esta nota é o principal fator para ganhar prestígio, estes critérios acabam influenciando negativamente na experiência de jogo neste modo.

{break::Narração e trilha sonora}TÁ certo que não se espera algo muito magnífico da trilha sonora de um jogo de futebol, mas a Konami podia ter caprichado um pouco mais neste ponto no PES 2011. Exceto por raras exceções - notadamente a música Roda Pião, da banda brasileira Azymuth, um clÁssico - a trilha é deslocada e chega a "encher o saco". A maior parte das músicas não é algo que se espera de um jogo de futebol. Não chega a desmerecer o jogo porque, felizmente, quando a bola rola, as músicas ficam de fora.

A narração, por sua vez, merece louvores. Na versão em português, quem fez a frente foi, foi, foi, foi ele! O craque da camisa número 9, Silvio Luiz. A versão digital do narrador da RedeTV! é um pouco mais comedida que a que acostumamos a ver na telinha, mas mesmo assim vÁrios dos bordões estão lÁ, emprestando uma boa dose de bom humor à jogatina. A quantidade de frases gravadas também é adequada, o que faz com que a narração não se torne repetitiva.


Em contrapartida, os comentÁrios de Mauro Beting ficam ofuscados entre as narrações de Sílvio Luiz. Aparecendo em poucos momentos, normalmente as falas de Beting parecem mecânicas, sem a desenvoltura das feitas por Sílvio e, é claro, com menos impacto e menos carisma. Com uma quantidade aparentemente menor de falas, as mesmas falas também parecem se repetir com mais freqüência.

{break::GrÁficos}O game vem ganhando progressivas melhorias visuais, a cada edição. Em relação ao 2010, os grÁficos em Pro Evolution 2011 não são impactantes, com apenas melhorias sutis. Isto não representa um grande problema, jÁ que em geral as texturas, animações e a modelagem dos jogadores têm uma boa qualidade, bem como a textura e efeitos de luz nos gramados.


DÁ carrinho não, mÁ!

Alguns detalhes periféricos, como fotógrafos à beira do gramado, torcedores, e alguns detalhes no estÁdio, estão com baixa qualidade, mas justamente por não serem elementos importantes, não chegam a comprometer o jogo.

Um dos poucos elementos que podemos notar uma mudança maior foi o efeito blur em alguns momentos, especialmente nos replays, que ganhou um maior destaque, bem como o efeito de profundidade de campo. Os filtros estão aplicando distorções maiores, o que dão um efeito interessante, mas em compensação, no Playstation 3 tivemos problemas com um framerate baixo durante essas repetições.


A sensação que os grÁficos passam, na maioria dos momentos, é que se tratam de "mais do mesmo". Isto não chega a ser totalmente negativo, jÁ que a franquia alcançou uma qualidade grÁfica que, se não inova, ao menos mantém um nível suficiente para uma jogabilidade agradÁvel. Os jogadores são bem modelados, especialmente os mais famosos, e as animações foram bem desenvolvidas, com direito a expressões faciais durante as jogadas, o que dão um bom conjunto ao jogo.

{break::Modo Online}Jogar com outros jogadores foi, em nosso teste na PSN, uma experiência bastante positiva. Os menus são organizados de forma que o jogador possa escolher desde montar a sala, com todas as configurações e detalhes definidos, ou apenas uma partida rÁpida com alguém online, escolhido pelo próprio sistema, em segundos. Assim é possível participar de competições complexas ou, simplesmente, "bater uma pelada" rÁpida.

Nos modos mais complexos, a Master League em sua versão online se mostrou bastante interessante, com vÁrios elementos do modo offline incorporados. Assim você pode passar pelo mesmo calvÁrio de pegar um time fraco e ir gradativamente o tornando melhor, com o diferencial de fazer isto enfrentando pessoas, ao invés da inteligência artificial. O sistema em "baterias" inicia campeonatos em períodos regulares, assim qualquer um pode ajustar seu tempo livre para jogar. Caso não queria encarar uma sequência de jogos, também pode ir para uma partida rÁpida.


Te prepara. É com esta seleção que você entra no modo Master League Online

Neste modo, a grande diferença fica por conta do time que você começa. Enquanto no modo offline era possível escolher um clube e jogar com sua formação original, no online, independente do time que você escolhe, apenas os jogadores padrão estarão disponíveis. Preparem-se para grandes partidas com astros do futebol fictício, com Castolo, Espimas e Cia.

Outros modos disponíveis no single player também estão disponíveis no modo online, como o "Become a Legend", mas, na maioria das vezes, tivemos dificuldades para testar este recurso, pois sempre haviam poucos usuÁrios para jogar contra nestes modos, nos momentos que testamos.

Durante os testes das partidas online foi possível notar, curiosamente, outro problema do jogo, que vem ocorrendo com a franquia desde edições anteriores: o time de um jogador só. Por mais que clubes como o Barcelona tenham um elenco muito bom, é visível como vÁrios jogadores se "escoram" nas jogadas de Messi durante as partidas. Não é a toa que o time, por ter o melhor jogador disponível no game, é escolhido por quase dois terços dos jogadores que enfrentamos nas partidas rÁpidas. E o jogo quase sempre é definido por lances do jogador argentino.

{break::Conclusão}Com vÁrias franquias que possuem uma periodicidade anual no lançamento de novos títulos, a série da Konami vem com mudanças pequenas entre novos games e os anteriores. Pro Evolution 2011 mantém diversos aspectos de seus antecessores, porém apresenta algumas boas evoluções, como menus mais organizados, sistema de passes e lançamentos mais precisos, algumas melhorias na jogabilidade e licenças novas.


Não comemora não, Messi. No próximo parÁgrafo a gente vai criticar.

Infelizmente, algumas falhas persistem em aparecer ao longo das partidas, principalmente na mecânica do jogo. Pouca coisa é pior que a frustração de perder um bom lance porque não consegue selecionar o jogador certo, ou até sofrer um gol só porque um jogador da defesa decide, do nada, parar de marcar um jogador. São falhas visíveis e, como agravante, vÁrias delas estão presentes desde jogos anteriores. A série vai precisar resolver estes pontos, se quiser conquistar mais prestígio.


Apesar dos defeitos, convém lembrar que a série jÁ teve momentos bem mais tenebrosos e deu a volta por cima. Pro Evolution Soccer 2011, apesar de suas falhas, consegue cumprir seus principais objetivos: divertir e cativar o jogador. É notÁvel que alguns mecanismos ainda estão em um estÁgio inicial de desenvolvimento (como o novo sistema de passes), mas isto não desanima e até, pelo contrÁrio, faz aumentar a expectativa com relação aos próximos lançamentos da série. Especialmente para nós, brasileiros, com a tradução do jogo para o nosso português, com direito a narração de Sílvio Luiz (que assinou contrato para mais três edições) e até presença de alguns clubes nacionais.

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  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

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