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  1. Avatar de Redler
    Redler é offline Heavy Metalll Redler está em um caminho distinto
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    Nov 2009
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    7
    Citação Postado originalmente por roberto.nogata Ver Mensagens
    Bom, todos são livros excelentes.

    As únicas coisas que tenho a dizer em relação a essa lista é o seguinte: se é o seu primeiro contato com a obra do Poe, talvez seria melhor pegar o Histórias Extraordinárias.

    Já sobre Crime e Castigo, recomendo vc comprar a versão lançada pela Editora 34, que é a primeira tradução feita diretamente do russo pro português (e isso faz sim diferença: já li ambas e essa nova é bem melhor).

    Enfim, boas leituras pra vc!
    é sim meu primeiro do Poe

    entao vo tenta compra Histórias Extraordinárias tb, e qual mais dele é bom alem de Gato Preto?
    Seven rings to the dwarves
    In their halls made of stone
    Into the valley
    I feel down
    One ring to the dark lord's hand
    Sitting on his throne
    In a land so dark
    Where I have to go



  2. Avatar de Social Distortion
    Social Distortion é offline Usuário Registrado Social Distortion está em um caminho distinto
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    Sep 2006
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    27
    Citação Postado originalmente por Redler Ver Mensagens
    Opa vlws pelas dicas mais esse ediçao 34 eh muito caro, 54 reias na americanas, ta salgado o preço, acabei pegando uma da L&PM POCKET
    http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/834743 por 19,90 não sei se presta mais vamo ve neah.. a grana eh curta

    e em relação aos livros da Martin Claret - Bb são ruins mesmo? porque na americanas os livros dessa editora sao os mais baratos , de 10 a 20 reias..
    qual outra editora tem livros baratos e é boa?

    vlws ae galera pelas dicas
    A martin claret é horrível. Sem falar nas capas horrendas, ainda pairam graves acusações de plágio sobre ela.
    A melhor editora de pocket books (mais baratos) é a lp&m. Boas traduções. boa edição, capas decentes.
    A record e a companhia das letras tb são boas. O problema é que elas ainda possuem poucos livros em seus catálogos.

    Dica de um leitor experiente. Fique sempre com a lp&m quando não tiver grana.

  3. Data de Entrada
    Jun 2009
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    203
    Citação Postado originalmente por Redler Ver Mensagens
    é sim meu primeiro do Poe

    entao vo tenta compra Histórias Extraordinárias tb, e qual mais dele é bom alem de Gato Preto?
    Gato Preto faz parte do Histórias Extraordinárias se eu não me engano...

    Em relação ao outro post: a edição do Crime e Castigo da L&PM Pocket é muito boa, além de bem acessível. As diferenças ficam naquilo que eu já disse por aqui: uma tradução vai direto ao original, enquanto essa é uma tradução da tradução.

    Uma editora boa com preços acessíveis? Tem a Companhia de Bolso, além da própria L&PM.

    Boas leituras!
    Desktop: Core i7 920 D0 @ 3.6GHz w/ Prolimatech Megahalems | Gigabyte GA-EX58-UD5 | 3x2GB Patriot DDR3 1600MHz | Gigabyte ATI HD5850 | Western Digital 1TB | Blu-Ray Reader/DVD-RW Lite-On | Thermaltake Toughpower 750W | Cooler Master RC590 | LG W2353V

    Notebook: Acer Aspire 5920G: Core 2 Duo T7100 | 2GB DDR2 667MHz | GeForce 8600M GT

  4. Avatar de KodiaK
    KodiaK é offline Usuário Registrado KodiaK está em um caminho distinto
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    Apr 2005
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    Lost Bullet City - RJ
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    926
    To lendo o último do Dawn Brown.
    Como sempre a história toda prende muito, porém como é de praxe em todos os seus livros o final é sempre cagado mesmo
    Crom, Eu nunca rezei antes. Eu não tenho jeito. Ninguém, nem mesmo vc, vai se lembrar se eramos bons ou maus. Pq lutamos ou pq morremos. Tudo que importa é que eramos dois contra muitos. Peço a vc, Crom... me conceda um pedido. Me conceda a REVANCHE! e se vc não escutar, então vá pro inferno!
    Conan, The Barbarian

  5. Avatar de Redler
    Redler é offline Heavy Metalll Redler está em um caminho distinto
    Data de Entrada
    Nov 2009
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    7
    o que achama dessa promoção do submarino, é compre 3 e ganhe um desconto,

    Crônicas de Nárnia, As - Volume Único R$ 17,90

    Coleção Completa: As Brumas de Avalon - [4 volumes] R$ 39,90

    Coleção Eragon + Eldest + Brisingr R$ 29,90

    Desconto R$ 13,16

    Frete R$ 6,29

    TOTAL : R$ 80,84

    compensa comprar? e as brumas de avalon e a saga eragon sao bons?
    vlwss
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  6. Avatar de E_GeYeR
    E_GeYeR é offline Usuário Registrado E_GeYeR está em um caminho distinto
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    Apr 2005
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    983
    Citação Postado originalmente por kurenaida Ver Mensagens
    To tentando ler a Divina comédia, mas é bem complicado o português dele. To quase desistindo.. o que acham? Vale o esforço?
    Então, cara, eu tenho o Inferno da editora Record, a melhor edição, sem sombra de dúvidas.

    http://www.livrariacultura.com.br/sc...=26729FFE&uid=

    Ela é toda comentada - mais do que necessário para se ler o original.

    Abraços.
    Contra a ignorância, até os deuses lutam em vão.

    Indique um livro - http://www.adrenaline.com.br/forum/s...d.php?t=156640

  7. Avatar de [pacman]
    [pacman] é offline Where is my mind? [pacman] está em um caminho distinto
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    Citação Postado originalmente por Social Distortion Ver Mensagens
    Terminei de ler esse livro ontem. Muito interessante a visão de futuro dele. Mais interessante ainda é fazer uma comparação com o 1984 do Orwell.
    Eu li os dois (1984 e Admirável Novo Mundo) praticamente juntos e foi uma experiência enriquecedora. Gosto das idéias das distopias propostas...

    Do George Orwell li "Dentro da Baleia e Outros Ensaios", "Revolução dos Bichos", "1984" (edição Companhia Editora Nacional) e "Mantenha o sistema", uma edição muito mal traduzida de "Keep the aspidistra flying", hoje reeditado pela Cia das Letras com o título "Flor da Inglaterra", todos ótimos livros.

    De Huxley tenho "A Ilha" e "Contraponto", mas são dois livros-problema para mim: fato raro, não consigo prosseguir na leitura de ambos; já comecei e parei várias vezes, não sei se os livros são muito ruins, ou eu que não me adaptei.

    Li recentemente:

    "Monstros Invisíveis", de Chuck Palahniuk



    Sinopse: "Durante um passeio de carro, um corvete Stingray, a jovem Kay é atingida por um tiro de fuzil e perde o maxilar. Tragicamente desfigurada, incapaz de falar e se alimentando somente de comida para bebês, a modelo conhece, no hospital onde se recupera, Brandy Alexander, uma estranha figura, carismática e louca, esperando para fazer uma cirurgia de mudança de sexo. E parte com Brandy em busca da irmã dele, há tempos desaparecida, numa viagem alucinada na qual o casal ainda arrasta o ex-noivo de Kay, o ex-detetive Manus Kelley. À medida que a trama avança, o leitor vai descobrindo um pouco mais da jovem narradora, do fantasma de seu irmão gay, supostamente morto em decorrência da AIDS, à traição de seu noivo com sua melhor amiga. A cada cidade em que param, o trio visita mansões à venda, em busca de drogas “lícitas”, remédios tarjas pretas, para consumo próprio e venda. Enquanto se aproximam cada vez mais do encontro entre Brandy e sua irmã, que Kay vai de toda forma evitando, a ex-modelo inicia um tratamento radical de hormônios femininos em Manus, sem o conhecimento deste. O autor, com seu habitual talento, cria uma história impactante, e a cada momento surpreende o leitor com o comportamento imprevisível dos seus personagens. Repleto de detalhes e descrições realistas, no limite do desagradável, Chuck Palahniuk mais uma vez prova por que é um dos críticos mais mordazes da sociedade de consumo atual."

    "Deu no New York Times", de Larry Rohter



    Resenha: "Larry Rohter é um jornalista americano que foi correspondente no Brasil para o jornal New York Times, e ficou mais conhecido aqui quando escreveu uma matéria sobre o tão comentado gosto pela bebida do nosso presidente, O Cara. Foi quase mandado embora do país pelo governo, e a imprensa usou esse episódio para fazer um belo escândalo acima do estrangeiro que falou mal de Lula, mas não de Bush. Enfim, essa introdução é só pra situar os esquecidos de quem é Larry Rohter. Ele já foi correspondente aqui para o The Washington Post e para a revista Newsweek, mas seu último trabalho no Brasil foi para o New York Times, onde escreveu matérias sobre o país de 1999 até 2007. Deu no New York Times reúne essas matérias, com comentários sobre as mais polêmicas e inusitadas reportagens e ainda as impressões do jornalista sobre o Brasil.

    O livro é dividido por assuntos. Começa com as matérias sobre cultura, passando para política, economia, tecnologia e até um capítulo especial sobre o presidente Lula, intitulado “Lula e Eu”. Esse último é o capítulo mais polêmico do livro, pois é um relato completo da relação entre Rohter e o presidente brasileiro, até de quando ele era ainda apenas um líder sindical. Nas introduções de cada capítulo, Rohter mostra as suas impressões sobre cada aspecto brasileiro, comentando como foi fazer as matérias e também o que o levou a fazê-las.

    Larry mescla bem as opiniões negativas e positivas sobre o Brasil, exaltando o quando o país é maravilhoso e cheio de elementos diferentes que fazem daqui um lugar singular. Ao mesmo tempo, ele aponta os problemas do Brasil, não só do governo, mas também do comportamento do próprio povo. E para mostrar que ele gosta mesmo do país, procura apresentar soluções para esses problemas, em base do que aconteceu de semelhante em outros países. Ele mesmo diz que não recomenda para o Brasil tudo o que o EUA fez para chegar ao status em que hoje se encontra, mas às vezes acha que isso é necessário. E devo dizer que concordei com tudo o que ele escreveu sobre isso.

    Sobre as matérias, devo declarar que se tornam muito cansativas e repetitivas. Isso porque são transcritas exatamente da forma em que foram publicadas no New York Times. As várias informações repetidas ao longo das matérias são necessárias para apresentar o Brasil aos americanos. Mas tenho que dizer, foi um sacrifício no início do livro ver o Gilberto Gil sendo citado tantas vezes. Como o Brasil é mais conhecido apenas pelo Carnaval, futebol e suas praias, informações sobre a política e sociedade brasileira são necessárias nessas matérias destinadas aos EUA. Ainda encontramos várias comparações entre o Brasil e os EUA. O autor busca semelhanças entre os dois países para que os americanos compreendam melhor o que se passa aqui. A intenção de Rohter é realmente apresentar o Brasil para eles, fazê-los se interessarem pelo país.

    Deu no New York Times pode servir como um tapa na cara dos brasileiros. Um balde de água fria jogado em nós pra dizer “hey, olha só como é o teu país e acorda pra melhorar isso”. Larry diz que somos mestre no “duplipensar”. Para quem leu 1984, de George Orwell, sabe bem o que isso significa e aposto que, assim como eu, achou que é uma comparação perfeita. Duplipensar significa acreditar em duas coisas contraditórias ao mesmo tempo. É o que o brasileiro faz, reclamar da corrupção na política e ao mesmo tempo votar naquele candidato que tanto roubou do país anteriormente. Se dizer cordial e respeitoso quando ao mesmo tempo ultrapassa o sinal para chegar mais rápido em casa, sem se importar com os outros. O livro não é só uma reunião de matérias, mas uma visão de como somos, e também de muita coisa que procuramos ignorar. Para nós, o livro é de grande familiaridade. Relembramos tudo o que aconteceu nesses últimos anos, porém com uma visão diferente e mais crítica."

    "Primeiras Estórias", de João Guimarães Rosa



    Resenha publicada no blog "Palavras Promíscuas":

    A Transcendência da Loucura em Primeiras Estórias

    O mito é o nada que é tudo
    O mesmo sol que abre os céus
    É um mito brilhante e mudo.

    Fernando Pessoa.

    - Em que espelho ficou perdida a minha face?

    Cecília Meireles.

    O livro de contos intitulado “Primeiras Estórias”, escrito por Guimarães Rosa, foi publicado em 1962. A época é considerada como a Terceira fase do Modernismo brasileiro ao qual possui como expoentes, além de Guimarães, Clarice Lispector na prosa e João Cabral de Melo Neto na poesia. No contexto brasileiro surgia a Bossa Nova, o cinema novo e na política o Plano de Metas era inaugurado, fatos que servem como plano de fundo para o que ficou conhecida como a Geração de 45 na literatura.
    O próprio autor cunhou o gênero “estória” como um conto breve. Sendo assim, para o estudo dessa obra vários recortes são possíveis: a relação entre o mítico e o místico, do sagrado e do profano, a violência do conto “Os irmãos Dagobé”, a metáfora da transcendência na “Terceira Margem do Rio” ou a loucura de contos como “Sôroco, sua mãe, sua filha.” Porém, ao decompor alguns desses termos e buscar sua definição percebe-se que certa relação entre alguns é possível. Isso me motivou a buscar não somente um recorte, excluindo outros pontos, mas sim, traçar parâmetros e relacioná-los de modo que se complementem.
    A definição, portanto, de alguns dos termos tratados se faz necessário, mas a consciência de que a literatura não se limita a definições também, pois é a polissemia literária, entre outros fatores, que a faz ser presente como um fenômeno propriamente dito.
    Primeiramente, mítico refere-se ao mito entendido como as narrativas baseadas em lendas e em tradições criadas para, em sua maioria, explicarem a criação do mundo ou seus fenômenos. Desta forma, o mito é “o nada que é tudo” na medida em que integra a realidade em si tentando manuseá-la e também é nada por ser internalizada no campo da ficção. O próprio conceito de “estória” do título do livro é referente ao campo do ficcional, das “narrativas curtas” que é sua definição.
    Místico refere-se ao misticismo, ao sagrado e ao espiritual em que se acredita na experiência direta com uma entidade superior, do encontro do homem com Deus, entendido aqui como algo muito mais abrangente e não, de fato, personificado, e sim, transcendente. No livro “O Mundo de Sofia”, escrito por Jostein Gaarder, encontra-se a seguinte citação referente ao misticismo: “Uma experiência mística significa experimentar a sensação de fundir sua alma com Deus. É que o ‘eu’ que conhecemos não é nosso ‘eu’ verdadeiro e os místicos procuravam conhecer um ‘eu’ maior que pode possuir várias denominações: Deus, espírito cósmico, universo, etc.”
    A transcendência significa “ir além” da forma, as experiências místicas são um estado particular de “auto-transcendência.” No campo literário, a catarse pode ser entendida como transcendência por ser a própria revelação de sentimentos, a purificação do ser.
    A loucura leva à transcendência. O louco, ou portador de alguma particularidade, possuiu capacidades que o permite diferenciar-se em relação ao que é dito como “normal”. Essa diferenciação pode acarretar a marginalização do sujeito que não aceita seguir as boas normas de conduta. O marginal é aquele que está à margem, é o próprio excluído. Seja a marginalização escolhida, como no conto “A Terceira Margem do Rio”, ou impelida, como no conto “Sôroco, sua mãe, sua filha”, o individuo busca a solidão, voluntário ou não, como metáfora de transcendência. O canto dos excluídos da filha e da mãe de Sôroco é a transcendência dos excluídos, que mesmo ausentes, criam um elo místico com aqueles de seu convício anterior à exclusão. A terceira margem, a própria inexistência, é buscada pelo pai do narrador personagem que, sem motivo aparente, abandona a estrutura familiar e a corrompe, deste modo, não satisfaz os ideais impostos, sua atitude o coloca a margem, na terceira margem, no lago mítico de Guimarães, transformando a personagem na própria criatura mítica na medida em que vive na memória de seus familiares. O pai ainda se faz presente, mesmo durante sua ausência. A presença existe no sentimento de perda e de culpa do filho.
    No conto “O Espelho” narra-se uma experiência, um relato, não de forma tradicional. O leitor, chamado de “senhor” no decorrer do conto, é convidado a questionar-se sobre a mentira da aparência humana. A linguagem usada é erudita, o que destoa dos outros contos do livro. O narrador, que parece conversar com o leitor, busca o “que há por trás de mim”, busca seu verdadeiro eu, não encarado como sua imagem no espelho, mas além da forma: “Demais, decerto, das noções de física, com que se familiarizou, as leis da óptica. Reporto-me ao transcendente.” A busca do verdadeiro eu relaciona-se com a experiência mística, a transcendência, nesse caso, significa perder as máscaras, perder a imagem de seu sósia animal, livrar-se das idéias que os outros lhe atribuem, dos seus interesses e de suas paixões. É preciso sentir-se “nu” para alcançar a essência. Tal discurso pode parecer louco, conforme a sociedade em que é inserida. A loucura é ideologia: considera-se louco aquele fora dos ideais, sendo o papel da ideologia, segundo Karl Marx, mascarar a realidade, somente um louco pode livrar-se da própria penúria e analisar fatos corriqueiros como a própria imagem em um espelho: “Se nunca atentou para isso, é porque vivemos, de modo incorrigível, distraídos das coisas mais importantes. E as máscaras moldadas nos rostos? Valem, grosso modo, para o falquejo das formas, não para explodir da expressão, o dinamismo fisionômico. Não se esqueça, é de fenômenos sutis que estamos tratando.”
    Em que espelho ficou perdida a minha face? Difícil resposta. Mas sendo loucos, ou não, a busca do que está além da forma, da transcendência, da experiência mística relaciona-se com o mito que é ficção, que é estória, como as pequenas narrativas de Guimarães Rosa.
    Última edição por [pacman] : 09/01/2010 a 01:35
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    "Não se corromper já é uma vitória"

  8. Avatar de [pacman]
    [pacman] é offline Where is my mind? [pacman] está em um caminho distinto
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    A estória "O Espelho" na íntegra, para quem não conhece João Guimarães Rosa; se desgostar é só pular:

    Se quer seguir-me, narro-lhe; não uma aventura, mas experiência, a que me induziram, alternadamente, séries de raciocínios e intuições. Tomou-me tempo, desânimos, esforços. Dela me prezo, sem vangloriar-me. Surpreendo-me, porém, um tanto à-parte de todos, penetrando conhecimento que os outros ainda ignoram. O senhor, por exemplo, que sabe e estuda, suponho nem tenha idéia do que seja na verdade — um espelho? Demais, decerto, das noções de física, com que se familiarizou, as leis da óptica. Reporto-me ao transcendente. Tudo, aliás, é a ponta de um mistério. Inclusive, os fatos. Ou a ausência deles. Duvida? Quando nada acontece, há um milagre que não estamos vendo.

    Fixemo-nos no concreto. O espelho, são muitos, captando-lhe as feições; todos refletem-lhe o rosto, e o senhor crê-se com aspecto próprio e praticamente imudado, do qual lhe dão imagem fiel. Mas — que espelho? Há-os «bons» e «maus», os que favorecem e os que detraem; e os que são apenas honestos, pois não. E onde situar o nível e ponto dessa honestidade ou fidedignidade? Como é que o senhor, eu, os restantes próximos, somos, no visível? O senhor dirá: as fotografias o comprovam. Respondo: que, além de prevalecerem para as lentes das máquinas objeções análogas, seus resultados apóiam antes que desmentem a minha tese, tanto revelam superporem-se aos dados iconográficos os índices do misterioso. Ainda que tirados de imediato um após outro, os retratos sempre serão entre si muito diferentes. Se nunca atentou nisso, é porque vivemos, de modo incorrigível, distraídos das coisas mais importantes. E as máscaras, moldadas nos rostos? Valem, grosso modo, para o falquejo das formas, não para o explodir da expressão, o dinamismo fisionômico. Não se esqueça, é de fenômenos sutis que estamos tratando.

    Resta-lhe argumento: qualquer pessoa pode, a um tempo, ver o rosto de outra e sua reflexão no espelho. Sem sofisma, refuto-o. O experimento, por sinal ainda não realizado com rigor, careceria de valor científico, em vista das irredutíveis deformações, de ordem psicológica. Tente, aliás, fazê-lo, e terá notáveis surpresas. Além de que a simultaneidade torna-se impossível, no fluir de valores instantâneos. Ah, o tempo é o mágico de todas as traições... E os próprios olhos, de cada um de nós, padecem viciação de origem, defeitos com que cresceram e a que se afizeram, mais e mais. Por começo, a criancinha vê os objetos invertidos, daí seu desajeitado tactear; só a pouco e pouco é que consegue retificar, sobre a postura dos volumes externos, uma precária visão. Subsistem, porém, outras pechas, e mais graves. Os olhos, por enquanto, são a porta do engano; duvide deles, dos seus, não de mim. Ah, meu amigo, a espécie humana peleja para impor ao latejante mundo um pouco de rotina e lógica, mas algo ou alguém de tudo faz frincha para rir-se da gente... E então?

    Note que meus reparos limitam-se ao capítulo dos espelhos planos, de uso comum. E os demais — côncavos, convexos, parabólicos — além da possibilidade de outros, não descobertos, apenas, ainda? Um espelho, por exemplo, tetra ou quadridimensional? Parece-me não absurda, a hipótese. Matemáticos especializados, depois de mental adestramento, vieram a construir objetos a quatro dimensões, para isso utilizando pequenos cubos, de várias cores, como esses com que os meninos brincam. Duvida?

    Vejo que começa a descontar um pouco de sua inicial desconfiança, quanto ao meu são juízo. Fiquemos, porém, no terra-a-terra. Rimo-nos, nas barracas de diversões, daqueles caricatos espelhos, que nos reduzem a mostrengos, esticados ou globosos. Mas, se só usamos os planos — e nas curvas de um bule tem-se sofrível espelho convexo, e numa colher brunida um côncavo razoável — deve-se a que primeiro a humanidade mirou-se nas superfícies de água quieta, lagoas, lameiros, fontes, delas aprendendo a fazer tais utensílios de metal ou cristal. Tirésias, contudo, já havia predito ao belo Narciso que ele viveria apenas enquanto a si mesmo não se visse... Sim, são para se ter medo, os espelhos.

    Temi-os, desde menino, por instintiva suspeita. Também os animais negam-se a encará-los, salvo as críveis excepções. Sou do interior, o senhor também; na nossa terra, diz-se que nunca se deve olhar em espelho às horas mortas da noite, estando-se sozinho. Porque, neles, às vezes, em lugar de nossa imagem, assombra-nos alguma outra e medonha visão. Sou, porém, positivo, um racional, piso o chão a pés e patas. Satisfazer-me com fantásticas não-explicações? — jamais. Que amedrontadora visão seria então aquela? Quem o Monstro?

    Sendo talvez meu medo a revivescência de impressões atávicas? O espelho inspirava receio supersticioso aos primitivos, aqueles povos com a idéia de que o reflexo de uma pessoa fosse a alma. Via de regra, sabe-o o senhor, é a superstição fecundo ponto de partida para a pesquisa. A alma do espelho — anote-a — esplêndida metáfora. Outros, aliás, identificavam a alma com a sombra do corpo; e não lhe terá escapado a polarização: luz—treva. Não se costumava tapar os espelhos, ou voltá-los contra a parede, quando morria alguém da casa? Se, além de os utilizarem nos manejos da magia, imitativa ou simpática, videntes serviam-se deles, como da bola de cristal, vislumbrando em seu campo esboços de futuros fatos, não será porque, através dos espelhos, parece que o tempo muda de direção e de velocidade? Alongo-me, porém. Contava-lhe...

    — Foi num lavatório de edifício público, por acaso. Eu era moço, comigo contente, vaidoso. Descuidado, avistei... Explico-lhe: dois espelhos — um de parede, o outro de porta lateral, aberta em ângulo propício — faziam jogo. E o que enxerguei, por instante, foi uma figura, perfil humano, desagradável ao derradeiro grau, repulsivo senão hediondo. Deu-me náusea, aquele homem, causava-me ódio e susto, eriçamento, espavor. E era — logo descobri... era eu, mesmo! O senhor acha que eu algum dia ia esquecer essa revelação?

    Desde aí, comecei a procurar-me — ao eu por detrás de mim — à tona dos espelhos, em sua lisa, funda lâmina, em seu lume frio. Isso, que se saiba, antes ninguém tentara. Quem se olha em espelho, o faz partindo de preconceito afetivo, de um mais ou menos falaz pressuposto: ninguém se acha na verdade feio: quando muito, em certos momentos, desgostamo-nos por provisoriamente discrepantes de um ideal estético já aceito. Sou claro? O que se busca, então, é verificar, acertar, trabalhar um modelo subjetivo, preexistente; enfim, ampliar o ilusório, mediante sucessivas novas capas de ilusão. Eu, porém, era um perquiridor imparcial, neutro absolutamente. O caçador de meu próprio aspecto formal, movido por curiosidade, quando não impessoal, desinteressada; para não dizer o urgir científico. Levei meses.

    Sim, instrutivos. Operava com toda a sorte de astúcias: o rapidíssimo relance, os golpes de esguelha, a longa obliqüidade apurada, as contra-surpresas, a finta de pálpebras, a tocaia com a luz de-repente acesa, os ângulos variados incessantemente. Sobretudo, uma inembotável paciência. Mirava-me, também, em marcados momentos — de ira, medo, orgulho abatido ou dilatado, extrema alegria ou tristeza. Sobreabriam-se-me enigmas. Se, por exemplo, em estado de ódio, o senhor enfrenta objetivamente a sua imagem, o ódio reflui e recrudesce, em tremendas multiplicações: e o senhor vê, então, que, de fato, só se odeia é a si mesmo. Olhos contra os olhos. Soube-o: os olhos da gente não têm fim. Só eles paravam imutáveis, no centro do segredo. Se é que de mim não zombassem, para lá de uma máscara. Porque, o resto, o rosto, mudava permanentemente. O senhor, como os demais, não vê que seu rosto é apenas um movimento deceptivo, constante. Não vê, porque mal advertido, avezado; diria eu: ainda adormecido, sem desenvolver sequer as mais necessárias novas percepções. Não vê, como também não se vêem, no comum, os movimentos translativo e rotatório deste planeta Terra, sobre que os seus e os meus pés assentam. Se quiser, não me desculpe; mas o senhor me compreende.

    Sendo assim, necessitava eu de transverberar o embuço, a travisagem daquela máscara, a fito de devassar o núcleo dessa nebulosa — a minha vera forma. Tinha de haver um jeito. Meditei-o. Assistiram-me seguras inspirações.

    Concluí que, interpenetrando-se no disfarce do rosto externo diversas componentes, meu problema seria o de submetê-las a um bloqueio “visual” ou anulamento perceptivo, a suspensão de uma por uma, desde as mais rudimentares, grosseiras, ou de inferior significado. Tomei o elemento animal, para começo.

    Parecer-se cada um de nós com determinado bicho, relembrar seu facies, é fato. Constato-o, apenas; longe de mim puxar à bimbalha temas de metempsicose ou teorias biogenéticas. De um mestre, aliás, na ciência de Lavater, eu me inteirara no assunto. Que acha? Com caras e cabeças ovinas ou eqüinas, por exemplo, basta-lhe relancear a multidão ou atentar nos conhecidos, para reconhecer que os há, muitos. Meu sósia inferior na escala era, porém — a onça. Confirmei-me disso. E, então, eu teria que, após dissociá-los meticulosamente, aprender a não ver, no espelho, os traços que em mim recordavam o grande felino. Atirei-me a tanto.

    Releve-me não detalhar o método ou métodos de que me vali, e que revezavam a mais buscante análise e o estrênuo vigor de abstração. Mesmo as etapas preparatórias dariam para aterrar a quem menos pronto ao árduo. Como todo homem culto, o senhor não desconhece a Ioga, e já a terá praticado, quando não seja, em suas mais elementares técnicas. E, os “exercícios espirituais” dos jesuítas, sei de filósofos e pensadores incréus que os cultivam, para aprofundarem-se na capacidade de concentração, de par com a imaginação criadora... Enfim, não lhe oculto haver recorrido a meios um tanto empíricos: gradações de luzes, lâmpadas coloridas, pomadas fosforescentes na obscuridade. Só a uma expediência me recusei, por medíocre senão falseadora, a de empregar outras substâncias no aço e estanhagem dos espelhos. Mas, era principalmente no modus de focar, na visão parcialmente alheada, que eu tinha de agilitar-me: olhar não-vendo.. Sem ver o que, em meu rosto, não passava de reliquat bestial. Ia-o conseguindo?

    Saiba que eu perseguia uma realidade experimental, não uma hipótese imaginária. E digo-lhe que nessa operação fazia reais progressos. Pouco a pouco, no campo-de-vista do espelho, minha figura reproduzia-se-me lacunar, com atenuadas, quase apagadas de todo, aquelas partes excrescentes. Prossegui. Já aí, porém, decidindo-me a tratar simultaneamente as outras componentes, contingentes e ilusivas. Assim, o elemento hereditário — as parecenças com os pais e avós — que são também, nos nossos rostos, um lastro evolutivo residual. Ah, meu amigo, nem no ovo o pinto está intacto. E, em seguida, o que se deveria ao contágio das paixões, manifestadas ou latentes, o que ressaltava das desordenadas pressões psicológicas transitórias. E, ainda, o que, em nossas caras, materializa idéias e sugestões de outrem; e os efêmeros interesses, sem seqüência nem antecedência, sem conexões nem fundura. Careceríamos de dias, para explicar-lhe. Prefiro que tome minhas afirmações por seu valor nominal.

    À medida que trabalhava com maior mestria, no excluir, abstrair e abstrar, meu esquema perspectivo clivava-se, em forma meândrica, a modos de couve-flor ou bucho de boi, e em mosaicos, e francamente cavernoso, como uma esponja. E escurecia-se. Por aí, não obstante os cuidados com a saúde, comecei a sofrer dores de cabeça. Será que me acovardei, sem menos? Perdoe-me, o senhor, o constrangimento, ao ter de mudar de tom para confidência tão humana, em nota de fraqueza inesperada e indigna. Lembre-se, porém, de Terêncio. Sim, os antigos; acudiu-me que representavam justamente com um espelho, rodeado de uma serpente, a Prudência, como divindade alegórica. De golpe, abandonei a investigação. Deixei, mesmo, por meses, de me olhar em qualquer espelho.

    Mas, com o comum correr quotidiano, a gente se aquieta, esquece-se de muito. O tempo, em longo trecho, é sempre tranqüilo. E pode ser, não menos, que encoberta curiosidade me picasse. Um dia... Desculpe-me, não viso a efeitos de ficcionista, inflectindo de propósito, em agudo, as situações. Simplesmente lhe digo que me olhei num espelho e não me vi. Não vi nada. Só o campo, liso, às vácuas, aberto como o sol, água limpíssima, à dispersão da luz, tapadamente tudo. Eu não tinha formas, rosto? Apalpei-me, em muito. Mas, o invisto. O ficto. O sem evidência física. Eu era — o transparente contemplador?... Tirei-me. Aturdi-me, a ponto de me deixar cair numa poltrona.

    Com que, então, durante aqueles meses de repouso, a faculdade, antes buscada, por si em mim se exercitara! Para sempre? Voltei a querer encarar-me. Nada. E, o que tomadamente me estarreceu: eu não via os meus olhos. No brilhante e polido nada, não se me espelhavam nem eles!

    Tanto dito que, partindo para uma figura gradualmente simplificada, despojara-me, ao termo, até à total desfigura. E a terrível conclusão: não haveria em mim uma existência central, pessoal, autônoma? Seria eu um... desalmado? Então, o que se me fingia de um suposto eu, não era mais que, sobre a persistência do animal, um pouco de herança, de soltos instintos, energia passional estranha, um entrecruzar-se de influências, e tudo o mais que na impermanência se indefine? Diziam-me isso os raios luminosos e a face vazia do espelho — com rigorosa infidelidade. E, seria assim, com todos? Seríamos não muito mais que as crianças — o espírito do viver não passando de ímpetos espasmódicos, relampejados entre miragens: a esperança e a memória.

    Mas, o senhor estará achando que desvario e desoriento-me, confundindo o físico, o hiperfísico e o transfísico, fora do menor equilíbrio de raciocínio ou alinhamento lógico — na conta agora caio. Estará pensando que, do que eu disse, nada se acerta, nada prova nada. Mesmo que tudo fosse verdade, não seria mais que reles obsessão auto-sugestiva, e o despropósito de pretender que psiquismo ou alma se retratassem em espelho...

    Dou-lhe razão. Há, porém, que sou um mau contador, precipitando-me às ilações antes dos fatos, e, pois: pondo os bois atrás do carro e os chifres depois dos bois. Releve-me. E deixe que o final de meu capítulo traga luzes ao até agora aventado, canhestra e antecipadamente.

    São sucessos muito de ordem íntima, de caráter assaz esquisito. Narro-os, sob palavra, sob segredo. Pejo-me. Tenho de demais resumi-los.

    Pois foi que, mais tarde, anos, ao fim de uma ocasião de sofrimentos grandes, de novo me defrontei — não rosto a rosto. O espelho mostrou-me. Ouça. Por um certo tempo, nada enxerguei. Só então, só depois: o tênue começo de um quanto como uma luz, que se nublava, aos poucos tentando-se em débil cintilação, radiância. Seu mínimo ondear comovia-me, ou já estaria contido em minha emoção? Que luzinha, aquela, que de mim se emitia, para deter-se acolá, refletida, surpresa? Se quiser, infira o senhor mesmo.

    São coisas que se não devem entrever; pelo menos, além de um tanto. São outras coisas, conforme pude distinguir, muito mais tarde — por último — num espelho. Por aí, perdoe-me o detalhe, eu já amava — já aprendendo, isto seja, a conformidade e a alegria. E... Sim, vi, a mim mesmo, de novo, meu rosto, um rosto; não este, que o senhor razoavelmente me atribui. Mas o ainda-nem-rosto — quase delineado, apenas — mal emergindo, qual uma flor pelágica, de nascimento abissal... E era não mais que: rostinho de menino, de menos-que-menino, só. Só. Será que o senhor nunca compreenderá?

    Devia ou não devia contar-lhe, por motivos de talvez. Do que digo, descubro, deduzo. Será, se? Apalpo o evidente? Tresbusco. Será este nosso desengonço e mundo o plano — intersecção de planos — onde se completam de fazer as almas?

    Se sim, a “vida” consiste em experiência extrema e séria; sua técnica — ou pelo menos parte — exigindo o consciente alijamento, o despojamento, de tudo o que obstrui o crescer da alma, o que a atulha e soterra? Depois, o “salto mortale”... — digo-o, do jeito, não porque os acrobatas italianos o aviventaram, mas por precisarem de toque e timbre novos as comuns expressões, amortecidas... E o julgamento-problema, podendo sobrevir com a simples pergunta: — ”Você chegou a existir?”

    Sim? Mas, então, está irremediavelmente destruída a concepção de vivermos em agradável acaso, sem razão nenhuma, num vale de bobagens? Disse. Se me permite, espero, agora, sua opinião, mesma, do senhor, sobre tanto assunto. Solicito os reparos que se digne dar-me, a mim, servo do senhor, recente amigo, mas companheiro no amor da ciência, de seus transviados acertos e de seus esbarros titubeados. Sim?
    INTEL ------- Core 2 Duo E8400 --- ┐ ┌ SEAGATE --- 500 GB Sata II 7200RPM -- ┐ ┌ SAMSUNG --- 932b Plus ---------
    FOXCONN ----- P35A --------------- ┤ ├ MICROSOFT - Wheel Mouse Optical ----- ┤ ├ OCZ ------- Stealth 600W ------
    POWERCOLOR -- HD4870 512MB ------- ┤ ├ MICROSOFT - Xbox 360™ Controller ---- ┤ ├ CORSAIR --- 4GB DDR2 800MHz ---
    PHILIPS ----- SHP805 ------------- ┘ └ LOGITECH -- MOMO Racing ------------- ┘ └ CREATIVE -- Audigy SE ---------

    "Não se corromper já é uma vitória"

  9. Avatar de Social Distortion
    Social Distortion é offline Usuário Registrado Social Distortion está em um caminho distinto
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    Belo post, [pacman], belo post.

  10. Avatar de Redler
    Redler é offline Heavy Metalll Redler está em um caminho distinto
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    Topico ta paradão em.. vamo la galera


    to lendo Mulheres - Charles Bukowski

    muito bom, leitura boa demais
    vlws
    Seven rings to the dwarves
    In their halls made of stone
    Into the valley
    I feel down
    One ring to the dark lord's hand
    Sitting on his throne
    In a land so dark
    Where I have to go

  11. Avatar de Crick
    Crick é offline Time´s up Crick está em um caminho distinto
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    Autor: Patrick Rothfuss
    Editora (no Brasil]: Sextante
    Paginas: Patrick Rothfuss
    Lançamento: Setembro/2007 nos EUA e Setembro/2009 no Brasil

    -[Sinopse]-

    Ninguém sabe ao certo quem é o herói ou o vilão desse fascinante universo criado por Patrick Rothfuss. Na realidade, essas duas figuras se concentram em Kote, um homem enigmático que se esconde sob a identidade de proprietário da hospedaria Marco do Percurso.

    Da infância numa trupe de artistas itinerantes, passando pelos anos vividos numa cidade hostil e pelo esforço para ingressar na escola de magia, O nome do vento acompanha a trajetória de Kote e as duas forças que movem sua vida: o desejo de aprender o mistério por trás da arte de nomear as coisas e a necessidade de reunir informações sobre o Chandriano - os lendários demônios que assassinaram sua família no passado.

    Quando esses seres do mal reaparecem na cidade, um cronista suspeita de que o misterioso Kote seja o personagem principal de diversas histórias que rondam a região e decide aproximar-se dele para descobrir a verdade.

    Pouco a pouco, a história de Kote vai sendo revelada, assim como sua multifacetada personalidade - notório mago, esmerado ladrão, amante viril, herói salvador, músico magistral, assassino infame.

    Nesta provocante narrativa, o leitor é transportado para um mundo fantástico, repleto de mitos e seres fabulosos, heróis e vilões, ladrões e trovadores, amor e ódio, paixão e vingança.

    Mais do que a trama bem construída e os personagens cativantes, o que torna O nome do vento uma obra tão especial - que levou Patrick Rothfuss ao topo da lista de mais vendidos do The New York Times - é sua capacidade de encantar leitores de todas as idades.



    --------------------------------


    Vale a pena ler esse livro! Sinceramente, nunca peguei um livro pra ler seriamente( a não ser os escolares auhuha), mas resolvi quebrar a rotina! Por recomendação de amigos, comprei 'O Nome do Vento'. Bom, antes de começar a le-lo, pensei que seria somente empolgante no começo, e depois se tornaria um livro que iria ficar na minha instante até ficar todo empoeirado. Errei feio! É impossivel não se "prender" ao livro, sem ler por algumas horas seguidas. A história é cativante ao extremo, tendo suspense, romance, fantasia...

    Vale cada centavo e cada hora gasto na leitura!



    Recomendação: 5/5
    || E7500@2.93GHz|| 3 GB 800MHz (2x1) || Powercolor HD 3650 512 MB 128 bits|| Samsung F1 Spinpoint ||


  12. Avatar de carraro
    carraro é offline Usuário Registrado carraro está em um caminho distinto
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    Citação Postado originalmente por carraro Ver Mensagens
    Ultimamente, resolvi ler um pouco sobre as guerras medievais e a cavalaria medieval. Já li:

    - A cavalaria: A origem dos nobres guerreiros da Idade Média - Jean Flori
    - A cavalaria medieval - Edgar Prestage
    - Cavalaria e nobreza no fim da Idade Média
    - Guerra e guerreiros na Idade Média
    - Batalhas medievais 1000 ~ 1500
    - Os Templários - Regine Pernoud

    Agora, já comprei os seguintes livros (usados, versões integrais) do grande gênio Walter Scott, fundador do romance histórico:

    - Ivanhoé
    - O talismã
    - Ricardo Coração de Leão

    Para mim, Walter Scott, junto com Tolkien, Alexandre Dumas, C. S. Lewis e G. K. Chesterton são os maiores escritores de ficção que já li.

    Outros que acabei pegando aproveitando o frete:
    - No tempo dos cavaleiros da távola redonda - Michel Pastoureau
    - A Arte da Guerra (De re militare) - Vegécio

    Quero ler a obra prima do grande general prussiano Clausewitz "Da Guerra", um monstro de 1000 paginas, para ver se posso aproveitar alguma coisa no meu futuro TCC. E também quero ler as versões integrais de El Cid, Dom Quixote, Rolando, ciclo arthuriano de Chretien de Troyes e Thomas Malory, Tristão e Isolda, se as férias permitrem.
    Me quotei para falar sobre os livros que eu já li da lista:



    De re militare, de Vegécio, um autor romano do século IV que escreveu estes 5 volumes para o imperador, detalhando o exército romano e ensinando o mesmo sobre a arte da guerra. Muito bom livro, dá de 1000 a 0 em Sun Tzu. Muito mais técnico, detalhado, recente, não há livro que descreva melhor o exército romano, desde o tamanho desejável dos recrutas até como se combate numa batalha naval! O autor aborda muita coisa, tipo, como se atravessa um rio, onde se posta os comandantes na batalha, como sitiar uma cidade, como se defender de um sítio, como é o treinamento, como se defende um acampamento, quais são os sinais militares, as principais armas, como cortar árvores para virarem barcos, etc, etc, etc. Vai muito além do que se vê em filmes medievais sobre ataques, cercos, batalhas campais, e não se limita apenas ao exército romano, uma vez que foi o livro militar mais lido na "Idade Média".



    Me surpreendi com esse livro, de tantos detalhes que traz. Não tem nada de romances arthurianos, descreve a vida cotidiana na França e Inglaterra nos séculos XII e XIII. Fala de muita coisa, de forma resumida mais interessante, tipo, nomes mais comuns, taxas de natalidade, mortalidade (século XII praticamente igual ao século XIX), cidades mais populosas, expectativa de vida, como era o nascimento, casamento, velhice, a contagem dos tempos, descreve a sociedade feudal, as cidades, as partes e a vida nos castelos, a cavalaria, as armas, as armaduras, os cavalos, as roupas, as modas, os brasões, para que serviam as florestas, os pantanos, o vergel, como era o serviço militar, as batalhas, os torneios, os jogos (xadrez), a caça, o amor cortês, peregrinações, como se viajava, etc, etc.



    E já acabei também Ivanhoé.

    Sir Walter Scott escreve muito bem, poucos sabem descrever as cenas e os ambientes como ele. As histórias são bem interessantes, e sob um fundo histórico (que condizia com a época dele, hoje muita coisa é besteira), porém, não são épicas tipo Senhor dos Anéis, normalmente se desenrolam em pequenos dias. Mas são centenas de páginas para descrever alguns acontecimentos pequenos como o cerco de um castelo, como em Ivanhoé. E também são cheias de estereótipos, tipo, todo judeu só pensa em dinheiro, todo cristão odeia os judeus, todo templário é ladrão, todo normando é mal, todo saxônico é um rude ignorante, todo padre só pensa em dinheiro, etc.

    E pior que comprei dois livros iguais com título e capa diferentes. O talismã = Ricardo Coração de Leão...
    Última edição por carraro : 18/01/2010 a 22:06
    “Só uma pessoa desprovida de verdadeira inteligência e sem nenhuma imaginação é incapaz de conceber a vinda de um ser divino ao planeta“
    J.R.R.Tolkien
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  13. Avatar de frind
    frind é offline Usuário Registrado frind está em um caminho distinto
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    Dando uma de coveiro em um tópico que sempre acho interessante.

    Não vou citar os livros da faculdade claro, mas qinda seriam boas leituras.

    Gstaria de indicar o livro "Mate-me Por Favor" de Legs McNeil e Gillian MacCain.

    O livro é MUITO bom, confesso que fiquei surpreso por ser um livro somente de entrevistas. Mas ele tem a capacidade de prender o leitor como qualquer livro com uma boa história. O livro procura representar uma versão do surgimento do movimento Punk, lá em NY, no fim dos anos 1960, a Fatory de Warhol, o CBGB, Stooges, Ramones e tudo mais. Um livro grandinho, cerca de 400 páginas, mas vale muito a pena.


    Essa edição que tenho, comprei usada por 10 reais.

    Essa é a edição Pocket da LP&M, são dois volumes, cada um custa cerca de 20 reais.



  14. Data de Entrada
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    Citação Postado originalmente por Redler Ver Mensagens
    o que achama dessa promoção do submarino, é compre 3 e ganhe um desconto,

    Crônicas de Nárnia, As - Volume Único R$ 17,90

    Coleção Completa: As Brumas de Avalon - [4 volumes] R$ 39,90

    Coleção Eragon + Eldest + Brisingr R$ 29,90

    Desconto R$ 13,16

    Frete R$ 6,29

    TOTAL : R$ 80,84

    compensa comprar? e as brumas de avalon e a saga eragon sao bons?
    vlwss
    Coleção Nárnia, e coleção Eragon são excelentes!

    As Brumas de Avalon faz tempo que tenho curiosidade para saber se é bom. Aproveitando que você comprou, quando começar a ler poderia fazer um comentário por aqui do que está achando?
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  15. massolini é offline GOR™ Russo Vaisifilder massolini está em um caminho distinto
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    Eu recomendo os seguintes livros:

    A Sombra do vento Livro em PT-BR
    Autor: Zafón, Carlos Ruiz
    Editora: Suma de Letras
    Categoria: Literatura Estrangeira / Romance
    Daniel Sempere está completando 11 anos. Ao ver o filho triste por não conseguir mais se lembrar do rosto da mãe já morta, seu pai lhe dá um presente inesquecível: leva-o a um misterioso lugar no coração do centro histórico da cidade, o Cemitério dos Livros Esquecidos. "Sombra do Vento" é um romance arrebatador sobre o poder da cultura e a tragédia do esquecimento.

    La Bodega Livro em PT-BR
    Autor: Gordon, Noah
    Editora: Rocco
    Categoria: Literatura Estrangeira / Romance
    Ambientada no coração da Catalunha, durante o período das guerras carlistas, a narrativa relata as transformações por que passa a vida do vinicultor Josep Alvarez. Como segundo filho, ele não tem direito às terras do pai, e tem de galgar seu futuro. Em meio a intrigas políticas e amorosas, acompanhadas por um bom vinho e da descrição de belas paisagens, Noah Gordon promete conquistar mais uma vez os leitores, com uma história que atravessa fronteiras.

    Trilogia: livro em Inglês
    The Traveler
    Autor: Hawks, John Twelve; Twelve Hawks, John; Carradine, David (NRT)
    Editora: Random House Inc
    Categoria: Literatura Estrangeira / Ficção Cientifica

    The Dark River livro em Inglês
    Autor: John Twelve Hawks
    Editora: Vintage
    Categoria: Literatura Estrangeira / Romance

    The Golden City livro em Inglês
    Autor: John Twelve Hawks
    Editora: Random House Uk
    Categoria: Literatura Estrangeira / Romance

    John Twelve Hawks concludes his 4th realm trilogy at what I felt was a slighty slower pace, compared to his previous two books. The Traverler got us off to a cracking start and Dark River took us on a mysterious tour of the other realms, but the Golden City perhaps finds our "off grid" writer lacking in enthusiasum or feeling burdened by the shackles of his "Vast machines" book contract. Never the less a very entertaining read that kept those pages turning. A slightly more romantic ending than I had expected which I'm sure will appeal to those Hollywood movie makers. I'm sure it wont be long until we see the Harlequins & Tabula do battle on our silver screens.
    Twelve Hawks has assured us that there will be no more from the fourth realm but does intend to carry on his litary career. I for one will be watching out for his next book.

    Assassin's Creed livro em Inglês
    Autor: Ubisoft Entertainment
    Editora: Penguin Books Uk-id
    Categoria: Literatura Estrangeira / Policial

    Esses são os ultimos livros que li e são realmente bons.
    CORE i7 920 D0@38000MHZ / CORSAIR H-50 WATERCOOLER/ ASUS RAMPAGE 2 EXTREME / 6GB GSKILL TRIDENT DDR3 2000@1600MHz / SSD CORSAIR P256 / HD SAMSUNG 1TB SATAII / NVIDIA 280GTX XFX / FONTE WISECASE 950W / COOLER MASTER HAF 932 / MOUSE RAZER MAMBA / HEADPHONE ZALMAN 5.1 / MOUSEPAD RAZER MANTIS CONTROL / LCD SAMSUNG 22" 2233RZ / NVIDIA 3D VISION

  16. Avatar de Cheers Mates!
    Cheers Mates! está online agora Nut Up or Shut Up Cheers Mates! está em um caminho distinto
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    Ótimo livro que li é Abusado do Caco Barcellos

    'Abusado', livro-reportagem de Caco Barcellos, é uma verdadeira lição sobre a lógica, os meandros e o ''modus operandi'' das grandes corporações criminosas que comandam o tráfico de drogas e outras atividades criminosas no Estado. Através da história de Juliano VP (codinome de um conhecido traficante carioca) - sua infância, adolescência, entrada e ascensão no tráfico de drogas na favela Santa Marta (em Botafogo, bairro de classe média) -, temos um retrato histórico da ocupação do morro pelo Comando Vermelho, principal facção criminosa no Estado, e da implantação de sua cruel disciplina. Mas não é apenas um livro sobre a história do tráfico. Juliano é um personagem extremamente fascinante, um criminoso com refinado gosto literário, preocupado com o destino da comunidade favelada do Rio de Janeiro e cujos contatos iam dos violentos chefes do CV até importantes intelectuais cariocas.


    Para quem gostar de ler online (não é o meu caso)

    Taí o livro de bandeja:

    http://www.scribd.com/doc/458335/Caco-Barcellos-Abusado


    Ah estou procurando a compilação das tirinhas do Garfield: http://www.fnac.com.br/garfield-2582...7791-1021.html
    Se alguém souber aonde tem online MP.

    Cheers Mates!

  17. Avatar de Cheers Mates!
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    Ótimo livro que li é Abusado do Caco Barcellos

    'Abusado', livro-reportagem de Caco Barcellos, é uma verdadeira lição sobre a lógica, os meandros e o ''modus operandi'' das grandes corporações criminosas que comandam o tráfico de drogas e outras atividades criminosas no Estado. Através da história de Juliano VP (codinome de um conhecido traficante carioca) - sua infância, adolescência, entrada e ascensão no tráfico de drogas na favela Santa Marta (em Botafogo, bairro de classe média) -, temos um retrato histórico da ocupação do morro pelo Comando Vermelho, principal facção criminosa no Estado, e da implantação de sua cruel disciplina. Mas não é apenas um livro sobre a história do tráfico. Juliano é um personagem extremamente fascinante, um criminoso com refinado gosto literário, preocupado com o destino da comunidade favelada do Rio de Janeiro e cujos contatos iam dos violentos chefes do CV até importantes intelectuais cariocas.


    Para quem gostar de ler online (não é o meu caso)

    Taí o livro de bandeja:

    http://www.scribd.com/doc/458335/Caco-Barcellos-Abusado


    Ah estou procurando a compilação das tirinhas do Garfield: http://www.fnac.com.br/garfield-2582...7791-1021.html
    Se alguém souber aonde tem online MP.

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  18. Avatar de carraro
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    Zumbi era senhor de escravos.
    Historiadores marxistas brasileiros mentiram ao descreverem o quilombo dos palmares e Zumbi.
    Quem mais matou índios foram outros índios.
    Muitos negros escravizavam outros negros, chegando a escravos serem moeda de troca entre portugueses e africanos.
    Os portugueses ensinaram os índios a cuidarem da floresta, e não o contrário.
    Os terroristas de esquerda não lutavam pela democracia ou liberdade durante o regime militar.
    A feijoada não é uma invenção brasileira.
    Santos Dummond não inventou o avião, nem o relógio de pulso.
    José de Alencar era a favor da escravidão.
    Machado de Assis trabalhou na Censura Oficial do Império.
    Jorge Amado apoiava Stálin e Hitler.
    Gilberto Freyre apoiava a Klu Klux Klan.
    Aleijadinho não passa de um personagem de ficção.
    O Brasil não matou 90% da população paraguaia durante a Guerra do Paraguai.
    Etc, etc, etc.

    [/URL]



    Um trecho do livro sobre os negros e a escravidão:
    http://guiapoliticamenteincorreto.fi...-negros-ok.pdf

    "Príncipes africanos vinham estudar no Brasil."
    "O sonho dos escravos era ter escravos."
    "Quando os escravos tinham olhos azuis."
    "Os portugueses aprenderam com os africanos a comprar escravos."
    "Os africanos lutaram contra o fim da escravidão."

    Outro trecho do livro sobre os índios:
    http://200.233.221.140/cap/9788562936067.pdf

    Mais verdades politicamente incorretas escritas pelo autor:
    http://www.midiasemmascara.org/artig...do-brasil.html

    Entrevista com o autor:







    PS: Não li o livro ainda.
    Última edição por carraro : 16/02/2010 a 20:08
    “Só uma pessoa desprovida de verdadeira inteligência e sem nenhuma imaginação é incapaz de conceber a vinda de um ser divino ao planeta“
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    Esse livro do Narloch parece ser extremamente interessante, já li o primeiro capítulo todo na última vez que fui na Cultura e gostei...

    Além disso, acho muito importante, mesmo (ou talvez "ainda mais") se tratando de um tema subjetivo/interpretativo, a existência e o contato com os diferentes pontos de vista possíveis e/ou alternativos.

    E pessoalmente, penso que tá na hora do povo brasileiro cair um pouco mais na real...
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  20. Avatar de Leekueedy
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    Dicas de Livros - Tema no post

    Então galera, to querendo presentear com um livro.

    Gostaria de dar um livro que falasse de várias culturas pelo mundo, modo de vida, costumes...
    essas coisas.

    Mas que não fosse um livro específico sobre um determinado povo ou País... e sim sobre alguns...
    tipo: Russos, Franceses, Japoneses, Africanos, Esquimós ...Em um livro só, ou coletânea.

    Ou também pode ser um livro que fale de povos antigos, como Maias, Aztecas, Incas... "essa gente ae" rs.

    Quem será presenteada, é uma pessoa com pouco contato com a internet, mas que gosta de ler.

    Vlw a quem ajudar aí.
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  21. Avatar de nortonff
    nortonff é offline Megaton Settler nortonff está em um caminho distinto
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    Citação Postado originalmente por Leekueedy Ver Mensagens
    Então galera, to querendo presentear com um livro.

    Gostaria de dar um livro que falasse de várias culturas pelo mundo, modo de vida, costumes...
    essas coisas.

    Mas que não fosse um livro específico sobre um determinado povo ou País... e sim sobre alguns...
    tipo: Russos, Franceses, Japoneses, Africanos, Esquimós ...Em um livro só, ou coletânea.

    Ou também pode ser um livro que fale de povos antigos, como Maias, Aztecas, Incas... "essa gente ae" rs.

    Quem será presenteada, é uma pessoa com pouco contato com a internet, mas que gosta de ler.

    Vlw a quem ajudar aí.
    Leekueedy, recentemente li Xógum - A Gloriosa Saga do Japão, de James Clavell. Não sei se é seu caso a cultura japonesa, mas este livro é muito bom ! Aborda todos os aspectos da cultura japonesa, muitas vezes de forma crua. É ótimo porque o livro é contado sobre o ponto de vista de um navegador inglês. então aborda bastante a diferença de cultura dos continentes. É um livro que vale a pena, pricipalmente o final, que é incrível. Mas prepare-se para uma longa leitura, pois são mais de 1.000 páginas hehehehe.
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