ANÁLISE: Sony Ericsson Xperia X10 Mini

ANÁLISE: Sony Ericsson Xperia X10 Mini

O Xperia X10 da Sony Ericsson marcou a entrada da companhia no mundo Android e revelou a sua interface customizada do sistema operacional de código aberto do Google, desenvolvida sob medida para quem não desgruda das redes sociais, mas também não abre mão de uma variedade de utilitÁrios, recursos multimídia e, principalmente, de um belo design.

Com o smartphone, jÁ analisado aqui no Adrenaline, a companhia apresentou ao mundo um Android com a sua cara. A tela de 4 polegadas e 480x854 pixels de resolução era mais do que suficiente para assistir a vídeos com perfeição, capturar imagens nítidas com cores vivas e reunir, em uma só tela, tudo o que acontecia nas redes sociais às quais o usuÁrio tem acesso.



Agora, a Sony Ericsson "espremeu" tudo isso no Xperia X10 Mini, celular mais compacto e econômico, tornando sua interface ainda mais acessível. Desenhado para ser utilizado com apenas uma mão, esse pequeno telefone carrega o trunfo de ser confortÁvel, leve e caber em qualquer lugar sem deixar de lado as funcionalidades que tornaram o X10 um grande destaque.





O resultado disso, você confere nas pÁginas a seguir.

{break::Hands-On e especificações}



Especificações

Tamanho: 83.0 x 50.0 x 16.0 mm
Peso: 88g
Tipo de bateria: Li-polymer 950 mAh
Frequências GSM: 850 / 900 / 1800 / 1900 
GPRS: Sim
3G: Sim
HDSPA: Sim
Cores disponíveis: Preto / branco / rosa / prata
Resolução: 240 x 320 pixels (QVGA)
Resolução da câmera: 5 megapixels
Flash: Sim (LED)
Gravação de vídeo: Sim
Formatos de Áudio: MP3/eAAC+/WMA/WAV
Formatos de vídeo: MP4/H.263/H.264/WMV
RÁdio FM: Sim
Entrada de fone de ouvido: 3.5mm / AVP
Cartão de memória: microSD de 4GB incluído
Expansão de memória: Sim (até 16GB)
Infravermelho: Não
Bluetooth: Sim
Wi-Fi: Sim
USB: Sim
GPS: Sim
Sistema operacional: Android


Conteúdo da embalagem:

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  • Smartphone Sony Ericsson Xperia X10 Mini
  • Carregador
  • Cabo de dados
  • Manual
  • Cartão de memoria 4Gb
  • Fone de ouvido stereo
  • Traseira extra na cor prata


{break::Design e tela}Enquanto o X10 chamava a atenção pelas dimensões avantajadas (119 x 63 x 13 mm), a primeira impressão que o X10 Mini causa é de extrema mobilidade. O aparelho é muito pequeno e traz a vantagem da tela, que continua proporcionalmente grande.



O X10 Mini mede apenas 83 x 50 x 16 mm e traz uma tela de 2,5 polegadas TFT, que ocupa quase a totalidade da parte frontal.  Comparando essas medidas às do X10, percebe-se um aspecto curioso: a espessura 3mm maior do Mini. Essa característica contribui muito para a ergonomia do celular, que parece adaptar-se ao formato da mão. Apesar de pequeno, o Xperia X10 Mini é um pouco mais espesso, fator que, aliado ao acabamento fosco da traseira, transmite uma sensação de segurança ao pegar o aparelho.



Em relação à aparência, o X10 Mini é, resumidamente, uma versão encolhida do X10. Um dos lados continua sem botões, enquanto o outro traz o controle de volume e o botão de disparo da câmera fotogrÁfica. A diferença fica por conta da saída para fone de ouvido, que, agora, fica na parte inferior do aparelho, bem como a porta mini-USB. Ambos ficavam no topo, junto ao botão liga/desliga do X10.

O conector para fones de ouvido, felizmente, continua compatível com qualquer fone convencional de 3.5mm, embora apresente um formato diferenciado. Isso porque ela também funciona como uma saída AVP, para acessórios de alta performance.



Uma novidade que vai agradar quem gosta de personalizar seus acessórios é a traseira removível, que pode ser substituída por outras, de diversas cores. Para dar uma ideia do resultado, a Sony Ericsson inclui no pacote do X10 Mini uma traseira adicional na cor prata. A bateria, no entanto, não pode ser trocada pelo usuÁrio.



Todo o cuidado da companhia rendeu bons frutos. Em uma competição entre designers e fabricantes de 57 países, o Xperia X10 Mini foi escolhido pelo júri para receber o prêmio red dot de design de produto de 2010, da instituição de Design Zentrum de Essen, na Alemanha.

{break::Telas "infinitas"}Para ligar o X10 Mini, basta pressionar o botão liga/desliga no topo do aparelho. Ele apresenta certa resistência e, algumas vezes, serÁ necessÁrio apertÁ-lo por um período longo, com um pouco mais de força, o que evita toques acidentais.

Um ponto positivo deste modelo é que, uma vez ligado, não é mais preciso deslizar uma seta por uma trajetória curva na tela para desbloqueÁ-lo, como ocorria com o X10. Agora, basta pressionar o primeiro botão físico do telefone, logo abaixo da tela.



No X10, o usuÁrio precisava fazer o mesmo movimento para atender a uma chamada e, ocasionalmente, a seta não seguia o caminho até o fim, o que dificultava o desbloqueio da tela e o ato de receber uma ligação. JÁ o Mini elimina essa dificuldade, ao exigir somente um deslize rÁpido para a esquerda.

A tela é personalizÁvel, mas, devido a restrições pelo tamanho reduzido, o usuÁrio pode somente adicionar novos widgets. Não é mais possível acrescentar pastas nem atalhos, como no X10, e nem mesmo mais de um widget por tela. Com isso, para cada widget adicionado, o celular exibe uma nova tela. Portanto, não existem mais apenas três telas como no X10, mas sim inúmeras, de acordo com a preferência do usuÁrio. Para navegar entre elas, basta deslizÁ-las para o lado. Puxando a tela para baixo, o celular dÁ espaço à barra de notificações, típica dos celulares Android.

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AliÁs, rolagem do menu do Mini é horizontal e também exibe vÁrias telas, uma boa sacada da Sony Ericsson para facilitar a navegação pela tela reduzida.



Para aproveitar ainda mais o espaço, o Mini traz outra novidade na interface: quatro botões distribuídos pelos cantos do display. São atalhos que o usuÁrio pode modificar como desejar, sendo que, por padrão, os ícones levam ao discador, mensagens, contatos e player de música.



{break::Gerenciando redes sociais}Como não poderia deixar de ser, uma das telas do Xperia X10 Mini é a do Timescape, que dispõe, em formato de linha do tempo, atualizações de redes sociais, chamadas perdidas e mensagens recebidas.

Diferentemente do X10, o Mini não inclui o Mediascape. Isso significa que todo o conteúdo multimídia é gerenciado diretamente pelo aplicativo específico, sem que fotos, vídeos e músicas sejam exibidos no mesmo formato do Timescape.



Uma novidade que vai agradar a muita gente é a presença do Orkut entre as redes suportadas pelo Timescape do Mini, enquanto no X10 ele não aparecia (a não ser através de um aplicativo especial ou em uma pasta inserida em uma das telas do smartphone). ConfigurÁ-lo é fÁcil e rÁpido, mas talvez algumas pessoas encontrem um pouco de dificuldade na primeira vez. Nos nossos testes, o celular não conseguiu configurar as contas do Google com o ajuste de data e hora no modo automÁtico, mesmo com horÁrio correto. Foi preciso, manualmente, alterar o fuso horÁrio e acertar novamente o relógio, para, então, conseguir acessar as redes.

No mais, o Timescape permanece o mesmo. O usuÁrio escolhe os serviços que deseja incluir, entre mensagens, chamadas perdidas, Orkut, Facebook e Twitter, e a tela principal exibe as atualizações mais recentes. Com o dedo, o usuÁrio percorre as mensagens e basta um clique para ser redirecionado ao serviço correspondente, como o Twitter, por exemplo. Infelizmente, ainda não é possível retwittar, mas enviar mensagens é fÁcil. Basta digitar e escolher os serviços aos quais deseja enviÁ-la.

Comunicar-se com os amigos através do Orkut também é simples. A interface traz as últimas atualizações do perfil do usuÁrio, exibe a lista dos amigos adicionados e permite o acesso ao perfil, além de possibilitar o upload direto de fotos (desde que jÁ exista um Álbum criado na rede), o envio e leitura de scraps.



É aí que aparece uma restrição importante do aparelho. Suas dimensões reduzidas trazem a desvantagem da ausência de um teclado QWERTY, o que entra em contradição com a ideia de interação social e troca de mensagens dessa família de smartphones. O teclado virtual funciona como qualquer teclado numérico de celular, que requer toques múltiplos para que o usuÁrio selecione a letra desejada. Existe a opção de digitação inteligente T9, mas não chega a ser uma boa solução. Nem sempre as palavras sugeridas pelo sistema são as que o usuÁrio queria e, de qualquer forma, clicar na palavra correta nem sempre é uma tarefa fÁcil.

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{break::Navegação e multimídia}Adquirir um Xperia X10 Mini pensando especialmente em navegar pela web pode não ser uma boa ideia. E isso não é uma surpresa, tendo em vista as dimensões do display.

No Xperia X10, a navegação web era bastante satisfatória. A tela de 4 polegadas proporcionava espaço de sobra para conciliar o movimento dos dedos com a visualização do conteúdo, aspecto que ficou prejudicado no Mini. No mais, a navegação ocorre da mesma forma: a pÁgina abre em um tamanho confortÁvel para a visualização e o usuÁrio rastreia com o dedo a tela, que automaticamente destaca e aumenta as partes selecionadas. Com um clique no botão de zoom, a tela muda para o modo de visualização da pÁgina inteira.



Como o Mini também roda Android 1.6, o browser continua sem suporte a Flash. O problema deve ser corrigido com a chegada das versões 2.x, sendo que, no final do ano, serÁ disponibilizada uma atualização para o Xperia X10 e o Mini.

A visualização de vídeos no smartphone continua excelente. Mesmo com 240 x 320 pixels de resolução, a tela faz um bom trabalho, exibindo em qualidade satisfatória até mesmo vídeos em baixas resoluções hospedados no Youtube. No entanto, o codec de vídeo ainda é limitado, sem suporte a DivX e XviD.


O Mini vem com um aplicativo especial para o Youtube, jÁ que o navegador não suporta Flash. Com ele, o usuÁrio pode verificar quais são os vídeos mais acessados no momento, acessar o seu perfil e enviar seu próprio conteúdo, bem como assistir aos seus favoritos e gerenciar a sua conta. Para visualizar outros vídeos, basta utilizar a busca.



Organizar e ouvir músicas no aparelho também é uma boa experiência, mesmo com a ausência do Mediascape. A qualidade sonora é ótima e a compatibilidade com fones de ouvido convencionais com plug de 3.5mm e com acessórios AVP da Sony Ericsson o torna ainda mais versÁtil.

As músicas ficam organizadas por nome, artista ou Álbum, em ordem alfabética, e o telefone cria playlists de acordo com alguns critérios, como mais tocadas e nunca ouvidas, por exemplo. A interface, porém, é extremamente simplificada e, ainda por cima, com navegação na vertical. Caso o usuÁrio tenha um grande número de arquivos armazenados, pode ser demorado encontrar uma canção específica.



Tendo em vista o display reduzido e a rolagem horizontal do menu de configurações, a Sony Ericsson poderia ter pensado em uma interface diferenciada para o gerenciamento dos arquivos musicais. De qualquer forma, uma das funcionalidades mais interessantes do Xperia X10, o "botão infinito", continua lÁ e exibe informações sobre as músicas e Álbuns no Youtube ou no Play Now, da própria Sony Ericsson.

Uma novidade muito legal em relação ao X10 é a inclusão do rÁdio FM. Se o usuÁrio estiver cansado da própria biblioteca de músicas, pode contar com essa opção, que ainda escaneia, detecta e nomeia automaticamente as estações e proporciona uma qualidade de transmissão e som excelente.  Ainda é possível salvar rÁdios favoritas e navegar somente entre elas e continuar ouvindo músicas enquanto executa outras funções no celular ou navega pela Internet.



A câmera faz um ótimo trabalho e, apesar da baixa resolução do display, captura vídeos e fotos com 5 megapixels, resolução inferior à do X10 que trabalha com 8 megapixels. De qualquer forma, para o usuÁrio comum, estÁ de muito bom tamanho. As fotos ficam com dimensões de 2592x1944 pixels, com cores vivas e bom contraste, e os vídeos saem em resolução VGA (640x480).


Após capturar uma foto, o usuÁrio pode configurÁ-la como imagem de identificação de um contato ou papel de parede, ou ainda enviar a imagem por e-mail e mensagem MMS ou fazer o upload para serviços como o Orkut, Facebook e Picasa.



Infelizmente, nem de longe existem tantas opções de configuração da imagem como no X10. No Mini, o usuÁrio fica limitado a quatro tipos de disparo (automÁtico, esportes, macro e crepúsculo) com flash ativado ou deastivado. Novamente, o flash é LED, mas emite uma luminosidade forte, além de também ser utilizado como iluminador em filmagens.


{break::Funcionalidades e performance}Todo bom smartphone traz uma série de recursos e aplicações. O Xperia X10 Mini leva isso bem a sério e disponibiliza, além de funcionalidades bÁsicas como agenda de contatos, calculadora, calendÁrio e despertador, um "mural de recados", algumas versões demo de jogos e um aplicativo dedicado ao Google Talk.

Os contatos são organizados da mesma maneira que no X10: por ordem alfabética e com uma foto para identificação. É possível tanto importÁ-la dos próprios contatos do Google como selecionar uma imagem do Álbum ou tirar uma foto com a câmera e associÁ-la ao contato imediatamente.

Por falar em Google, a Sony Ericsson acertou em não deixar, por padrão, o aparelho puxar os contatos de lÁ automaticamente. A partir do momento em que o usuÁrio configura suas contas, ele pode optar que tipo de informações deseja importar e se esse processo, dali por diante, serÁ automÁtico ou não. Após a configuração, o celular passa a receber e-mails, emitindo um alerta sonoro e uma mensagem na barra de notificações. Com isso, fica fÁcil acessar e responder as mensagens rapidamente.



O Google Talk continua sendo uma boa opção para quem busca um sistema rÁpido de compartilhamento de mensagens. No entanto, devido às limitações da tela e do teclado virtual do Mini, o aplicativo acaba perdendo a força, jÁ que manter uma conversa através de um teclado virtual de toques múltiplos em uma touchscreen de dimensões reduzidas é um trabalho para verdadeiros entusiastas.



Por fim, o smartphone inclui alguns jogos, com destaque para versões de demonstração de "Assassin's Creed" e do "Block Breaker". Ambos apresentam uma boa performance no aparelho, mas a jogabilidade fica prejudicada, novamente pelas dimensões do display.

"Assassin's Creed" é um bom jogo, mas requer muita atenção a inimigos, personagens, cenÁrios obstÁculos, ao mesmo tempo em que tem uma jogabilidade relativamente complexa. Os comandos são executados através de um joystick virtual na touchscreen e os botões são grandes. No entanto, ocupam quase a totalidade da tela, o que prejudica a visualização do game e o próprio controle, haja vista que o dedo do jogador, muitas vezes, acaba cobrindo o próprio personagem.



Por outro lado, o Block Breaker acaba se saindo melhor. A simplicidade do game, no velho estilo de rebater uma bolinha na direção de um conjunto de blocos para destruí-lo, funciona bem no propósito do smartphone, de ser usado com somente uma mão. Quem quiser instalar mais jogos e demais aplicativos no aparelho, é claro, pode recorrer ao Android Market. Vale lembrar que só é possível armazenar aplicações na memória interna do aparelho, de 128Mb.



Processamento e bateria
Diferentemente do X10, o Mini tem menor poder de processamento graças ao seu chip Qualcomm MSM7227 de 600 MHz. Ao contrÁrio do que se poderia imaginar, o processador se comporta muito bem e o desempenho do Mini chega a ser superior ao do X10, provavelmente devido à menor exigência por conta da resolução mais baixa.

Nos nossos testes, não ocorreu nenhuma lentidão na navegação pelos menus e nem na abertura de aplicativos. Apenas no Timescape, quando o celular precisou processar um grande número de atualizações (após 12 horas desconectado), ocorreu um "engasgo" na navegação. Assim que o aparelho puxou as mensagens e fotos da web, em poucos segundos a situação se normalizou.

A bateria não é substituível pelo usuÁrio, portanto, não é possível contar com o auxílio de uma reserva extra. A boa notícia é que, provavelmente, não serÁ preciso, jÁ que o aparelho aguenta muito bem. Curiosamente, a Sony Ericsson indica autonomia de 415 horas em standby no X10 contra apenas 284 no Mini, mas, na prÁtica, com o uso intenso o Mini levou vantagem.



Com o Wi-Fi ativado o dia inteiro, uso da câmera para capturar fotos e vídeos, rÁdio FM ligada por cerca de uma hora e player de música rodando por mais de duas horas, além da navegação web e visualização de vídeos (tanto da biblioteca quanto do Youtube), a bateria durou três dias. Nada mal para o usuÁrio médio.

{break::Conclusão}Gostou muito do Xperia X10, mas quer economizar? Pode apostar no Mini, desde que você não seja um "heavy user". Compacto e muito mais barato, o smartphone reúne as funções mais interessantes do X10, embora com algumas limitações.



A câmera tem 5 megapixels (contra 8 do X10) e poucas opções de modos de captura. O Mediascpe foi cortado e a memória interna do aparelho, para armazenar aplicativos, estÁ limitada a 128Mb.

Além disso, as dimensões reduzidas do display dificultam a navegação web e impossibilitam a existência de um teclado QWERTY, fundamental para garantir a agilidade na troca de mensagens pelas redes sociais suportadas pelo smartphone. Portanto, a Sony Ericsson lançarÁ o X10 Mini Pro, compacto como o Mini com a vantagem do teclado físico acoplado.

Por outro lado, existem soluções no Android Market que instalam um teclado QWERTY virtual no Mini. Pode ser uma solução para quem deseja um pouco mais de agilidade na digitação, mas, para usuÁrios mais exigentes, um Xperia X10 ou um Mini Pro devem ser mais adequados.

O display de apenas 2,5 polegadas, porém, torna o X10 Mini extremamente pequeno, prÁtico e leve, e sua traseira pode ser substituída por modelos de cores variadas, o que pode agradar quem adora customizar os seus eletrônicos.


De qualquer forma, o X10 Mini continua trazendo o que seu antecessor introduziu de mais interessante: o belo design, o Timescape, recursos multimídias sob medida para o usuÁrio comum e toda a variedade de aplicativos disponibilizados pelo Android Market. A única ressalva é em relação à resolução da tela, que pode ser incompatível com alguns dos programas.

UPDATE: Acrescentadas informações sobre teclado virtual QWERTY.


PRÓS
O design ainda é um dos fortes do produto
Extremamente leve e portÁtil
Timescape sob medida para viciados em redes sociais
Estabilidade no desempenho
A autonomia da bateria dÁ conta do uso médio
CONTRAS
Digitação difícil, sem teclado QWERTY
O Mediascape foi cortado
Interface de navegação multimídia mal adaptada à tela pequena
Sem suporte a XviD e DivX
Navegação web fica prejudicada pelas dimensões do display
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  • Redator: Risa Lemos Stoider

    Risa Lemos Stoider

    Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e gamemaníaca desde os 4 anos de idade. Já experimentou consoles de várias gerações e atualmente mantém uma ainda modesta coleção. Aliando a prática jornalística com a paixão pela tecnologia e os games, colabora com a Adrenaline publicando notícias e artigos.

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