Jean-Bernard Lévy, CEO da Vivendi, pagou R$ 7 bilhões para comprar a GVT e entrar no mercado brasileiro de telefonia. À DINHEIRO, ele revelou seus planos e prometeu tirar o sono das outras operadoras
**********************************************
Nos últimos três meses, dois dos maiores grupos empresariais do mundo estiveram em guerra. De um lado, a armada espanhola, da Telefônica, que comandava suas tropas a partir de Madri - de lá, o chefe global César Alierta orientava o presidente da subsidiária brasileira, Antônio Carlos Valente, a barrar qualquer avanço do exército inimigo.
De outro, a francesa Vivendi, sediada em Paris, onde o CEO Jean-Bernard Lévy seguia os preceitos de Sun Tzu, autor do clássico A Arte da Guerra. Principalmente o que ensina que as virtudes cardeais de um bom general são "o segredo, a dissimulação e a surpresa".
Foram essas as armas que ele colocou em ação para fechar uma das aquisições mais caras já realizadas no setor de telecomunicações no mundo - numa operação de R$ 7 bilhões, a Vivendi terá 100% das ações da brasileira GVT. "Ganhamos porque a disputa não girava só em torno do preço", disse Lévy, com exclusividade, à ISTOÉ-DINHEIRO.
Nesse embate, a vitória da Vivendi contrariou expectativas. Os principais executivos da Telefônica, que haviam dormido com a certeza de ter comprado a GVT, souberam da reviravolta pela internet.
E embora a operadora brasileira esteja listada no Novo Mercado da Bovespa, Lévy conseguiu amarrar a compra do controle fora de uma oferta pública, realizando transações privadas - e secretas - com os maiores acionistas da companhia.
O principal deles, o israelense Saul Shani, que controla a GVT e vive fora do Brasil. Shani foi capaz de valorizar tremendamente seu ativo porque soube se colocar no meio de uma guerra entre dois projetos contraditórios, mas estratégicos. À Telefônica, interessava impedir a chegada de um concorrente.
A Vivendi, por sua vez, vislumbrou na GVT a oportunidade de adquirir uma fatia do bolo das telecomunicações no País. O CEO Levy avalia que a expansão da classe média e o perfil demográfico brasileiro fazem do mercado nacional um dos mais promissores do mundo.
É essa a base sobre a qual ele desenhou seu plano de ação para o Brasil. Um plano que inclui serviços de telefonia, banda larga e tevê por assinatura - em pacotes mais econômicos do que os da concorrência.
Confiante, ele pagou até mais do que os controladores da Oi haviam desembolsado para adquirir a Brasil Telecom - em março de 2008, a BrT foi vendida por R$ 5,4 bilhões.
"A Vivendi pagou um prêmio para assegurar seu crescimento, que terá de vir de países emergentes como o Brasil", avalia Nicolas Cote-Colisson, analista do banco HSBC, focado no setor de telecomunicações.
Por trás desse meganegócio, há também um ex-soldado do exército israelense, chamado Amos Genish, que chegou há dez anos ao Brasil falando poucas palavras do português. Para adquirir a concessão que deu origem à GVT, ele desembolsou apenas R$ 100 mil. Com a licença, ganhou direito de ser a empresa espelho da Brasil Telecom, numa área que vai do Rio Grande do Sul ao Amazonas, englobando as regiões Sul, Norte e Centro-Oeste.
Neste ano, a GVT já deve faturar mais de R$ 1,5 bilhão e, depois da venda, Genish será o mais novo bilionário da economia brasileira (leia mais sobre ele à página 60). A transação também tende a mudar de formal radical o panorama das telecomunicações no Brasil.
"Teremos mais qualidade, um melhor atendimento, preços menores e mais competição", festejou o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações, Ronaldo Sardenberg.
**********************************************
"Tenho preocupação com gente nova chegando por aqui, detonando preço e depois indo embora" Luiz Falco, presidente da Oi
"Quando se faz exigências, tem que ser democraticamente para todos, e não para só um dos compradores" Hélio Costa, que defendeu contrapartidas da Vivendi
"Se as empresas de telefonia e o governo não gostaram, é porque isso deve ser bom para o consumidor" Virgílio Freire, consultor em telecomunicações
**********************************************
Condições para mudar o jogo da competição no Brasil é algo que a Vivendi tem de sobra.
Hoje, o mercado nacional é dividido em quatro grandes blocos - o ibérico, da Telefônica e da Vivo; o italiano, da TIM; o mexicano, com Claro e Embratel; e mais o nacional, com a supertele.
A Vivendi, que fechará este ano com uma receita global de 27 bilhões de euros, equivalente a US$ 38 bilhões, tem fôlego para enfrentar todas essas empresas (leia gráfico abaixo).
E um dos principais alvos de Lévy é o mercado de banda larga no Brasil. Na França, o principal pacote da Vivendi inclui 20 megas de internet, ligações telefônicas ilimitadas e mais 140 canais de tevê a cabo. Custa cerca de R$ 77, praticamente o mesmo que a Telefônica cobra para oferecer dois megas de internet por meio do Speedy, sem serviços adicionais de cabo ou telefonia.
Não por acaso, o analista Cote-Colisson, do HSBC, rebaixou sua recomendação para as ações da Telesp, a subsidiária da Telefônica no Brasil. "A GVT será um concorrente importante da Telefônica ainda já em 2010", diz ele. E essa percepção é praticamente consensual no mercado financeiro.
"A notícia foi muito boa para os consumidores, mas muito negativa para as empresas que já estão no Brasil", avalia Stephen Graham, analista de telecomunicações da Goldman Sachs.
Guinada nos anos 90: Messier criou a Vivendi a partir da Génerale des Eaux
Observar as ações da GVT nos dias de hoje pode revelar muito sobre a atuação da Vivendi daqui para a frente, que manterá a marca GVT (leia mais sobre os planos de Lévy na entrevista abaixo). Em Fevereiro do ano passado, o Ministério do Planejamento abriu uma licitação conjunta para os serviços de telefonia de 18 órgãos federais.
O preço ofertado pela GVT pela linha fixo-fixo foi de apenas R$ 0,02, o que lhe valeu um contrato de cinco anos, de R$ 17,9 milhões. O ponto crucial na troca de operadora é que, um ano antes, esses mesmos órgãos pagavam R$ 28,9 milhões em conta de telefone, uma diferença de 38%.
"Como as conexões são mais novas e em fibra ótica, a qualidade é muito superior", explica Maurício Ruaro, analista do Ministério do Planejamento e responsável pela licitação.
"Foi uma relação de custobenefício extremamente positiva." Tão positiva que nove órgãos do governo pegaram carona na licitação e outros nove estão em processo de adesão aos planos da GVT. Entre eles, até mesmo os ministérios da Fazenda e das Comunicações.
**********************************************
"Podem esperar preços menores" Depois de adquirir a GVT, o CEO da Vivendi, Jean-Bernard Lévy falou à ISTOÉ-DINHEIRO. Eis alguns pontos:
Concorrência
"O consumidor pode esperar serviços de qualidade e preços bem mais baixos. Nós avaliamos que ainda há muito espaço para competir no Brasil, especialmente nos pacotes de banda larga. A GVT já tinha um plano agressivo de expansão, estará em São Paulo no próximo ano, e poderá crescer ainda mais com o apoio da Vivendi. Em todos os mercados onde a GVT entrou, ela reduziu preços em pelo menos 50%."
Marca
"Ela será mantida, assim como a gestão. Durante todo o processo de negociação, ficamos muito impressionados com o time da GVT e com a qualidade da rede e dos serviços. E nós acreditamos que, dentro de alguns anos, a marca poderá ser tão bem-sucedida no mercado de telecomunicações como é a Virgin."
Duelo com os espanhóis
"Durante todo o processo, estivemos em contato com os controladores da companhia. Desde o início, ficou claro para nós que a venda não estava ligada apenas ao preço. Os empreendedores que criaram a GVT têm orgulho do que fizeram e querem deixar um legado. Eles construíram uma marca e desejam que a empresa se consolide como uma alternativa competitiva no Brasil."
Preço pago
"Fizemos uma oferta inicial de R$ 42 e acabamos pagando R$ 56, o que representou uma relação de 9,2 vezes o ebitda da companhia. É um valor importante, mas que revela também nossa confiança no futuro do Brasil. Vocês têm um dos mercados mais dinâmicos do mundo e com grandes oportunidades de expansão."
***********************
No entanto, o ministro da área, Hélio Costa, pareceu surpreso com o resultado. Disse que o governo deveria exigir contrapartidas da Vivendi, assim como exigiria da Telefônica - esse argumento tem sido refutado pela Anatel, pelo simples fato de que os franceses chegam para aumentar a competição no Brasil, e não para reduzi- la.
Executivos de outras companhias também ficaram insatisfeitos. Luiz Falco, que comanda a Oi, disse que teria sido melhor uma vitória dos espanhóis. "A Telefônica não faria uma guerra de preços", declarou.
Mas isso talvez seja o que o mercado brasileiro mais necessita. "Se a Telefônica, a Oi e o ministério das Comunicações não gostaram, pode ter certeza de que a chegada da Vivendi será muito boa para o consumidor brasileiro", ironizou o executivo Virgílio Freire, ex-presidente de duas companhias relevantes do setor de telecomunicações, a Lucent e a Vésper.
A expansão da Vivendi no mercado de telecomunicações fecha também uma estratégia surpreendente. A companhia francesa nasceu como um braço da uma empresa de saneamento centenária, a Compagnie Génerale des Eaux (CGE), que administra uma rede mais de 2,1 mil quilômetros de túneis de água e esgoto em Paris.
Nos anos 90, o então presidente da CGE, Jean Marie Messier, criou a Vivendi e tentou transformá-la numa espécie de AOL européia - entrou em telecomunicações, internet e entretenimento. Ele se tornou uma das grandes estrelas do capitalismo francês, até o estouro da bolha da internet, em 2002.
Acusado de fraudes contábeis, Messier foi obrigado a deixar o cargo e ainda responde a diversos processos. Jean Bernard Lévy assumiu em seu lugar, arrumou a casa e agora faz sua grande aposta no Brasil.
**********************************************
O empreendedor que veio do deserto
Conheça Amos Genish, empresário israelense que comprou uma concessão de telefonia por R$ 100 mil e a vendeu por R$ 7 bilhões
"Não fazíamos festa quando o dinheiro era nosso. Muitos menos agora que é de pequenos investidores"
Amos Genish, presidente da GVT, após oferta de ações da empresa
Em 16 de fevereiro de 2007, os diretores da operadora de telecomunicações GVT estavam eufóricos. No dia seguinte, a ação da empresa começaria a ser negociada na Bolsa de Valores de São Paulo e a oferta inicial tinha saído pelo preço máximo de R$ 18, levantando mais de R$ 1 bilhão.
Todos queriam fazer uma grande festa e o nome da cantora Ivete Sangalo, chegou a ser cogitado para participar da comemoração pela área de marketing. Afinal, era véspera de Carnaval, nada mais justo depois de um longo trabalho.
A ideia foi levada para Amos Genish, presidente da operadora, executivo israelense que veio para o Brasil criar a GVT com o apoio de fundos de investimentos internacionais. "Tenho uma sugestão melhor", disse em inglês Genish. Primeiro quis saber se havia uma sala na Bovespa para 25 pessoas. E em seguida convocou todos os diretores da companhia para uma reunião de planejamento, que durou das 11 horas até as 17 horas do dia 17 de fevereiro.
"Não fazíamos festa quando o dinheiro era nosso", alegou o executivo. "Muito menos agora que é de pequenos investidores".
Este é Amos Genish, 49 anos, israelense radicado nos Estados Unidos, com três filhos, formado em Economia e Contabilidade pela Universidade de Tel-Aviv, que fechou o maior negócio recente do setor de telecomunicações no Brasil ao vender a GVT para a francesa Vivendi por aproximadamente Rr$ 7 bilhões.
Segundo vários relatos ouvidos por ISTOÉ-DINHEIRO, ele é um homem de poucas palavras, discreto, calculista e que vai direto ao ponto numa conversa. "Congratulations" e " I´m disappointed" limita-se a dizer depois de ouvir a exposição de seus executivos.
"Eu acordava pensando em quantos 'congratulations' ia tentar ouvir naquele dia", conta Karlis Kruklis, que foi vice-presidente administrativo financeiro e de relações com investidor da empresa até 2008 e atualmente é o presidente da Ouro Verde, empresa de logística e locação de Curitiba, no Paraná.
Esta sobriedade é levada aos negócios por Amos. A sede da GVT, em Curitiba, não tem nenhum luxo. "Ele é frugal e econômico", diz uma fonte que conhece o executivo. Chega ao escritório por volta das 8 horas da manhã. A partir daí, são 11 horas ininterruptas de trabalho, almoçando com grande frequência na própria empresa.
Pela manhã, faz academia pelo menos três vezes por semana e tem uma alimentação saudável, apesar do ritmo alucinante de trabalho. Não anda com seguranças, mas o carro é blindado. Tem uma disciplina quase militar, contam algumas fontes. Detalhista, Genish gosta de estar atento às vírgulas de um contrato.
Foi assim quando decidiu disputar uma concessão de telefonia no País. Ele vinha de uma experiência bem-sucedida na América Latina, num projeto de telefonia rural. De olho no Brasil, o executivo estudou o edital da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e observou que mais importante que o preço era oferecer uma boa proposta técnica.
E foi o que fez. Com apenas R$ 100 mil, ganhou a concessão da Região II (Sul, Centro-Oeste e Norte do País) em 1999, se tornando na empresa-espelho para concorrer com a Brasil Telecom, no modelo criado pelos reguladores brasileiros para estimular a competição na telefonia fixa.
Para isso, contou com o apoio, e o dinheiro, de Shaul Shani, que era o presidente do conselho da GVT e o maior acionista individual da companhia antes da venda para a Vivendi.
O executivo pagou pouco, mas assumiu metas ambiciosas. Em 2001, precisava atender 100% das localidades com mais de 200 mil habitantes da região. E aí reside o segredo da operação da GVT. Em vez de entrar numa disputa direta contra a Brasil Telecom, Genish resolveu investir em tecnologias avançadas de rede e de buscar clientes nas pequenas e médias empresas.
"Era uma estratégia bem inteligente", diz Márcio Kaiser, presidente da GVT de 2000 a 2002. "Focamos o serviço para as áreas mais nobres". Foi o contrário do que fez a Vésper, empresa-espelho de SP. "A ideia era concorrer com a Telefônica, pescoço a pescoço, o que se mostrou inviável", lembra Virgílio Freire, ex-presidente da operadora.
Mas a trajetória da GVT não foi fácil.
A empresa adotou a estratégia de buscar financiamento com os próprios fornecedores de tecnologia, principalmente a fabricante canadense de produtos de rede Nortel. Era uma forma mais barata de se financiar, sem precisar dos bancos. Os sócios internacionais também tinham o compromisso de fazer um aporte de US$ 400 milhões.
Um dos momentos críticos foi em Setembro de 2001, quando o ataque terrorista ao WTC, nos Estados Unidos, deixou o mundo perplexo. Era uma data próxima de um novo aporte. "Entrei na sala do Amos e perguntei: e agora?", lembra Kruklis.
"Nada muda", disse o executivo.
Em 2002, durante a disputa eleitoral entre Lula e Serra, quando o dólar foi a quase R$ 4 e o risco-país passou dos 2 mil pontos, a mesma atitude.
"Ele me disse que era hora de acelerar os investimentos. Perguntei o porquê? Ele respondeu: vai cair". Os aportes foram feitos e executivo aproveitou o câmbio favorável para a entrada de dólares no Brasil.
Com pouco dinheiro para ações de marketing, Amos Genish gostava de falar que a GVT não tinha vocação para fazer grandes campanhas publicitárias.
"A melhor propaganda é prestar um bom serviço", dizia. Por esse motivo, o call center da empresa não foi terceirizado. Quando era presidente da GVT, o executivo Márcio Kaiser ia ao setor duas vezes por semana e atendia aos telefonemas para ouvir as reclamações dos clientes.
Um Ombudsman monitorava as reclamações nos órgãos de atendimento do consumidor e da Anatel. Atualmente, os funcionários da empresa têm uma parte do salário atrelada à satisfação do cliente. Amos Genish, que já foi capitão do Exército israelense, fala português fluentemente, mas prefere o inglês quando é entrevistado.
Se alguém o convidar para tomar um champagne francês para comemorar a venda da GVT, não conseguirá tirá-lo do escritório. Ele já está planejando o desembarque da Vivendi no Brasil.
Na França, o principal pacote da Vivendi inclui 20 megas de internet, ligações telefônicas ilimitadas e mais 140 canais de tevê a cabo. Custa cerca de R$ 77, praticamente o mesmo que a Telefônica cobra para oferecer dois megas de internet por meio do Speedy, sem serviços adicionais de cabo ou telefonia.
Chegando Vivendi aqui onde eu moro é questão de 1 segundo para pegar e fazer a ligação para mudar para ela, isso se ela estiver realmente boa na época.
"Com coragem e esforço, nada pode impedir um verdadeiro humano."
Da gosto ver uma empresa como a Vivendi entrando no Brasil, principalmente pelo fato de que ela não quer explorar e sim, promover mais competição, bons serviços e qualidade. Oi? Telefonica? Se ferrem ai! Otárias, sacanearam tanto o povo brasileiro, agora esperem uma grande onda de cancelamento dos PÉSSIMOS SERVIÇOS que vocês oferecem.
Русский
..Мой компьютер.. AMD 64 X2 4600+ | ASUS M2A-VM HDMI Ready | 2 x 1GB DDR2 Ram Patriot | 1 x 250GB Hard Disk | GeForce 8600GT 256Bits/512MB GDDR3 | AIKO Keyboard Black Edition | 17 LCD Waytec 2ms | DVD-RW Dual Layer LG | C3TECH 500W.
o download é de 20mb e upload de até 800K, neufbox e decodificador TV fornecido
29,90 € / mês e tem tb somente a internet sendo o preço em 14,90 € / mês nao vem modem incluido.
Telefone ilimitadas para telefones fixos em França e mais de 90 destinos
parece que tem areas lá aonde não existe a desagregação de redes e os preços sobem e o download é menor:
download de 512k e up de 128K Modem compatível (não fornecido) ou
neufbox (3 € / mês) por 19,90 € / mês (4)
download de 8mb e up até 512K - neufbox fornecido - 34,90 € / mês (
o download é de 20mb e upload de até 800K, neufbox e decodificador TV fornecido
29,90 € / mês e tem tb somente a internet sendo o preço em 14,90 € / mês nao vem modem incluido.
Telefone ilimitadas para telefones fixos em França e mais de 90 destinos
parece que tem areas lá aonde não existe a desagregação de redes e os preços sobem e o download é menor:
download de 512k e up de 128K Modem compatível (não fornecido) ou
neufbox (3 € / mês) por 19,90 € / mês (4)
download de 8mb e up até 512K - neufbox fornecido - 34,90 € / mês (
Só que aqui no Brasil não existiu o unbundling e a rede é quase toda da GVT, poucos são os lugares que ela precisa contratar link de outra operadora, e mesmo assim já visa expandir pra 100% de tráfego em rede própria. Então não precisamos nos preocupar com isso heheh.
Imagino em quanto tempo teremos telefonia ilimitada por aqui.
Realmente dá gosto ver a Oi ficando para trás.
Empresinha mercenária e nunca manteve padrão de qualidade, tampouco seguiu a função social da empresa.
Se manteve estanque durante todos os anos de monopólio, sem oferecer nenhuma inovação, melhoria e até manutenção de infra-estrutura. Só se mexe quando a concorrência mete o tapa nela.
A Telefônica, apesar de hoje ter tantos problemas, está anos-luz a frente da Oi. Foi uma das primeiras empresas do país a trazer a tecnologia ADSL para cá.
Ainda lembro, como se fosse ontem, os estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste com ADSL da Brasil Telecom e Telefônica, enquanto a Telemar (Oi) demorou mais de 1 ano para levar a tecnologia para a Bahia, Pernambuco e Ceará (se não me engano).
A NET foi a primeira empresa do país a comercializar planos de MegaBits, quando criou o Megaflash. Revolucionou o mercado com velocidades de 3, 6 e 12Mb, numa época onde 1Mb era apenas para os favorecidos financeiramente.
NET, Brasil Telecom e Telefônica, apesar de estarem atrás da GVT, são empresas dignas de um mínimo de respeito, sim. A única que dá prazer ver atropelada pela concorrência é a Oi, mesmo.
O que me da mais nojo nisso tudo é a cara de pau do ministro Helio Filho da ****, a cara de pau do Falco como ele me solta uma "A Telefônica não faria uma guerra de preços". Cara um cara desses faz uma declaração dessas na Europa ele já tinha levado uma multa bilihonaria na empresa a MUITO tempo e tomava outra por essa declaração.
A Oi que ir pra Portugal, vai chegar em país com UE vai querer fazer o descaso que faz aqui no Brasil, vai falir essa ***** de tanta multa que vai tomar naquela porra e PT (Portugal Telecom) vai ri tranquilamente enquanto a concorrente toma no CU porque ta achando que ali é Brasil.
Agora o que eu falei e o INFORG também falou mesmo que a telefônica oferecesse 999999999999999999999R$ por ação, os 2 israelenses não iriam vender ela pra telefônica sabia que esses 2 israelenses seriam nossa salvação e mesmo que a telefônica comprasse 51% das ações da GVT ela compraria ações que não tinham direito algum de votos na administração da empresa e pior, 57% estava na mão desses 2 então ela só conseguiria comprar 43% que é ação só em participação de lucro e investimento, os direitos de votos na empresa seriam os 57% restante da Vivendi que é todo o poder de voto ou seja, se a telefônica comprasse os 43% ela iria se foder porque se a Vivendi falasse "vamos investir 5bilhões em 2010 esse dinheiro vai vir de nós e de nossos acionistas participantes" sairia dinheiro da telefônica e pronto.
No fim das contas vamos esperar 2010 e ver quem vai ganhar as eleições presidenciais, nem pelo presidente mas QUEM VAI SER O MINISTRO DAS TELECOMUNICAÇÕES e que pelo amor de Deus que venha alguém competente e não outro ***.
PRÉ CADASTRO GVT-RJ ABERTO
Liguem 103 25
É pedido:Nome completo, CPF, Endereço ou CEP, Numero da residência, Telefone pra contato (FIXO e Celular) e Nome da Mãe
Mais informações: http://adrenaline.com.br/forum/inter...evisao-de.html
Poxa e o Rio de Janeiro hein gente?? Eles nem falam!! Será que aqui em Niterói do outro lado da baía de guanabara teremos GVT??
POR FAVOR GENTE DIGAM QUE SIM, POR FAVOR EU PRECISO AINDA ACREDITAR NA SALVAÇÃO.
Provavelmente sim junho de 2010 é a data mais provável, isso tendo a Vivendi por trás.
PRÉ CADASTRO GVT-RJ ABERTO
Liguem 103 25
É pedido:Nome completo, CPF, Endereço ou CEP, Numero da residência, Telefone pra contato (FIXO e Celular) e Nome da Mãe
Mais informações: http://adrenaline.com.br/forum/inter...evisao-de.html
parece que a Oi quando mudou aqueles pacotes de 800k pra 1 mega mudou somente o nome, eu todos os speedtests que vejo os caras (inclusive eu) só tem no máximo (+-) 800Kb, nunca vi um sujeito que contrata 1 mega da Oi e tem pelo menos 950Kb de banda, smpre 800 e poucos, essa empresa é um lixo total cara (mestre do óbvio), eu nunca que compra nada dessa ***** de Oi, só tenho "banda larga" pq é a única que tem aqui, aparecendo outra eu vaso e nunca mais uso essa *****
"Se as empresas de telefonia e o governo não gostaram, é porque isso deve ser bom para o consumidor" Virgílio Freire, consultor em telecomunicações.
O coroa mandou muito bem, simplesmente disse tudo em pouquissimas palavras!
Intel C2D E8400 @ Stock + ASUS P5E + ATI POWER COLOR HD 4890 (ui delicia) + 4GB DDR 2 800 OCZ PLAT EDIT Rev. 2 + SATELLITE 600W EPS + GABINETE COOLERMASTER CENTURION 532 + LG H50N LG W2353V ( e tambem LG SCARLET G80 FULL HD 42" LCD ) XBOX 360 COD MW2 Limited Edition
parece que a Oi quando mudou aqueles pacotes de 800k pra 1 mega mudou somente o nome, eu todos os speedtests que vejo os caras (inclusive eu) só tem no máximo (+-) 800Kb, nunca vi um sujeito que contrata 1 mega da Oi e tem pelo menos 950Kb de banda, smpre 800 e poucos, essa empresa é um lixo total cara (mestre do óbvio), eu nunca que compra nada dessa ***** de Oi, só tenho "banda larga" pq é a única que tem aqui, aparecendo outra eu vaso e nunca mais uso essa *****
Eu só tenho deles o plano fale 200 min agora, pois a velox eu cancelei faz dois meses!! E ainda to com desconto nessa franquia pagando R$27,80
Assinei a net a rádio de 2 Mbps aqui da minha cidade e ela bota o LIXO da velox no bolso, muito superior por incrível que possa parecer. Mas lógico que adoraria navegar nos 10, 15 Mbps da GVT
Isso mostra o nível de comprometimento com a qualidade do serviço prestado. O Presidente da companhia atender telefonema dos usuários. É isso aí, não tem mistério. Trabalhe bem e faça um bom serviço que automaticamente serás recompensado.
Se as outras empresas seguirem o bom exemplo da GVT estaremos bem.
Matéria excelente, muito grato por compartilhá-la conosco.
Com pouco dinheiro para ações de marketing, Amos Genish gostava de falar que a GVT não tinha vocação para fazer grandes campanhas publicitárias.
"A melhor propaganda é prestar um bom serviço", dizia. Por esse motivo, o call center da empresa não foi terceirizado. Quando era presidente da GVT, o executivo Márcio Kaiser ia ao setor duas vezes por semana e atendia aos telefonemas para ouvir as reclamações dos clientes.
Excelente matéria, parabéns a ISTOÉ pela cobertura e informação em broadcast. Que a união GVT + Vivendi seja monstruosamente monstruosa como tudo indica que vai ser.
Excelente matéria, parabéns a ISTOÉ pela cobertura e informação em broadcast. Que a união GVT + Vivendi seja monstruosamente monstruosa como tudo indica que vai ser.
Imaginem se chega esse plano lá da França q custaria aqui por R$77,00, nem que fosse por R$100,00... milhares, quer dizer milhões de assinantes iriam INSTANTANEAMENTE para a GVT, que teria que aguentar a quantidade de serviço solicitado.
E eu com internet à rádio porque não posso botar 2mb de internet da Lerdox porque não tem porta na minha rua e minha linha só suporte 600k!!! ABSURDO!
Athlon II X4 620 2.6GHz C/ 6mb de Cache L3 - Hyper 212 Plus | ASRock M3A785GXH/128M - 3 Way CrossFire | 2x2gb DDR3 1600mhz Super Talent <-- COM DEFEITO | HD Samsung SATA II 250gb + HD 1 TB Seagate 32mb | HD4830 XFX (800sp) 700 mhz/1000 mhz| eXtream SuperFlower 450W
Imaginem se chega esse plano lá da França q custaria aqui por R$77,00, nem que fosse por R$100,00... milhares, quer dizer milhões de assinantes iriam INSTANTANEAMENTE para a GVT, que teria que aguentar a quantidade de serviço solicitado.
E eu com internet à rádio porque não posso botar 2mb de internet da Lerdox porque não tem porta na minha rua e minha linha só suporte 600k!!! ABSURDO!
Não sonha também, é impossível impostos + monopólio das operadoras de TV acabo = preço absurdo.
PRÉ CADASTRO GVT-RJ ABERTO
Liguem 103 25
É pedido:Nome completo, CPF, Endereço ou CEP, Numero da residência, Telefone pra contato (FIXO e Celular) e Nome da Mãe
Mais informações: http://adrenaline.com.br/forum/inter...evisao-de.html